Em Ribeirão Preto, Motoristas da Rápido D’Oeste param por melhores condições de trabalho

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O presidente do Seturp, João Henrique Bueno, afirmou que os motoristas exigem locais adequados para que possam cumprir o intervalo de descanso, eles reclamaram que precisam almoçar e jantar dentro dos circulares ou nos terminais. Outra reclamação é que a categoria também está sendo obrigada a fazer o descanso de uma hora logo após trabalhar apenas duas do total de oito da jornada diária.

A assessoria de imprensa do Consórcio – formado pelas empresas Rápido D’Oeste, Turb, Transcorp, de Ribeirão Preto, e pela Sertran, de Sertãozinho (SP) – informou que a forma como o descanso é feito respeita uma ordem judicial e que foi feito um pedido para os trabalhadores normalizarem o serviço. Segundo o consórcio, no domingo (27) novas linhas de ônibus entrarão em circulação na cidade e com isso uma nova escala de horários para os motoristas - já elaborada pela empresa - começará a vigorar. Nela, os profissionais só serão obrigados a fazer o horário de refeição após a terceira hora trabalhada.

Segundo o vice-presidente do Seturp, Alcides Lopes de Souza Filho, os motoristas decidiram manter a greve por não terem recebido nenhuma garantia de que a proposta seria implantada. “Acreditamos que não nos atende [a proposta], então o movimento vai se estender até que uma solução efetiva seja tomada”, afirmou.
       
O sindicato informou que nesta segunda-feira, 56 motoristas da empresa Rápido D’Oeste – responsável pelas linhas na região sul do município, parte da oeste e em Bonfim Paulista – não trabalharam. O sindicato afirmou que na terça-feira (22), profissionais de outra empresa do Pró-Urbano responsável por outras linhas da cidade também farão greve. No entanto, o nome da companhia que irá parar e a área que ela atende não foram divulgados. 
Foto: Reprodução EPTV
Reajuste
A paralisação acontece um dia antes da passagem de ônibus subir 11,53% na cidade. A partir de terça-feira, o usuário do transporte urbano de Ribeirão Preto terá que desembolsar R$ 2,90 pela passagem de ônibus – R$ 0,30 a mais que o atual preço, que é de R$ 2,60. A Prefeitura anunciou também o fim da tarifa integração de R$ 2,80, conhecida como ‘esticadinho’, já que ficou definido que os passageiros pagarão a taxa única de R$ 2,90, mas poderão usar até três ônibus em um intervalo de duas horas.

por Leandro Mata
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Travessia Porto Alegre-Guaíba é uma realidade para poucas cidades brasileiras

O transporte hidroviário de passageiros entre a Capital e o município de Guaíba está funcionando após décadas de tentativas frustradas dos governos passados.

Do tipo catamarã, com casco duplo, o veículo tem 18 metros e com capacidade para 120 passageiros oferece poltronas estofadas, TVs de LCD e ambiente climatizado. Os 15 quilômetros do percurso devem durar cerca de 20 minutos.

O preço da passagem é de R$ 6, de segundas a sextas-feiras, e de R$ 7, aos sábados, domingos e feriados. O pagamento pode ser feito em dinheiro e cartões de débito do Banrisul, Visa e Mastercard. O cartão TEU também pode ser utilizado. 

Enquanto o trajeto é feito em 20 minutos de barco, com ônibus o trajeto entre as duas cidades leva pelo menos 40 minutos. O coletivo, porém, é mais barato, com tarifa a partir de R$ 4,65. Em Porto Alegre, o terminal de embarque e desembarque está localizado no Armazém B-3 do Cais do Porto, próximo ao Mercado Público. Na cidade vizinha, localiza-se junto à Estação Rodoviária.




Acessibilidade


A CatSul preparou os  terminais e as embarcações com todas as condições de acessibilidade.

O acesso e saída dos terminais e dos barcos é através de rampas.  Além disso, foram instalados assentos exclusivos para portadores de necessidades especiais e cintos de segurança para cadeirantes.

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Tarifa de ônibus de São Paulo deve subir no dia 1º de junho

A tarifa de ônibus vai subir no dia 1.º de junho. O novo valor ainda não está definido, mas o porcentual de reajuste deve ser menor do que os 12,7% de inflação acumulada no período (janeiro de 2011, quando houve o último reajuste, a dezembro de 2012), segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ou seja, deve ficar abaixo dos R$ 3,38.

No último aumento, a tarifa passou de R$ 2,70 para R$ 3. O reajuste na época, de 11,11%, representou quase o dobro da inflação medida pelo IPCA, que fechou 2010 em 5,91%.

Como o Estado mostrou na semana passada, o preço da passagem de ônibus já subiu em várias cidades da Região Metropolitana. Desde dezembro, dos 38 municípios do entorno da capital, 13 reajustaram o valor da passagem para R$ 3,30 - 10% mais do que na capital. As últimas foram Santo André e Ribeirão Pires, no ABC paulista.

O reajuste da tarifa é necessário para não ter de elevar ainda mais o subsídio para empresas e cooperados responsáveis pelo sistema de ônibus da capital, que consumiu no ano passado R$ 826 milhões dos cofres públicos. O orçamento da cidade para 2013 prevê R$ 660 milhões.

"Apesar de toda a Região Metropolitana ter reajustado, estamos fazendo os estudos, porque temos uma licitação no meio do ano (para serviço de ônibus e lotação). Não quero tomar nenhuma decisão precipitada", disse ontem o prefeito Fernando Haddad, após a abertura da 40.ª Couromoda, no Anhembi. "Sempre lembrando que (o aumento) jamais será superior à inflação acumulada no passado. É compromisso de campanha."

No mês passado, o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, sugeriu que o reajuste do ônibus em São Paulo ocorresse no mesmo dia do aumento da tarifa do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), geralmente em fevereiro. "Quando você muda uma tarifa, tem de mudar toda a composição do bilhete único, tem de mudar a composição das integrações. Aí, se uma semana depois vem o outro e aumenta, faz tudo isso de novo e a população é punida", afirmou, na época. Procurado para comentar o aumento do ônibus na capital apenas em junho, o Metrô não se manifestou.

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