Bogotá ganha mais 155 ônibus volvo, sendo 72 articulados e 83 biarticulados com novas tecnologias

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Não é por acaso que o sistema Transmilenio, de Bogotá, é considerado um dos BRTs mais modernos do mundo. Sua implantação ajudou a reduzir a poluição na capital colombiana e diminuir o elevado número de acidentes que ocorriam devido ao caos do trânsito. 

A qualidade de vida da população melhorou com o ar mais limpo, menos acidentes, deslocamentos mais rápidos, mais confortáveis e mais seguros.

E os gestores do Transmilenio mostram que pretendem continuar na vanguarda. Além de colocar em circulação veículos mais amigáveis com o meio ambiente, como os ônibus híbridos Volvo, seguem um bom planejamento para a expansão dos corredores do BRT. 

Agora Bogotá está investindo em novas estações e a extensão do sistema para outras cidades da região metropolitana.

Para isso, os consórcios Express e Gmovil adquiriram mais 155 ônibus Volvo, sendo 72 articulados e 83 biarticulados. O Express comprou 60 biarticulados e 52 articulados, e o Gmovil adquiriu 23 biarticulados e 20 articulados. 

“A alta capacidade de transporte dos veículos garante mais eficiência e qualidade ao sistema, reduz o custo por passageiro transportado e diminui a emissão de poluentes”, destaca Alexandre Selski, gerente de ônibus da Volvo Bus Latin America na Colômbia.

Informações: Volvo

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Em Porto Alegre, BRT na avenida João Pessoa ficará pronto só em 2015

A construção dos corredores do sistema BRT na Capital está quase concluída nas avenidas Protásio Alves e Bento Gonçalves. A previsão de finalização da substituição do pavimento asfáltico destas duas vias é no final deste ano. Já o corredor da avenida João Pessoa deve ser concluído somente em junho de 2015. Atualmente, a obra está parada devido à análise de um aditivo no contrato que envolve a necessidade de mais itens de sinalização. O total de investimentos no sistema BRT nas três avenidas soma R$ 246,7 milhões. A intervenção, que começou em 2012, tinha previsão inicial de ser finalizada no ano passado. 

Em junho deste ano, a reportagem do Jornal do Comércio percorreu todas estas obras para observar o andamento e comparar a execução com os cronogramas apresentados pela prefeitura. Quatro meses depois, a visita foi repetida. Em relação aos BRTs, só não foi observada evolução no corredor da João Pessoa, que está com a execução parada desde a primeira matéria, publicada na edição do dia 16 de junho. 

De acordo com o engenheiro Rogério Baú, coordenador técnico das obras de mobilidade urbana da Secretaria Municipal de Gestão, apenas 55% da obra foi feita até o momento, sendo a mais atrasada. As intervenções ainda precisam ser feitas na elevada da João Pessoa e entre as avenidas Venâncio Aires e Ipiranga. O corredor da avenida terá aproximadamente 3,2 km de extensão e 29 estações de embarque.

A pavimentação mais avançada é a da avenida Bento Gonçalves, que apresenta 97% de obra concluída. De acordo com Baú, faltam apenas alguns pontos próximos aos canteiros das vias e a execução embaixo do viaduto da Perimetral. A conclusão destes trechos deve estar ocorrer até o final do ano. A intervenção inclui a qualificação de 5,9 km de corredores de ônibus, no trecho entre as avenidas Antônio de Carvalho e Princesa Isabel, com um total de 12 estações. A previsão inicial de conclusão deste trecho era junho de 2013. Entretanto, após fechar o contrato com as empresas construtoras, foi ampliado para junho deste ano. O custo da obra é de R$ 13,9 milhões.

Na Protásio Alves, a empresa construtora está atualmente realizando reparos no corredor, que apresentou fissuras no pavimento. “Temos 92% de obra executada. Após os reparos feitos pela empresa, concluiremos os cruzamentos, que são os pontos que foram deixados para o final justamente porque impactam no fluxo de trânsito da região”, explica o engenheiro. Segundo ele, o trabalho será feito de maneira intercalada, com o auxílio da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). A conclusão também deve acontecer até o final de 2014. A obra se refere à construção de 7 km de corredores de pavimento de concreto e mais a implantação do terminal na avenida Manoel Elias. A construção fica entre as ruas Saturnino de Brito e Sarmento Leite.

Por Jessica Gustafson
Informações: Jornal do Comércio


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Grande Recife, Empresas que venceram licitação prestam péssimos serviços a população

O que era para ser um sinal de melhoria nos serviços prestados depois da licitação feita pelo consórcio grande recife de transportes, órgão que gerencia o sistema e também pela parte do governo do estado não se aplica ainda a algumas empresas de ônibus que venceram a licitação pública realizada este ano. São ônibus velhos, sujos e desconfortáveis, muitos deles não conseguem nem terminar a viagem deixando usuários totalmente prejudicados.

As empresas relatam as velhas desculpas que estão operando no vermelho deixando a operação dentro de seus limites, mas o que de fato importa é que os usuários nada tem haver entre essa briga de empresa e empregados que ocasionou 04 paralisações somente este ano e em entre empresa e Governo do Estado sobre a parte financeira do sistema.

O que estamos vendo é um enorme numero de ônibus velhos circulando pela cidade e nada sendo feito em termos de fiscalização para proibir esses ônibus de circularem.

Uma das empresas que mais chamam atenção negativamente é a Expresso Vera Cruz que venceu a licitação e presta serviços que deixam a desejar, ônibus velhos, sujos e muito desconfortáveis deixam usuários totalmente insatisfeitos. A relatos de baratas e até de goteiras dentro dos coletivos, isso sem falar que muitos desses ônibus já ultrapassaram a idade máxima permitida de 08 anos, no caso da Expresso Vera Cruz é possível vermos ônibus com 10 anos de operação. 
Quem mais sofre são usuários dos terminais integrados, pois a empresa ainda coloca ônibus velhos e com duas portas dificultando e muito o embarque dos usuários.
Há casos registrados pelos usuários de volante que saiu na hora da viagem, outros de bancos soltos, existem até ônibus que nem fios da cigarra existem deixando o motorista e os usuários em apuros, é na base do grito ‘’vai descer’’, um verdadeiro absurdo.

Nem a compra recente de 35 novos ônibus pela empresa conseguiu amenizar a situação que já duram alguns anos para os usuários da zona sul.
Empresa Rodoviária Metropolitana também é alvo de reclamações dos usuários, principalmente no TI de Camaragibe

Outra Empresa que já aparece nas estatísticas negativas de quebras é a Rodoviária Metropolitana, onde também há relatos de muitas quebras, ônibus articulados com borracha rasgadas e casos também de falta de renovação de frota.

A outra com muitas reclamações é a Caxangá, que está rodando com ônibus velhos em muitas linhas, sendo estes com mais de 10 anos de operação, isso sem falar relatos de coletivos circulando sem o alçapão, no qual em dias de chuva, usuários abrem o guarda-chuva dentro do ônibus.

Blog Meu Transporte


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Em Salvador, Única proposta para administração e reforma da Estação da Lapa é aberta

Foi aberto nesta segunda-feira (20) o envelope com a única proposta de um consórcio formado por três empresas interessadas em reformar e administrar a Estação da Lapa, em Salvador. O processo foi realizado no auditório da Secretária Municipal de Urbanismo e Transporte (Semut).

De acordo com a Semut, duas empresas de São Paulo e uma de Salvador formam o consórcio Nova Lapa, responsável pela apresentação da única proposta que será analisada pela comissão de licitação. A partir desta segunda-feira, será verificado se as propostas técnicas, comerciais e de habilitação do consórcio atendem aos requisitos do edital e dos anexos. Segundo a Semut, o resultado deve sair em no máximo oito dias. Após essa análise, entre 30 e 60 dias, o contrato de administração por 35 anos da estação será assinado.

A licitação acontece pela modalidade de outorga onerosa, em que o consórcio precisa pagar quantia mínima de R$ 13 milhões. Outro critério do edital é que o vencedor deve ter experiência em operações de estações. Dez empresas retiraram o edital, que estava disponível na sede da pasta desde o início de setembro, informa a prefeitura, sediados em estados como a Bahia, Rio Grande Sul, Santa Catarina e São Paulo. Porém, apenas um consórcio formado por três empresas apresentou proposta. Inicialmente, o lançamento do edital estava previsto para fevereiro deste ano.

Caso a única proposta apresentada seja aprovada, o consórcio será responsável pela administração, operação e gerenciamento da estação. Pelo menos 300 mil pessoas usam a estação todos os dias, aponta a Superintendência de Trânsito e Transporte (Transalvador). Será de responsabilidade da empresa a reforma, manutenção e requalificação de construções públicas de propriedade do município. Como contrapartida, a concessionária pode operar e explorar um centro de compras ou similar.

Histórico
No mês de janeiro, um decreto foi publicado no Diário Oficial do Município, do prefeito ACM Neto, que autorizou a gestão municipal a abrir concessão para o terminal de ônibus pelo período de 35 anos, com possibilidade de ampliação do prazo. No dia 16 de dezembro de 2013, o projeto foi aprovado pela Câmara de Vereadores.

Na época, a Semut informou que o edital de licitação da concessão deveria ser publicado nos primeiros 15 dias de fevereiro, sendo que o processo deve ser encerrado em um prazo de 70 dias.
De acordo com o decreto assinado pelo prefeito ACM Neto, a concessionária vencedora não poderá cobrar qualquer espécie de tarifa, preço público ou taxa de embarque e desembarque dos usuários, passageiros do terminal e empresas do serviço público de transporte.

Informações: G1 BA


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Número de passageiros de ônibus em Maceió aumenta em mais de um milhão

No dia a dia, é comum avistar a grande quantidade de pessoas utilizando o transporte público coletivo como meio de locomoção. E, segundo dados da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Maceió (SMTT), os números aumentaram ainda mais. De janeiro a setembro deste ano, os ônibus da cidade transportaram 7.692.679 passageiros, número maior do que o mesmo período do ano passado, onde 6.609.807 usufruíram dos coletivos. Houve um aumento de mais de um milhão.

Para o superintendente da SMTT, Tácio Melo, os trabalhos que o órgão estão realizando ajudam a trazer o cidadão para o coletivo. “Deixamos bem claro que o sistema de transporte público da capital seria nossa prioridade. E cumprindo com o que foi dito, vários trabalhos foram feitos em prol da melhoria do sistema, a exemplo da implantação da faixa exclusiva, a reforma de terminais, a reestruturação e colocação de abrigos e o aumento da frota de ônibus por meio das operadoras do sistema”, enfatizou.

A operação de combate ao transporte irregular de passageiros, os clandestinos, também é um meio que vem fazendo com que a população use mais os coletivos. A ação completou um ano no mês de agosto e já apreendeu 870 veículos, entre táxis e carros particulares. A prática é ilegal e a multa para a liberação do veículo apreendido é de R$ 2.180,24, além da taxa de estadia do veículo no pátio da SMTT, no valor de R$ 24 por dia.

“Dando prioridade ao sistema de transporte público, por meio de melhorias, estaremos fazendo com que as pessoas deixem de utilizar seus veículos particulares e passem a ver no ônibus, um transporte rápido, eficiente e barato”, disse ainda superintendente.

*Nicollas Albuquerque e Thaciana Lima (estagiária) / Ascom SMTT

Informações: Tribuna Hoje

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Terminal de ônibus do bairro Cachoeirinha, em Manaus, será ampliado e reformado

A Prefeitura de Manaus anunciou que vai reformar e ampliar o Terminal de Integração 2 (T2), situado na Cachoeirinha, zona Sul da cidade. Por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), o local vai receber obras nas plataformas de passageiros, cobertura, pavimento e iluminação.
Foto: Luiz Vasconcelos
Na reforma do terminal constam: a substituição da cobertura que terá novas estruturas metálicas e se estenderá para a área de circulação dos ônibus; a renovação das instalações elétricas; a recuperação do piso com a utilização de revestimento de alta resistência; a instalação de bancos; a reforma dos dois banheiros existentes; e a construção de mais dois.

O projeto de reforma prevê ainda a ampliação da largura da plataforma de embarque/ desembarque do sentido Bairro/Centro em 1,2 metros. De comprimento, o terminal possui 147 metros. Além dos serviços de recuperação do telhado e dos gradis nas áreas externas e internas, de requalificação do pavimento e de melhorias de toda a rede hidráulica e elétrica, a reforma também inclui o recapeamento das vias internas do terminal.

Segundo a Superintendência Municipal Transportes Urbanos (SMTU), o T2 é um dos terminais com maior movimento de passageiros, somando uma média de 50 mil usuários por dia. O terminal integra cerca de 69 linhas de ônibus, totalizando uma média de tráfego de 300 coletivos por dia. Ele está situado em um local onde, estrategicamente, várias linhas se cruzam e a partir dali possibilitam aos usuários opções de deslocamento para todas as outras zonas da cidade.

Para não precisar desativar o Terminal enquanto as obras estiverem em andamento, a SMTU estuda a possibilidade de utilizar uma das vias localizadas na proximidade do T2 como terminal provisório.

Antes mesmos das obras iniciarem, a Prefeitura de Manaus vai realizar uma ação educativa para alertar os usuários e os comerciantes que trabalham no terminal sobre a reforma. Vai também conscientizar sobre a importância da contribuição de cada um na manutenção do espaço limpo e sem depredações. A ação envolve também as secretarias municipais de Feiras, Mercados, Produção e Abastecimento (Sempab) e de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp).

A obra está em fase de conclusão do projeto e, em seguida, entra em processo de licitação. A previsão é que os serviços sejam iniciados ainda este ano. O investimento está orçado em R$ 2.425.606,55.

Informações: A Critíca

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Ciclovias compartilhadas com pedestres recebem críticas

Ao menos 12,1 quilômetros de ciclovias em São Paulo ficam em calçadas ou calçadões, e outro trecho deve ser entregue nos próximos dias, na Avenida São Luís, no centro. Ciclistas e pedestres ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo apoiam a expansão da malha, mas criticam a sua instalação em locais compartilhados.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), responsável pelo projeto e pela implementação das ciclovias na cidade, define esse tipo de ciclovia como "compartilhada". No caso da São Luís, a escolha da calçada desencadeou críticas pelo fato de o piso ali ser de pedrinhas, o chamado mosaico português, o que o torna menos regular e plano do que o piche.

"No asfalto é mais confortável, porque lá geralmente é liso", diz o entregador Antonio Fernandes, de 32 anos, que trabalha na Vila Buarque, na região central, e usa diariamente as novas ciclovias para se locomover. "Mas mesmo aqui na calçada é melhor do que nada."

Na semana passada, embora ainda não estivesse pronto o trecho compartilhado de 580 metros na São Luís, Fernandes já circulava por ele, assim como outros ciclistas. Perto dali, o cartorário Geilson Borges, de 46 anos, observava a movimentação. "Sou a favor das ciclovias, mas não na calçada. Por que não fizeram na rua? As calçadas daqui estão cheias de idosos."

Ônibus

A Avenida São Luís tem quatro faixas de rolamento para os veículos, todas no mesmo sentido. Mesmo assim, a CET optou por colocar a ciclovia na calçada que fica no lado ímpar, o mesmo da Galeria Metrópole. Em nota, a empresa informou que seus técnicos constataram que a presença da ciclovia na avenida "causaria transtornos ao fluxo de veículos na rótula central, principalmente do transporte coletivo, em virtude da existência de faixa exclusiva para ônibus".

A empresa ainda informa, em nota, que os novos projetos de ciclovias "estão sendo realizados atendendo às características de cada local, como presença de ciclistas na via, características do tráfego e uso do solo, entre outras".

Para o presidente da Associação Brasileira de Pedestres (Abraspe), Eduardo José Daros, o ideal é que pedestres tenham espaços separados, pois andam em velocidades e direções diferentes. "Há calçadas na hora do almoço em que ninguém consegue andar. Aplaudo as ciclovias, mas parece que vai ser mais fácil resolver o problema da bicicleta do que o do pedestre."

Além da São Luís, há ciclovias compartilhadas com pedestres nas Avenidas Escola Politécnica (4,2 km), Sumaré (2,7 km) e Paulo VI (0,7 km), todas na zona oeste, e nos calçadões da região central (4,5 km).

Informações: Agência Estado

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BH começa a receber novos trens para metrô da cidade

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O primeiro dos 10 trens previstos pela CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) para reforçar o metrô de Belo Horizonte desembarcou na quinta-feira (16) na capital mineira. Ele deve entrar em operação em janeiro de 2015 após testes de rotina que começam neste mês. Cada modelo pode transportar cerca de 1.300 passageiros.

Até agosto de 2015, estão previstas outras nove composições, para aumentar a capacidade de transporte de 230 mil para 340 mil passageiros por dia na única linha que serve Belo Horizonte e Contagem.

Com isso, o número de composições da frota deve subir das atuais 25 para 35. Segundo a CBTU, o investimento é de R$ 171,9 milhões para a compra dos trens.

Informações: R7.com

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Linha 4 do Metrô do Rio será inaugurada em 2016, diz consórcio

Mesmo com a paralisação de cinco meses das perfurações da Linha 4 do Metrô, o consórcio responsável pela obra informou que a inauguração do serviço de transporte está mantida para o primeiro semestre de 2016. A perfuração do solo com a máquina “tatuzão” foi suspensa, em maio deste ano, depois que houve o afundamento de um trecho da Rua Barão da Torre, em Ipanema, zona sul da cidade do Rio de Janeiro.

O “tatuzão” começou a ser religado na quinta-feira, mas como esse é um procedimento demorado, ainda não há previsão de retomada das escavações. O Consórcio Linha 4 Sul informou que a obra foi paralisada por decisão da própria construtora, como parte de seu plano de contingenciamento, assim que tomou conhecimento do afundamento do solo.

De acordo com nota divulgada, o afundamento foi provocado pelo fraturamento de uma rocha, que se desprendeu  durante a perfuração. O solo arenoso que se apoiava na rocha perdeu a sustentação e se movimentou, causando reflexos na superfície como em um efeito dominó.


A nota do consórcio informa que ainda falta escavar cerca de 20 metros de um trecho de transição entre rocha e areia, sob a Rua Barão da Torre. Neste local, estão sendo feitas injeções de calda de cimento e material selante para recompactar o solo. Os prédios e as casas da rua também serão monitorados com mais frequência, para saber se a obra provocará algum impacto. Os danos provocados aos prédios serão ressarcidos pela consórcio.

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Obras de mobilidade urbana são vistoriadas em São Paulo

Quatro obras de mobilidade urbana e uma de canalização de córrego foram vistoriadas nessa sexta-feira (17) na capital paulista pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. O secretário municipal de Infraestrutura Urbana de Obras da Prefeitura, Roberto Garibe, também participou da vistoria.

Os quatro corredores exclusivos de ônibus que fizeram parte da checagem ficam na zona sul da capital paulista e funcionarão integrados à malha viária já existente e também às ciclovias, garantindo um deslocamento mais rápido à população.

A primeira parada da visita foi em M'Boi Mirim, onde está sendo construído um corredor de ônibus que será interligado ao corredor da Avenida Santo Amaro. Esse trecho conta com 16 quilômetros de extensão de pavimentação, a previsão é de que cinco quilômetros sejam inaugurados até o fim deste ano - os outros oito quilômetros deverão ser inaugurados até julho de 2015. Atualmente, 2,4 quilômetros já estão concluídos. 

Das obras do complexo M’Boi Mirim – que vão integrar com terminais de ônibus e estações de metrô -, destaca-se a requalificação que segue entre a Estrada do M’Boi Mirim, no Jardim Ângela, e a Avenida Vitor Mazini, interligando-se com o Binário Santo Amaro. Esse trecho tem extensão de 8.4 quilômetros e vai receber paradas de ônibus modernas.

"Nós queremos essas obras prontas rapidamente para beneficiar a população que vem lá do fundão da zona sul, que sai às 5 horas da manhã para chegar ao trabalho às 8. Esses corredores diminuirão bastante o tempo de deslocamento desses trabalhadores", afirmou a ministra Miriam Belchior.

Informações: Governo Federal

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Japão irá construir o trem mais rápido do mundo

O governo japonês aprovou a construção de um trem que conseguirá atingir a velocidade máxima de 480 km/h.

O JR Tokai irá operar entre as cidades de Tóquio e Nagoia e será movido pela tecnologia de levitação magnética.

Chamada de "maglev", a tecnologia utiliza um carregador magnético para manter o trem alguns centimetros no ar, possibilitando que os vagões consigam se mover sem fricção com os trilhos.

A nova linha será a primeira intermunicipal desse tipo - uma linha semelhante opera em um curto trajeto de Xangai, na China, desde 2004.

O trem fará o caminho de 289 quilometros em 40 minutos, quase uma hora a menos do que o tempo atual feito pelo chamado Shinkansen, o famoso trem-bala japonês que viaja a 320 km/h.

O custo dos vagões e da construção da linha está estimado em 50 bilhões de dólares (122 bilhões de reais) pelas autoridades do país.

A construção do trem e da linha deve terminar apenas em 2027. Uma extensão para a cidade de Osaka é planejada para 2045.

Informações: Info Abril

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Modernização do sistema ferroviário de Natal só deve ser finalizada em dez anos

A modernização do sistema ferroviário da cidade só deve ser finalizada em dez anos. O investimento de R$ 311 milhões será dividido em etapas, com a criação de sete linhas que contemplam os municípios limítrofes à capital. Para a CBTU, a criação de uma rede ferroviária urbana é uma necessidade para a complementação do sistema de transporte público da cidade.

“Nós sabemos que hoje não conseguimos atender a população com qualidade, de maneira alguma. Só vamos atender a população com qualidade quando a gente implantar o sistema do VLT em Natal. Daí uma média entre dois a três anos. Hoje estamos dando o mínimo de conforto durante deslocamento das pessoas que tem a necessidade de transporte, e a população sabe disso. Nosso objetivo é dar um salto de dez vezes em qualidade nos próximos anos”, afirma João Maria Cavalcanti, superintendente regional da CBTU.

Hoje, 7 mil pessoas usam o sistema ferroviário que interliga Natal, Parnamirim e Ceará-MirimHoje, 7 mil pessoas usam o sistema ferroviário que interliga Natal, Parnamirim e Ceará-Mirim

Além da criação de novas linhas, o projeto também contempla a modernização das estações de trem, construção de estruturas bypass nas áreas em que as linhas cruzam com vias da cidades. Essas estruturas são como vias específicas para o trem. Outra alternativa é a construção de túneis e viadutos em pontos que a ferrovia corta vias de tráfego intenso, como avenida Mor Gouveia. Todo o projeto foi dividido em etapas, mas por ora há recursos garantidos apenas para a primeira.  

Os 56 km contemplam a ligação entre Ceará-Mirim,Natal, Extremoz e Parnamirim por meio das linhas Ribeira/Nova Natal, Azul e Amarela. A segunda etapa seria a construção de uma estação na Mor Gouveia, criação de um anel ferroviário e a ligação com o campus universitário. A terceira seria a criação de um anel ferroviário metropolitano, interligando quatro município e o aeroporto de São Gonçalo do Amarante. Por último, a reativação da linha de Nísia Floresta e São José de Mipibu – a branca, hoje sob domínio do Departamento Nacional de Infraestrutura (DNIT).

“Em 10 anos nós gostaríamos de estar com isso pronto. Há uma necessidade urgente de mobilidade das pessoas, elas estão muito estressadas com deslocamento. Natal é um exemplo disso. Depois das manifestações de junho, forçou-se o governo (federal) a repensar o traçado das cidades, e a ferrovia foi incluída como indutora do transporte público”, pontua. O Rio Grande do Norte possui, atualmente, 382 km em malha ferroviárias, segundo relatório da Confederação Nacional de Transportes (CNT). As adequações no perímetro urbano são uma necessidade há muito prevista pela companhia, segundo relatório de gestão de 2013 da CBTU. As locomotivas que rodam atualmente no estado datam da década de 1950.

“Ainda não se verificou uma evolução positiva nos indicadores totais da CBTU, dada a precariedade em que se encontram a via permanente e o material rodante, em especial nos sistemas de João Pessoa e Natal (em particular este último), ocasionando, assim, o alto índice de acidentes”, informa o relatório, disponível no site da companhia. No ano passado, a companhia registrou 105 acidentes nas cinco capitais onde atua – destes acidentes, 47 foram em Natal.

De acordo com a CBTU, a manutenção das locomotivas e da malha ferroviária é diária, o que não impede os acidentes ou que locomotivas quebrem. As duas novas máquinas, recebidas recentemente, também precisam de manutenção diária. O primeiro vagão do VLT chegou à Natal em agosto, e deve permanecer em testes até 24 de outubro. Segundo a CBTU, a empresa Bom Sinal, fornecedora do  veículo, prometeu finalizar os testes dinâmicos até a data. A previsão é o VLT realize as primeiras viagens já no mês que vem.  

Informações: Tribuna do Norte

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