Tarifa de ônibus em João Pessoa pode ir a R$ 3,20

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

A passagem de ônibus de João Pessoa deve subir pelo menos R$ 0,18 no final de janeiro de 2017, conforme previsão do superintendente de Mobilidade Urbana de João Pessoa, Carlos Batinga, dada nesta quarta-feira (4). Ele informou que o reajuste da tarifa nos ônibus de transporte público da capital paraibana deve ser maior que a inflação de 2016, que segundo o IPCA foi de 6,18%. O preço do bilhete em vigor nos coletivos pessoenses atualmente é de R$ 3 desde fevereiro de 2016.

Caso o reajuste seja realmente acima da inflação, como previsto pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob), a passagem pode chegar a R$ 3,20. A justificativa para o aumento seria a elevação dos custos das empresas com a mão de obra e com o preço do litro do diesel, combustível dos ônibus.

"O custo do transporte coletivo aumentou mais do que a inflação e por isso o reajuste em todas as cidades do país está ficando acima da inflação. Dois grandes componentes do transporte público, que são a mão de obra e o diesel, aumentaram em 2016 e isso acaba impactando no custo do serviço", complementa.

O Conselho de Mobilidade Urbana de João Pessoa,presidido pela Semob, deve se reunir antes do final de janeiro para definir o percentual exato do reajuste. "Nós estamos iniciando as análises essa semana e provavelmente na próxima já teremos uma definição de quanto será o reajuste", afirmou Batinga. Os estudos englobam levantamentos de dados de frota e levantamento de custo.

Ainda de acordo com Batinga, embora tenha sido mantida a mesma oferta de serviço, houve uma diminuição no número de passageiros. Segundo o superintendente, o número de compradores de vale transporte diminuiu 30%.

Informações: G1 PB
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Governo da Bahia ainda avalia se reajusta tarifa do metrô

O Governo do Estado vai estudar durante esta semana se o sistema metroviário de Salvador vai aderir ou não ao reajuste na tarifa dos ônibus urbanos (de R$ 3,30 pra R$ 3,60), colocado em vigor desde ontem pela prefeitura da capital baiana.

De acordo com a Secretaria de Comunicação (Secom), “a tarifa do metrô segue custando R$ 3,30, por enquanto”. 

Ontem, no entanto, o possível reajuste na passagem do modal sobre trilhos foi debatido por membros do governo, em uma reunião a portas fechadas no prédio da Governadoria (CAB), onde funciona também a Secretaria da Casa Civil. 

Segundo A TARDE apurou, participaram do encontro os secretários da Casa Civil, Bruno Dauster, de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, e o presidente da Companhia de Transportes da Bahia (CTB), Eduardo Copello.

A Secom, oficialmente, nega que a reunião tenha existido. O órgão limitou-se a dizer, ontem, que o assunto estava sendo estudado.

A tendência, afirmou uma fonte ligada ao governo e à concessionária CCR Metrô Bahia, é que o reajuste de 

R$ 0,30 também aconteça no metrô. Isso porque a integração entre as duas modalidades de transporte seria prejudicada caso o governo decida manter a passagem a R$ 3,30.

 Distorção no sistema 

Desde segunda, informou um comunicado da CCR, quem pega o metrô pagando R$ 3,30 e na sequência toma um ônibus, tem apenas R$ 0,30 descontados do saldo do bilhete único na segunda perna da viagem (chegando a R$ 3,60). 

A integração inversa, entretanto, cria uma distorção no sistema: ao pegar um ônibus por R$ 3,60 e o metrô na sequência, o usuário deveria receber R$ 0,30 de volta, teoricamente, na segunda perna – “o que é operacionalmente inviável”, na avaliação de uma fonte da área ouvida por A TARDE em condição de anonimato. 

Outro ponto que pode ser afetado, caso o reajuste não ocorra, é o cálculo para a divisão do valor arrecadado.  Até o dia 1º, cada tarifa de R$ 3,30 paga em uma integração era dividia em três partes: R$ 1,10 da CCR, R$ 1,10 das empresas de ônibus de Salvador e R$ 1,10 para as empresas dos ônibus metropolitanos, que também participam da integração. 

Com duas tarifas em vigor no sistema de transporte, avalia a fonte ouvida pela reportagem, esse cálculo seria “bastante dificultado”. 

Na nota que divulgou à imprensa, sobre como está ocorrendo a integração após o reajuste da tarifa dos ônibus, a concessionária informou apenas que “a tarifa pública para utilização do metrô de Salvador é definida pelo Governo do Estado da Bahia”.

O que se comenta é que o governo, que quer evitar o desgaste de repassar o reajuste para o passageiro do metrô, está tentando achar alternativas para a questão.

* Colaborou Anderson Sotero
Informações: A Tarde
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Tarifa de ônibus no Recife deve subir para R$ 3,00 se for de acordo com o IPCA

Na próxima sexta-feira será definida o novo valor das tarifas de ônibus da RMR, valor este que deve ser de acordo com o índice do IPCA como aconteceu nos anos anteriores, hoje esse índice está beirando os 6,5%.

Todo ano a URBANA PE que representa as empresas de ônibus apresenta sua planilha de aumento bem pra cima como forma de pressionar o governo e a sociedade com números totalmente irreais para um sistema de transporte oferecido a população.

Por falar nisso, a URBANA PE argumenta a queda de usuários a cada ano do sistema, fruto de políticas errôneas do Governo do Estado e da prestação de serviços ruim pelas empresas operadoras como ônibus velhos, queima de paradas e terminais lotados e sem organização entre outros.

Quando o aumento foi concedido em 2016, veio as promessas das empresas em renovar suas frotas, que não aconteceu como prometido e também por parte de subsídios do governo na ordem de R$ 150 milhões.

O fato é que o nosso sistema de transporte piora a cada dia sem nenhum plano de enfrentamento por parte do governo para trazer de volta os usuários que saíram do sistema e que só voltarão se o mesmo for atrativo.

Se tudo ocorrer como nos outros anos (Exceto em 2016), a tarifa do Anel A vai ficar em torno dos R$ 3,00, isso se for implementado o índice do IPCA.


A situação em todas as capitais brasileiras:

Aracaju - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 3,10
Belém - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,70
Belo Horizonte - de R$ 3,70 para R$ 4,05 a partir de 8 de janeiro
Boa Vista - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 3,10
Brasília - de R$ 3 para R$ 3,50 a partir de 2 de janeiro
Campo Grande - já em vigor aumento de R$ 3,25 para R$ 3,53
Cuiabá - ainda discute o aumento dos atuais R$ 3,60 para até R$ 4,20
Curitiba - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 3,70
Fortaleza - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,75
Goiânia - aumentou de R$ 3,30 para R$ 3,70 em março de 2016
João Pessoa - aumentou de R$ 2,70 para R$ 3 em fevereiro de 2016
Macapá - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,75
Maceió - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 3,15
Manaus - reajuste de R$ 3 para R$ 3,54 foi aprovado em 2016, mas há impasse judicial e por isso a nova tarifa ainda não está valendo
Natal - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,90
Palmas - aumentou de R$ 2,95 para R$ 3 em agosto de 2016
Porto Alegre - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 3,75
Porto Velho - aumentou de R$ 2,60 para R$ 3 em junho de 2016
Recife - ainda discute o aumento dos atuais R$ 2,80 para até R$ 3,75
Rio Branco - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,90
Rio de Janeiro - congelou os atuais R$ 3,80
Salvador - de R$ 3,30 para R$ 3,60 a partir de 2 de janeiro
São Luís - ainda não começou a discutir aumento. Preço atual é R$ 2,90
São Paulo - congelou os atuais R$ 3,80
Teresina - ainda discute aumento dos atuais R$ 2,75 para até R$ 3,20

Vitória - de R$ 2,75 para R$ 3,20 a partir de 1º de janeiro

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