Em Salvador, Desativação da Estação Iguatemi deixa passageiros confusos

domingo, 27 de dezembro de 2015

Mesmo com aviso prévio, a desativação da Estação de Transbordo Iguatemi, para as obras da linha 2 do metrô, deixou muitos passageiros confusos na manhã deste sábado, 26. Por conta disso, funcionários da empresa Socicam, contratada pela CCR, estão no local para orientar a população.

A estação parou de funcionar às 10h e, com isso, as 53 linhas de ônibus que trafegam na região, no sentido centro e Paralela, passaram a fazer suas paradas em outros locais, inclusive no Terminal Rodoviário. Para facilitar, pontos provisórios foram construídos no trecho entre a Madeireira Brotas e a rodoviária.

Vale lembrar que o sentido da via também foi alterado, deixando de operar no sistema de mão inglesa. Segundo a CCR, concessionária responsável pelas obras do metrô, as intervenções vão durar pelo menos cinco meses.

As instalações da estação vão abrigar as salas técnicas e operacionais da futura estação rodoviária do metrô.

Informações: A Tarde
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Empresas de ônibus querem aumentar tarifa para R$ 3,60 em Cuiabá

Assim como ocorreu no ano passado, a Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos (AMTU) aguarda a publicação da nova planilha de custos da tarifa do transporte coletivo, em Cuiabá. Embora frise que o novo estudo não significa aumento do preço da passagem, o presidente da AMTU, Ricardo Caixeta, considera que atualmente valor ideal a ser cobrado seria de R$ 3,60. Atualmente, o usuário paga R$ 3,10. 

Conforme Caixeta, a solicitação para análise da planilha foi feita entre o fim de outubro e início de novembro passado. “Hoje, o transporte coletivo está sob a responsabilidade da Arsec (Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos Delegados da capital), que deve publicar a planilha nos próximos dias dando transparência e publicidade à população”, destacou Caixeta, comentando que tem verificado diariamente os jornais para certificar se a divulgação já foi feita ou não. 

Caixeta explica que o estudo faz uma análise das condições atuais ou operacionais do sistema. Entre outros itens, a planilha traz custos variáveis, como combustível, quilômetro rodado, peças e acessórios, despesas fixas, como remuneração de pessoal e manutenção, gratuidade e passageiros transportados. 

Além do aumento do combustível, o item passageiro é que mais pode influenciar num possível aumento da tarifa pelos próximos 12 meses. “Caiu muito o número de passageiros e isso pressiona (para cima) a tarifa”, informou. Essa queda representa 350 mil usuários a menos, em média, por mês. 

O reajuste da tarifa é previsto em contrato e ocorre anualmente. O último aumento aconteceu 26 de janeiro deste ano, quando o preço subiu de R$ 2,80 para R$ 3,10. Porém, segundo Caixeta, a data base para que isso ocorra é agora neste mês de dezembro. 

Procurada pela reportagem do Diário, a assessoria de imprensa da Arsec informou que, segundo a lei 374, o Executivo tem que adotar medidas administrativas para que os atuais contratos de concessão e de permissão do serviço público do transporte de passageiros sejam regulados pela Agência. “E até o momento não recebemos esse documento”, garantiu. 

Por sua vez, o secretário de Mobilidade Urbana (Semob), Thiago França, afirma que a atribuição já foi repassada à Arsec. “Já foi repassada sim à Arsec”, resumiu. A indefinição sobre a tarifa também se deve à falta de uma decisão definitiva quanto à implantação ou não do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), o que também pode influenciar no valor da tarifa. 

Fonte: Diário de Cuiabá
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Tarifa de ônibus em Aracaju já custa R$ 3,10

Usuários do transporte público de Aracaju devem ficar atentos ao aumento da tarifa que já passa a valer a partir da 0h deste domingo, 27. O valor de R$ 3,10 foi sancionado pela prefeitura. A nova lei do aumento foi publicada na última quarta-feira, 23, no Diário Oficial do Município.

Usuários ouvidos pelo Portal Infonet desaprovaram o aumento. “É um absurdo porque o transporte coletivo de Aracaju não proporciona nada de bom para nós”, reclama o pedreiro Fabrício Oliveira.

A dona de casa Elenita Brito também reclamou em relação a baixa renda do trabalhador. “A pessoa já recebe pouco, o salário é seco e como vamos poder pagar esse aumento?”, indaga.

Segundo o coordenador do Movimento, Demétrio Varjão, a ação consiste na apresentação de questionamentos sobre a ausência da participação popular nas decisões sobre o aumento da tarifa, conforme estabelecido na Lei Orgânica do Município.

“A Lei regulamenta o uso do transporte no país e aponta para a participação popular em quaisquer discussões dessa natureza. Com base nisso, alegamos que houve omissão de documentos que comprovem a necessidade de reajuste da tarifa para uso do transporte público, ou seja, não houve apresentação oficial de notas fiscais para que esses números fossem analisados e questionados pelo povo”, alegou Varjão.

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