Táxis são liberados para trafegar em corredores exclusivos de Goiânia

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

À semelhança do que já ocorre em outras capitais do país, os táxis de Goiânia serão liberados para trafegar nos corredores exclusivos para ônibus. A medida passou a valer nesta quinta-feira (11) nos corredores da Avenida T-63 e Avenida Universitária. Durante o anúncio da mudança, nesta manhã, o prefeito Paulo Garcia (PT) afirmou que a liberação também valerá para novos corredores que serão implantado na Avenida 85 e Avenida T-7.

"Os reflexos serão positivos para a comunidade como um todo e em particular para os usuários desse transporte, que não é um transporte individual, é coletivo. E também vai facilitar para os profissionais, os taxistas", disse o prefeito. Além disso, ele anunciou que serão abertas 186 novas concessões para taxistas na capital.

A mudança agradou aos taxistas, que esperam poder oferecer um serviço melhor aos clientes. “Em Goiânia, nós já temos pouco táxi. Então, andando na pista mais vazia, vamos poder ser mais rápidos e, com certeza, o passageiro poderá ser melhor atendido”, comemora o taxista Cláudio José de Oliveira. O colega dele concorda com a mudança. “Vamos conseguir reduzir o tempo de cada corrida em pelos menos quatro minutos”, acredita o também Leandro Bispo.

A dona de casa Zenite Prado Antonelli, que é usuária frequente dos táxis, tem a mesma opinião que os profissionais e acredita que o transporte será mais ágil.

Ela, que tem 72 anos, espera também que tivesse mais facilidade de acesso aos comércios ao longo das avenidas, porém, a Secretaria Municipal de Trânsito (SMT) ressaltou que os táxis não terão permissão para parar ou estacionar nas faixas exclusivas, que são as mais próximas das calçadas.

Em entrevista, os taxistas revelaram que, mesmo sabendo da infração, ao dirigir pelas avenidas atualmente, tentam driblar a norma. “Sabemos que tem o risco da fiscalização ver e multar, mas nos horários de pico, principalmente, a solução que encontramos é andar um pouco no corredor e, depois, voltar para a pista normal. Se não, o cliente fica insatisfeito também. Infelizmente, é uma guerra”, conta um dos profissionais, que não quis ser identificado.

Em razão dessa “guerra” relatada pelo taxista, quem também se sentiu beneficiado pela medida foram os motoristas de veículos comuns. “Vai melhorar muito porque os taxistas são muito imprudentes. Então, é um motorista imprudente a menos para competir com a gente”, ressalta a nutricionista Silvia Aparecida.

Luísa Gomes
Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera

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Estações da Linha 4 do Metrô terão iluminação natural

As estações de São Conrado e do Jardim Oceânico, da Linha 4 do Metrô, terão claraboias de vidro, que proporcionarão iluminação natural aos ambientes e favorecerão a circulação de ar. Além de contribuir para a economia de energia elétrica, os janelões também vão ajudar a valorizar esteticamente os espaços.

No Jardim Oceânico, o projeto conta com janelas de vidros e fendas laterais para facilitar a ventilação. Já na Estação São Conrado, os acessos de passageiros na Estrada da Gávea, na altura de um supermercado, e perto da comunidade da Rocinha, vão ganhar claraboias de 16 metros de diâmetro, que iluminarão a área de circulação onde estarão situadas as bilheterias e as catracas.

As peças também darão mais vida aos acessos à estação subterrânea. Estas claraboias ficarão onde funcionam os poços de ventilação e exaustão do bitúnel, já aberto entre São Conrado e a Barra da Tijuca, com 5 quilômetros de extensão – o maior em rocha entre estações metroviárias do mundo.

Das seis estações da nova linha, Jardim Oceânico e São Conrado são as que vão receber o maior número de passageiros, a partir do primeiro semestre de 2016: 91 mil e 61 mil passageiros por dia, respectivamente.

A preocupação com o meio ambiente não se limita à instalação de claraboias para o aproveitamento de iluminação natural nas futuras estações.  O Consórcio Construtor Rio Barra, responsável pela implantação da Linha 4 entre a Barra e a Gávea, conta com uma estação de monitoramento da qualidade do ar, de ruídos e vibrações. Além disso, a água resultante da escavação dos túneis é tratada e reutilizada no empreendimento.

Informações: Correio do Brasil

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