Bogotá ganha mais 155 ônibus volvo, sendo 72 articulados e 83 biarticulados com novas tecnologias

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Não é por acaso que o sistema Transmilenio, de Bogotá, é considerado um dos BRTs mais modernos do mundo. Sua implantação ajudou a reduzir a poluição na capital colombiana e diminuir o elevado número de acidentes que ocorriam devido ao caos do trânsito. 

A qualidade de vida da população melhorou com o ar mais limpo, menos acidentes, deslocamentos mais rápidos, mais confortáveis e mais seguros.

E os gestores do Transmilenio mostram que pretendem continuar na vanguarda. Além de colocar em circulação veículos mais amigáveis com o meio ambiente, como os ônibus híbridos Volvo, seguem um bom planejamento para a expansão dos corredores do BRT. 

Agora Bogotá está investindo em novas estações e a extensão do sistema para outras cidades da região metropolitana.

Para isso, os consórcios Express e Gmovil adquiriram mais 155 ônibus Volvo, sendo 72 articulados e 83 biarticulados. O Express comprou 60 biarticulados e 52 articulados, e o Gmovil adquiriu 23 biarticulados e 20 articulados. 

“A alta capacidade de transporte dos veículos garante mais eficiência e qualidade ao sistema, reduz o custo por passageiro transportado e diminui a emissão de poluentes”, destaca Alexandre Selski, gerente de ônibus da Volvo Bus Latin America na Colômbia.

Informações: Volvo

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Em Porto Alegre, BRT na avenida João Pessoa ficará pronto só em 2015

A construção dos corredores do sistema BRT na Capital está quase concluída nas avenidas Protásio Alves e Bento Gonçalves. A previsão de finalização da substituição do pavimento asfáltico destas duas vias é no final deste ano. Já o corredor da avenida João Pessoa deve ser concluído somente em junho de 2015. Atualmente, a obra está parada devido à análise de um aditivo no contrato que envolve a necessidade de mais itens de sinalização. O total de investimentos no sistema BRT nas três avenidas soma R$ 246,7 milhões. A intervenção, que começou em 2012, tinha previsão inicial de ser finalizada no ano passado. 

Em junho deste ano, a reportagem do Jornal do Comércio percorreu todas estas obras para observar o andamento e comparar a execução com os cronogramas apresentados pela prefeitura. Quatro meses depois, a visita foi repetida. Em relação aos BRTs, só não foi observada evolução no corredor da João Pessoa, que está com a execução parada desde a primeira matéria, publicada na edição do dia 16 de junho. 

De acordo com o engenheiro Rogério Baú, coordenador técnico das obras de mobilidade urbana da Secretaria Municipal de Gestão, apenas 55% da obra foi feita até o momento, sendo a mais atrasada. As intervenções ainda precisam ser feitas na elevada da João Pessoa e entre as avenidas Venâncio Aires e Ipiranga. O corredor da avenida terá aproximadamente 3,2 km de extensão e 29 estações de embarque.

A pavimentação mais avançada é a da avenida Bento Gonçalves, que apresenta 97% de obra concluída. De acordo com Baú, faltam apenas alguns pontos próximos aos canteiros das vias e a execução embaixo do viaduto da Perimetral. A conclusão destes trechos deve estar ocorrer até o final do ano. A intervenção inclui a qualificação de 5,9 km de corredores de ônibus, no trecho entre as avenidas Antônio de Carvalho e Princesa Isabel, com um total de 12 estações. A previsão inicial de conclusão deste trecho era junho de 2013. Entretanto, após fechar o contrato com as empresas construtoras, foi ampliado para junho deste ano. O custo da obra é de R$ 13,9 milhões.

Na Protásio Alves, a empresa construtora está atualmente realizando reparos no corredor, que apresentou fissuras no pavimento. “Temos 92% de obra executada. Após os reparos feitos pela empresa, concluiremos os cruzamentos, que são os pontos que foram deixados para o final justamente porque impactam no fluxo de trânsito da região”, explica o engenheiro. Segundo ele, o trabalho será feito de maneira intercalada, com o auxílio da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). A conclusão também deve acontecer até o final de 2014. A obra se refere à construção de 7 km de corredores de pavimento de concreto e mais a implantação do terminal na avenida Manoel Elias. A construção fica entre as ruas Saturnino de Brito e Sarmento Leite.

Por Jessica Gustafson
Informações: Jornal do Comércio


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Grande Recife, Empresas que venceram licitação prestam péssimos serviços a população

O que era para ser um sinal de melhoria nos serviços prestados depois da licitação feita pelo consórcio grande recife de transportes, órgão que gerencia o sistema e também pela parte do governo do estado não se aplica ainda a algumas empresas de ônibus que venceram a licitação pública realizada este ano. São ônibus velhos, sujos e desconfortáveis, muitos deles não conseguem nem terminar a viagem deixando usuários totalmente prejudicados.

As empresas relatam as velhas desculpas que estão operando no vermelho deixando a operação dentro de seus limites, mas o que de fato importa é que os usuários nada tem haver entre essa briga de empresa e empregados que ocasionou 04 paralisações somente este ano e em entre empresa e Governo do Estado sobre a parte financeira do sistema.

O que estamos vendo é um enorme numero de ônibus velhos circulando pela cidade e nada sendo feito em termos de fiscalização para proibir esses ônibus de circularem.

Uma das empresas que mais chamam atenção negativamente é a Expresso Vera Cruz que venceu a licitação e presta serviços que deixam a desejar, ônibus velhos, sujos e muito desconfortáveis deixam usuários totalmente insatisfeitos. A relatos de baratas e até de goteiras dentro dos coletivos, isso sem falar que muitos desses ônibus já ultrapassaram a idade máxima permitida de 08 anos, no caso da Expresso Vera Cruz é possível vermos ônibus com 10 anos de operação. 
Quem mais sofre são usuários dos terminais integrados, pois a empresa ainda coloca ônibus velhos e com duas portas dificultando e muito o embarque dos usuários.
Há casos registrados pelos usuários de volante que saiu na hora da viagem, outros de bancos soltos, existem até ônibus que nem fios da cigarra existem deixando o motorista e os usuários em apuros, é na base do grito ‘’vai descer’’, um verdadeiro absurdo.

Nem a compra recente de 35 novos ônibus pela empresa conseguiu amenizar a situação que já duram alguns anos para os usuários da zona sul.
Empresa Rodoviária Metropolitana também é alvo de reclamações dos usuários, principalmente no TI de Camaragibe

Outra Empresa que já aparece nas estatísticas negativas de quebras é a Rodoviária Metropolitana, onde também há relatos de muitas quebras, ônibus articulados com borracha rasgadas e casos também de falta de renovação de frota.

A outra com muitas reclamações é a Caxangá, que está rodando com ônibus velhos em muitas linhas, sendo estes com mais de 10 anos de operação, isso sem falar relatos de coletivos circulando sem o alçapão, no qual em dias de chuva, usuários abrem o guarda-chuva dentro do ônibus.

Blog Meu Transporte


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Em Salvador, Única proposta para administração e reforma da Estação da Lapa é aberta

Foi aberto nesta segunda-feira (20) o envelope com a única proposta de um consórcio formado por três empresas interessadas em reformar e administrar a Estação da Lapa, em Salvador. O processo foi realizado no auditório da Secretária Municipal de Urbanismo e Transporte (Semut).

De acordo com a Semut, duas empresas de São Paulo e uma de Salvador formam o consórcio Nova Lapa, responsável pela apresentação da única proposta que será analisada pela comissão de licitação. A partir desta segunda-feira, será verificado se as propostas técnicas, comerciais e de habilitação do consórcio atendem aos requisitos do edital e dos anexos. Segundo a Semut, o resultado deve sair em no máximo oito dias. Após essa análise, entre 30 e 60 dias, o contrato de administração por 35 anos da estação será assinado.

A licitação acontece pela modalidade de outorga onerosa, em que o consórcio precisa pagar quantia mínima de R$ 13 milhões. Outro critério do edital é que o vencedor deve ter experiência em operações de estações. Dez empresas retiraram o edital, que estava disponível na sede da pasta desde o início de setembro, informa a prefeitura, sediados em estados como a Bahia, Rio Grande Sul, Santa Catarina e São Paulo. Porém, apenas um consórcio formado por três empresas apresentou proposta. Inicialmente, o lançamento do edital estava previsto para fevereiro deste ano.

Caso a única proposta apresentada seja aprovada, o consórcio será responsável pela administração, operação e gerenciamento da estação. Pelo menos 300 mil pessoas usam a estação todos os dias, aponta a Superintendência de Trânsito e Transporte (Transalvador). Será de responsabilidade da empresa a reforma, manutenção e requalificação de construções públicas de propriedade do município. Como contrapartida, a concessionária pode operar e explorar um centro de compras ou similar.

Histórico
No mês de janeiro, um decreto foi publicado no Diário Oficial do Município, do prefeito ACM Neto, que autorizou a gestão municipal a abrir concessão para o terminal de ônibus pelo período de 35 anos, com possibilidade de ampliação do prazo. No dia 16 de dezembro de 2013, o projeto foi aprovado pela Câmara de Vereadores.

Na época, a Semut informou que o edital de licitação da concessão deveria ser publicado nos primeiros 15 dias de fevereiro, sendo que o processo deve ser encerrado em um prazo de 70 dias.
De acordo com o decreto assinado pelo prefeito ACM Neto, a concessionária vencedora não poderá cobrar qualquer espécie de tarifa, preço público ou taxa de embarque e desembarque dos usuários, passageiros do terminal e empresas do serviço público de transporte.

Informações: G1 BA


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Número de passageiros de ônibus em Maceió aumenta em mais de um milhão

No dia a dia, é comum avistar a grande quantidade de pessoas utilizando o transporte público coletivo como meio de locomoção. E, segundo dados da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Maceió (SMTT), os números aumentaram ainda mais. De janeiro a setembro deste ano, os ônibus da cidade transportaram 7.692.679 passageiros, número maior do que o mesmo período do ano passado, onde 6.609.807 usufruíram dos coletivos. Houve um aumento de mais de um milhão.

Para o superintendente da SMTT, Tácio Melo, os trabalhos que o órgão estão realizando ajudam a trazer o cidadão para o coletivo. “Deixamos bem claro que o sistema de transporte público da capital seria nossa prioridade. E cumprindo com o que foi dito, vários trabalhos foram feitos em prol da melhoria do sistema, a exemplo da implantação da faixa exclusiva, a reforma de terminais, a reestruturação e colocação de abrigos e o aumento da frota de ônibus por meio das operadoras do sistema”, enfatizou.

A operação de combate ao transporte irregular de passageiros, os clandestinos, também é um meio que vem fazendo com que a população use mais os coletivos. A ação completou um ano no mês de agosto e já apreendeu 870 veículos, entre táxis e carros particulares. A prática é ilegal e a multa para a liberação do veículo apreendido é de R$ 2.180,24, além da taxa de estadia do veículo no pátio da SMTT, no valor de R$ 24 por dia.

“Dando prioridade ao sistema de transporte público, por meio de melhorias, estaremos fazendo com que as pessoas deixem de utilizar seus veículos particulares e passem a ver no ônibus, um transporte rápido, eficiente e barato”, disse ainda superintendente.

*Nicollas Albuquerque e Thaciana Lima (estagiária) / Ascom SMTT

Informações: Tribuna Hoje

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Terminal de ônibus do bairro Cachoeirinha, em Manaus, será ampliado e reformado

A Prefeitura de Manaus anunciou que vai reformar e ampliar o Terminal de Integração 2 (T2), situado na Cachoeirinha, zona Sul da cidade. Por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), o local vai receber obras nas plataformas de passageiros, cobertura, pavimento e iluminação.
Foto: Luiz Vasconcelos
Na reforma do terminal constam: a substituição da cobertura que terá novas estruturas metálicas e se estenderá para a área de circulação dos ônibus; a renovação das instalações elétricas; a recuperação do piso com a utilização de revestimento de alta resistência; a instalação de bancos; a reforma dos dois banheiros existentes; e a construção de mais dois.

O projeto de reforma prevê ainda a ampliação da largura da plataforma de embarque/ desembarque do sentido Bairro/Centro em 1,2 metros. De comprimento, o terminal possui 147 metros. Além dos serviços de recuperação do telhado e dos gradis nas áreas externas e internas, de requalificação do pavimento e de melhorias de toda a rede hidráulica e elétrica, a reforma também inclui o recapeamento das vias internas do terminal.

Segundo a Superintendência Municipal Transportes Urbanos (SMTU), o T2 é um dos terminais com maior movimento de passageiros, somando uma média de 50 mil usuários por dia. O terminal integra cerca de 69 linhas de ônibus, totalizando uma média de tráfego de 300 coletivos por dia. Ele está situado em um local onde, estrategicamente, várias linhas se cruzam e a partir dali possibilitam aos usuários opções de deslocamento para todas as outras zonas da cidade.

Para não precisar desativar o Terminal enquanto as obras estiverem em andamento, a SMTU estuda a possibilidade de utilizar uma das vias localizadas na proximidade do T2 como terminal provisório.

Antes mesmos das obras iniciarem, a Prefeitura de Manaus vai realizar uma ação educativa para alertar os usuários e os comerciantes que trabalham no terminal sobre a reforma. Vai também conscientizar sobre a importância da contribuição de cada um na manutenção do espaço limpo e sem depredações. A ação envolve também as secretarias municipais de Feiras, Mercados, Produção e Abastecimento (Sempab) e de Limpeza e Serviços Públicos (Semulsp).

A obra está em fase de conclusão do projeto e, em seguida, entra em processo de licitação. A previsão é que os serviços sejam iniciados ainda este ano. O investimento está orçado em R$ 2.425.606,55.

Informações: A Critíca

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Ciclovias compartilhadas com pedestres recebem críticas

Ao menos 12,1 quilômetros de ciclovias em São Paulo ficam em calçadas ou calçadões, e outro trecho deve ser entregue nos próximos dias, na Avenida São Luís, no centro. Ciclistas e pedestres ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo apoiam a expansão da malha, mas criticam a sua instalação em locais compartilhados.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), responsável pelo projeto e pela implementação das ciclovias na cidade, define esse tipo de ciclovia como "compartilhada". No caso da São Luís, a escolha da calçada desencadeou críticas pelo fato de o piso ali ser de pedrinhas, o chamado mosaico português, o que o torna menos regular e plano do que o piche.

"No asfalto é mais confortável, porque lá geralmente é liso", diz o entregador Antonio Fernandes, de 32 anos, que trabalha na Vila Buarque, na região central, e usa diariamente as novas ciclovias para se locomover. "Mas mesmo aqui na calçada é melhor do que nada."

Na semana passada, embora ainda não estivesse pronto o trecho compartilhado de 580 metros na São Luís, Fernandes já circulava por ele, assim como outros ciclistas. Perto dali, o cartorário Geilson Borges, de 46 anos, observava a movimentação. "Sou a favor das ciclovias, mas não na calçada. Por que não fizeram na rua? As calçadas daqui estão cheias de idosos."

Ônibus

A Avenida São Luís tem quatro faixas de rolamento para os veículos, todas no mesmo sentido. Mesmo assim, a CET optou por colocar a ciclovia na calçada que fica no lado ímpar, o mesmo da Galeria Metrópole. Em nota, a empresa informou que seus técnicos constataram que a presença da ciclovia na avenida "causaria transtornos ao fluxo de veículos na rótula central, principalmente do transporte coletivo, em virtude da existência de faixa exclusiva para ônibus".

A empresa ainda informa, em nota, que os novos projetos de ciclovias "estão sendo realizados atendendo às características de cada local, como presença de ciclistas na via, características do tráfego e uso do solo, entre outras".

Para o presidente da Associação Brasileira de Pedestres (Abraspe), Eduardo José Daros, o ideal é que pedestres tenham espaços separados, pois andam em velocidades e direções diferentes. "Há calçadas na hora do almoço em que ninguém consegue andar. Aplaudo as ciclovias, mas parece que vai ser mais fácil resolver o problema da bicicleta do que o do pedestre."

Além da São Luís, há ciclovias compartilhadas com pedestres nas Avenidas Escola Politécnica (4,2 km), Sumaré (2,7 km) e Paulo VI (0,7 km), todas na zona oeste, e nos calçadões da região central (4,5 km).

Informações: Agência Estado

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