BH começa a receber novos trens para metrô da cidade

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O primeiro dos 10 trens previstos pela CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) para reforçar o metrô de Belo Horizonte desembarcou na quinta-feira (16) na capital mineira. Ele deve entrar em operação em janeiro de 2015 após testes de rotina que começam neste mês. Cada modelo pode transportar cerca de 1.300 passageiros.

Até agosto de 2015, estão previstas outras nove composições, para aumentar a capacidade de transporte de 230 mil para 340 mil passageiros por dia na única linha que serve Belo Horizonte e Contagem.

Com isso, o número de composições da frota deve subir das atuais 25 para 35. Segundo a CBTU, o investimento é de R$ 171,9 milhões para a compra dos trens.

Informações: R7.com

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Linha 4 do Metrô do Rio será inaugurada em 2016, diz consórcio

Mesmo com a paralisação de cinco meses das perfurações da Linha 4 do Metrô, o consórcio responsável pela obra informou que a inauguração do serviço de transporte está mantida para o primeiro semestre de 2016. A perfuração do solo com a máquina “tatuzão” foi suspensa, em maio deste ano, depois que houve o afundamento de um trecho da Rua Barão da Torre, em Ipanema, zona sul da cidade do Rio de Janeiro.

O “tatuzão” começou a ser religado na quinta-feira, mas como esse é um procedimento demorado, ainda não há previsão de retomada das escavações. O Consórcio Linha 4 Sul informou que a obra foi paralisada por decisão da própria construtora, como parte de seu plano de contingenciamento, assim que tomou conhecimento do afundamento do solo.

De acordo com nota divulgada, o afundamento foi provocado pelo fraturamento de uma rocha, que se desprendeu  durante a perfuração. O solo arenoso que se apoiava na rocha perdeu a sustentação e se movimentou, causando reflexos na superfície como em um efeito dominó.


A nota do consórcio informa que ainda falta escavar cerca de 20 metros de um trecho de transição entre rocha e areia, sob a Rua Barão da Torre. Neste local, estão sendo feitas injeções de calda de cimento e material selante para recompactar o solo. Os prédios e as casas da rua também serão monitorados com mais frequência, para saber se a obra provocará algum impacto. Os danos provocados aos prédios serão ressarcidos pela consórcio.

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Obras de mobilidade urbana são vistoriadas em São Paulo

Quatro obras de mobilidade urbana e uma de canalização de córrego foram vistoriadas nessa sexta-feira (17) na capital paulista pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. O secretário municipal de Infraestrutura Urbana de Obras da Prefeitura, Roberto Garibe, também participou da vistoria.

Os quatro corredores exclusivos de ônibus que fizeram parte da checagem ficam na zona sul da capital paulista e funcionarão integrados à malha viária já existente e também às ciclovias, garantindo um deslocamento mais rápido à população.

A primeira parada da visita foi em M'Boi Mirim, onde está sendo construído um corredor de ônibus que será interligado ao corredor da Avenida Santo Amaro. Esse trecho conta com 16 quilômetros de extensão de pavimentação, a previsão é de que cinco quilômetros sejam inaugurados até o fim deste ano - os outros oito quilômetros deverão ser inaugurados até julho de 2015. Atualmente, 2,4 quilômetros já estão concluídos. 

Das obras do complexo M’Boi Mirim – que vão integrar com terminais de ônibus e estações de metrô -, destaca-se a requalificação que segue entre a Estrada do M’Boi Mirim, no Jardim Ângela, e a Avenida Vitor Mazini, interligando-se com o Binário Santo Amaro. Esse trecho tem extensão de 8.4 quilômetros e vai receber paradas de ônibus modernas.

"Nós queremos essas obras prontas rapidamente para beneficiar a população que vem lá do fundão da zona sul, que sai às 5 horas da manhã para chegar ao trabalho às 8. Esses corredores diminuirão bastante o tempo de deslocamento desses trabalhadores", afirmou a ministra Miriam Belchior.

Informações: Governo Federal

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Japão irá construir o trem mais rápido do mundo

O governo japonês aprovou a construção de um trem que conseguirá atingir a velocidade máxima de 480 km/h.

O JR Tokai irá operar entre as cidades de Tóquio e Nagoia e será movido pela tecnologia de levitação magnética.

Chamada de "maglev", a tecnologia utiliza um carregador magnético para manter o trem alguns centimetros no ar, possibilitando que os vagões consigam se mover sem fricção com os trilhos.

A nova linha será a primeira intermunicipal desse tipo - uma linha semelhante opera em um curto trajeto de Xangai, na China, desde 2004.

O trem fará o caminho de 289 quilometros em 40 minutos, quase uma hora a menos do que o tempo atual feito pelo chamado Shinkansen, o famoso trem-bala japonês que viaja a 320 km/h.

O custo dos vagões e da construção da linha está estimado em 50 bilhões de dólares (122 bilhões de reais) pelas autoridades do país.

A construção do trem e da linha deve terminar apenas em 2027. Uma extensão para a cidade de Osaka é planejada para 2045.

Informações: Info Abril

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Modernização do sistema ferroviário de Natal só deve ser finalizada em dez anos

A modernização do sistema ferroviário da cidade só deve ser finalizada em dez anos. O investimento de R$ 311 milhões será dividido em etapas, com a criação de sete linhas que contemplam os municípios limítrofes à capital. Para a CBTU, a criação de uma rede ferroviária urbana é uma necessidade para a complementação do sistema de transporte público da cidade.

“Nós sabemos que hoje não conseguimos atender a população com qualidade, de maneira alguma. Só vamos atender a população com qualidade quando a gente implantar o sistema do VLT em Natal. Daí uma média entre dois a três anos. Hoje estamos dando o mínimo de conforto durante deslocamento das pessoas que tem a necessidade de transporte, e a população sabe disso. Nosso objetivo é dar um salto de dez vezes em qualidade nos próximos anos”, afirma João Maria Cavalcanti, superintendente regional da CBTU.

Hoje, 7 mil pessoas usam o sistema ferroviário que interliga Natal, Parnamirim e Ceará-MirimHoje, 7 mil pessoas usam o sistema ferroviário que interliga Natal, Parnamirim e Ceará-Mirim

Além da criação de novas linhas, o projeto também contempla a modernização das estações de trem, construção de estruturas bypass nas áreas em que as linhas cruzam com vias da cidades. Essas estruturas são como vias específicas para o trem. Outra alternativa é a construção de túneis e viadutos em pontos que a ferrovia corta vias de tráfego intenso, como avenida Mor Gouveia. Todo o projeto foi dividido em etapas, mas por ora há recursos garantidos apenas para a primeira.  

Os 56 km contemplam a ligação entre Ceará-Mirim,Natal, Extremoz e Parnamirim por meio das linhas Ribeira/Nova Natal, Azul e Amarela. A segunda etapa seria a construção de uma estação na Mor Gouveia, criação de um anel ferroviário e a ligação com o campus universitário. A terceira seria a criação de um anel ferroviário metropolitano, interligando quatro município e o aeroporto de São Gonçalo do Amarante. Por último, a reativação da linha de Nísia Floresta e São José de Mipibu – a branca, hoje sob domínio do Departamento Nacional de Infraestrutura (DNIT).

“Em 10 anos nós gostaríamos de estar com isso pronto. Há uma necessidade urgente de mobilidade das pessoas, elas estão muito estressadas com deslocamento. Natal é um exemplo disso. Depois das manifestações de junho, forçou-se o governo (federal) a repensar o traçado das cidades, e a ferrovia foi incluída como indutora do transporte público”, pontua. O Rio Grande do Norte possui, atualmente, 382 km em malha ferroviárias, segundo relatório da Confederação Nacional de Transportes (CNT). As adequações no perímetro urbano são uma necessidade há muito prevista pela companhia, segundo relatório de gestão de 2013 da CBTU. As locomotivas que rodam atualmente no estado datam da década de 1950.

“Ainda não se verificou uma evolução positiva nos indicadores totais da CBTU, dada a precariedade em que se encontram a via permanente e o material rodante, em especial nos sistemas de João Pessoa e Natal (em particular este último), ocasionando, assim, o alto índice de acidentes”, informa o relatório, disponível no site da companhia. No ano passado, a companhia registrou 105 acidentes nas cinco capitais onde atua – destes acidentes, 47 foram em Natal.

De acordo com a CBTU, a manutenção das locomotivas e da malha ferroviária é diária, o que não impede os acidentes ou que locomotivas quebrem. As duas novas máquinas, recebidas recentemente, também precisam de manutenção diária. O primeiro vagão do VLT chegou à Natal em agosto, e deve permanecer em testes até 24 de outubro. Segundo a CBTU, a empresa Bom Sinal, fornecedora do  veículo, prometeu finalizar os testes dinâmicos até a data. A previsão é o VLT realize as primeiras viagens já no mês que vem.  

Informações: Tribuna do Norte

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Pista do BRT Transoeste será trocada no Recreio

Dois anos após ser inaugurado, o BRT Transoeste terá cerca de três quilômetros da sua pista totalmente refeitos. Sem solução para os buracos e remendos diários no asfalto da via expressa, a Prefeitura do Rio decidiu bancar com recursos próprios o trabalho para refazer o trecho que vai da estação Pontal até o Recreio Shopping, na Barra da Tijuca.
Foto:  Maíra Coelho / Agência O Dia
O corredor de ônibus custou aos cofres do município cerca de R$ 1 bilhão. Mas, poucos meses após sua inauguração, começaram os problemas de desníveis no asfalto. O custo para colocar a pista nova pela segunda vez não foi revelado. As obras de fresagem e recapeamento estão sendo feitas à noite, desde a última quarta-feira, e vão durar cinco semanas.

O horário foi escolhido para não atrapalhar a circulação dos ônibus. Serão aplicadas três mil toneladas de asfalto SMA (Stone Matrix Asphalt) avermelhado — o mesmo utilizado em pistas automobilísticas, como a de Interlagos, em São Paulo—, produzido pela Usina de Asfalto do Caju. O trabalho será feito a cada trecho de 800 metros, até a sua totalidade. 

Os desníveis da pista no Transoeste não são novos e preocupam, inclusive, motoristas do BRT, que temem por acidentes provocados pelas ondulações e declives. Em janeiro, O DIA mostrou que o trecho de 31 quilômetros, que vai do Terminal Alvorada até a Estação Pingo D’Água, tinha, na ocasião, 270 remendos de buracos no asfalto, considerando as duas pistas (ida e volta). Alguns reparos chegavam a ter 10 metros de comprimento. Foram constatados remendos em retoques já feitos. 

Apesar de ter sido um corredor construído pela iniciativa privada — os lotes foram divididos pela Odebrecht e a Sanerio Construções —, é o município que tem gastado para fazer os reparos na pista. Questionada sobre o motivo de bancar os consertos no asfalto, a Secretaria Municipal de Conservação (Seconserva) informou que as “ garantias das obras não cobrem o desgaste decorrente do uso das pistas”, afirmou, por nota.

Os custos com os serviços de tapa-buraco no BRT — e agora com o trabalho para refazer todo o trecho — não foram revelados pela Seconserva. De acordo com a Secretaria, não é possível dizer quanto será gasto com o conserto. “(...) já que toda a produção asfáltica é feita pela própria Conservação e a mão de obra utilizada é composta por profissionais da própria usina e gerência local”, explicou, por nota.

Lei prevê que construtora responda 
Apesar da prefeitura alegar que a garantia dada pelas empreiteiras que fizeram o corredor Transoeste já expirou, o artigo 618 do Código Civil prevê carência de cinco anos — a partir do aparecimento do defeito — para que a responsável pela obra responda ‘pela solidez e segurança do trabalho, assim em razão dos materiais, como do solo’. 

A questão é que a decisão sobre acionar ou não a empresa construtora deve partir de uma análise técnica do município. Se houvesse um laudo da prefeitura que constatasse que o problema no asfalto é de vício de construção, haveria a possibilidade de enquadrar essa situação do BRT no artigo 618. Com isso, o reparo não viria dos cofres públicos.

Informações: O Dia

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Pontes de São Paulo começam a ganhar ciclovias

Neste fim de semana, a prefeitura de São Paulo começou a construir ciclovias nas pontes das marginais Pinheiros e Tietê. A obra ainda não foi concluída, mas de acordo com a prefeitura, 12 das 28 pontes terão ciclovias até o fim de 2015.

Das doze ciclovias, dez ficarão na marginal Tietê e duas na marginal Pinheiros. Quatro das pontes vão precisar apenas de pintura e o restante serão realizadas obras viárias. O projeto custará em torno de R$ 6 milhões de reais.

De acordo com a prefeitura, o tamanho das faixas de carro deverá ser reduzida, porém ainda não se sabe quais sos locais e nem o tamanho da redução. A expectativa é de que até o fim do próximo ano sejam construídas 400 km de ciclovias.

Segundo pesquisa realizada em Setembro pelo Datafolha, 80% dos entrevistados aprovam a construção de ciclovias na capital paulista.  

Informações: Diário de S. Paulo

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