Primeira composição do VLT chega na Baixada Santista

quinta-feira, 22 de maio de 2014

A primeira composição do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que irá operar na Baixada Santista chegou no Porto de Santos na manhã desta quinta-feira (22). Depois do desembaraço aduaneiro para liberação do equipamento, a composição será montada em São Vicente.

O transporte de passageiros está previsto para entrar em operação comercial no primeiro semestre de 2015, ligando as cidades de São Vicente e Santos em um trajeto aproximado de 30 minutos.

As obras do Veículo Leve sobre Trilhos em São Vicente seguem em ritmo acelerado. Os primeiros trens produzidos em Valência, na Espanha, já foram entregues. A composição com 22 vagões terá capacidade para transportar 220 mil pessoas por dia entre o Município e Santos. O tempo de espera será de três a cinco minutos. Os primeiros testes do novo sistema de transporte começam em junho.

A primeira estação em São Vicente, na Vila Valença, ficou pronta em abril. O VLT vai operar em um trecho de 11 quilômetros entre a Ponte dos Barreiros (São Vicente) e o porto de Santos.

Histórico

Formado por 3 carros, a composição é fabricada em Valência, na Espanha.  Até agosto de 2015 serão recebidas todas as 22 composições, somando 66 carros.

Cada VLT terá 2,65 metros de largura por 44 metros de comprimento, velocidade média de 25 km/h (a máxima é de 80km/h), ar condicionado e piso que facilita a movimentação de usuários com dificuldade de locomoção, e com capacidade para 400 usuários por viagem. O investimento total é estimado em mais de R$ 1 bilhão na compra dos equipamentos, infraestrutura , execução e manutenção do sistema.

A obra é parte da reestruturação do transporte público da Baixa Santista e interligará 9 municípios, com previsão de benefícios a toda a população metropolitana da Região, estimada em 1,9 milhão de habitantes.

O VLT vai funcionar das 5 da manhã à meia-noite. A manutenção será feita no intervalo desse período. Cada composição alcança até 70 km/h, mas para operar na cidade, a velocidade será limitada a 50 km/h. O tempo de espera será entre três e cinco minutos.

Informações: Diário do Litoral

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Projeto prevê a implantação de 5 novos corredores estruturais de transporte em Uberlândia

O plano de expansão dos corredores de ônibus foi o tema do 2º Seminário Integração, realizado nesta quinta-feira (22), pela Prefeitura de Uberlândia, através da Secretaria de Trânsito e Transportes (Settran), no Centro Administrativo Municipal. O projeto conta com a implantação de cinco novos corredores estruturais de transporte, quatro terminais de ônibus e 76 estações, além da construção de três viadutos. As obras devem ter início no segundo semestre deste ano. A estimativa é que o tempo de viagem seja reduzido em até 20% com os novos corredores.

O investimento está estimado em mais de RS 132 milhões, já aprovados pelo PAC 2 da Mobilidade, do Governo Federal, e com convênio assinado entre a Prefeitura de Uberlândia e a Caixa Econômica Federal (CEF). 

O prefeito ressaltou também que será necessário um trabalho maciço de conscientização dos moradores e comerciantes sobre alguns transtornos que as obras poderão causar.

Segundo o secretário de Trânsito e Transportes, Alexandre Andrade, com a instituição deste projeto, a cidade terá o maior sistema de integração do Sudeste do Brasil.

O projeto contempla ainda a construção de três viadutos, sendo dois sobre a avenida Rondon Pacheco - na rua México e rua Paraná -  e um sobre a BR-365, rua Olegário Maciel.

*Conheça os novos corredores:

Corredor Estrutural Leste
Extensão - 9,11 km – Av. Segismundo Pereira
1 Terminal de ônibus – Terminal Novo Mundo
17 Estações – Destas, seis são de ligação do Corredor Leste ao Corredor Sudeste
16 linhas

Corredor Estrutural Oeste
Extensão - 19,5 km – Via Área Central e 17,5 km – Via Martins
1 Terminal de ônibus – Terminal Dona Zulmira
27 Estações
13 Linhas

Corredor Estrutural Sudoeste
Extensão 2,7 km – Av. Getúlio Vargas
1 Terminal de ônibus – Terminal Jardins
5 Estações
12 linhas

Corredor Estrutural Norte
Extensão 5,5 km – Av. Adriano Bailoni e Av. Cleanto Vieira Gonçalves (Terminal Central – Terminal Industrial)
15 Estações
14 linhas

Corredor Estrutural Sul
Extensão 3,9km – Av. Nicomedes Alves dos Santos
1  Terminal de ônibus – Terminal Universitário
9 Estações 
11 linhas
          
Área Central
03 Estações - Praça Tubal Vilela e Praça Clarimundo Carneiro
* A quantidade de estações ainda está sujeita à alteração

Informações: G1 Triângulo Mineiro

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Termina greve de ônibus na capital, mas Grande SP

Terminou por volta das 11h desta quinta-feira (22) a paralisação de ônibus organizada por motoristas e cobradores insatisfeitos com o reajuste salarial obtido pelo sindicato da categoria. A última viação que ainda estava parada pela manhã, a Santa Brígida, liberou seus coletivos para deixarem as garagens. A SPTrans afirma que a situação nos terminais é normal, inclusive no Lapa, um dos mais afetados pela falta de veículos da companhia.

"Estamos com a operação Paese [Plano de Apoio entre Empresas de transporte em Situação de Emergência] em andamento, o que garante que os usuários não tenham que esperar nem um minuto a mais para pegar o ônibus", afirmou a assessoria do órgão.

Ainda de acordo com a SPTrans, pode levar algum tempo até que a situação da frota da Santa Brígida seja normalizada, mas, enquanto isso, o sistema de emergência supre "totalmente" a demanda dos usuários. A reportagem não conseguiu contato com a empresa para saber quando a operação será normalizada.

Às 14h, teve início uma reunião entre representantes dos grevistas, do sindicato da categoria e do Tribunal Regional do Trabalho para discutir as razões da paralisação e as demandas dos trabalhadores.

Mais cedo, os primeiros ônibus da empresa que tentaram deixar a garagem foram depredados pelos grevistas, e a polícia precisou intervir para garantir a circulação dos veículos.

Na Grande São Paulo, a paralisação de três empresas de ônibus - Miracatiba, Viação Osasco e Viação MobiBrasil - atingiu 12 municípios e ainda afeta os usuários. Os trabalhadores reivindicam reajustes salariais. Os ônibus da Miracatiba começaram a sair para as ruas por volta das 13h30.

Diversos coletivos que atendem as cidades de Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira, Itapevi, Santana de Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Cajamar, Embu-Guaçu, Taboão da Serra, Cotia e Vargem Grande não estão circulando normalmente.

Protesto
Um protesto marcado para as 17h de hoje irá reunir grupos de sem-teto, estudantes, manifestantes contrários à Copa do Mundo e movimentos sociais no largo da Batata, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo.

Os organizadores da manifestação esperam entre 10 mil e 15 mil pessoas no local. O ato tem como objetivo "chamar a atenção para todos os problemas do país", segundo informaram coordenadores do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto à "Folha de S.Paulo".

Recorde de trânsito
A manhã de hoje foi de trânsito carregado: às 8h30 a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) registrou 143 km de congestionamento, recorde do ano para o período da manhã. 

Na quarta-feira (21), sete terminais foram alvo de manifestações, ao longo do dia, de motoristas e cobradores em greve e acabaram encerrando as atividades mais cedo. Foi o segundo dia de caos no trânsito após uma greve pegou a população de surpresa, apesar de o sindicato ter aceitado o acordo de reajuste com a prefeitura.

Informações: Portal Uol

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Cidades de Diadema, Osasco, Itapecerica da Serra e Embu das Artes enfrentam paralisações de ônibus

Enquanto na capital paulista a greve de motoristas e cobradores ficou restrita pela manhã a funcionários de uma empresa, a viação Santa Brígida, a população de quatro cidades da Grande São Paulo enfrenta problemas na circulação de ônibus nesta quinta-feira: Osasco, Diadema, Itapecerica da Serra e Embu das Artes. Em São Paulo, os veículos da Santa Brígida começaram a sair das garagens por volta de 11 horas. Na madrugada, ônibus da viação Gato Preto chegaram a ser impedidos por uma hora de sair da garagem, mas agora circulam normalmente. Houve também uma tentativa de fechar o terminal Cachoeirinha, na Zona Norte, mas a ação foi frustrada por funcionários que trabalham no local.

Sem se identificar, motoristas e cobradores que voltaram ao trabalho disseram que aguardam o resultado de uma reunião que será realizada entre a categoria e o prefeito Fernando Haddad (PT) para excluir a possibilidade de novas greves. O trânsito da capital paulista sofre os reflexos da paralisação: a cidade registrou recorde de 172 quilômetros de congestionamento às 9h48 desta manhã – 68 quilômetros acima da média para o dia e horário.

Em Osasco, uma viação que conta com 177 ônibus está inteiramente paralisada. Já a viação Urubupungá, que também opera na cidade, tem 80% da frota na rua e atende linhas intermunicipais. Alguns motoristas da empresa também cruzaram os braços e abandonaram os coletivos. As informações são da Prefeitura de Osasco, que afirma que as duas empresas atendem diariamente cerca de 140.000 usuários nas 45 linhas do município.

Já em Diadema, no ABC paulista, motoristas e cobradores protestam e pedem aumento salarial. Na empresa Mobibrasil todos os funcionários estão em greve e 230 ônibus estão retidos na garagem. Cerca de 400 motoristas e cobradores protestando em frente ao local. Eles pedem reajuste e equiparação salarial. A viação atende principalmente os municípios de Diadema e São Bernardo do Campo.

Em Itapecerica da Serra, a assessoria de imprensa da EMTU afirma que há paralisação total nas linhas da viação Miracatiba, que opera 48 linhas. Na cidade, o transporte é feito por vans de cooperativas. A Prefeitura tenta agendar uma reunião para negociar com manifestantes. Todas as linhas da empresa Viação Miracatiba, que servem o município, foram afetadas e estão paralisadas. Segundo a empresa, não há previsão de negociação ou normalização das atividades. Embu também é afetada pela paralisação. 

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