A volta dos ônibus superlotados no Recife

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Cerca de 2,1 milhões de habitantes, esse é o número de usuários transportados todos os dias na Região Metropolitana do Recife segundo o GRCT, mas algo está acontecendo nos últimos meses, pois a sensação é que os ônibus estão sumindo.

Só quem usa o transporte coletivo que pode perceber na realidade que andar de ônibus ultimamente na Região Metropolitana do Recife está ficando pior a cada dia que passa, pois além do desconforto, falta de pontualidade e segurança, é notável vermos novamente ônibus e terminais superlotados deixando a sensação de piora para os usuários.
É como se pudéssemos voltar ao passado, pois é fácil vermos ônibus circulando com passageiros em cima do motor na qual não cabe mais ninguém, expremidos nas portas ou com as portas abertas, deixando outros usuários prejudicados nas paradas.

Muitos usuários também reclamam dos terminais integrados, pois toda semana a relatos de mini protestos dos passageiros que reclamam da demora e superlotação.

Agente trabalha o dia inteiro e fica numa parada escura e cheia dessas, porque não passa ônibus, e quando vem, passa cheio demais relata Josenilda Silva, moradora de Camaragibe.

O sistema não paga
Um dos fatores que pesam na falta de ônibus é o déficit que as empresas estão tendo com a política tarifária do governo, pois informações extra-oficiais relatam que as mesmas estão tendo sérios prejuízos financeiros, ou seja, estão operando no vermelho.

Isto também tem a ver com muitas pesquisas já realizadas na qual não somente o preço é atrativo para um transporte coletivo, pois o principal fator que os usuários relatam é a eficiência e a qualidade, pois melhor seria pagar um valor a mais e ter qualidade e quantidade, sinal que ter uma tarifa barata não atende aos anseios da maioria dos usuários que pagando R$ 2,15, sofrem com a superlotação dentro dos ônibus e terminais, ou seja, esses mesmos R$ 2,15 acabam se tornando caro demais para o sistema hiperlotado que se encontra hoje.

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Entrega do primeiro trem da Linha 17 fica para 2015

A entrega do primeiro trem do monotrilho para a Linha 17-Ouro foi adiada. No ano passado, o presidente do Metrô de São Paulo, Luiz Antonio Carvalho Pacheco, havia dito que os testes começariam neste ano. (Relembre aqui)

A empresa Scomi será responsável pela fabricação dos 24 trens, que serão de alumínio. O primeiro carro protótipo virá da Malásia e todos os demais estão sendo produzidos no Rio de Janeiro, na empresa MPE, onde estão sendo fabricadas caixas estruturais dos carros das composições e montados os subsistemas do trem. A chegada do primeiro trem depende da conclusão de parte do Pátio Água Espraiada.

A Linha 17-Ouro está orçada em quase R$ 5 bilhões. Quando estiver pronto, o ramal deverá transportar cerca de 500 mil passageiros por dia. Em sua primeira fase, a linha ligará o aeroporto de Congonhas a estação Morumbi da CPTM. Posteriormente será levado até a estação São Paulo-Morumbi da Linha 4 do Metrô, e depois na outra ponta, até a estação Jabaquara, passando por 18 estações em um pouco mais de 17 km de extensão.

As informações foram obtidas pelo Serviço de Informações ao Cidadão, do Governo do Estado de São Paulo, divulgadas em fóruns de discussão especializados.

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Sistema BRT permitirá a integração da Região Metropolitana de Belém

Uma reunião entre integrantes do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM), e representantes da Prefeitura Municipal de Ananindeua (município da Região Metropolitana), definiu a parceria para a implantação do BRT (Bus Rapid Transit) Metropolitano, que permitirá a integração da Região Metropolitana de Belém, e vai melhorar a mobilidade urbana para uma população de mais de 2,5 milhões de pessoas.

A reunião, realizada na tarde desta terça-feira (29), contou com as presenças do diretor geral do NGTM, Cesar Meira, e da diretora executiva, Marilena Mácola, do prefeito de Ananindeua, Manoel Pioneiro, e do secretário Municipal de Saneamento e Infraestrutura, Osmar Nascimento, além de técnicos do governo do Estado e da Prefeitura.

“Essa reunião define o futuro da mobilidade urbana de Ananindeua, e da Região Metropolitana de um modo geral, por meio do BRT. Essa questão é relevante para nós, porque hoje enfrentamos problemas, como engarrafamento, falta de ciclovias e dificuldade de mobilidade. Assim, temos grandes e boas expectativas, no sentido de que essa obra trará grandes benefícios para a população. Portanto, somos parceiros do governo do Estado para a implantação do BRT Metropolitano, assim como de outros projetos de mobilidade, como o prolongamento das avenidas Independência e João Paulo II”, afirmou o prefeito.
Também foram discutidos outros projetos na área de mobilidade urbana, como a implantação do Porto do Surdo, um sistema de ciclovia, integração de vias, padronização de calçadas ao longo da Rodovia BR-316, estudos de polos geradores de tráfego e projeção de futuras demandas. “Esse é um cenário ímpar para a viabilização de projetos com essa parceria”, destacou o prefeito.

O Sistema BRT Metropolitano será operado por ônibus articulados, com quatro portas no lado esquerdo, trafegando em canaletas na BR-316, no trecho que vai do Entroncamento até o município de Marituba. O projeto Ação Metrópole prevê, ainda, a gestão operacional associada dos serviços de transporte público por ônibus, executada por um consórcio formado pelas prefeituras que fazem parte da RMB.

O projeto se enquadra no tipo BRT com canaleta e ultrapassagem nos pontos de parada, prevendo ônibus de 20 metros de comprimento, com capacidade para 200 passageiros, ampliando a atual oferta de transporte de 11 mil passageiros/hora pico para 24 mil, e reduzindo em 60% o tempo de viagem de Marituba ao Ver-o-Peso.

Pesquisas - A diretora executiva do NGTM, Marilena Mácola, frisou a importância da parceria entre os dois níveis de governo, e a agilidade que o projeto tomará, a partir da integração política e técnica. “Já tínhamos a anuência da Prefeitura para o projeto. Porém, com a contratação da Consultoria Geral, chegamos a um momento em que realmente precisamos definir detalhes do projeto que são determinantes para o bom desempenho da obra de infraestrutura. Com essa excelente recepção que tivemos do prefeito, os projetos seguirão com agilidade”, disse Marilena Mácola. Ela informou que a licitação para implantação do BRT Metropolitano deve ser concluída até novembro, com início da obra em dezembro deste ano.

As pesquisas para implantação do BRT começaram no último dia 2, nos municípios de Belém, Ananindeua, Marituba e Benevides. O trabalho visa atualizar, comparar dados e fazer novas projeções para futuras demandas no setor de transporte urbano da RMB. São pesquisas de tráfego, com contagem volumétrica, e pesquisas de transporte, como embarque e desembarque de passageiros nos ônibus, identificação das linhas mais importantes e perfil dos usuários.

As pesquisas também permitirão dimensionar a estrutura do sistema, como pontos de paradas, terminal e frequência dos ônibus. A Troncal Belém foi a empresa vencedora da licitação para a consultoria internacional do BRT, e tem como funções a elaboração de estudos e projetos de infraestrutura física; elaboração de modelo de gestão, do plano operacional e do sistema de controle operacional, e gerenciamento geral e supervisão das obras.

Para o diretor do NGTM, Cesar Meira, “essa reunião foi muito proveitosa. Com a presença do prefeito Pioneiro definimos várias questões e avançamos nas soluções de problemas para a área de mobilidade. Conseguimos progredir muito, já que praticamente 90% da infraestrutura do projeto estão dentro do município de Ananindeua, que também possui grande demanda de tráfego. Então, essa integração é fundamental para a implantação do BRT Metropolitano, que está em fase elaboração de projetos pelo Consórcio Troncal”.

Manu Viana / Ação Metrópole
Informações: Agência Pará
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Transporte coletivo de Florianópolis pode entrar em greve

Funcionários do transporte coletivo de Florianópolis votaram pela greve em assembléias realizadas nesta terça-feira, na região central da cidade.

A paralisação do serviço deve ter início na próxima semana. Entretanto, não está descartada a ocorrência de paralisações relâmpagos nas próximas horas.

Cerca de 1,5 mil trabalhadores participaram das assembléias - realizadas com funcionários de três turnos. De acordo com Ricardo Freitas, representante do Sintraturb (Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Urbano), a greve é “irreversível”.

O início da greve coincide com a data prevista para assinatura do novo contrato de concessão do transporte coletivo da capital de Santa Catarina. O Consórcio Fênix - formado por empresas que já atuam no sistema - assina o documento com a prefeitura nesta quarta-feira.

A categoria afirma que o novo sistema prevê o corte de funcionários do setor. Além disso, os trabalhadores exigem reajuste salarial de 5%.

Por Fabricio Escandiuzzi
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Porto Alegre: Lei que estabelece tempo mínimo de 30 segundos para a travessia nas faixas de pedestres gerou engarrafamentos

A manhã desta terça-feira na Capital foi marcada por enormes congestionamentos nas principais vias da cidade. O motivo foi o teste para a aplicação de uma emenda do Estatuto do Pedestre, que estabelece o tempo mínimo de 30 segundos para a travessia nas faixas de segurança. Ao observar o caos em que se transformou o trânsito, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) suspendeu a avaliação por temor de que a situação se agravasse ainda mais no final da tarde. O teste deveria se estender pelo menos até quarta-feira. 

O prefeito José Fortunati, após constatar as consequências da mudança, garantiu que a emenda será vetada. “Ficou claro que o tempo mínimo de 30 segundos bloqueia a cidade. Se o teste não tivesse sido feito, e a emenda tivesse sido apenas vetada, a metade do mundo cairia sobre a minha cabeça dizendo que não me preocupo com os interesses do pedestre”, explica. 
De acordo com ele, existe a necessidade de revisão dos tempos de algumas sinaleiras, o que começará a ser estudado a partir de amanhã (quarta-feira), com a formação de um grupo de trabalho específico sobre o tema, o qual avaliará o tempo de todos os semáforos da Capital. Entretanto, segundo Fortunati, a emenda da forma como foi escrita não apresenta opções ao gestor de observar as características de cada via. “Nós chamaremos as entidades envolvidas com a causa e os vereadores para apresentar os dados colhidos nesta experiência. É dever do gestor público priorizar a parte mais frágil, que é o pedestre”, ressaltou.

O prefeito admitiu que os técnicos da EPTC estavam certos ao alertar sobre os problemas que a medida traria. As principais vias incluídas no teste, que alterou 238 semáforos, foram as avenidas Ipiranga, Osvaldo Aranha, João Pessoa, Mauá, Salgado Filho, Borges de Medeiros, Independência, Azenha e Loureiro da Silva. Conforme o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, a empresa trabalhou durante a madrugada para aumentar o tempo da travessia. Após a avaliação do impacto no tráfego pela manhã, a contagem antiga foi retomada à tarde para evitar congestionamentos no final do dia. “Essa parte da lei é inviável, pois já existe uma lógica no planejamento do trânsito. Quando se modifica uma sinaleira, é preciso alterar todas, para sincronizar o tempo do fluxo. Nós já estamos reavaliando esses intervalos nos locais com maior volume de pedestres”, explica. 

A emenda, de autoria do vereador Marcelo Sgarbossa (PT), tem como objetivo dar mais segurança ao pedestre durante a travessia e também atender às necessidades de idosos e deficientes, que precisam de um período maior para atravessar as ruas. Na Capital, o tempo mínimo de travessia é de cerca de dez segundos. 

Para Sgarbossa, o teste não foi aplicado da maneira correta. “Ele foi direcionado para não dar certo, pois foi implantado em sinaleiras normais e não apenas nas de pedestre, como define o texto. Além disso, uma sinaleira na Borges de Medeiros com a Demétrio Ribeiro teve o tempo de sinal verde para os carros reduzido de cerca de quatro minutos para 22 segundos. Não se entende o motivo disso. Eu prefiro acreditar que faltou competência do gestor”, critica o vereador. Segundo ele, a emenda retornará para a Câmara de Vereadores e será discutida novamente. 

Pedestres criticam pouco tempo para travessia em alguns semáforos

A improdutiva quebra de braço entre carros e pedestres muitas vezes acaba estourando do lado mais fraco. O aposentado Ênio Miguel da Silva Lopez, de 76 anos, que atravessa diariamente a avenida João Pessoa em uma sinaleira com tempo de 11 segundos, relata que acha a travessia perigosa para o pedestre. “É preciso aumentar o tempo. Já fui atropelado em cima da faixa de segurança. Os carros não respeitam”, conta. Segundo ele, é frequente o sinal abrir enquanto ele está atravessando e os motoristas pressionarem para que ande mais rápido. 

A estudante Mariana Areva, de 16 anos, também concorda que o mesmo local precisa ter o tempo para pedestres ampliado. Entretanto, considera que 30 segundos seria demais para a via. “Acho que uns 15 segundos seria o ideal neste ponto. Os 11 segundos são um período muito curto para as pessoas atravessarem”, considera. 

Sindicato dos Rodoviários afirma que medida aumenta estresse dos motoristas

Imersos diariamente em um trabalho estressante, os motoristas de ônibus da cidade enfrentaram uma manhã atípica e ainda mais tensa. O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Julio Gamaliel, relata que muitos trabalhadores ficaram sem intervalo devido aos atrasos na tabela de horários. “A cidade já está um caos, com obras e buracos e ainda tomam essa medida. Não se pensa nem no usuário, que teve que descer do ônibus e ir ao trabalho a pé, e nem no motorista, que fica mais estressado. Atualmente, temos dois mil funcionários afastados por estresse”, critica. 

O sindicalista relata que, em alguns pontos da cidade, o trajeto demorou quatro vezes mais do que o normal. Assim, a maioria das tabelas de horário foi descumprida. Gamaliel relata que 100 multas foram recebidas por trabalhadores neste mês por esse motivo. “Isso é um desrespeito da prefeitura e do legislador. Se essas questões não melhorarem, nós vamos parar a cidade. Já estamos conversando sobre a realização de operação-padrão dentro dos corredores”, afirma. 

Por Jessica Gustafson
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Estudo aponta trens como alternativa para melhorar mobilidade urbana

Trânsito parado, carros ocupados por apenas uma ou duas pessoas, ônibus lotados que disputam espaços nas mesmas vias utilizadas pelos outros modais de transporte. As cenas são comuns e fazem com que a mobilidade urbana seja um desafio às grandes cidades brasileiras. Para a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), uma das soluções possíveis para reverter o quadro é incentivar a reutilização do transporte ferroviário de passageiros.

O relatório Trens de Passageiros – uma Necessidade que se Impõe, lançado nesta terça-feira (29), na sede da ANTT, em Brasília, apresenta resultados de um ano de estudos do Grupo de Trabalho criado para diagnosticar a situação da malha ferroviária e propor ações para ampliar a participação dos trens no deslocamento de pessoas, no Brasil. O estudo aponta que há estruturas subutilizadas e que “é possível recuperar e reutilizar trechos para transporte de pessoas e de cargas”, disse o diretor-geral da ANTT, Jorge Bastos.

Produzido por seis subgrupos de trabalho, o relatório apresenta propostas que podem servir para a realização de políticas públicas, tanto em âmbito federal quanto estadual. Exemplo disso é a plataforma virtual que reúne informações sobre trechos de trilhos, custos financeiros e até o passo a passo de como realizar o estudo de viabilidade que é exigido pelo Ministério do Planejamento. “Com essas informações, é possível ter informações e buscar recursos para os projetos”, explicou Francisco Ferreira, um dos realizadores do protótipo, que estará disponível no site da ANTT.

Professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Nilson Tadeu Júnior, afirmou que 200 milhões de pessoas circulam pelas cidades brasileiras, todos os dias, “Mas a estrutura é basicamente a mesma de 50 anos atrás”, criticou. Ele defendeu a criação de uma empresa ou órgão para coordenar a política de transporte de passageiros e implementar a Política Nacional dos Transportes Regionais, Metropolitanos e Urbanos, já definida pelo Ministério dos Transportes. A organização poderia, dentre outras medidas, promover o desenvolvimento de tecnologias nacionais. Com a adoção dessa modalidade de transporte, o especialista espera redução da poluição e dos problemas em torno da mobilidade urbana.

O Grupo de Trabalho apresentou outras medidas como premissas institucionais para a Política de Transporte Ferroviário de Pessoas; estudo de normas técnicas; diagnóstico da Indústria Ferroviária Brasileira e das tecnologias de comunicação utilizadas tanto para as operações das empresas quanto para o contato com os usuários do transporte; além da análise da condição de trechos. De acordo com o estudo, em grande parte dos 58 trechos de ferrovias analisados, “é possível, com as reformulações necessárias, o transporte de passageiros e/ou cargas”. 

Hoje, o Brasil possui apenas três serviços regulares de transporte ferroviário regional de passageiros: entre Vitória (ES) e Belo Horizonte (MG); entre Paraupebas (PA) e São Luís (MA), conhecida como Estrada de Ferro Carajás; e de Curitiba (PR) para Paranaguá (PR). Para ampliar a oferta, o grupo propôs que o governo federal amplie os investimentos financeiros no setor. De acordo com o diretor da ANTT, ainda não há previsão de recursos para esse fim, no orçamento que vem sendo executado ou mesmo o planejado, para o ano que vem. A ideia é que o relatório embase essa decisão, bem como as que devem ser tomadas pela ANTT e pelo Ministério dos Transportes sobre a utilização das ferrovias para transporte de pessoas.

Informações: Agência Brasil

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Licitação do transporte no Recife emperrou, Rodoviária São Paulo e Rodolinda estão fora

Pelo menos duas empresas que hoje operam o transporte por ônibus na Região Metropolitana do Recife já estão fora do futuro sistema que está sendo licitado. As empresas São Paulo Ltda e Rodolinda Transporte e Turismo Ltda não passaram na primeira fase da segunda etapa da concorrência, que começou no início do ano e prevê uma nova operação para as linhas que não atenderão ao BRT (Bus Rapid Transit). 

Na fase de avaliação dos preços, as duas empresas deixaram de atender à exigência de documento que garante recursos para a prestação dos serviços contratados. Como o documento não foi apresentado, foram desclassificadas pela Comissão de Licitação.

A São Paulo e a Rodolinda disputavam o lote 6 juntamente com a empresa Rodoviária Caxangá S/A, única classificada. Depois de quase dez anos de discussões e ensaios, o governo de Pernambuco lançou a licitação do sistema de transporte público da Região Metropolitana do Recife, dividida em duas etapas. A primeira, que licitou os Corredores Leste-Oeste e Norte-Sul de BRT, teve o contrato assinado em novembro de 2013 e já deu início a fase de testes na primeira semana de abril. 

A segunda etapa da licitação passou pela avaliação de preços e no final de março foram abertos os envelopes de habilitação, que é a fase atual, onde está sendo avaliada a documentação das empresas. Não há prazo, por enquanto, para o resultado final.

A segunda etapa representa um sistema avaliado em R$ 10,5 bilhões, com os corredores: José Rufino e Abdias de Carvalho, Mascarenhas de Moraes, Rosa e Silva, Rui Barbosa e Avenida Norte, Beberibe e Presidente Kennedy, Domingos Ferreira e BR-101 Cabo/Ipojuca.

Postado por Roberta Soares
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O Brasil está pagando um preço alto pela falta de mobilidade

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