São Paulo ganha mais 4,3 km de faixas para ônibus

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Dando sequência à operação Dá Licença para o Ônibus, da prefeitura de São Paulo, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) instalará mais 4,3 quilômetros de faixas exclusivas para coletivos na capital paulista nesta segunda-feira. Com a instalação, a cidade terá ao todo 236,4 quilômetros de vias segregadas para a circulação de coletivos em faixa específica.
Foto: Fernando Borges / Terra
Na zona norte, 2,5 quilômetros de faixas exclusivas serão instaladas na região da Parada Inglesa. Os coletivos terão prioridade à direita nas avenidas Luiz Dumont Villares e Álvaro Machado Pedrosa, de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h, e, aos sábados, das 6h às 14h.


Em direção ao centro, a faixa será implantada na avenida Luiz Dumont Villares, entre a rua Sevilha e a praça Orlando Silva. No sentido bairro, a faixa será implantada nas avenidas Luiz Dumont Villares e Álvaro Machado Pedrosa, entre a praça Orlando Silva e a avenida Tucuruvi.

Na zona sul de São Paulo, uma faixa com 1,8 quilômetro será instalada na avenida George Corbisier, no Jabaquara. Os ônibus terão prioridade à direita em ambos os sentidos da via, no trecho entre as avenidas Engenheiro Armando de Arruda Pereira e General Daltro Filho, de segunda a sexta-feira das 6h às 20h, e, aos sábados, das 6h às 14h. 

Informações: Terra

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Primeiro carro do VLT de Cuiabá já chegou ao Brasil

A Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa) confirmou, nesta sexta-feira (18), a chegada ao Brasil da primeira composição do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que será instalado na Grande Cuiabá.

No total, o modal será composto por 40 carros, que são construídos na empresa CAF Indústria e Comércio, que compõe o Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, responsável pela implantação do modal transporte na área metropolitana da Capital.

De acordo com o secretário da Copa, Maurício Guimarães, o primeiro carro já está no Porto de Santos, em São Paulo, e deve partir rumo a Cuiabá na próxima semana.

A expectativa é de que o veículo chegue ao pátio de manutenção, em Várzea Grande, até novembro, quando deverá passar pelos primeiros testes sobre os trilhos, que já estão sendo preparados para ser implantados no pátio de estacionamento e de manobras, perto do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande.

Outros 11 carros do VLT também são esperados pelo Estado, por já terem sido embarcados do Porto de Bilbao, na Espanha, em agosto deste ano, em direção ao Porto de Paranaguá, no Paraná, segundo a Secopa.

VLT

Cada carro do VLT é formado por sete módulos (vagões) e tem com capacidade para transportar até 400 passageiros.

Os veículos estão sendo construídos na Espanha e começaram a ser enviados para o Brasil em agosto deste ano.

Cada carro do VLT terá aproximadamente 44 metros de comprimento, com largura de 2,40 metros e altura aproximada de 3,60 metros.

Os veículos serão bidirecionais, com cabines de condução localizadas em ambas as extremidades, bem como funcionarão com velocidade contínua de 60 km/h, por até 20 horas por dia.

O modal irá circular por 22,2 km distribuídos em dois eixos, nas avenidas João Ponce de Arruda e FEB, em Várzea Grande, e nas avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), Fernando Corrêa da Costa, Tenente Coronel Duarte (Prainha) e XV de Novembro, em Cuiabá.

O VLT contará com três terminais de integração e 33 estações de embarque e desembarque, com distância média de 600 metros entre um ponto e outro.

O projeto

Orçado em R$ 1,477 bilhão, a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos na Grande Cuiabá – bem como a construção de 12 obras de arte – está sendo realizada pelo Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, formado pelas empresas Santa Bárbara, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda. e Astep Engenharia Ltda.

A obra consta na Matriz de Responsabilidades como a solução para a mobilidade urbana da Capital.

O projeto de implantação do VLT contempla a construção de 12 obras de arte, entre pontes, passagens, trincheiras e viadutos.

Fotos: Diogo Carvalho/Secopa
Por Lislaine dos Anjos
Informações: Midia News






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Prefeitura de Curitiba pede renovação do subsídio para o transporte coletivo

A Prefeitura de Curitiba enviou, nesta sexta-feira (18), ao governo do Paraná um pedido para a renovação do subsídio do transporte coletivo para a cidade e Região Metropolitana. O ato inicia mais um capítulo da novela em torno da tarifa e das questões envolvendo o sistema de transporte. Além da capital paranaense, moradores de outros 13 municípios pagam o mesmo valor da passagem para andar no sistema. Atualmente, a tarifa custa R$ 2,70.

De acordo com a prefeitura, a inflação é o principal motivo que levou o Executivo municipal a ter que renovar o convênio com o governo estadual. Atualmente, a prefeitura recebe R$ 5 milhões ao mês para serem investidos diretamente no sistema de transporte. Nas contas da prefeitura, levando em consideração o INPC de 5,9%, o governo estadual teria que aumentar o repasse para quase R$ 8 milhões ao mês.

O subsídio serve para compensar o valor da tarifa técnica da passagem, ou seja, aquela que é efetivamente paga às empresas. Enquanto os usuários arcam com R$ 2,70, as empresas de ônibus recebem, atualmente, R$ 2,99 por cada passageiro transportado.

Conforme o contrato em vigor, as empresas que operam os ônibus em Curitiba e nas cidades atendidas pela Rede Integrada de Transporte (RIT) têm direito a atualizar anualmente o valor da tarifa técnica. Nas contas da prefeitura, considerando as linhas metropolitanas e as que atendem somente a capital, a inflação elevaria a tarifa técnica para R$ 3,17.

Ainda segundo os cálculos, a prefeitura estima que com o aumento do subsídio proposto será possível pagar mais às empresas, respeitando o contrato, e manter a tarifa no atual valor de R$ 2,70.

O G1 entrou em contato com a assessoria do governador Beto Richa, que se limitou a dizer que o governo estadual só estará disposto a abrir as conversações sobre o subsídio em Curitiba a partir de janeiro de 2014.

Combustível mais barato
Em maio deste ano, o governo do estado anunciou que zeraria a cobrança do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o combustível usado nos ônibus em todas as grandes cidades do Paraná. A medida foi anunciada semanas antes dos protestos que pediam a redução das tarifas no estado.

Com a isenção do ICMS, várias cidades anunciaram reduções no preço das passagens. À época, os curitibanos pagavam R$ 2,85. Contudo, a redução no preço só veio depois dos protestos de junho, caindo para o atual valor.

Poderia ser R$ 2,25
Embora tenha existido a redução, técnicos do Tribunal de Contas do Estado (TCE) analisaram os contratos e as planilhas de custo do sistema de ônibus em Curitiba. No relatório que produziram, eles afirma que a passagem de ônibus deveria custar, no máximo, R$ 2,25 aos passageiros.

Na análise, os técnicos encontraram irregularidades como uma possível formação de cartel durante a licitação e também erros no sistema de bilhetagem eletrônica. À época, a prefeitura disse que aceitaria as recomendações do TCE para reduzir a tarifa, mas só se houvesse a certeza de que isso não geraria insegurança jurídica em relação aos contratos assinados com as empresas. A licitação que concedeu a empresas privadas a operação das linhas de ônibus aconteceu em 2010, durante a gestão do então prefeito Beto Richa, que agora é o governador.

Por Samuel Nunes
Do G1 PR
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Liminar concede o passe livre na falta de troco no transporte público de Criciúma

Apoiada na lei Municipal nº 2.996, de 11 de outubro de 1994, que desobriga o usuário do pagamento de tarifa na falta de troco nos serviços de transporte coletivo de Criciúma, a juíza Fernanda Pereira Nunes concedeu ao Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Criciúma e Região uma liminar para o acesso dos passageiros a qualquer linha do sistema de transporte municipal, caso a empresa de ônibus não conceda troco. Conforme reportagem do Jornal da Manhã desta sexta-feira, a discussão iniciou após a aprovação do reajuste do valor da passagem em R$ 2,95 em junho deste ano. 

Desde então, cresceu a reclamação dos passageiros que alegam não receber o troco de R$ 0,05, quando pago R$ 3 na catraca. “Fui procurado pelo sindicato porque os trabalhadores estavam se sentindo lesados pela ausência de troco. Entramos com uma ação civil pública contra as empresas, porque há uma lei municipal que garante ao usuário a passagem gratuita quando a empresa não fornece troco devido”, relatou o advogado Chalton Schneider. 

Por Douglas Saviato
Informações: Engeplus
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Cartão BOM substituirá bilhetes magnéticos Vale Transporte, Escolar e Integração no Corredor ABD

Os bilhetes magnéticos do tipo Vale Transporte, Escolar e Integração com ônibus Intermunicipais só serão aceitos nos ônibus do Corredor Metropolitano ABD até 31/10. A comercialização já estava suspensa desde janeiro de 2012 e os bilhetes vêm sendo gradualmente substituídos pelo Cartão BOM (Bilhete de Ônibus Metropolitano) para o pagamento de tarifa. Os bilhetes magnéticos do tipo unitário e de integração com o Metrô e a CPTM continuam a ser vendidos e aceitos normalmente.

Desde o final de agosto, os usuários são informados das mudanças por meio de cartazes afixados nos terminais metropolitanos e dentro dos ônibus que circulam no Corredor. Essa divulgação será intensificada nos próximos dias.
A utilização das modalidades Vale Transporte, Escolar e Integração de bilhetes magnéticos vem caindo ano a ano no Corredor ABD. Em setembro de 2011, passaram pelas catracas dos ônibus 3,1 milhões de bilhetes. Dois anos depois, o número caiu para 10.349 – o que representa 0,2% do total mensal de passageiros que embarcam atualmente no Corredor ABD.

O Cartão BOM pode ser utilizado nas 13 linhas operadas pela concessionária Metra no Corredor ABD (São Mateus – Jabaquara), nas 600 linhas metropolitanas da Região Metropolitana de São Paulo e, desde 2012, na integração com cerca de 130 estações da CPTM e do Metrô. Até o final de 2013, serão 153 as estações do sistema metroferroviário que aceitarão o cartão para o pagamento de tarifa, procedimento que traz ao usuário mais praticidade, comodidade e segurança.


Aquisição do BOM
Para  informações sobre postos para a obtenção do BOM, o interessado pode procurar as bilheterias dos Terminais do Corredor ABD, ligar para o Consórcio Metropolitano de Transporte – CMT no telefone 0800 - 771 18 00 ou por meio do site www.cartaobom.net. Informações adicionais também podem ser obtidas pelo telefone 0800 724 05 55 (Central de Atendimento ao Cliente da EMTU/SP). 

Assessoria de Imprensa - EMTU SP

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