Empresas privadas poderão administrar terminais de ônibus em São Paulo

domingo, 27 de janeiro de 2013

A Secretaria Municipal dos Transportes de São Paulo finaliza um projeto de lei que autoriza a concessão dos 32 terminais de ônibus da prefeitura à iniciativa privada. Os primeiros que devem ser licitados são os do Parque Dom Pedro e das Bandeiras, no centro, e do Grajaú e do Campo Limpo, na zona sul. Em contrapartida, os futuros concessionários vão ter de reformar e ampliar a infraestrutura e a segurança desses pontos.

A legislação para tentar remodelar os terminais paulistanos deve ser a PPP (Primeira Parceria Público-Privada) da gestão do Fernando Haddad (PT). A ideia trabalhada pelo secretário de Transportes, Jilmar Tatto, em conjunto com técnicos da Secretaria Municipal de Governo, é que os primeiros quatro terminais tenham características semelhantes às das Estações Tatuapé e Itaquera do Metrô, na zona leste, e Santa Cruz, na zona sul.

Anexos às paradas metroviárias, foram erguidos shoppings centers nas últimas décadas. Na Estação Tucuruvi, na zona norte, outro centro comercial também já está em fase de obras.

A SPTrans (São Paulo Transporte) diz deter 28 terminais atualmente --outra estrutura, a de São Mateus, na zona leste, é gerenciada em parceria com a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), do governo do Estado.

Novos terminais também devem ser beneficiados. Um deles poderá ser o de Pinheiros, na zona oeste, inaugurado em dezembro, mas que segue fechado para operações. Existem outros cujas obras nem sequer começaram, como o de Vila Sônia, na zona oeste, que está atrasado segundo o cronograma oficial. 

As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo"


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Nova etapa das obras da Linha 4 do Metrô do Rio é iniciada na Gávea

O Metrô iniciou nesta sexta-feira (25) mais uma etapa das obras da Linha 4 (Ipanema - Barra da Tijuca) na Zona Sul do Rio. Um canteiro de obras começou a ser instalado no campo de futebol da Pontifícia Universidade Católica (PUC),na Gávea, de onde serão escavados túneis do metrô. Já a Estação Gávea - que será em dois níveis e ficará sob um terreno do governo do estado onde funciona parte do estacionamento da PUC - começará a ser construída no segundo semestre de 2013, conforme informou a assessoria de imprensa da Linha 4 do Metrô.

A estação terá dois acessos: um em frente à PUC, na Rua Padre Leonel Franca, e outro na Rua Marquês de São Vicente. Durante todo o período de obra, os acessos à PUC e ao estacionamento da universidade serão preservados. Não haverá fechamento de ruas na Gávea.

Para viabilizar as intervenções dos túneis na Gávea, foi necessário desocupar terrenos do estado no final da Travessa Madre Jacinta, por onde irão circular caminhões com material da obra. No local, havia cinco casas e uma oficina mecânica. De acordo com a assessoria, as famílias foram indenizadas e realocadas.

A instalação do canteiro de obras no campo de futebol da PUC começou em janeiro e será concluída em abril, quando vão começar as escavações do túnel de serviço, que faz parte do sistema de ventilação e também funcionará como saída de emergência. Esse túnel será conectado aos túneis de via, por onde passarão os trens. As intervenções estão previstas para terminar em dezembro de 2015.

Linha 4 do Metrô vai transportar mais de 300 mil passageiros por dia a partir de 2016
A Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro - que ligará a Barra da Tijuca a Ipanema - vai transportar, a partir de 2016, mais de 300 mil pessoas, segundo as estimativas da empresa. A previsão é de que cerca de 2 mil veículos por hora/pico sejam retirados das ruas. Com a nova linha, o passageiro poderá utilizar todo o sistema metroviário da cidade com uma única tarifa.

Serão seis estações (Nossa Senhora da Paz, Jardim de Alah, Antero de Quental, Gávea, São Conrado e Jardim Oceânico) e aproximadamente 16 quilômetros de extensão. A Linha 4 do Metrô entra em operação no segundo semestre de 2016, após passar por uma fase de testes.

Com a nova linha, o passageiro poderá seguir, sem baldeação, do Jardim Oceânico, na Barra, à Estação Uruguai, na Tijuca. O trajeto Barra-Ipanema será feito em 15 minutos e o Barra-Tijuca em 50 minutos.



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No Recife, Linhas do Barro/Macaxeira voltam a ter mais viagens a partir desta segunda-feira

O Grande Recife informa que, a partir da próxima segunda-feira (28), as linhas 202 – Barro/Macaxeira (Várzea) e 207 – Barro/Macaxeira (BR 101) retornarão ao seu itinerário normal. 

As duas linhas estavam em programação de férias, operando com número de veículos reduzidos. A linha 202 - Barro/Macaxeira (Várzea) que estava realizando 211 viagens, com 14 veículos, retorna às 224 viagens, com 15 ônibus. 

A linha 207 - Barro/Macaxeira (BR 101) estava operando com 12 veículos e realizando 128 viagens. Nesta segunda-feira (28) ela retorna a sua operação normal com 13 ônibus, realizando 134 viagens. 

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Linha Turismo de Curitiba percorre diariamente 25 locais turísticos

Os ônibus double decker (de dois andares) da Linha Turismo, que diariamente percorrem 25 locais de interesse de Curitiba, transportaram 682.622 passageiros de janeiro a dezembro de 2012, de acordo com a Urbs – Urbanização de Curitiba S/A, empresa que gerencia o sistema de transporte coletivo. A Linha Turismo é mantida pelo Instituto Municipal de Turismo (IMT) e operada pela URBS.

Durante o período de férias, turistas, visitantes e demais usuários dispõem de dez ônibus, que saem defronte à Catedral, na Praça Tiradentes, a cada 30 minutos. Nesse período, o primeiro embarque é às 8h45, enquanto o último ônibus deixa o ponto inicial às 17h30. A passagem custa R$ 27, com direito a quatro reembarques no trajeto percorrido em aproximadamente duas horas e meia. Os ônibus double decker operam desde 15 de novembro de 2008.

Movimento 
O maior movimento na Linha Turismo é registrado nos meses de férias, quando os ônibus circulam ininterruptamente durante a semana, inclusive segunda-feira. Nos meses restantes, os coletivos permanecem nas garagens para manutenção nesse dia da semana.

Em 2012, o recorde de embarques foi em dezembro, quando 133.990 pessoas percorreram os principais pontos de atração da cidade. Ainda durante o ano, janeiro, julho e novembro também registraram grande movimento de usuários, respectivamente, 93.459, 66.329 e 61.550 passageiros.

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Terminais de ônibus de Maceió estão sujos e abandonados

Estrutura inadequada, lixo, insegurança, fossa estourada, postes com luzes queimadas e até falta de água. Estas são situações comuns encontradas nos terminais de transporte coletivo de Maceió. A reportagem do G1 percorreu alguns desses locais e ouviu passageiros, funcionários, motoristas e cobradores. 

Nem mesmo o terminal de integração no bairro do Benedito Bentes, que foi construído em um amplo espaço estruturado onde circulam milhares de pessoas, deixou de ser alvo de reclamações. É unânime. Motoristas, cobradores e passageiros denunciam que o local foi abandonado e necessita de reparos para assegurar mais conforto.

"Todo dia tem tumulto, a fila não é organizada. Além disso, à noite é esquisito porque muitas luzes estão queimadas. Isso faz com que os bandidos aproveitem e cometam roubos e furtos. Lá pelas 22h tudo isso aqui fica abandonado", reclamou o vendedor Josivan Alceu Correia, 39, que trabalha há 3 anos no local.

Uma funcionária que pediu para não ser identificada reclama do mau cheiro. "O banheiro só é limpo uma vez ao dia. No fim de semana isso aqui fica entregue às baratas. É um chiqueiro. Eu uso o banheiro ali da rua para não usar esse daqui que só tem um vaso", desabafa.
  
Motoristas e cobradores cobram um lugar adequado para o horário de descanso. "Não há refeitório nem local para o descanso. Com um bom ambiente de trabalho, nós proporcionaríamos um melhor atendimento a quem procura o transporte público", falou motorista Evandro Oliveira da Silva.

Espaços improvisados
No Conjunto José Tenório, na Serraria, um ponto de ônibus é considerado o terminal. A estrutura foi cercada por madeira, onde fica um funcionário. Ao lado da antiga parada de ônibus, foi colocado um banheiro químico. "Fica até feio para um bairro que está crescendo não ter um local adequado para abrigar os veículos e servir de apoio aos motoristas e cobradores. Não sei como conseguem trabalhar nessas condições", observou a moradora Ana Lúcia Costa.

Mas há lugares em que a situação é ainda pior. O terminal, que antes ficava em uma rua sem calçamento e estrutura, foi removido para um campo de futebol. O presidente da associação comunitária do conjunto, Addison Felipe dos Santos Dantas, informou que a mudança aconteceu porque, em 2011, o proprietário do terreno, que vinha sendo utilizado há mais de 17 anos, pediu o espaço de volta.

"O antigo local já não tinha estrutura porque era em uma rua esburacada, sem abrigo para os passageiros, mas esse campo é mais precário. Sem cobertura e iluminação, a população se vê amedrontada na hora de pegar um ônibus. No inverno a situação fica pior por causa da lama e dos buracos", expôs o líder comunitário.

Sem ter um espaço adequado para a parada dos coletivos, o novo terminal funciona apenas com um pequeno espaço para que um funcionário possa controlar a chegada e saída dos ônibus. Este é o caso do conjunto Village Campestre II.

Dantas disse que muitas pessoas procuram a associação para reclamar. Ele falou que já foram feitos muitos abaixo-assinados, além de reuniões com representantes da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), mas nada foi resolvido. "A antiga gestão da SMTT se comprometeu há mais de um ano em fazer uma obra para melhorar a estrutura, mas nunca tivemos uma resposta. Enquanto isso, a população, que já sofre com outros problemas no bairro, tem que conviver com essa situação", reclamou.

Outro terminal onde a falta estrutura fica evidente é o do bairro Santos Dumont, onde falta iluminação e não existe local adequado para o descanso dos cobradores e motoristas. "Aqui é o nosso canto, mas a estrutura que a prefeitura dá é essa. Como não temos alternativas, permanecemos nessas condições", disse um motorista que pediu para não ser identificado.

Ação civil pública
Na semana passada, o Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou ação civil pública da Justiça do Trabalho, com pedido de liminar, contra a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) e o município de Maceió por irregularidades nos terminais de ônibus da capital.

Segundo o MPT, em alguns terminais não existem instalações físicas, tampouco banheiros, ficando evidente o descumprimento da norma que regulamenta condições sanitárias e de conforto no ambiente de trabalho.

De acordo com o relatório da própria SMTT, foi constatado que não havia condições sanitárias em 25 terminais rodoviários, outros 25 não possuíam sequer estrutura física, e os motoristas e cobradores precisavam se deslocar a algum estabelecimento próximo para utilizar o banheiro.

A assessoria da SMTT explicou que todas as necessidades nos terminais de transporte coletivo estão sendo analisadas. Ainda segundo a assessoria, haverá uma reforma para adequar os locais, mas ainda não existe prazo para que as obras comecem.

Sobre a ação civil pública, a assessoria informou que uma reunião com representantes do MPT estava agendada para sexta-feira (25), mas foi remarcada para a próxima semana.

Por Carolina Sanches
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Governo de São Paulo anuncia criação de estação no Bom Retiro para reduzir lotação da Estação Luz

Com o objetivo de reduzir a superlotação na Estação da Luz, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) planeja criar um "hub" - ponto de conexão de ramais ferroviários - no centro de São Paulo. Será a futura Estação Bom Retiro, prevista para ocupar o terreno da Favela do Moinho. Pelo menos três linhas poderão atendê-la: a 7-Rubi (Luz-Francisco Morato), a 8-Diamante (Júlio Prestes-Itapevi) e a 10-Turquesa (Brás-Rio Grande da Serra).
Foto: Salete Silva
Segundo Mário Bandeira, presidente da empresa, que é controlada pelo governo do Estado, os projetos básico e executivo da obra já foram contratados. Ele diz que a expectativa é de que a construção comece "entre junho e julho" do ano que vem. Previsão inicial indicava que ela poderia terminar em 2015. "Será uma estação muito grande, que vai ter muitas interferências (no entorno). Ela será importante porque vai ajudar a distribuir os novos eixos daquela região."

Atualmente, a Estação da Luz é o único acesso central das Linhas 7 e 8, além de duas do Metrô - a 1-Azul e a 4-Amarela. Com isso, a superlotação é comum nos horários de maior movimento, levando desconforto para os usuários que precisam fazer baldeação de um sistema para o outro. Eles são obrigados a enfrentar filas longas e demoradas entre cada plataforma, especialmente no rush vespertino. Pela estação, passam, em média, 150 mil passageiros por dia útil.

A área onde ficará a estação está dentro do perímetro da Operação Urbana Lapa-Brás da Prefeitura, que poderá, no futuro, levar ao enterramento das linhas de trem e das estações da região. 

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo .
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Plano de Mobilidade Urbana vai alterar trânsito de São José do Rio Preto

Nesta semana, o prefeito Valdomiro Lopes apresentou o Plano de Mobilidade Urbana, que começa a ser implantado em São José do Rio Preto a partir deste ano. “Essa iniciativa representa a maior licitação em volume de obras e recursos da cidade”, destacou.

O projeto terá custo total previsto de R$ 330 milhões. “Desde que assumimos em 2009 começamos a projetar a cidade para os próximos 30 anos”, informou o prefeito, que esclarece que o projeto inclui obras para mais de cinco anos. “Se conseguirmos o recurso integral calculo que as intervenções fiquem prontas em 5 anos.”

As primeiras intervenções começam com obras de ajuste do terminal rodoviário, para que os ônibus urbanos tenham mais rapidez de fluxo ao passarem pelo terminal e otimizem o tempo entre as viagens. Obras de maior porte como o viaduto da Avenida Ernesto Vetorasso, que liga a região central à Região Norte, devem começar ainda este ano. Também será proibido estacionar nas avenidas Alberto Andaló e Bady Bassitt para criação de faixas exclusivas para os ônibus.

Lopes explicou que aguarda a deliberação do governo federal sobre a inclusão do projeto de Rio Preto no Plano de Mobilidade Urbana nacional e que o anúncio do volume de recursos a ser destinado ao município deve sair na próxima semana. “Eles nos informaram que sai dia 28 de janeiro, mas a data pode mudar”, esclarece.

O diretor da Logitrans, empresa que realiza a consultoria na elaboração do projeto de mobilidade, engenheiro Garrone Reck, apresentou os detalhes do projeto e anunciou que a mudança no sistema de transporte coletivo, iniciado em 2012, já gerou aumento de 10% no volume de passageiros.

As próximas alterações no sistema preveem a criação das faixas exclusivas para ônibus nas principais avenidas e ruas de acesso à região Norte. “Hoje temos, pela manhã, um fluxo de 3,6 mil passageiros descendo da região Norte para a cidade. Só temos mobilidade porque temos transporte público”, destacou o engenheiro.

Informações: Prefeitura de São José do Rio Preto


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Em São Luís, Usuários reclamam das condições dos terminais de integração

Passageiros do transporte coletivo de São Luís reclamam das péssimas condições em que se encontram os terminais de integração. Falta de segurança, lixo, desorganização e a longa espera pelos ônibus são os principais problemas encontrados pelos passageiros.

Pegar o ônibus no Terminal de Integração é o momento mais difícil do dia para muita gente. Demora, superlotação e até insegurança dentro dos terminais incomodam quem precisa do transporte público.

Em contato com a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes, a produção da reportagem não obteve retorno.

Informações: g1.globo.com/ma


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