Reajustes nas tarifas de ônibus e metrô de São Paulo podem ser no mesmo dia

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

A data do aumento da tarifa de ônibus na cidade de São Paulo poderá ser a mesma da do reajuste do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Isso, se a Prefeitura de São Paulo aceitar uma proposta divulgada nesta segunda-feira, 17, pelo secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes. Historicamente, as atualizações do custo das passagens do ônibus municipal e da rede metroferroviária acontecem em dias, e até meses, diferentes.

Para Fernandes, a unificação facilitaria a adaptação do sistema de cobrança, dividido entre os governos municipal e estadual. "Quando você muda uma tarifa, tem que mudar toda a composição do Bilhete Único, tem que mudar a composição das integrações. Aí, se uma semana depois vem o outro e aumenta, faz tudo isso de novo, a população fica mais penalizada", afirmou em um evento em Itaquera, na zona leste da capital.

O dirigente disse que vai aguardar a posse do prefeito eleito Fernando Haddad (PT) e de seu secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, para "ver como eles querem compatibilizar isso".

Questionado, o secretário estadual evitou falar em quanto pretende reajustar a passagem dos usuários do metrô e do trem, que hoje custam R$ 3, o mesmo preço do tíquete dos ônibus da São Paulo Transporte (SPTrans). "Eu não conversei com o governador ainda. Estamos sempre nos preparando para, quando o governador solicitar, termos todos os dados."

Contudo, o reajuste poderá ficar um pouco abaixo da inflação, como aconteceu em anos anteriores, de acordo com Fernandes. "O ano passado, inclusive, por questões de arredondamento, o valor da tarifa seria R$ 3,06. Nós resolvemos fixar em R$ 3. Então, trabalhamos também ajustados com a inflação."

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), pode ser o escolhido para o cálculo. No acumulado dos últimos 12 meses, o IPC está em 4,93%. Esse indexador avalia a variação de preços para o consumidor na capital paulista.

Os últimos aumentos de tarifa do Metrô e da CPTM aconteceram no mês de fevereiro, caso deste ano, quando a passagem subiu para R$ 3. Já o reajuste dos ônibus da SPTrans não acontece desde janeiro de 2011.

Jilmar Tatto, futuro secretário municipal dos Transportes, que assume em janeiro, foi procurado por telefone pela reportagem para se manifestar a respeito da proposta do governo do Estado, mas informou que não falaria sobre o assunto.

Informações: Estadão

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Tarifas de ônibus do Recife e Região Metropolitana devem ser reajustadas em janeiro

Começou a seção aumento de tarifa de ônibus pelo Brasil e aqui no Recife não é diferente, se tudo ocorrer como nos últimos anos, onde os reajustes foram feitos no mês de janeiro, teremos mais um aumento nas tarifas de ônibus na região metropolitana do Recife.

IPCA
Se formos levar em conta os últimos aumentos nas tarifas de ônibus na cidade do Recife, onde o Governo do Estado levou em conta o IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), os usuários da Região Metropolitana do Recife já podem preparar os bolsos para um novo reajuste onde o Anel A, que hoje é usado por cerca de 70% da população passaria a custar R$ 2,30, pois o IPCA estará na casa dos 6%.

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É certo afirmamos que hoje o Recife tem uma das tarifas de ônibus mais baratas do País, mesmo em cidades onde as tarifas são iguais ou próximas às praticadas na RMR, o valor consegue ser mantido porque suporta menores cargas tributárias, taxas e gratuidades, que no caso do Recife ultrapassam 50% do valor da tarifa. Várias cidades brasileiras, entre elas algumas com tarifas bem mais elevadas, têm ainda suas operações subsidiadas pelos governos municipais ou estaduais, o que não acontece na RMR.

Outros fatores levados em conta para a reivindicação das empresas de ônibus são o pagamento de pessoal, diesel, manutenção e compra de novos ônibus, entre outros.
Terminal Integrado de Joana Bezerra
Embora alguns avanços foram feitos no sistema e pelo incrível que pareça, mais por parte das empresas que renovaram e muito suas frotas com ônibus novos sendo incorporados no sistema, porém pelo lado do governo pouca coisa mudou e algumas até pioraram, onde usuários se espremem dentro dos ônibus por falta de viagens compatíveis em determinadas linhas causando superlotação, terminais sem estruturas, demora na construção de alguns, falta de segurança e organização, e o mais falado aqui no Blog desde de sua criação, falta de corredores e faixas exclusivas para os ônibus, ou seja, teremos um serviço provavelmente reajustado e o retorno não condiz com o valor pago nas catracas.

O fato é que veremos mais uma briga entre governo e empresas sobre esse novo reajuste que para muitos já é dado como certo, resta esperar de quanto será.

Se for feita pelo IPCA que está em 6%, teremos as seguintes tarifas:

Linhas Convencionais
Anel A: R$ 2,30
Anel B: R$ 3,50
Anel D: R$ 2,75
Anel G: R$ 1,50

Linhas Opcionais
042 – Aeroporto  R$ 2,80
072 – Candeias  R$ 4,25
160 – Gaibu/Barra de Jangada R$ 4,25
195 – Recife/Porto de Galinhas R$ 11,13

Tarifas especiais  
191 – Recife/Porto de Galinhas (Nossa Senhora do Ó)  R$ 7,60
194 – Cabo/Porto de Galinhas R$ 4,25
196 – Recife/Porto de Galinhas (IMIP) R$ 6,00 

Mais Informações nas próximas postagens
Fonte: Blog Meu Transporte

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Em Rio Preto, Câmara dobra subsídio para empresas de ônibus

A Câmara de Rio Preto aprovou ontem projeto  do prefeito Valdomiro Lopes (PSB) que permite que o município pague quase metade do valor da tarifa de transporte coletivo. O subsídio que atualmente é de 22,5% do valor da tarifa poderá chegar a 45%.

Atualmente as empresas Circular Santa Luzia e Expresso Itamarati, que formam o consórcio Riopretrans e exploram o serviço, recebem cerca R$ 12 milhões por ano. Pela lei aprovada ontem pelos vereadores, Valdomiro poderá pagar até R$ 24 milhões para as empresas de modo a manter a tarifa sem reajustes para os usuários do transporte coletivo.

Manter a tarifa “sem aumento para quem usa o ônibus” foi promessa de campanha de Valdomiro. Atualmente, a tarifa custa R$ 1,95 (para quem usa bilhete eletrônico) e R$ 2 para quem paga a passagem no veículo. As empresas devem pedir reajuste no ano que vem. 


O projeto de Valdomiro foi aprovado por 12 votos. Quatro vereadores votaram contra o aumento de repasse, entre eles dois vereadores da base aliada ao prefeito. Alessandra Trigo (PSB), que criticou o governo em razão de seu projeto que obriga a presença de cobradores em todos veículos ter sido vetado pelo prefeito, chegou a dizer que a prefeitura pretende se “tornar sócia” das empresas.

“O projeto é uma carta branca. Aumenta o subsídio e não se diz por que, como e quando”, criticou a tucana.

Jorge Menezes (DEM), Pedro Roberto (PSOL) e Marco Rillo (PT) também votaram contra o projeto de Valdomiro.

“O projeto não diz de onde vai sair o dinheiro que será entregue às empresas de transporte coletivo”, acrescentou Pedro Roberto. Ele disse que Valdomiro faz “politicagem” com o subsídio que reduziu o valor da tarifa quando foi implantado.

“O projeto é uma vergonha e uma corrupção”, chegou a dizer Marco Rillo (PT).

outros/ Vereadores também aprovaram ontem projetos que cria cargos na prefeitura e no Semae e a proposta que permite ao município utilizar R$ 2 milhões da Câmara para pagar salários de servidores da saúde.

A proposta que cria cargos no Semae, total de 241,  terá custo anual de R$ 6,3 milhões. Os cargos serão preenchidos por meio de concurso. Valdomiro apresentou a proposta depois de acordo com o Ministério Público do Trabalho para reduzir terceirizações no Semae.

Governo diz que projeto é ‘mal-entendido’ por vereadores que criticaram

A assessoria do prefeito Valdomiro Lopes (PSB) disse ontem que  projeto que aumenta o repasse para empresas de transporte coletivo foi “mal-entendido” pelos vereadores que criticaram a proposta.  A alegação foi feita pelo secretário de Comunicação, Deodoro Moreira. “Há um mal-entendido. O projeto prevê que o repasse do subsídio aumente, mas não vai chegar a 45% ao ano. Disseram na sessão que a prefeitura vai gastar R$ 20 milhões. Não tem valor ainda”, disse. O secretário afirmou que há previsão de as empresas de transporte coletivo pedirem reajuste da tarifa. Se a passagem subir, a prefeitura vai bancar o aumento para manter tarifa a R$ 2. Deodoro disse que o reajuste está previsto em contrato.

O secretário, no entanto, não informou quanto a mais a prefeitura deve gastar com subsídio no ano que vem.

Informações: Rede Bom Dia

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