Passagens de ônibus de Petrópolis sofrem reajuste nesta quarta-feira

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

As tarifas do transporte público de Petrópolis, Região Serrana do Rio, serão reajustadas a partir da meia-noite desta quarta-feira (5). O aumento na frota convencional chega a 12%, elevando a tarifa, que era de R$ 2,50, para R$ 2,80. Na frota executiva, o reajuste chega a 16%. Apesar do aumento, a taxa de reajuste está longe do que pleiteavam as empresas responsáveis pelo transporte público na cidade. Em uma planilha de custos enviada à prefeitura, as concessionárias pediam uma elevação de 32,8% nos preços das passagens.

Em nota oficial, o Setranspetro, Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários de Petrópolis, afirma que o aumento das tarifas deve acontecer como medida extrema, porém, neste momento, devido ao alto investimento na renovação das frotas, o reajuste era necessário.

" O Setranspetro esclarece que o reajuste da tarifa é necessário para tentar equilibrar todos os custos e investimentos realizados pelo sistema de transporte, nos últimos dois anos, data de quando ocorreu a última revisão da planilha tarifária. Apenas com a compra de novos ônibus zero quilômetro todas as empresas de ônibus de Petrópolis investiram aproximadamente de 64 milhões ", diz a nota oficial divulgada pela Setranspetro.

No entanto, a Prefeitura de Petrópolis, em publicação no Diário Oficial, rejeitou o aumento de 32,8% informando que o reajuste é socialmente injusto e não pode ser suportado pela população, além de repercutir negativamente em vários setores da vida econômica do município. Ao final, o governo concorda com a defasagem dos preços das tarifas e autorizou o reajuste em 12%.

Último reajuste de valores aconteceu em 2010
Os dois últimos reajustes nas tarifas do transporte público em Petrópolis aconteceram no mês de dezembro. Em 2008, o reajuste foi de 10%, elevando a passagem de R$ 2,00 para R$ 2,10.
Já o último aumento aconteceu em 2010, quando a passagem sofreu um reajuste de 13,6%, subindo de R$ 2,20 para R$ 2,50, valor que permaneceu até os dias atuais.

Em 11 anos, valor da tarifa quase triplicou
Em 2001, a tarifa do transporte público de Petrópolis podia ser pago com uma simples moeda de R$ 1. Hoje, 12 anos depois, a passagem já sofreu um reajuste de 180% e quase triplicou.

No entanto, o ritmo de aumentos diminuiu em relação a última decada, que era de reajustes de em média um em um ano.

Veja a evolução das tarifas nos últimos anos:
08/2001 - R$1,00
06/2002 - R$1,10
03/2003 - R$ 1,40
04/2004 - R$ 1,50
06/2005 - R$1,70
04/2006 - R$1,90
07/2007 - R$ 2,00
12/2008 - R$2,20
12/2010 - R$2,50
21/2012 - R$2,80

Informações: G1 Rio

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Mais de 800 mil carros entopem as ruas de Salvador

“Salvador não tem mais hora para engarrafar”. Não precisa ser dono de um veículo para já ter dito esta frase, pelo menos uma vez, nos últimos meses.

Com uma frota de mais de 815 mil veículos, contabilizando apenas os cadastrados pelo Departamento de Trânsito do estado, Salvador enfrenta uma das piores fases na área de mobilidade urbana, sem previsão exata de cura para este mal.

Responsável por motoristas cada vez mais estressados e pedestres insatisfeitos, a situação do trânsito na cidade parece só piorar a cada ano, a ponto de especialistas alertarem: "Estamos à beira do caos e cerca de 3 mil novos entram em circulação na cidade por mês".
Até a Copa do Mundo teremos mais de 50 mil novos veículos no trânsito da capital.

Nos últimos dez anos, o número de automóveis na cidade praticamente dobrou, passando de quase 460 mil, em 2002, para 815.104 até outubro deste ano.

Embora assuma que a redução do IPVA, imposto cobrado sobre a venda dos veículos tenha movimentado o comércio na área, a doutora em Engenharia de Transporte e professora da Universidade Federal da Bahia, Ilce Marília Dantas Pinto, aponta outros agravantes que colaboram para o caos na mobilidade da capital baiana.

“Não podemos esquecer que vivemos em uma cidade ondulada, com um sistema viário complexo, acidentado, pobre em ligações transversais, sem contar que é uma das cidades mais densas em população no Brasil”, explicou.

Para ela, o problema não se resume ao aumento da quantidade de veículos nas ruas, mas também na falta de infraestrutura que colabore com a redução da dependência em se deslocar com veículo particular.

“Na atual situação do transporte público de Salvador, sem linhas de ônibus que atendam da maneira adequada, sem poder contar com o metrô, não há como as pessoas deixarem os veículos em casa”, continuou.

Segundo a doutora em Engenharia de Transporte, os engarrafamentos ainda não são o principal problema causado pela falta de investimento em mobilidade urbana.
  
Mais de 100 mil motos
“Excluindo a morte por doenças, os acidentes de trânsito são a segunda maior causa de mortes no Brasil, ficando atrás apenas de homicídios, portanto é também um assunto de saúde pública”, ressaltou. Mesmo com o crescimento dos problemas de trânsito, até o mês de outubro, a quantidade de veículos em Salvador subiu 5,5%, segundo dados divulgados pelo Detran-Ba, pouco menos do que em relação ao ano anterior, quando mais 6.3% de novos automóveis passaram a rodar nas ruas da cidade
.
Outro ponto a ser levado em conta nos projetos de mobilidade urbana, segundo a especialista se refere ao preparo das vias para receber o grande número de motocicletas. Entre os principais veículos que se envolvem em acidentes, principalmente os fatais, os veículos de duas rodas ganharam o gosto dos soteropolitanos e também a fama de serem dos mais perigosos. Salvador possui mais de 101 mil motos cadastradas e a tendência crescimento também atinge o interior do estado.

Soluções
Tidos como alguns dos principais pontos críticos em relação a quantidade de acidentes e de engarrafamentos, a avenida Luiz Viana Filho (Paralela) e a avenida Octávio Mangabeira (Orla), se apresentam como únicas alternativas de ligação entre os dois pontos da cidade e o resultado da falta de opções se apresenta diariamente, nos horários de pico. Para o mestre de planejamento em transporte urbano Elmo Felzemburg, um dos grandes erros do sistema de mobilidade urbana de Salvador é a priorização de obras pontuais sem levar em considerações as necessidades da cidade como um todo.

“As malhas viárias funcionam em rede, então não se pode priorizar uma região e sim trabalhar um corredor inteiro. Não há como pensar em melhorias na área do Iguatemi sem pensar em mudanças na BR-324 e na Avenida Paralela, por exemplo. Precisamos de um projeto completo de mudanças na infraestrutura”, opinou. Segundo ele, não há como por fim aos longos engarrafamentos sem oferecer ao cidadão, alternativas de deslocamento, tanto de vias como de meios de transporte público.

Como prioridade, Elmo acredita que a implantação de um transporte rápido de massa, como o metrô, pode ser uma saída rápida para melhorar o fluxo nas ruas, apresentando aos motoristas uma alternativa econômica e eficiente de deixar o carro em casa.

No entanto, o especialista alerta que é necessário um pacote de ações que envolva criações de vias expressas, redução e modernização do sistema de controle dos semáforos, implantação de passarelas e criações de conexões diretas em corredores inteiros de trânsito para que haja de fato mobilidade urbana na cidade.

“Nós possuímos uma rede viária totalmente defasada, nunca tida como prioridade, mas se começarmos a pensar na cidade como um todo, efetuando um projeto que apresente alternativas de deslocamento para o pedestre, o ciclista, e que permita que o cidadão deixe o seu veículo em casa certamente o trânsito começará a fluir”, concluiu.

Informações: Tribuna da Bahia

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Com sinalização inteligente, 'ligeirões' do BRT Transoeste param em 7 dos 58 sinais

RIO - Mesmo equipado com um moderno sistema de sensores, os ônibus "ligeirões" do BRT Transoeste ainda param em alguns sinais vermelhos. Poucos, é verdade, mas param. Um teste realizado pelo GLOBO constatou que, dos 58 semáforos ao longo do trajeto Barra da Tijuca-Santa Cruz, o ônibus articulado parou em sete deles (12%). 

O mesmo percurso foi feito depois de carro, no mesmo horário, e mostrou que usar o BRT é mais vantajoso, mesmo com paradas em dez estações. De carro, foram 12 sinais vermelhos (20% do total). No cômputo final, o "ligeirão", inaugurado em junho, conseguiu ser tão rápido quanto o carro, completando a viagem em cerca de 50 minutos, mesmo com o embarque e desembarque de passageiros.

Informações: O Globo

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Funcionários da Carris decidem encerrar a greve em Porto Alegre

Funcionários da empresa de transporte público Carris decidiram encerrar a greve. O fim da paralisação, que havia começado na sexta-feira (30), foi decidido em assembleia no início da tarde desta segunda-feira (3). Segundo a diretoria da empresa, todos os ônibus passarão a sair da garagem com normalidade a partir da troca de turno, o que deve acontecer por volta das 16h30.

A direção da empresa e funcionários chegaram a um acordo sobre o pagamento do prêmio por participação nos resultados da empresa no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Porto Alegre. A Carris aceitou pagar R$ 700 na quarta-feira (5) e os R$ 300 restantes em 11 de janeiro de 2013 para os funcionários que atingirem as metas individuais.  A proposta rejeitada previa o pagamento da primeira parcela de R$ 500 na quarta-feira. A segunda parcela, proporcional, seria paga no dia 15 de janeiro de 2013.

Os funcionários da Carris afirmam que irão continuar reivindicando melhores condições de trabalho, como mais uniformes, melhores condições de de acomodações dos terminais, principalmente em relação aos banheiros, e manutenção da frota.

"Tem que melhorar a estrutura. A gente vê no dia a dia, no nosso instrumento de trabalho que é o carro, vários problemas", relata o cobrador Alexandre Casanova. "Tem ônibus que foi usado para tirar  peça para montar outro veículo, mas nós não temos culpa", acrescenta o motorista Nilson Rodrigues.

O presidente da Carris, Sergio Zimmermann, diz que a companhia trabalha para atender as reivindicações dos funcionários. "Sejam uniformes, terminais, enfim... Todas essa prerrogativa de necessidades deles, nós temos trabalhando com o intuito de alcançar a todas. Não conseguimos ainda, estamos trabalhando", declarou.

Na manhã desta segunda, os funcionários em greve garantiram a frota de 70% dos ônibus nas ruas. Esse era o mínimo ordenado pela Justiça para o funcionamento do serviço. Já segundo a assessoria de imprensa da Carris, havia 30% da frota em circulação por volta das 8h, chegando a 54% às 9h, aumentando gradualmente durante o dia. Pelo menos quatro linhas não funcionaram durante a manhã:  Bela Vista/ Anita, da Unibus, e Rio Branco, C1 e C3, da Carris, não circularam para suprir a demanda de outras linhas com maior circulação.

Informações: G1 RS

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Tarifa de ônibus de Manaus pode aumentar para R$ 3,25

A passagem do transporte público de Manaus deve aumentar ainda este ano e o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Manaus (Sinetram) estima que a tarifa seja fixada em até R$ 3,25. A Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) iniciou, nesta segunda-feira (3), os cálculos para divulgar o novo valor oficial. O atual preço da tarifa custa R$ 2,75.

Segundo o Sinetram, o contrato fechado entre a Prefeitura de Manaus e o Sinetram prevê o reajuste da passagem anualmente. Este ano, segundo o Sindicato, a conclusão do estudo deveria ter sido feita em outubro. “O contrato diz que no dia 12 de outubro deveríamos ter o valor correto já calculado. No entanto, nós solicitamos no dia 12 de novembro”, disse o diretor jurídico do sindicato, Fernando Borges.

A verificação dos custos para se estabelecer a nova tarifa inclui consumo de peças dos ônibus, faturamento das empresas de transporte coletivo, consumo de diesel, índice de passageiros por quilômetro realizado e a velocidade média percorrida. Os itens foram utilizados pelo Sinetram para se chegar ao valor próximo a R$ 3.

"Fizemos o nosso cálculo que é uma estimativa. Por isso, solicitamos que a prefeitura faça o dela", disse Borges.

Concorrência
A presença do transporte executivo e a categoria de mototaxistas, que ainda atua de forma ilegal em Manaus, interfere diretamente no aumento da passagem, segundo o órgão. "O sistema clandestino fatura R$ 800 mil por dia", afirmou o diretor jurídico.

O sistema de transporte público da capital é formado por 1.501 ônibus e fatura R$ 1,2 milhão por dia transportando 430 mil passageiros diariamente.

Informações: G1 Manaus

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Cidade de Bauru pode ganhar dois novos terminais

Pouco mais de três décadas depois de conseguir junto ao governo federal os recursos para a construção de sua rodoviária, Bauru recorre ao mesmo destino para ampliar a sua  oferta de infraestrutura  para o transporte de passageiros na cidade.

Projeto entregue ao Ministério das Cidades há pouco mais de um mês pela Emdurb (Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru) solicita, entre outras obras, a construção de  dois terminais.

As melhorias foram confirmadas ao BOM DIA nesta semana pelo presidente da Emdurb, Nico Mondelli, quando consultado sobre eventuais mudanças no transporte urbano por conta da inauguração do novo shopping.

PACOTÃO/ Até então, a Emdurb havia divulgado outras melhorias relacionadas ao projeto protocolado no Ministério das Cidades, em Brasília (DF), pelo próprio presidente, por ocasião de defesa técnica.

Destinada a concorrer aos recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) de Mobilidade, a pauta baueruense é composta de recapeamento da avenida Rodrigues Alves entre a Nações Unidas e a Pedro de Toledo, a instalação de semaforização em tempo real e os novos terminais. Tudo estimado em R$ 11 milhões.

“O curioso é que quando apresentamos esse projeto no ministério, até chegaram a nos pedir um outro maior, o que nos deixa otimistas em relação à sua aprovação”, diz Mondelli.

Modelo bauruense/Os novos terminais, no entanto, não terão a dimensão da rodoviária, utilizada principalmente para os trechos suburbanos, intermuniciais e interestaduais.


Tanto que Mondelli prefere classificá-los como “miniterminais”. “Vamos adaptá-los ao nosso sistema para que tenhamos o menos possível de desapropriações”, justifica.

Segundo antecipou o presidente, os novos terminais devem aproveitar o espaço de duas praças centrais da cidade: a Machado de Mello, em frente à antiga estação ferroviária e a da República do Líbano, na confluência com a Rodrigues Alves.

“Faltava esse mobiliário urbano para ajustar o nosso transporte coletivo”, analisa Mondelli. Ele informou que está previsto, ainda, um terceiro terminal anexo à rodoviária atual.

Pontos visam ampliar velocidade de serviço
Além de facilitar a vida de quem pretende chegar a qualquer ponto da cidade, os novos terminais terão a funcionalidade para que as viagens não demorem tanto. Segundo a Emdurb, a média de velocidade dos circulares em Baru hoje não passa dos 20 km/h.

1h30 - É o tempo da volta mais demorada entre as 70 de Bauru

Ao invés de fundo, hoje a opção é por financiar
Enquanto que na década de 1970 a prefeitura teve os recursos necessários para erguer a rodoviária a fundo perdido, desta vez deve ter que encarar um financiamento - apesar do endividamento público que faz do envio do dinheiro uma decisão mais política e menos técnica.

50 Milhões de cruzeiros custou a construção da rodoviária local

Projeto atende a  sugestão feita por  sindicalistas

Criação de pontos para aprimorar a integração de serviço já havia sido reivindicada por categoria

Formulado pela Emdurb (Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru), o projeto que agora cria terminais para o transporte coletivo urbano também passou pelo sindicato dos motoristas.

A garantia é do próprio presidente, José Rodrigues da Silva, que no período da greve da categoria, entre outubro e o mês passado, comentou também sobre a possibilidade de instalação de terminais para melhorar o fluxo do serviço em Bauru.

“Precisaríamos de pelo menos três terminais aqui em Bauru”, apontou Silva, pouco antes de citar os  pontos escolhidos pela própria Emdurb segundo o projeto enviado para Brasília (DF).

Segundo o dirigente, a cidade não precisaria de outros terminais distribuídos em  áreas  periféricas da cidade. “A ordem natural é que as pessoas busquem o Centro mesmo e sigam o percurso para os bairros. Sempre foi assim”.

Apoio aos motoristas/ A expectativa do sindicato é que os novos terminais possam também agregar conforto não apenas para os passageiros, mas também aos motoristas.

É antiga a reclamação da categoria da falta de ambientes próprios para que esses profissionais possam fazer uso durante o serviço - seja para beber água ou mesmo ir ao banheiro.

“Tudo que foi feito para melhorar o trabalho da gente vai ser muito bem-vindo”, comentou o motorista da Grande Bauru, Anderson Dionísio. “Lugar para dormir também não precisa. Isso eu faço em casa”, emendou.

A preocupação de Dionísio é que, por conta dos novos terminais, a Emdurb tenha que fazer algum ajuste no fluxo da frota. “O que não podem fazer é ´mexer no nosso horário!”.

O aviso soa como um alerta para a empresa municipal. Foi por conta da jornada anterior de trabalho (que ultrapassava até 12 horas de serviço, em muitos casos) que os motoristas deflagraram greve. A atual é de 6h20, mais uma de hora extra remunerada.

Plano de remodelação ainda aguarda escolha de empresa

A instalação de novos terminais ocorre em meio ao processo de licitação para a contratação de  uma prestadora de serviços de engenharia de transporte para a elaboração do Plano de Transporte Coletivo de Bauru.

Iniciado no dia 13 de novembro, os trabalhos caminhavam até ontem na fase de análise e classificação da documentação entregue pelas duas empresas habiliatadas - Oficina Engenheiros Consultores Associados Ltda, da Capital e Logitrans Logística Engenharia da Transportes Ltda, de Curitiba (PR).

Segundo o contrato, a escolhida terá nove meses para estudar a malha viária do transporte coletivo urbano, apontar deficiências e propor soluções. O serviço está orçado em R$ 957,4 mil e deve ser iniciado em fevereiro.

Informações: Rede Bom Dia

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