No Recife, Todos os pontos de ônibus da Caxangá serão desativados para construção de estações modernas

sexta-feira, 21 de setembro de 2012


A partir deste sábado (22), as paradas do canteiro central da avenida Caxangá serão desativadas. Todos os pontos de embarque e desembarque serão relocados para as calçadas, tanto no sentido cidade/subúrbio como no sentido subúrbio/cidade. A alteração, segundo o Grande Recife Consórcio de Transporte, é necessária para a construção das estações do Corredor Exclusivo de Ônibus Leste Oeste. 

Os usuários serão informados da mudança por meio de cartazes fixados nas paradas provisórias e nas linhas que serão afetadas. Divulgadores estarão espalhados por toda a avenida Caxangá distribuindo panfletos informando sobre a mudança. Todas as informações sobre o itinerário das linhas e as paradas provisórias também estão disponíveis na Central de Atendimento ao Cliente do Grande Recife pelo número 0800.081.0158 ou no site www.granderecife.pe.gov.br.

Confira a lista das paradas provisórias instaladas na Avenida Caxangá:


Informações: Folha PE

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Linha Sul do metrô de Fortaleza deve ficar pronta em dezembro

A Linha Sul do Metrô de Fortaleza (Metrofor) não ficará pronta no próximo dia 15 de outubro, como havia prometido o governador Cid Gomes, no dia da inauguração do primeiro trecho, em junho último. Até esta data, só devem estar prontas as subestações de Couto Fernandes, Porangabussu e Benfica. Já as estações da Linha Sul no Centro só devem ser entregues no fim de dezembro, segundo o presidente do Metrofor, Rômulo Fortes.

A linha tem 24 quilômetros de extensão e compreende o trecho que vai do município de Pacatuba ao Centro de Fortaleza. Até agora, 15,3 quilômetros estão em operação, em fase de testes. Inaugurado no último dia 15 de junho, esse trecho começa na estação Carlito Benevides, em Pacatuba, e vai até a Parangaba.

Os outros 8,7 quilômetros da Linha Sul foram prometidos para o dia 15 de outubro pelo governador. Mas, segundo o presidente do Metrofor, “não há condições técnicas” para tanto. As seis estações que ligam Parangaba ao Centro serão liberadas por partes.

As subestações de Couto Fernandes, Porangabussu e Benfica devem ser entregues ainda este mês. “É impossível cravar uma data certa. Essa é uma previsão baseada nas condições técnicas que temos”, pondera. Ao fim do mês de outubro, é a vez de a subestação São Benedito ser entregue.

As duas estações restantes até o fim da linha - José de Alencar (antiga Lagoinha) e Chico da Silva (Central) - só ficarão prontas em dezembro. “Até o fim de dezembro, a previsão é de que o trecho até a estação Chico da Silva, no Centro, esteja pronto”, diz Rômulo Fortes.

Avaliação

Desde que foi inaugurado, o primeiro trecho da Linha Sul, de Pacatuba à Parangaba, já recebeu 200 mil passageiros. É o que informa o Metrofor. “A fase de testes de metrô dura seis meses e, dependendo da avaliação, é possível prorrogar”, afirma Rômulo Fortes. O que significa que, pelo menos até dezembro, o acesso ao metrô continua gratuito.

Apesar de liberado, o operador de empilhadeira Cleudimar Pereira, 37, ainda não se “arriscou” a andar de metrô. “Esperar acabar esses testes aí. Quando ele ficar pronto até o Centro, eu vou”, garantiu.

O presidente do Metrofor avalia que, nesses três meses de testes, os três trens de unidade elétrica (TUEs) que percorrem o primeiro trecho da Linha Sul não têm sofrido depredações. Eles fazem 26 viagens por dia, no horário das 8h às 12 horas.

Fortes considera que o trecho passará por ajustes de rede aérea. “Vamos parametrizar melhor as estações. É para ter mais qualidade de energia e operar com tração máxima”, afirma. Os TUEs hoje não passam de 60km/h. Outro ajuste que os testes indicaram é de acessibilidade. A distância entre o trem e a plataforma será reduzida em três subestações.

ENTENDA A NOTÍCIA

As obras do Metrofor iniciaram em 1999 e enfrentaram, por uma década, problemas graves de corte de verbas por parte do Governo Federal e resistência dos bancos a financiamento. Obras foram retomadas, definitivamente, em 2009.

Serviço
Metrô de Fortaleza (Metrofor)
Site: www.metrofor.ce.gov.br

Saiba mais 

O Metrofor ainda não tem informações sobre a integração tarifária entre a estação da Parangaba e o terminal de ônibus do bairro.

A operação comercial está prevista para o primeiro trimestre de 2013, mas ainda não há previsão sobre o valor da passagem. “Estamos em fase de modelagem da integração entre os modais”, informa o presidente do Metrofor, Rômulo Fortes.

A segunda etapa do Metrofor é a Linha Leste, que já está em obras. A linha terá 12,4 quilômetros e, nela, serão investidos 
R$ 3,3 bilhões. 

A Linha Leste partirá do Centro, passando pelo Papicu, até o bairro Água Fria. Deve ser finalizada em 2015.

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São Paulo ganhará abrigos de ônibus hi-tech com design futurista

A partir do ano que vem, São Paulo terá 6,5 mil abrigos e 14 mil totens de ônibus com design futurista, informações sobre o tempo de espera dos ônibus e iluminação. O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso exclusivo aos protótipos instalados no Pavilhão de Exposições do Anhembi e verificou que um deles oferece até um painel touchscreen. O custo estimado de instalação é de R$ 550 milhões. A SP Obras está tocando a licitação.

A troca dos abrigos e totens faz parte da segunda fase da Cidade Limpa - que também inclui publicidade em relógios. O consórcio que vencer a licitação deverá instalar os pontos e fazer a manutenção. Em troca, poderá explorar a publicidade nas paradas de ônibus.

Em comum, todos os novos pontos apostam em transparências e espaços para anúncios luminosos. Além da informação sobre o tempo de espera dos ônibus e os bancos, é obrigatório que haja total acessibilidade, com piso tátil e informações em braile. Parece filme de ficção científica se comparado aos 14 modelos existentes atualmente na cidade, alguns com mais de 20 anos, de concreto, da época da já extinta Companhia Municipal de Transportes Coletivos (CMTC).

Nesta quinta-feira, acontecerá mais uma etapa da licitação, com a exposição dos modelos à comissão de licitação e ao grupo técnico. Os consórcios que disputam o monopólio de 25 anos da publicidade nos abrigos são o Pra SP, formado pelas empresas Odebrecht, Kalítera e Rádio e Televisão Bandeirantes (MG), e o Os Abrigos de São Paulo, do grupo francês JCDecaux. 

O consórcio Pra SP tem modelos desenhados pelo arquiteto Guto Índio da Costa. São cinco modelos, todos hi-tech, com espaço para anúncio digital. Um deles tem até um grande painel com o qual os passageiros poderão interagir. Além disso, há uma versão sem banco, para calçadas mais estreitas. O grupo Os Abrigos de São Paulo apresentou dois modelos. Um deles do arquiteto Ruy Ohtake e o outro de Carlos Bratke. Ambos apostam em formas leves e arredondadas, também com painel eletrônico.

Lucro
De acordo com o prefeito Gilberto Kassab (PSD), a cidade não gastará nada e ainda vai lucrar em impostos com o modelo. "Com aquela publicidade visual, a cidade arrecadava 6 milhões por ano (equivalente a R$ 15 milhões). Agora, vamos arrecadar em torno de 100 milhões por ano (equivalente a R$ 264 milhões)."

A São Paulo Transportes (SPTrans) deve escolher onde serão colocados os abrigos e totens. A medida visa evitar que a empresa vencedora da licitação queira apenas colocar abrigos nos locais onde os anúncios tenham maior valor de mercado. 

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.


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Gastos com transporte urbano comprometem 15% da renda familiar


Moradores das nove maiores regiões metropolitanas brasileiras comprometem cerca de 15% da renda com transporte urbano. O gasto é, em média, cinco vezes maior em transporte privado do que em transporte público. A conclusão é de estudo divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O documento traçou o perfil do gasto de famílias residentes em São Paulo (SP), no Rio de Janeiro (RJ), em Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), no Recife (PE), em Fortaleza (CE), Salvador (BA) e em Belém (PA). Os dados utilizados no estudo têm como base as duas últimas edições da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), de 2003 e de 2009, e refletem o custo com deslocamentos diários urbanos ou metropolitanos.

De acordo com o técnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea, Carlos Henrique de Carvalho, o gasto com transporte privado em cidades do interior do País chega a ser nove vezes maior, indicando grande dependência do transporte público entre famílias de menor renda. Ele lembrou que, a partir de 2003, o Brasil registrou melhorias em praticamente todas as faixas de renda. "Mas grande parte desse aumento de renda é canalizada para o transporte privado, principalmente para a compra de automóveis e motocicletas, o que aumenta a degradação das condições de trânsito nos deslocamento cotidianos", disse.

Para Carvalho, o governo brasileiro precisa adotar políticas de mobilidade urbana baseadas no modelo europeu, que não cria restrições para a compra de veículos, mas estimula o uso racional de automóveis e motocicletas. A ideia é ampliar, por exemplo, as tarifas de cobrança em estacionamentos e pedágios urbanos e melhorar a qualidade do transporte público. "Assim, a pessoa pode deixar o carro na garagem ou em uma estação de metrô mais próxima", explicou.

O técnico ressaltou que a atual política brasileira está voltada para o estímulo à compra e ao uso o transporte individual por meio de medidas como o barateamento da gasolina e do preço dos veículos em relação à inflação. "Ao mesmo tempo, as tarifas de ônibus aumentaram acima da inflação. Por isso, as condições de mobilidade vão piorando, porque as pessoas tendem a usar cada vez mais o transporte individual", concluiu.

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São Paulo reforça frota de ônibus no Dia Mundial sem Carro


Em comemoração ao Dia Mundial Sem Carro, comemorado no sábado, a SPTrans pretende reforçar a frota das linhas que atendem a capital com mais 110 ônibus. O número representa aumento de 1% em comparação à quantidade de coletivos em circulação aos sábados.

Conforme informações da companhia, a frota total de ônibus na capital é composta por 15 mil coletivos, número de veículos que vai para as ruas apenas durante os horários de pico. Aos finais de semana e feriados, a quantidade de coletivos em circulação diminui, podendo chegar em 70% desse total aos sábados - 10.500 ônibus - e em 50% aos domingos e feriados - 7.500 ônibus.

Neste sábado, além da adição de 110 coletivos nas ruas, 53 linhas devem operar com a frota total equivalente ao horário de pico e outras sete contarão com a quantidade de ônibus utilizada nos dias úteis. No total, segundo a SPTrans, o paulista contará com 19.800 lugares disponíveis nos ônibus.

A medida tem como objetivo incentivar as pessoas a escolher o transporte público para se locomover pela cidade. Todas as linhas reforçadas tem como destino a região central ou polos de interesse da capital paulista.

Informações: Agência Estado

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