Curitiba: Cartão por tempo permite embarques nos dois sentidos com tarifa única

sábado, 7 de julho de 2012

Os 37 mil passageiros que diariamente utilizam o Ligeirão Pinheirinho-Carlos Gomes, na Linha Verde agora contam com mais uma comodidade: a possibilidade de desembarcar em uma estação e embarcar na estação em frente sem pagar nova passagem.

É a chamada integração temporal matricial (feita com tempo e local pré-definidos) permitindo que o usuário que está seguindo para o centro, por exemplo, possa parar em qualquer uma das cinco estações e retornar ao bairro sem pagar outra tarifa.

Para isso o passageiro só precisa validar o seu cartão transporte no momento em que desembarca do ônibus embarcando na outra estação no prazo de cinco minutos. O cartão transporte é o mesmo utilizado normalmente, sem qualquer alteração.

O tempo total do momento de entrada em terminal, estação tubo ou ônibus, até a integração com o cartão é de duas horas. Ou seja, usuários de qualquer linha que passe no Terminal Pinheirinho também serão beneficiados com a novidade.

A experiência começou há dois anos com integração por cartão transporte da linha Vila Velha/Buriti na estação Santa Quitéria. Desde então, passageiros desembarcam no ponto na rua e podem entrar na estação sem pagar tarifa. Uma vez na estação, ele estará na Rede Integrada podendo fazer diferentes trajetos utilizando quantos ônibus necessitar sem pagar nova passagem. Nesta estação passam os ligeirinhos Inter 2 e Fazendinha/ Tamandaré.

Pouco tempo depois a Urbs iniciou a experiência na Linha Verde para permitir que o passageiro possa mudar o sentido do trajeto e a partir dali fazer novas integrações através do Terminal Pinheirinho. A primeira estação beneficiada foi a São Pedro, onde a integração temporal atende, por dia, em torno de três mil passageiros. Agora, este mesmo sistema já funciona nas estações Xaxim, Santa Bernadethe, Fanny e Marechal Floriano .

Nos primeiros meses de implantação, a integração temporal nestas duas estações era utilizada por cerca de 600 passageiros por mês, número que chega atualmente a 16 mil usuários, cerca de 13 mil deles na Estação Santa Quitéria.

A integração temporal dá acesso à Rede Integrada de Transporte a regiões em que, em função da necessidade de infra-estrutura, não foi possível viabilizar a integração através de terminais fechados. A idéia é ampliar a integração que no restante da rede continuará a ser feita em terminais de transporte, mantendo a característica do sistema curitibano de indução dos locais de troca de ônibus.

A Rede Integrada de Transporte atende 92% dos passageiros do transporte coletivo da cidade e 74% da demanda por transporte coletivo na Região Metropolitana de Curitiba, num total de 2,3 milhões de passageiros transportados por dia. A Rede é formada por 30 terminais de transporte, 1.915 ônibus e 364 estações tubo. Por dia são feitas 21 mil viagens, percorrendo 490 mil quilômetros.

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Porto Velho pode ficar sem transporte coletivo na próxima terça-feira

Motoristas e cobradores de ônibus coletivos de Porto Velho, coordenados pelo SITETUPERON (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Urbano), realizaram um protesto no fim da manhã desta última sexta-feira (6) em uma manifestação que cobra uma série de pautas reivindicadas pela categoria.

Vários coletivos que trafegam pela avenida Sete de Setembro, principal via do Centro da capital rondoniense, estacionaram um atrás do outro, em pleno horário de pico de tráfego no local. Durante aproximadamente meia hora, o trânsito na Sete de Setembro, ficou mais caótico que costumeiramente.
Os usuários dos coletivos tiveram de aguardar o final da manifestação para conseguirem se locomover, fato que deixou o senhor Marcio Nobre Cavalcante, usuário do serviço de transporte coletivo, revoltado.
“Eu entendo a necessidade dos trabalhadores em terem seu aumento de salário, porém as manifestações sempre afetam diretamente a comunidade que precisa desse serviço”, exclamou Marcio Nobre.
Para o vice-presidente do SITETUPERON, Edilson, esse protesto foi apenas um aviso de que caso o sindicato patronal não atenda as reivindicações dos trabalhadores, os ônibus coletivos de Porto Velho irão parar de rodar nessa próxima semana.
Entre as exigências contidas na pauta de reivindicações está reajuste salarial de 4,73% de acordo com a inflação e mais 13% de reajuste ocorrido por perdas de soldo nos últimos anos, além de aumento no Vale-Refeição e outros benefícios.
Tudo indica que caso motoristas e cobradores realizem a greve, cem por cento da frota de ônibus coletivos na capital fique dentro da garagem.
“Estamos lutando por melhorias, o sindicato entende que uma possível greve irá causar transtorno a toda a comunidade, porém essa é a única forma de lutarmos pelo o que é nosso por direito e merecimento”, disse o vice-presidente Edilson.
Já o sindicato patronal ofereceu em uma das contrapropostas pagar o reajuste da inflação que á de 4,73% no rendimento dos trabalhos.
Uma reunião entre representante dos trabalhadores e do sindicato patronal foi marcada para às 16h00 desta próxima segunda-feira (9) na Procuradoria do Trabalho em Porto Velho. Tudo depende do que for decidido nessa reunião.
Caso contrário ás 6h00 desta próxima terça-feira (10) toda a frota coletiva de ônibus em Porto Velho irá permanecer dentro das garagens deixando uma cidade de aproximadamente um milhão de habitantes sem serviço de transporte público urbano.
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População desconhece funcionamento de exaustores nos ônibus de Manaus

Possível solução para amenizar o calor nos ônibus de Manaus, os exaustores instalados no teto dos novos veículos são alvo de reclamação da população, pois raramente o aparelho está ligado. Aparentemente danificados ou sem energia, os ventiladores podem estar apenas desligados e os usuários podem solicitar o funcionamento aos motoristas.

A informação é da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), que comunicou, por meio de assessoria, não poder cobrar das empresas de ônibus o funcionamento permanente dos exaustores. Ainda segundo a SMTU, todas as empresas informaram que mantêm o aparelho ligado, com exceção da empresa Açaí, que admitiu ligar apenas dois.

Os exaustores não consomem o combustível do veículo e, segundo as empresas, alguns ônibus recebem o ventilador já com erro de fábrica, o que explica as reclamações. Desinformados, os usuários apenas constatam que nunca ou quase nunca encontram os ventiladores ligados.

É o caso do apontador Leonardo Sérgio, 32, que é enfático quando perguntado sobre os aparelhos. “Não funcionam. Nunca peguei um coletivo que funcionasse”, disse Sérgio, que utiliza linhas de transporte da zona leste de Manaus.

Usuária da linha 219, que liga o centro a zona oeste da cidade, a contabilista Meire Coelho, 48, diz o contrário. “No que eu pego funciona, mas é um ventilador muito pequeno para o calor que faz. Nas outras linhas, sei que tem vários que não funcionam”, admite.
Fonte: d24am.com


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