Em Sorocaba, Bicicletas públicas já estão disponíveis

sábado, 19 de maio de 2012

O sorocabano agora tem mais uma opção de transporte. Se não quiser enfrentar o trânsito em um carro ou no transporte coletivo, pode andar pela cidade em cima de uma bicicleta. O IntegraBike, programa que disponibiliza bicicletas grátis à população por uma hora por vez foi inaugurado na manhã desta sexta-feira (18) no Centro de Sorocaba.

Como funciona
São 15 estações espalhadas pela cidade onde terão as bicicletas disponíveis. No total são 120, 8 em cada estação. O trajeto pode ser feito em toda a cidade, desde que não passe o limite de uma hora. O serviçõ está disponível das 6h às 22h. A devolução pode ser feita em qualquer horário e em qualquer ponto onde tem estação. Porém, caso haja atraso de até duas horas, o usuário terá de pagar R$ 5 de multa. Caso queira usar novamente, é só estacionar a bicicleta na estação, deixar por 15 minutos e depois retirá-la novamente, caso não tenha outra pessoa interessada.

Como cadastrar
Para se cadastrar para ter acesso ao IntegraBike, é necessário ter mais de 18 anos, cadastrar o cartão do transporte coletivo nas Casas do Cidadão ou na Central de Atendimento do Terminal São Paulo. Quem já tem o cartão do transporte coletivo (Vale Transporte, Cidadão, Estudante, Sênior e outros).  não precisa fazê-lo novamente.

Documentos necessários para se cadastrar
Cartão válido do sistema de transporte coletivo e documento com foto (RG, carteira profissional, carteira de trabalho, CNH).

Veja onde terá estação
Estação BaraúnaPraça Frei Baraúna
Estação Coronel Fernando PrestesPraça Coronel Fernando Prestes
Estação Carlos de CamposPraça Carlos de Campos
Estação 9 de JulhoPraça Nove de Julho
Estação Barão do Rio BrancoRua Barão do Rio Branco, esquina com a XV de Novembro
Estação Praça do CanhãoPraça Arthur Fajardo
Estação Ponte da Rua XVRua Leopoldo Mahcado, esquina com a rua XV de Novembro
Estação Largo do RosárioPraça do Rosário
Estação Álvaro SoaresRua Barão do Rio Branco, esquina com a rua Dr. Álvaros Soares
Estação Praça do RelógioPraça do Relógio
Estação Praça da BandeiraPraça da Bandeira
Estação Praça Adolpho HanickePraça Adolpho Hanickel
Avenida IpanemaCasa do Cidadão/Área de Transferência da avenida Ipanema
Avenida ItavuvuCasa do Cidadão/Área de Transferência da avenida Itavuvu
Vila AngélicaAvenida Angélica, cruzamento com a avenida Ipanema

Fonte: Rede Bom Dia


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Lei proíbe som nos ônibus do transporte coletivo de Salvador

Estão proibidos a partir desta quinta-feira (17) os 'DJs de Buzu'. A lei sancionada pelo prefeito João Henrique nesta quinta-feira (17) proíbe a execução de som nos ônibus do transporte coletivo de Salvador.

O projeto de autoria dos vereadores Andrea Mendonça (PV) e Isnard Araújo (PR) foi aprovado, por unanimidade, pela Câmara de Vereadores no dia 28 de março deste ano.
O Projeto de Lei não proibe a utilização de equipamentos de som com fone de ouvido e nem a reprodução de música em baixo volume nos autofalantes dos veículos. Segundo a vereadora Andrea Mendonça, inicialmente, quem não obedecer a Lei não vai ser multado. "A fiscalização é por parte da população, caso não haja um acordo verbal pode-se acionar uma autoridade policial. Por enquanto, não há previsão de multa", explica.

Agora fica uma pegunta: como a Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (Sucom) vai fazer para cumprir a Lei Municipal de Combate à Poluição Sonora dentro dos ônibus de Salvador?

Fonte: Correio 24 Horas

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Metrô de São Paulo apresenta um problema a cada cinco dias

Horário de pico, vagões lotados de passageiros, e o trem para de repente. A cena já virou rotina para quem utiliza diariamente a rede de transportes do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), cuja média de falhas "notáveis" - que afetam os usuários de alguma forma - é de ao menos uma por semana. Entre o início do ano e o último dia 16 deste mês, foram registradas 21 ocorrências no Metrô - sendo uma delas a colisão entre duas conduções da linha 3-Vermelha, que deixou dezenas de feridos -, e 16 problemas na CPTM.

De acordo com a Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM), o Metrô transporta diariamente cerca de 4,5 milhões de pessoas e apresenta, em média, uma falha a cada 21,5 mil viagens, o que representa um problema a cada cinco dias - são realizadas cerca de 4,5 mil viagens diárias. Já a CPTM atende a 2,7 milhões de passageiros por dia e registra uma ocorrência a cada 18 mil viagens, uma por semana, em média.

Cada empresa tem uma metodologia para classificar essas falhas notáveis, mas os problemas podem ser desde uma falha elétrica, uma interrupção na circulação de trens por mais alguns minutos ou até fatores externos, como o alagamento dos trilhos por conta de uma enchente ou um "apagão", por exemplo.
Pesquisadores ouvidos dizem que o índice está dentro da média mundial e atende aos parâmetros internacionais, mas apontam uma razão para essa sensação de piora relatada por muitos usuários: o aumento estrondoso no número de passageiros - a rede atraiu 2,3 milhões de novos adeptos desde 2008.

"Obviamente, a percepção é maior hoje que há 10 anos, porque tem muito mais gente usufruindo do sistema, portanto, as falhas causam impacto sobre um número maior de pessoas, que hoje documentam os fatos com mais rapidez (por conta dos smarphones)", avalia o presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos, Ailton Brasiliense.

Na CPTM, o cenário costuma chamar ainda mais a atenção, pois é comum que os passageiros desçam dos vagões e comecem a caminhar sobre os trilhos, o que costuma agravar o problema, já que toda a rede é paralisada quando há pessoas do lado de fora dos vagões. Entretanto, segundo dados da STM, o número de ocorrências registradas entre janeiro e a segunda quinzena de maio deste ano foi 45% menor que o mesmo período de 2011, quando ocorreram 29 problemas (no ano anterior, foram 28 falhas no período). Comparando os balanços anuais, a mudança também não foi grande: foram 42 falhas registradas no sistema de trens em 2011, e 49 no ano anterior.

Já no Metrô, entre janeiro e a segunda quinzena de maio de 2011 e 2012, o número de problemas foi praticamente o mesmo, respectivamente, 20 e 21. Entretanto, se comparado ao mesmo período de 2010, houve um aumento notável: naquele ano, foram apenas oito falhas registradas no período, e 30 ao longo de 12 meses.

Para os especialistas, a melhora na tecnologia adotada pelo governo, que promete investir R$ 45 bilhões em obras de expansão e melhoria na rede, deve causar efeitos (em longo prazo) sobre a diminuição no número das falhas, mas a rede jamais ficará livre de problemas. E a tendência, avaliam, é que as panes sejam cada vez mais notados pela população, já que a previsão oficial é que o número de passageiros atendidos diariamente na rede de transporte sobre trilhos (trens e metrô) salte de 7,2 milhões para 9,1 milhões até 2014.

Fonte: Terra Notícias

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