Grande Recife cria atendimento para comunidade em Camaragibe

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A partir da próxima segunda-feira (16/01), a população de Alto Santo Antônio será favorecida pelo atendimento de ônibus da linha 476-Santa Monica (Integração), que agora contará com um veículo que sairá do Terminal Integrado de Camaragibe em direção a comunidade nos dias úteis. O veículo, que estará identificado com o nome Santo Antônio (Integração), realizará um total de 22 viagens diárias. O benefício é fruto de um estudo de viabilidade realizado pelo Grande Recife Consórcio de Transporte, atendendo a solicitação da comunidade.

O atendimento ao Alto Santo Antônio será realizado com saídas do Terminal Integrado de Camaragibe entre as 6h20 e 22h20. A princípio, os intervalos serão de 30 minutos nos horários de pico e de 1h nos demais horários, contabilizando 22 viagens por dia. Porém, essa programação poderá mudar de acordo com a demanda de usuários apresentada pela linha.

Para atender à comunidade de Alto Santo Antônio, as viagens sairão do TI de Camaragibe, passarão pela Avenida Belmino Correia, seguindo pela Rua José Izídio, Rua Dayse de Araújo e Rua João Felix, de onde retornaram pelas mesmas vias até chegar ao TI de Camaragibe. Os potenciais usuários da linha Santo Antônio (integração) serão avisados do novo atendimento através a partir desta sexta-feira (13/01).

O Grande Recife irá disponibilizar cartazes nos ônibus que fazem a linha 476-Santa Mônica (Integração), que atualmente são utilizados pelos usuários de Santo Antônio, além de distribuição de panfletos dentro dos veículos e na comunidade.

Para saber mais informações sobre o atendimento à comunidade, o usuário pode entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cliente, pelo telefone 0800 081 0158, ou acessar o site
www.granderecife.pe.gov.br.
Fonte: GRCT


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No Rio, Linhas intermunicipais deixam de parar no Terminal da Pavuna neste sábado

A partir deste sábado as 12 linhas intermunicipais que faziam ponto final no Terminal Rodoviário da Pavuna, na Zona Norte do Rio, passarão a trafegar com ônibus circulares. A mudança atende à solicitação da Secretaria Municipal de Transportes do Rio, em função da demolição do terminal pela Prefeitura, tendo em vista determinação da Defesa Civil motivada pelas precárias condições de suas estruturas.
Foto: COL (Ônibus Legal)
Os coletivos deixarão de parar no terminal, para que a Prefeitura dê início aos preparativos da demolição, marcada para 29 de janeiro. O Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) já comunicou às empresas Auto Viação Vera Cruz, Transportes Flores, Viação São José e Viação Vila Rica sobre a alteração. Os demais pontos de parada foram mantidos. 
        
Durante a primeira semana da mudança, a fiscalização do Detro estará no local, orientando os usuários sobre as alterações.
 
Linhas afetadas por empresa: Auto Viação Vera Cruz 421I - Miguel Couto - Pavuna
423I - Tinguá - Pavuna
422I - Grama - Pavuna
420I - Nova Aurora - Pavuna
Empresa de Transportes Flores 433I - Nilópolis - Pavuna (via Eden)
104I - Nilópolis - Pavuna (via Tomazinho)
 
Viação São José 147I - Nova Iguaçu - Pavuna
561I - Santa Rita - Pavuna
553I - Bairro Santa Maria - Pavuna
552I - Bairro Santa Maria - Pavuna (via Gogó da Ema)
 
Viação Vila Rica 751L - Morro Agudo - Pavuna (via Cosmorama)
562I - Austin - Pavuna



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Em Santos, Corredores de ônibus voltam a funcionar na segunda

A partir de segunda-feira (16), os corredores de ônibus voltam ao funcionamento normal. Na faixa exclusiva da Av. Ana Costa, ficam proibidos, de segunda a sexta, a circulação e estacionamento de veículos das 6h às 9h no sentido praia/Centro, e das 17h às 20h, na direção oposta.

Nos corredores preferenciais das avenidas Conselheiro Nébias e Bernardino de Campos (canal 2), retorna a proibição de estacionamento no sentido Centro/praia, das 17h às 20h. As faixas para circulação dos coletivos têm o objetivo de melhorar a fluidez do trânsito.

Fonte: Prefeitura de Santos


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Em Belém, Sistema de Bilhete Único será implantando em até 90 dias e tarifa é reajustada para R$ 2,00

Belém terá em 90 dias o seu sistema integrado de bilhetagem única. A novidade foi reafirmada nesta quinta-feira, 12, pelo prefeito Duciomar Costa durante reunião na Companhia de Transportes de Belém (CTBel). Com o benefício, o usuário do transporte público do município pagará uma passagem e poderá se deslocar em várias conduções no período de 2 horas.

De acordo com Duciomar, o Bilhete Único “era um clamor de toda a população”, e ressaltou que o sistema irá facilitar muito a vida dos usurários do transporte coletivo. “Fiz questão de aprovar este projeto, pois sei o quanto ele é importante para a sociedade. Por isso já estamos com o decreto assinado e com um prazo de até 90 dias, a contar desta quinta-feira (12), o novo sistema será implantado”.

Com o decreto homologado, a CTBel e o Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Belém (Setransbel) terão que realizar as devidas alterações no sistema, como a instalação de uma tecnologia necessária, dentro do prazo determinado.

Hoje (12), o prefeito também homologou a nova tarifa do transporte coletivo da capital, aprovado pelo Conselho Municipal de Transportes na tarde de ontem (11). Com o reajuste de 8,11% o valor da passagem passa de R$1,85 para R$2,00. Segundo a CTBel a nova tarifa só será cobrada a partir de segunda-feira, 16.

Duciomar ressaltou que o valor da tarifa é dado conforme a taxa da inflação, o que determina a Lei. “Os técnicos da CTBel, com o apoio de pesquisas do Dieese, realizaram um estudo antes da votação do Conselho. Os aumentos são obrigatórios pois as empresas precisam pagar os seus insumos, funcionários, etc”, enfatizou.

Fonte: Prefeitura de Belém


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Obras do VLT de Cuiabá custará cerca de 1 bilhão e será concluída em dezembro de 2013

O governo de Mato Grosso regulamentou o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC), que flexibiliza as regras de licitações para a Copa do Mundo de 2014. O Decreto nº 943/2012, assinado pelo governador Silval Barbosa (PMDB), foi publicado no Diário Oficial que circulou ontem.

O RDC aplica-se às licitações e contratos necessários à realização das obras de infraestrutura e do aeroporto internacional Marechal Rondon, previstas na Matriz de Responsabilidade celebrada entre a União, Estados e o Distrito Federal.

O processo licitatório para as obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) também será realizado por meio do RDC. Embora já tenha recebido o aval do Ministério das Cidades, o governador Silval Barbosa (PMDB) ainda não conseguiu assinar o convênio para liberação dos recursos necessários para a implantação do VLT. Ele aguarda a publicação no Diário Oficial da União da inclusão de Mato Grosso no Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte). A expectativa é que o convênio seja assinado ainda esta semana.

Os recursos a serem liberados pela CEF somam R$ 453 milhões, valor cuja liberação havia sido aprovada para instalação do Bus Rapid Transit (BRT). Após muitas discussões, o governo do Estado decidiu optar pelo VLT e conseguiu, depois de uma verdadeira “via-crúcis” a diversos ministérios, alterar a matriz de responsabilidade, incluindo o novo modal. A revisão das ações constantes na matriz de responsabilidade relacionadas à mobilidade urbana que inclui o VLT como sistema modal de transporte em Cuiabá e Várzea Grande foi publicada no Diário Oficial da União no dia 13 de outubro de 2011.

Além da demora para a liberação por parte do governo federal, o lançamento do processo licitatório, previsto inicialmente para dezembro do ano passado, foi prejudicado por denúncias de suposta fraude no parecer técnico do Ministério das Cidades envolvendo a troca dos modais de transporte.

O custo total para implantação do VLT será de R$ 700 milhões, mas, com as desapropriações dos imóveis que serão necessárias para a execução das obras, subirá para R$ 1,1 bilhão. A diferença de valor para a implantação do VLT será obtido por meio de empréstimo junto à Caixa Econômica Federal.

As obras para implantação do VLT devem ser iniciadas no primeiro trimestre de 2012 e a previsão é que seja concluída em dezembro de 2013.

O Decreto publicado ontem prevê que as licitações deverão ser realizadas preferencialmente sob a forma eletrônica e que, neste caso, a administração pública poderá determinar como condição de validade e eficácia que os licitantes pratiquem seus atos em formato eletrônico. Após a publicação do instrumento convocatório inicia-se a fase de apresentação de propostas ou lances.

A fase de habilitação poderá anteceder à fase de apresentação de propostas ou lances, desde que previsto no instrumento convocatório, e as licitações poderão adotar os modos de disputa aberto, fechado ou combinado.
Por Renata Neves
Fonte: Diário de Cuiabá


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Rio: Passagens estão mais caras em quatro municípios da Baixada

Passageiros de quatro municípios da Baixada começaram 2012 pagando passagens de ônibus mais caras. Depois de São João de Meriti, Nilópolis e Belford Roxo, que tiveram a tarifa reajustada no dia 2 de janeiro, foi a vez de Duque de Caxias aumentar o preço das viagens.

No entanto, o reajuste em Caxias, feito no último sábado, surpreendeu a população. A estudante Camila Rodrigues da Silva, de 24 anos, conta que se surpreendeu com o aumento da noite para o dia.

— Peguei o ônibus na sexta-feira, por volta das 18h, e paguei R$ 2,50. No sábado de manhã, a mesma linha custava R$ 2,65. Como estava com o dinheiro certo, precisei descer do ônibus.

Além do valor de R$ 2,65, passagens mais altas de outras linhas municipais também foram reajustadas. O ônibus da empresa União que faz o trajeto Caxias-Xerém (Via Washington Luiz), por exemplo, aumentou de R$ 4,35 para R$ 4,60.

Para evitar reajustes de passagens nas linhas municipais, o movimento Caxias de Cara Nova entregou, em dezembro, um abaixo-assinado de 25 mil assinaturas ao prefeito José Camilo Zito, pedindo também a implantação do bilhete único na cidade.

— O preço das passagens aqui é abusivo e não temos bilhete único — afirmou Fábio Pereira, coordenador.
A Prefeitura de Duque de Caxias informou que as solicitações no abaixo-assinado devem ser discutidas entre a Câmara Municipal, associações de moradores, líderes políticos e representantes do setor de transporte coletivo da cidade. Sobre o aumento no preço das tarifas municipais, a prefeitura disse que é automático e autorizado pela Câmara Municipal para todo o início de ano.

Linhas intermunicipais
As linhas intermunicipais também sofreram reajuste, no dia 2, de 6,64% para 12 tarifas diferentes. Mensalmente, segundo o Detro, são feitos 31 milhões de deslocamentos dos municípios da Baixada para os da Região Metropolitana.

— O salário mínimo nem aumentou e eles já aumentaram a passagem — queixou-se a estagiária de Direito, Kátia Sana, de 35 anos, enquanto se preparava para embarcar na linha Praça XV-Nova Iguaçu.
O Detro publicou portaria em que define a data de 2 de janeiro como data-base para reajustes anuais.



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Edital do transporte público de Natal poderá atrasar

O prazo para elaboração do edital dos transportes públicos de Natal poderá ser prorrogado mais uma vez. Isto porque a empresa paulistana Oficina Consultores Associados, escolhida para fazer o edital por meio de licitação da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), entregou até agora apenas o primeiro, de quatro "produtos" previstos para serem entregues ao município. Na época do anúncio da consultoria vencedora, em setembro, a Semob previa que o documento ficasse pronto em quatro meses, ou seja, final de janeiro, e que até março de 2012 o novo edital (o da licitação do sistema propriamente dito), fosse publicado.

Por causa disso a prefeitura ainda não pagou à Oficina Consultores nenhuma parcela do total de R$ 922.028,20 previstos pelo serviço, conforme menor preço global oferecido pela empresa para elaborar os estudos técnicos necessários à licitação do novo sistema de ônibus e opcionais da capital. Com a licitação, a ideia é que haja mais polos geradores de viagens, passando para pelo menos 13, e incluindo destinos como Igapó, Felipe Camarão e Ponta Negra, além do polo composto pelas vias Bernardo Vieira, Capitão-mor Gouveia, Salgado Filho e Km 6.

Natal prorroga a licitação do sistema desde 26 de junho de 2003, quando venceu o primeiro prazo para concessão das linhas de ônibus do Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros do Município do Natal (Seturn). Na época, o município prorrogou as permissões por mais sete anos, prazo que terminou em 27 de junho de 2010. Em maio deste ano, a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público requisitou, na 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal, a deflagração do certame. As sete empresas que operam em Natal funcionam através de permissões da prefeitura. Com a licitação, espera-se que haja melhoras no sistema de transporte público da capital.

Fonte: DN Online


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Pedágio urbano pode ser solução para metrópoles brasileiras

Um dos pontos que mais recebeu atenção na nova Política Naciopnal de Mobilidade Urbana foi o Artigo 23, que, entre outras coisas, abre para as prefeituras a possibilidade de implantar o chamado pedágio urbano. Trata-se de um mecanismo financeiro utilizado para “desestimular o uso de determinados modos e serviços de mobilidade”, nos termos da lei. A legislação prevê ainda que todos os recursos arrecadados com tais tributos sejam destinados para a ampliação da “infraestrutura urbana destinada ao transporte público coletivo e ao transporte não motorizado e no financiamento do subsídio público da tarifa de transporte público”.

Carlos Alberto Bandeira Guimarães, professor da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp especializado em transportes, explica que a medida está inserida no mesmo grupo daquelas associadas às restrições de circulação de automóveis nas áreas centrais das cidades, como rodízios. “A ideia é desencorajar o uso do transporte individual em favor do transporte público, diminuindo o número de veículos em circulação nestas áreas e assim melhorando a circulação geral”, afirma.

Medidas desse tipo já há algum tempo, são defendidas por estudiosos do tema como passo fundamental para resolver os problemas das grandes metrópoles brasileiras. No mundo, diversas cidades ás utilizam, seja para combater o trânsito ou para arrecadar recursos para a ampliação da infra-estrutura de transporte.

Experiências

O sistema de pedágio urbano mais antigo é o de Singapura, criado em 1975 como parte de um ‘pacote’ de medidas que incluía o aumento de 40% da frota de ônibus urbanos, a introdução de 70 km de faixas seletivas, e um novo sistema de transporte de massa. Os resultados foram expressivos: de acordo com o artigo “Restrição veicular e qualidade de vida: o pedágio urbano em Londres e o ‘rodízio’ em São Paulo”, escrito por Paulo Câmara e Laura Valente de Macedo e publicado no site da Rede Nossa São Paulo, até 1988 a participação do uso de transporte público na cidade aumentou de 46% para 63%, enquanto o uso de automóvel sofreu uma redução de quase 50%, passando de 43% a 22%.

O caso mais conhecido é o de Londres, em funcionamento desde 2003. Nos dias úteis, os motoristas pagam 10 libras (equivalente a quase R$ 28) por dia para circular ou estacionar no perímetro de mais de 20 km2 determinado pela prefeitura no centro da cidade, entre as 7h30 e as 18h30. O controle da área é feito através de câmaras (fixas e móveis). As placas dos carros são reconhecidas e um sistema informatizado verifica se o pagamento do pedágio foi realizado.

A prefeitura da capital inglesa arrecada cerca de R$ 350 milhões por ano com o pedágio, recursos integralmente investidos no transporte público da cidade. Com isso, várias outras medidas foram implementadas para incentivar os deslocamentos de pedestres, por bicicleta e ampliar o transporte público, com grandes melhoramentos na rede de ônibus.

Dados da Transport for London, órgão do poder público municipal para a área de transportes, indicam uma redução de 30% no tempo médio de percurso das pessoas, queda de 15% do número de veículos em circulação e aumento de 14% no volume de passageiros nos ônibus.

Sistemas de pedágio urbano também podem ser encontrados em cidades da Noruega, como Bergen, Oslo, Trondheim e Stavanger. No caso da capitalo, Oslo, o objetivo do sistema implantado em 1990 era arrecadar recursos para financiar grande parte da rede viária da capital considerada precária na época. O projeto original era de uma taxa temporária, que seria extinta em 15 anos. No entanto, o sucesso da experiência levou à manutenção do sistema.

Cautela

A implantação do pedágio urbano poderia ajudar a diminuir o trânsito nas áreas centrais das cidades, reduzindo o tempo dos deslocamentos, a poluição do ar e melhorando a qualidade de vida. Além disso, geraria recursos adicionais voltados exclusivamente para a melhoria dos transportes coletivos, possibilitando e acelerando medidas como a ampliação da frota de ônibus, criação de corredores exclusivos, expansão do metrô, entre outras. Um sistema semelhante seria, então, a solução para o trânsito enfrentado nas grandes cidades brasileiras?

Para a arquiteta e urbanista Nadia Somekh, é preciso cautela. Segundo ela, o pedágio pode ser positivo urbano mas, se aplicado isoladamente, não tem sentido. “Ele precisa estar dentro de uma perspectiva maior. Outras partes do sistema precisam ser contempladas, fundamentalmente a expansão e melhoria do transporte coletivo”, sustenta.

Bandeira concorda com a necessidade de outras medidas. “O pedágio deve ser acompanhado de uma maior oferta e melhor qualidade do transporte público para que se torne atrativo aos usuários do transporte individual”, define.

Fonte: Rede Brasil Atual



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