Em São Paulo, Nova frota de ônibus com biocombustível começa a rodar

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A frota de ônibus da cidade de São Paulo recebeu 80 novos veículos que funcionam com combustível menos poluente nesta segunda-feira (5). Adquiridos pela empresa Santa Brígida, que opera linhas na região noroeste da capital, eles possuem uma mistura de 10% de diesel de cana-de-açúcar e devem emitir 9% a menos de poluentes do que os veículos movidos a diesel comum.
Ricardo Lou/News free/AE
De acordo com a SPtrans, outros 80 carros iguais aos entregues nesta segunda-feira devem começar a circular até o final do mês. O secretário municipal de transportes, Marcelo Cardinale Branco, explicou que a aquisição desses veículos está baseada no PCPV (Plano de Controle de Poluição Veicular), que prevê que toda a frota da capital, de 15 mil ônibus, opere com combustíveis menos poluentes até 2018.

- O diesel de cana-de-açúcar é um produto novo, que nós testamos em três veículos de forma experimental . Os testes foram bem sucedidos e mostraram, além de redução da emissão de poluentes, um bom rendimento e custos semelhantes de manutenção.

De acordo com o vice-presidente de negócio de ônibus da Mercedes-Benz (empresa que produziu os veículos), Ricardo José da Silva, é possível adaptar os veículos que já circulam pela cidade para que possam circular com o novo diesel, por um custo baixo.

Ele explicou também que a mistura de apenas 10% do novo combustível , que gera redução de 9% na poluição, é decorrente da escassez do produto, fornecido pela empresa Amyris.

- Chegamos a fazer testes com a utilização de 100% do novo combustível e a redução de emissão de poluentes é de até 90%, mas isso depende da disponibilidade do produto. A Amyris está ampliando o volume de produção.
A chamada ecofrota, que começou a circular no início deste ano, inclui ainda 1.200 ônibus movidos com 20% de biodiesel, 50 ônibus movidos com etanol e 200 trólebus ecológicos, de acordo com a SPtrans.


Fonte: R7.com

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Recife, Mais um ano sem a construção de nenhum sequer KM de corredor de ônibus

Se hoje a situação da mobilidade urbana na cidade do Recife está caótica, é porque temos infelizmente um sistema de transporte público ineficiente e sem prioridades, o que dizer então do ano de 2011, onde a frota de carros cresceu em ritmos acelerados e a cidade vai fechar o ano sem nenhum investimento sequer ao transporte de massa. O que dizer se em todo ano as vias da cidade ficaram mais entupidas de carros em meios aos tantos engarrafamentos e pior ainda, os ônibus a disputarem o mesmo espaço com o transporte individual.
Para se ter uma idéia da falta de prioridade com o transporte público, a cidade do Recife não criou nenhum sequer km de corredores de ônibus não só em 2011, e nos últimos anos a situação foi a mesma, salvo um pouco o ultimo entregue (Cd da Boa Vista) que até hoje rende reclamações.

E para complicar ainda mais, os poucos corredores de ônibus existentes não são fiscalizados pela CTTU, na qual carros particulares transitam sem nenhuma punição, além da autorização de táxis circularem nos corredores com passageiros, porém não precisa ficar muito tempo e vê inúmeros táxis circulando nos corredores sem passageiros.
Para muitos, os corredores que estarão sendo construídos pelo Governo do Estado não vai melhorar a situação dos usuários de ônibus, pois muitos desses quilômetros anunciados pelo Governo já existem de fato, ou seja, vai apenas melhorar a infra-estrutura das paradas de ônibus que serão transformadas em estações e ônibus mais acessíveis e confortáveis, porém  muitas vias importantes da cidade não têm sequer projeto, o que se falar dos usuários que sofrem na Abdias de Carvalho, Av. Recife, Av. Mascarenhas de Moraes, Av. Norte entre outras.

E o que falar do trânsito nas principais vias das periferias, onde a ausência de agentes de trânsito deixa a situação ainda mais calamitosa, o que dizer da Av. Dois Rios e da Avenida de Nova Descoberta, onde os ônibus ficam mais de 40 minutos parados.
É preciso que os investimentos em transporte público na cidade sejam enfrentados com mais ações e menos promessas e comissões e mais comissões de mobilidade, onde vemos os mesmos assuntos abordados e nada entra na prática, tanto é que na ultima reunião da comissão de mobilidade elaborada pelo Governo do Estado não teve um bom número de participantes.
É preciso se fazer o que a cidade do Rio de Janeiro está fazendo, com as principais vias da cidade, onde vias com três ou quatro faixas estão ganhando faixas exclusivas para ônibus, e na qual tem tido aprovação da população. Bairros importantes como Copacabana, Leblon e Ipanema, ganharam os chamados BRS.

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Rio de Janeiro é a única cidade brasileira entre as 20 melhores cidades do mundo para pedalar

A Copenhagenize, empresa dinamarquesa de consultoria especializada na utilização da bicicleta, publicou um ranking com as 20 melhores cidades do mundo para usar a bicicleta como transporte. A única cidade brasileira na lista é o Rio de Janeiro, na 18ª posição.

Ao total, foram usados 13 critérios de avaliação: grupos organizados que lutam pelos direitos dos ciclistas, a cultura da bicicleta (se as pessoas usam ou não a bicicleta como meio de transporte), infraestrutura e facilidades (existência de ciclovias, possibilidade de entrar com bicicletas no metro, etc), a organização de um sistema de compartilhamento ou aluguel de bicicletas, a divisão dos gêneros dos ciclistas, o uso de outros modos de transporte, a segurança dos ciclistas, as políticas públicas sobre o meio ambiente e o ciclismo, a aceitação social dos ciclistas, o planejamento urbano e ter pouco trânsito nas cidades.

Confira a lista das cidades:
1. Amsterdam (Holanda): as bicicletas representam até metade de todo o transporte feito na cidade. A cidade tem uma extensa malha de ciclovias e sistemas de aluguel de bicicletas. O planejamento urbano a favor das bicicletas começou ainda na década de 70.

2.  Copenhagen (Dinamarca): a bicicleta é o principal meio de transporte de 40% da população e até os táxis aceitam transportar as magrelas. A cidade também foi a primeira do mundo a organizar um sistema público de uso colaborativo das bicicletas.

3. Barcelona (Espanha): é uma das cidades que mais investe atualmente em melhorar a infraestrutura para as bicicletas, e várias leis feitas diminuíram os índices de acidentes com bicicletas.

4. Tóquio (Japão): a cidade apresenta diversas facilidades para os ciclistas. Um exemplo é um estacionamento subterrâneo para mais de 9 mil bicicletas, para os ciclistas poderem fazer parte do caminho de bicicleta e outra parte de metro.

5. Berlim (Alemanha): a cidade é plana,facilitando o uso das bicicletas para transporte. O governo trabalha agora com campanhas de incentivo do uso da bicicleta como transporte e em 2012 a cidade contará com locais exclusivos para trânsito e estacionamento de ciclistas.

6. Munique (Alemanha): a cidade apresenta 1,2mil quilômetros de ciclovias. Além disso, leis e fiscalização rigorosas evitam acidentes.

7. Paris (França): conta com um serviço público de aluguel de bicicletas desde 2007. O Vélib, como é chamado, registrou mais de 100 milhões de viagens feitas com bicicleta e mais de 180 mil ciclistas inscritos. 20 mil bicicletas estão divididas em 1,8 mil estações.

8. Montreal (Canadá): também conta com um serviço de aluguel de bicicletas, o BIXI (ativo desde 2009).

9. Dublin (Irlanda): o Dublinbikes, serviço de aluguel de bicicletas, foi considerado pela pesquisa um dos mais bem sucedidos da Europa. Pelo menos 10% da população da cidade utiliza a bicicleta como transporte principal.

10. Budapeste (Hungria): ainda está em processo de ampliar a infraestrutura para ciclistas, mas conta com diversas campanhas governamentais de incentivo para esse modelo de transporte.

11. Portland (EUA): a cidade conta com grandes investimentos governamentais em infraestrutura e campanhas de incentivo.

12. Guadalajara (México): os principais pontos positivos para as bicicletas na cidade são os altos índices de segurança e um sistema de compartilhamento de bicicletas organizado. A cidade deve, porém, melhorar a infraestrutura.

13. Hamburg (Alemanha): o número de pessoas usando a bicicleta como meio de transporte principal cresce cada vez mais, além de te rum serviço organizado de compartilhamento de bicicletas.

14. Estocolmo (Suíça): a cidade apresenta um tráfego lento e calmo, permitindo que ciclistas circulem nas ruas com segurança. O governo da cidade se esforça para melhorar a infraestrutura do local.

15. Helsinki (Finlândia): o maior desafio da cidade é modernizar infraestruturas que já estão degradadas. A cidade tem um grande histórico de altos índices de ciclistas.

16. Londres (Inglaterra): a cidade passa por um momento de retomar o uso da bicicleta, mas as políticas públicas ainda não são fortes nesse sentindo. Londres já conta com um serviço de aluguel de bicicletas inspirado no de Paris.

17. São Francisco (EUA): a cidade conta com a utilização da bicicleta como transporte em sua cultura. A cidade precisa ainda melhorar a infraestrutura.

18. Rio de Janeiro (Brasil): segundo a pesquisa, a cidade conta com uma boa infraestrutura de ciclovias, desde 1992. Ainda, a cidade precisaria diminuir o limite de velocidade dos carros, para que ciclistas e pedestres pudessem circular com mais segurança.

19. Viena (Áustria): o uso da bicicleta como transporte é uma das prioridades do governo da cidade, que aumenta a infraestrutura e faz campanhas de incentivo. A cidade ainda não tem, porém, uma cultura da bicicleta.

20. Nova York (EUA): a cidade conta com grupos de luta pelo ciclismo fortes e organizados, mas com pouco incentivo governamental. Os índices de segurança também devem aumentar.



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Seminário debaterá soluções de mobilidade urbana para as metrópoles

A Comissão de Desenvolvimento Urbano promove nesta quarta-feira (7) o Seminário Nacional de Mobilidade Urbana. Sugerido pelo deputado João Paulo Lima (PT-PE), o evento discutirá soluções para a questão da mobilidade urbana nas grandes cidades brasileiras, para que sejam buscadas soluções que viabilizem políticas voltadas para a melhoria da condição de vida das populações.

João Paulo Lima lembra que a falta de mobilidade é um dos mais graves problemas decorrentes do crescimento desordenado das cidades. “Isso ocorre pela precariedade dos serviços de transportes urbanos coletivos, pela infraestrutura de mobilidade urbana de péssima qualidade ou, sobretudo, pela inexistência de um planejamento eficiente voltado para as demandas da população”, explica.

Foram convidados para o seminário, os prefeitos de Natal, Fortaleza, Manaus, Rio de Janeiro, Goiânia e Curitiba. Além do ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner e de representantes dos seguintes órgãos:
- Ministério das Cidades;
- Ministério dos Transportes;
- Crea nacional;
- Agencia Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT);
- Confederação Nacional dos Transportes (CNT);
- Divisão da América Latina da União Internacional de Transporte Público (UITP); e
- Denatran.

O evento será realizado das 9 às 13 horas, em local a ser definido. No primeiro painel do dia, às 10 horas, o professor Leonardo Meira, da UFPE, falará sobre a nova lei da mobilidade urbana.

Dados
Pesquisa realizada pelo Ibope, patrocinada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), revelou que 61% dos brasileiros utilizam transporte coletivo, sendo que destes, 42% o fazem como principal meio de transporte da casa para o trabalho ou escola. O mesmo levantamento revelou que o ônibus é o transporte preferido de apenas 34% da população urbana, sendo que 68% das pessoas que foram ouvidas usam mais de um tipo de transporte para se deslocarem de casa para o trabalho.

Informações da Camata dos Deputados

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Manaus vai ter frota de micro-ônibus adaptados para deficientes físicos

Quinze micro-ônibus equipados para atendimento a pessoas com deficiência física, foram entregues na manhã desta segunda-feira (5), na sede da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU).

Os automóveis fazem parte da frota Transporta da Prefeitura de Manaus. Ao todo, 25 novos microônibus serão disponibilizados até 2012.

O principal objetivo dos micro-ônibus é transportar pacientes de casa para a consulta médica, escola ou fisioterapia, além de levá-los novamente para sua residência, gratuitamente.

De acordo com o diretor de transporte da SMTU, Paulo Henrique, a meta é que 78 automóveis sejam disponibilizados para o serviço. Isso porque no edital que as novas empresas de transporte assinaram consta que, para cada 20 novos ônibus disponibilizados, um seja para transportar pessoas com deficiência física.

Cada veículo transporta cinco cadeirantes com seus acompanhantes. Motoristas treinados irão manusear o elevador da cadeira de rodas e auxiliar na locomoção desta pessoa para dentro do ônibus.

O cadeirante e presidente do Conselho Municipal dos Direito das Pessoas com Deficiência (CMDPD), Ronaldo André Brasil, disse que essa ampliação é de extrema importância para aquelas pessoas com uma alta complexidade de deficiência e que não possuem condições para serem transportadas em coletivos normais.

Apesar de satisfeito, Ronaldo disse que o sistema de transporte ainda não está 100% adequado para os cadeirantes. "Essa iniciativa é muito boa, mas ainda não é o ideal. É preciso que aumente a frota como um todo para transportar essas pessoas com segurança. É preciso também que haja educação para que as pessoas respeitem e se sensibilizem", disse.

Para ter acesso ao Transporta, o interessado deve se cadastrar no setor de Atendimento Social do SMTU, no térreo do terminal rodoviário, na rua Recife, bairro Flores, ou ligar para 118 e obter mais informações sobre o serviço.


Fonte: D24 AM

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No Rio, Inauguração de novo corredor de ônibus no Centro é adiado

A Secretaria municipal de Transportes do Rio de Janeiro informou, na manhã desta segunda-feira (5), que o início do funcionamento do corredor exclusivo de ônibus BRS no Centro foi adiado por mais uma semana. O serviço, que entraria em vigor no sábado (10), tem nova data por causa da realização de um evento gospel, no mesmo dia, entre as 14h e 22h, no Aterro do Flamengo, na Zona Sul da cidade.

Segundo a prefeitura, o início das operações na região foi remarcado para o dia 17 de dezembro.

Extensão de 1,2 km

Em entrevista coletiva na sexta-feira (2), o secretário de Transportes, Alexandre Sansão, informou que serão 1,2 km de corredor entre as avenidas Presidente Antônio Carlos e 1º de Março.

No corredor, vão circular 71 linhas, com pontos organizados em cinco grupos (BRS1, BRS2, BRS3, BRS4 e BRS5). O sistema visa melhorar o transporte e o trânsito na cidade.

“O BRS é uma ação de ordenamento, uma solução de engenharia de tráfego cujo objetivo principal é dar prioridade ao transporte coletivo racionalizando o uso da via, e que ordena a via”, afirmou o secretário Alexandre Sansão.

A meta da secretaria é reduzir o tempo de viagem em pelo menos 30%. De acordo com o secretário, haverá uma redução de 15% das frotas que passam pelas vias. Atualmente, a via recebe por hora cerca de 350 ônibus municipais e 150 intermunicipais. O secretário ressaltou que o número de linhas, no entanto, não será alterado.

“Cada BRS tem o seu ganho. Em Copacabana houve uma redução pela metade do seu percurso. Algo semelhante aconteceu no Leblon e em Ipanema. No Centro, a gente gostaria de chegar ao mesmo grau de redução do tempo. Mas se a gente conseguir uma redução de 30% já está bom, porque no Centro a confusão é maior”, disse o secretário.

Avenida Rio Branco será a próxima a receber corredor

O próximo corredor, segundo o secretário de Transportes, será o da Avenida Rio Branco, também no Centro, com previsão de inauguração para ainda este ano. Já a Avenida Presidente Vargas deve receber o novo sistema no início de 2012: “Se for sucesso imediato, marcaremos logo o seguinte. A gente vai focar nisso”, disse Sansão.

Das quatro faixas das avenidas Presidente Antônio Carlos e 1º de Março, duas serão de uso exclusivo do BRS. Além da redução das frotas, a secretaria informou que oito linhas terão os trajetos modificados. Os pontos de parada das linhas intermunicipais estarão localizados nas vias transversais. Estas linhas não farão paradas ao longo do BRS.

Informação ao público

Ainda de acordo com o secretário municipal de Transportes, o trabalho de informação ao público, por meio de panfletagem, começa na próxima segunda-feira (5). Agentes da prefeitura distribuirão material impresso nas avenidas Presidente Antônio Carlos e 1º de Março.

“A gente vai passar por um período de educação antes do funcionamento de fato do corredor. A gente anuncia e começa. As questões relacionadas com regras anteriores, já existentes, já serão fiscalizadas, como parada irregular e transporte ilegal de passageiros. Haverá um período também de adaptação sem multa”, explicou Alexandre Sansão.

Com este, serão cinco corredores BRS já instalados no Rio.
Horário de funcionamento

O horário de funcionamento do corredor é o mesmo de Copacabana e do BRS Ataulfo de Paiva / Visconde de Pirajá: das 6h às 21h, nos dias úteis; das 6h às 14h, aos sábados; e não funcionam nos domingos e feriados. Nesses horários, os veículos particulares que entrarem no corredor e circularem por dois quarteirões serão multados pela Prefeitura.

A circulação da faixa à direita fica reservada aos ônibus e, parcialmente aos táxis, desde que estejam ocupados, além veículos particulares que forem acessar as garagens dos prédios. Passageiros de táxi podem embarcar no lado esquerdo e transversais das duas vias que compõem o corredor.

Zona Sul

O novo corredor de ônibus rápido (BRS) na Zona Sul começou a funcionar no dia 8 de outubro na Avenida General San Martín, no Leblon, e na Rua Prudente de Moraes, em Ipanema.

O mapa completo com a localização dos pontos do BRS pode ser baixado na internet (em formato PDF).

Já no dia 20 de agosto, o corredor exclusivo começou a funcionar na Avenida Ataulfo de Paiva, no Leblon, e na Rua Visconde de Pirajá, em Ipanema.


Fonte: G1.com.br

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Em Manus, Verba para investimentos em melhorias no transporte coletivo já somam 352,5 mil

Os R$ 0,05 referentes à tarifa de transporte coletivo, os quais a Prefeitura de Manaus tem direito sobre cada passagem, já somam R$ 352,5 mil acumulados durante os 47 dias em que vigora o novo valor de R$ 2,75. Contudo, o dinheiro ainda está com as nove empresas que detêm a concessão do serviço na capital. Segundo a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), o órgão está definindo junto às empresas a melhor forma de repasse.

O valor é fruto da multiplicação dos R$ 0,05 pelo percentual de passageiros/dia que paga o valor inteiro da passagem à vista, o correspondente a 150 mil pessoas, 15% de um total de um milhão de usuários/dia do sistema, segundo a assessoria do Sindicato das Empresas de Transporte dos Passageiros do Amazonas (Sinetram).

Uma das soluções seria a criação de um fundo para a destinação do valor, que será aplicada em melhorias no sistema de transporte coletivo, segundo informou há algumas semanas o superintendente do SMTU, Marcos Cavalcante. Contudo, não se sabe se o projeto de lei já foi elaborado. Contudo, é fato que ele ainda nem chegou à Câmara Municipal de Manaus (CMM), conforme informações do vice-líder do prefeito Amazonino Mendes na Casa, Homero de Miranda Leão.

Passagem ainda não foi integralizada
De acordo com Marcos Cavalcante, o valor da passagem na íntegra, embora venha sendo praticado desde o dia 22 de outubro, só será integralizado 45 após o início desta data, ou seja, no próximo dia 6 (terça-feira), já que a maioria dos usuários do sistema – 85%, segundo dados do Sinetram – utilizam a bilhetagem eletrônica e estavam com seus cartões abastecidos quando a nova tarifa foi liberada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM).

Ele explicou que está em fase de elaboração o “planejamento estratégico”, no qual estarão contidos os detalhes da aplicação do recurso, o qual, segundo o próprio Marcos Cavalcante revelou dias atrás, deve ser injetado na melhoria do sistema, com medicas como a reforma de terminais de passageiros, paradas de ônibus, entre outras.

“As empresas ainda não receberam o pagamento do vale com a tarifa cheia, pois, toda a venda passada, antes da tarifa, foi vendida no preço antigo (R$ 2,25). Então, tem que esperar gastar para poder integralizar o passageiro. Agora é que (as empresas) vão começar a receber a tarifa cheia”, explicou.

“Esses (passageiros) que pagam a vista, estamos levantando (o número), pegando as informações, pois o sistema da bilhetagem não é seguro”, completou Cavalcanti.



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Em Porto Velho, Prefeitura anuncia mudanças no trânsito com novos corredores de ônibus

A frota de automóveis cresceu 18% em Porto Velho em relação a 2010. O trânsito em determinados pontos não permite um fluxo rápido e os usuários de transporte coletivos aguardam mais tempo nas paradas. Para resolver o problema, o secretário municipal de Trânsito, Cláudio Carvalho, anunciou que a Prefeitura de Porto Velho, fez um levantamento dos principais locais que encontram dificuldade tráfego e elaborou um projeto que trará mudanças significativas no trânsito e vai melhorar a qualidade de vida da população.

“Em breve apresentaremos ao prefeito Roberto Sobrinho este projeto de intervenções positivas no trânsito. Nele prevemos a implantação de dois novos corredores de ônibus, um deles será na Rua Duque de Caxias, para desafogar a Carlos Gomes. Iremos retirar os transportes coletivos desta via e alargar, sinalizar na horizontal e vertical e proibir o estacionamento do lado direito da Duque, que será no mesmo sentido da Carlos Gomes”, disse o secretário Cláudio.

Ele conta que também terão mais ‘Ondas Verdes’, sistema em que permite ao motorista pegar vários sinais abertos, diminuindo o tempo no trânsito. E Acrescenta que estas ações serão colocadas em prática a partir do primeiro semestre de 2012.

Corredores
Outra forma de melhorar o trânsito são os corredores de ônibus, como o existente na Avenida Sete de Setembro que diminuiu em 10 minutos o percurso feito pelo transporte coletivo, e conseqüentemente o tempo de espera dos passageiros. “O corredor será da zona leste ate o centro da cidade, inicialmente faremos na Rua Raimundo Cantuária, aquela ciclovia será transferida para a Alexandre Guimarães e a vantagem é que os ônibus ganham mais tempo”, explica o secretário.

Investimentos

A Semtran está instalando aproximadamente sete mil placas com nomes de ruas até o final no ano. E segundo Cláudio Carvalho, estão sinalizando nas ruas da cidade cerca de 300 placas toponímicas que dão as principais informações de Porto Velho. Ainda segundo ele 86 novos abrigos serão instalados em diversos pontos da cidade e outros serão recuperados.


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