Obras para desafogar trânsito em João Pessoa já começaram

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A Secretaria de Infra-estrutura (Seinfra) de João Pessoa já iniciou as obras “Caminhos livres” há mais de um mês, no momento as operações estão focadas nos bairros Bancários, Castelo Branco e Jardim Cidade Universitária. As obras previstas para as ruas Av. Epitácio Pessoa e Av. Beira Rio deverão começar após o término do trabalho corrente.

A assessoria de imprensa da Seinfra explicou que, apesar da simplicidade das obras, é complicado executá-las com muita rapidez, já que grande parte das intervenções ocorrem nas principais e mais movimentadas vias da cidade. “É necessário fazer uma avaliação para causar o mínimo de transtorno possível ao trânsito. Por isso é necessário programar as operações em finais de semanas ou à noite, quando a menos tráfego”, explicou a assessoria.

As obras dos “Caminhos livres” incluem recapeamento ou asfaltamento de vias, algumas vias necessitam de um projeto de drenagem. Em alguns casos, como na Beira Rio e na Epitácio Pessoa, está previsto uma redução do canteiro central e das calçadas. Também serão construídas, em alguns pontos, bainhas nos pontos de ônibus.

Confira os objetivos do projeto:

Melhorias no trânsito do Centro - Diminuir o fluxo de veículos que convergem para a Lagoa, melhoria da circulação na área central, remoção do tráfego no anel interno da Lagoa sendo destinado apenas para passagem de ônibus. Já o anel externo terá 3 faixas para tráfego e mais 45 áreas receberão disciplinamento da oferta de estacionamentos e também haverá ampliação do espaço para os pedestres e melhorar a qualidade ambiental da área.

Vias que vão sofrer intervenções na área central - Avenida Monsenhor Walfredo Leal, Pedro I, Almirante Barroso, Desembargador Souto Maior, Rua Santo Elias, Rua Barão do Abiai, Avenida Duque de Caxias, Visconde de Pelotas, anel externo da Lagoa e Pedro II.

Ampliação da Avenida Epitácio Pessoa - Redução dos congestionamentos com o aumento da capacidade da via, melhorando a circulação dos veículos e diminuição do tempo de viagem do transporte público. Ao longo da via haverá intervenção em diversos cruzamentos com objetivo de dar fluidez ao tráfego. No entroncamento da Av. Ruy Carneiro com a Epitácio até Av.  N. Sra. dos Navegantes passará a ter três faixas.

Ampliação da Avenida José Américo de Almeira (Beira Rio) - Alargamento da avenida para aumentar a capacidade de circulação dos veículos  e melhorar as condições de circulação dos pedestres. O trecho da Avenida Duarte da Silveira (a partir da Igreja Batista) até a Avenida Rui Barbosa, bastante congestionada, com apenas duas faixas de rolamento em cada lado do canteiro, passará a ter três faixas, aumentando em 50 por cento a capacidade da via.

Alteração no trânsito do Castelo Branco e Bancários - Implantação de um binário no bairro do Castelo Branco para redução dos congestionamentos e tempo de viagem do transporte público.  Implantação de binário no bairro do Castelo Branco para reduzir congestionamentos. A Av. Castelo Branco sentido Miramar/UFPB passará a ser mão única e a via de retorno sentido UFPB/Miramar será pela Rua Matos Cardoso.

Implantação de faixa exclusiva para o transporte público na principal dos Bancários e melhoria das condições de circulação nas vias paralelas, criando vias alternativas para que o condutor possa trafegar pelo conjunto sem ter que utilizar a via principal.

Duplicação da Via do Altiplano - A duplicação da Av. João Cyrilo da Silva se estenderá da Av. Beira Rio até as proximidades da Av. Antonio Mariz, aumentando a segurança e facilitando o acesso ao Altiplano, Estação Cabo Branco e bairros adjacentes. (Pedro Calado)



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No Rio, Ônibus que substituem bondes começam a circular em Santa Teresa

Começaram a circular na manhã desta segunda-feira (7) as duas linhas de ônibus que vão substituir os bondes de Santa Teresa, no Rio. Os coletivos têm capacidade para 35 passageiros e a passagem custa R$ 0,60.

As duas linhas circulares, a SE 006 (Silvestre-Castelo) e SE 014 (Paula Matos-Castelo) (circular), vão atender aos moradores do bairro, que não contam mais com os trens desde o acidente de agosto, em que seis pessoas morreram e mais de 50 se feriram.

A medida que criou as linhas de ônibus foi decretada pelo prefeito Eduardo Paes, no Diário Oficial do município, no início de outubro. O serviço terá duração de um ano e seis meses. Atualmente o bairro de Santa Teresa é atendido por outras duas linhas de ônibus e um serviço noturno.

Bondes serão recuperados até 2013
Na semana passada, o governador Sérgio Cabral esteve em Lisboa e afirmou que o governo do estado entregará o sistema de bondes de Santa Teresa recuperado até 2013.

Cabral assinou com José Manuel Silva Rodrigues, presidente da empresa Carris, que administra os bondes da capital portuguesa, um termo de cooperação técnica para a recuperação do sistema, que está parado desde o acidente em agosto.


Fonte: G1.com.br

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Rodízio de veículos em Santos é descartado pela Prefeitura

O resultado do levantamento do Instituto de Pesquisas A Tribuna (IPAT), mostrando apoio de 48,6% dos entrevistados ao rodízio de veículos no Município, e 44,9% de posicionamentos contrários à medida, é comemorado por especialistas, na medida em que evidencia a preocupação das pessoas com a relação carro x cidade. Ainda assim, a Prefeitura descarta a adoção do rodízio em Santos, pelo menos por enquanto.

A avaliação do prefeito João Paulo Papa, contrário à ideia, é distinta de seu secretário de Meio Ambiente, Fábio Alexandre Nunes, o Professor Fabião (PSB), empolgado com o resultado da pesquisa IPAT.

Também se mostra favorável à medida o secretário estadual de Meio Ambiente, o santista Bruno Covas (PSDB).

A pesquisa, publicada ontem, sinaliza uma rápida mudança de avaliação do santista ao tema em apenas quatro anos. Quando o IPAT ouviu os munícipes em 2007, apenas 20% dos entrevistados eram a favor, e 75,5% haviam se posicionado contra o sistema rotativo.

Mudança de visão
Papa vê como principal resultado do levantamento a mudança de mentalidade. Ele destaca que, até então, qualquer pesquisa feita com os motoristas sempre trazia como resultado pedidos de melhora na infraestrutura para os automóveis, como alargamento de vias e estreitamento das calçadas.

O chefe do Executivo sinaliza uma tendência não só nacional, mas presente em outros países, na qual o carro passa a ser considerado um dos principais vilões das cidades. “Uma mudança de mentalidade tal como aconteceu com o cigarro, visto hoje com sérias restrições pelo malefício provocado”.

Fatores como o aumento da população nas principais cidades e, consequentemente, da frota urbana podem reverter a imagem hoje positiva do carro. “Deixará de ser uma imagem de prestígio e se tornará símbolo da ineficiência, devido aos congestionamentos e poluição”.

Apesar disso, Papa ainda se posiciona contrário ao rodízio por considerar efeito somente a curto prazo. “O resultado imediato da retirada dos carros de circulação se anula com o aumento da frota de veículos”.

Segundo o prefeito, Santos tem condições de inovar na resolução do problema dos congestionamentos, e não apenas copiar modelos.

Uma mudança na análise do transporte público é um dos caminhos. “Muitos falam hoje do transporte coletivo, mas não o usam. Temos uma frota com média de um ano de uso e ouso afirmar: é a frota mais nova do País, com ônibus seguros e limpos”.

As reclamações quanto à pouca frequência dos coletivos no período noturno e fins de semana são rebatidas por Papa. “A procura cai muito e manter a mesma frequência dos horários de semana resultaria na elevação do custo do sistema, onerando a passagem”.
Responderia ‘não’
Caso fosse questionado pelo IPAT, Papa responderia contrariamente ao rodízio. “Diria não, neste momento; como munícipe, como prefeito e como engenheiro da área”.

O “uso moderado” do carro, segundo o chefe do Executivo, afastaria as medidas extremas de rodízio e pedágio urbano.
Créditos: Alberto Marques
Fatores como o aumento da população podem reverter a imagem hoje positiva do carro
Secretários de Meio Ambiente são a favor
O secretário estadual Bruno Covas (Meio Ambiente)esponderia favoravelmente ao rodízio, caso fosse abordado por um pesquisador do IPAT.

Ele lembra, porém, o fato de o sistema ter a questão ambiental como principal objetivo, quando a medida foi implantada na Capital. “Depois acabou continuando pela questão da mobilidade urbana”.

Segundo o secretário estadual, 80% da poluição das regiões metropolitanas têm como causa o setor de transporte. “Notamos isso com o programa de inspeção veicular”.

O aumento da adesão do santista à ideia do rodízio de veículos, na avaliação de Bruno Covas, se dá hoje pela questão da mobilidade.

“O santista está preparado para o rodízio, a pesquisa do IPAT mostra isso. Temos levantamento apontando o quanto a população da Baixada Santista usa a bicicleta”.

A sugestão do secretário é um programa de adesão voluntária para ver a receptividade da ideia.

‘Sobrevivente’

Vereador licenciado e secretário municipal de Meio Ambiente, Fábio Alexandre Nunes, o Fabião, lembra de sua proposta, apresentada em 2007, instituindo rodízio ambiental, por três meses, no inverno. Nessa época do ano a dispersão dos poluentes é menor.

A matéria criou polêmica, acabou sendo retirada da pauta da Câmara e ele se considera até um “sobrevivente” no Legislativo por ter sido reeleito, devido à grande repercussão negativa naquele ano.

A capacidade de fazer o munícipe organizar seus deslocamentos com o rodízio é a principal vantagem da medida, na avaliação de Fabião.

“Rodízio não é solução, é paliativo em um processo de sensibilizar a sociedade para perceber outros modais, como a bicicleta e um transporte coletivo eficiente”.

Segundo ele, o uso do veículo tem de ser desestimulado. “As questões a serem feitas são: trânsito é problema? E carro é a solução?”.

Poucos munícipes têm, segundo ele, noção da poluição “difusa” resultante dos carros. “É perceptível em dias de chuva: uma mancha de óleo. Esse material cai nas galerias de água pluvial e vai para o mar”.

Empresas

A classe empresarial também poderia contribuir para o fim dos congestionamentos. Fabião propõe o término dos horários formais nas empresas, onde a imensa maioria dos funcionários cumpre jornada das 8 às 18 horas. “Caso Santos se tornasse o primeiro município, fora das capitais, a assumir o rodízio de veículos, retomaria seus status de cidade de vanguarda”.
Créditos: Alberto Marques
Pesquisa sinaliza rápida mudança de avaliação do santista ao tema em apenas quatro anos


Fonte: A Tribuna

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Em Fortaleza, Nova linha de ônibus começa a circular em Messejana

Uma nova linha de ônibus começa a circular na cidade, 7, visando diminuir o tempo de deslocamento dos usuários de ônibus do Conjunto Maria Tomásia, Sítio São João e Santa Maria ao Centro, em Messejana.

A Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) colocou em circulação a linha (670) Sítio São João/Centro/Expresso, que terá parte de seu percurso sem paradas para embarque e desembarque, especificamente o trecho compreendido entre a BR - 116 e a rotatória da Aguanambi.

Fonte: O Povo Online


Itinerário

A linha circulará de segunda a sexta-feira, até as 20h55, e aos sábados, até as14 horas, saindo do Conjunto Maria Tomásia, passando pelo Sítio São João, Santa Maria, indo ao Centro e às avenidas Padre Pedro de Alencar, Frei Cirilo e Aguanambi.

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Paralisação de ônibus deixou 170 mil sem ônibus em Campinas

A paralisação dos funcionários da Viação Bonavita (VB Transportes), na manhã desta segunda-feira prejudica usuários da VB3 linha verde que atende as regiões de Barão Geraldo, Sousas, Amarais, Rodovia Campinas-Mogi e corredor Abolição. Cerca de 800 trabalhadores da VB, entre motoristas e cobradores, estão com 258 veículos parados, dos 271 disponíveis.

A paralisação prejudicou aproximadamente 170 mil usuários segundo informações do
diretor de comunicação e marketing e porta-voz da VB, Paulo Barddal. Os trabalhadores estão fazendo uma manifestação na garagem da empresa e os veículos não estão circulando, em Campinas.

Os protestos são pela demissão de três cobradores e por melhores condições de
trabalho. Os protestantes querem a reversão da demissão dos três funcionários que foram demitidos por justa causa no último final de semana.

Os funcionários demitidos foram pegos em flagrante por um fiscal da
Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec). Os cobradores, faziam o chamado “cabrito”, deixavam os usuários que já tinham pago, na parte da frente do ônibus sem passar pela catraca. O dinheiro recebido era guardado pelos próprios cobradores que não devolviam para o caixa. A empresa não tem previsão para o fim da paralisação, conclui Barddal.

Uma reunião entre a empresa e os funcionários, decidiu suspender por 3 dias as demissões. Uma sindicância foi aberta, para os atingidos da acusação, provarem o contrário. O Sindicato dos Condutores de Campinas, não está envolvido na paralisação, portanto não se trata de greve, justifica Paulo Barddal.
Os trabalhadores paralisados e a VB Transportes chegaram a um acordo. Com isso as linhas paradas voltaram a operar ainda na tarde desta segunda.
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Projetos de mobilidade urbana nas capitais estão atrasados

A demora nas obras de mobilidade urbana é um dos principais pontos em debate amanhã, em São Paulo, no 12º Fórum Legislativo das Cidades Sedes da Copa de 2014. A Assembleia Legislativa paulistana será a última a realizar o encontro e, por uma coincidência de agendas, contará com a presença do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, que estará no Brasil até terça-feira. E o governo terá contra si uma dura constatação: o Brasil enfrenta dificuldades para entregar as obras de mobilidade a tempo da realização da Copa das Confederações, marcada para 15 a 30 de junho de 2013.

Das 12 cidades que abrigarão os jogos do Mundial de 2014, apenas cinco iniciaram algum tipo de obra para garantir o deslocamento de turistas e torcedores ao longo dos 30 dias do torneio. Das quatro capitais confirmadas para sediar a Copa das Confederações, duas começaram a tocar as empreitadas.
O valor total que será investido em obras de mobilidade em Belo Horizonte ultrapassa os R$ 2 bilhões
A Copa das Confederações funciona como preparação para o Mundial de 2014 e servirá para a Fifa e a CBF testarem o poder de organização do país na hora de realizar grandes eventos. Foi anunciada na última quinta-feira uma nova matriz de responsabilidade, com o cronograma e o estágio das obras de infraestrutura que serão feitas para as duas atividades esportivas. As únicas cidades que mantiveram os mesmos prazos divulgados em 14 de setembro são Salvador, Natal e Curitiba. Em todas as demais, ocorreram alterações.

Como um minilaboratório para o Mundial do ano seguinte, a Copa das Confederações é uma disputa mais curta — metade do tempo — e com apenas oito seleções. Mesmo assim, a Fifa já avisou que será o momento para testar várias situações dos jogos, como agilidade nos deslocamentos do aeroporto até os hotéis, e dali para os estádios.

Além disso, mesmo a Copa das Confederações sendo disputada apenas em Brasília, em Fortaleza, em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, o palco da decisão, não seria exagero pensar que os turistas que vierem prestigiar os jogos irão querer conhecer outras cidades e poderão ter uma surpresa negativa com as dificuldades de mobilidade nessas regiões.
Das 12 cidades sedes da copa, apenas 05 estão com obras em andamento
As únicas que já iniciaram algum tipo de obra de mobilidade urbana são Belo Horizonte, Cuiabá, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro. Dessas, apenas mineiros e cariocas sediarão jogos da Copa das Confederações. No caso da capital mineira, a Via 710, uma transversal que ligará diversos bairros de diferentes regiões sem passar pelo centro de Belo Horizonte, ficará pronta em novembro. O corredor exclusivo para ônibus na Avenida Pedro II, que desemboca no Mineirão, previsto inicialmente para terminar em novembro, teve o cronograma antecipado para março de 2013, a tempo de ser entregue para a Copa das Confederações.

O Rio de Janeiro, que abrigará tanto a partida final da Copa das Confederações quanto a decisão do Mundial de 2014, tem apenas um projeto de mobilidade urbana, o BRT Corredor Transcarioca. Com um orçamento total de R$ 1,582 bilhão, a obra — uma avenida exclusiva para ônibus que ligará a Barra, na Zona Oeste, à Penha, na Zona Norte — tem conclusão prevista para novembro de 2013.

VLT
Brasília comemorou intensamente o direito de sediar a abertura da Copa das Confederações e assistir ao jogo da Seleção Brasileira. A capital federal receberá também sete jogos do Mundial de 2014, sendo um garantido do Brasil na primeira fase a e a decisão de terceiro lugar. Mas os dois únicos projetos de mobilidade urbana da cidade só estarão prontos, de acordo com o cronograma divulgado no mês passado, em dezembro de 2013. Apesar de a licitação não ter sido lançada, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), ligando o aeroporto até a Asa Sul, continua com o início das obras previsto para dezembro e conclusão agendada para dezembro de 2013. Já a ampliação da DF-047, que liga o Aeroporto ao Plano Piloto, está prevista para ficar pronta em plena Copa das Confederações, em junho de 2013.
O monotrilho, principal obra de mobilidade em Fortaleza, deve ter licitação até o fim do ano
(foto: Fábio Lima)

Em Fortaleza, a expectativa até o momento é de que todas as obras sejam iniciadas ainda esse ano, mas nenhuma estará pronta antes da Copa das Confederações. Três delas estão previstas para terminar em junho — mês em que o torneio será iniciado — e as outras três em agosto, quando boa parte dos turistas e todas as seleções estrangeiras já terão deixado o país.

Dez dias atrás, a presidente Dilma Rousseff ficou irritada com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que anunciou a possibilidade de Salvador e Recife também entrarem como sedes da Copa das Confederações. Mas impôs uma ressalva em rede de tevê mundial: “Se elas concluírem a tempo a construção dos estádios”. Dilma interpretou essa mensagem como mais uma estocada pública da entidade, expondo a possibilidade de o governo não conseguir cumprir a sua parte no cronograma das obras.

Os estádios deverão estar prontos, já que, pelo cronograma previsto, eles serão concluídos em dezembro de 2012. O mesmo não pode ser dito das obras de mobilidade. Na capital pernambucana, o Terminal Cosme e Damião, do Metrô, tem previsão para entrar em funcionamento em novembro de 2012. Mas todas as outras intervenções de infraestrutura ficarão prontas em 2013. A única já iniciada, a Corredor Via Mangue — uma via expressa com aproximadamente 4,5 km — só fica pronta em setembro de 2013.

Em Salvador, existe apenas um projeto dentro do PAC Mobilidade Urbana: o BRT do Corredor Estruturante, exclusivo para ônibus ligando o aeroporto à zona norte da cidade. Com investimento de R$ 570,3 milhões, estará liberado para uso pela população em fevereiro de 2014.


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Em Campinas, Protesto deixa distritos e Corredor Abolição sem ônibus

Os motoristas e cobradores dos ônibus que são operados pela empresa VB Transportes, da linha verde, estão fazendo uma manifestação na garagem da empresa nesta segunda-feira (7) e os veículos não estão circulando, em Campinas. Eles protestam por causa de demissões e por melhores condições de trabalho. A linha verde atende as regiões de Barão Geraldo, Sousas, Amarais, Rodovia Campinas-Mogi e corredor Abolição. O número de passageiros afetados não foi divulgado ainda.


Informações da EPTV

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Deficientes sofrem com os ônibus adaptados no Rio de Janeiro

Marajó Sant’angelo do Nascimento não vai viajar, mas mesmo assim leva uma muda de roupas limpas na mochila toda vez que sai de casa. Com as duas pernas amputadas, ele já prevê que em algum momento do dia vai ter que sair de sua cadeira de rodas e se arrastar pelo chão para chegar a algum lugar. Mas as coisas podem ser ainda piores. Ao tentar embarcar na quinta-feira passada em um ônibus da linha 920 (Pavuna - Bonsucesso), da empresa Gire Transportes, na Avenida Brás de Pina, Marajó caiu da cadeira quando o elevador deu um tranco enquanto ele subia.

— Em vez de o motorista esperar eu me posicionar, já acionou a plataforma. Isso é falta de treinamento: os carros têm o elevador, mas os condutores não sabem mexer. Me sujei todo. Sempre trago roupa extra, por precaução.

Convidado pelo EXTRA, Marajó percorreu pontos de ônibus de diferentes áreas da cidade, além da Penha. Em Bangu, na Rua Francisco Real, o elevador de acesso de um ônibus da linha 803 (Senador Camará - Alvorada), da empresa Transportes Barra, não retornou à posição inicial de escada, mesmo após o motorista e fiscais que estavam no ponto tentarem contornar o problema à força. Após alguns minutos, o motorista pediu para que Marajó fosse retirado do ônibus e pegasse o próximo (da mesma linha, mas da empresa Andorinha Rio), cujo elevador funcionou regularmente.

Já no centro da cidade, na Rua do Riachuelo, o motorista da linha 497 (Penha - Cosme Velho), da City Rio, não possuía a chave para acionar o elevador. Então, um time formado pelo motorista, passageiros e um pedestre colocou o agente da Lei Seca para dentro do ônibus com a força dos braços.

No Flamengo, na Avenida Beira-Mar, Marajó quase precisou de uma nova muda de roupas. Ao embarcar num ônibus 107 (Central - Urca), da Gire Transportes, sua cadeira de rodas escorregou novamente e ele por pouco não caiu novamente.

— Os motoristas não sabem acionar o elevador, não esperam o cadeirante se posicionar. Eles não estão preparados. — lamenta Marajó, resumindo sua sina com o descaso do transporte público:
— Já estou acostumado a cair — afirma.

A queixa não é em vão. Marajó viveu quase 30 dos seus 47 anos em cima de cadeiras de rodas. Antes, tinha medo de sair sozinho, mas a partir de 2000 começou a se aventurar pelas tortuosas ruas da cidade. A timidez que dizia ter foi embora depois que começou a trabalhar como agente-cadeirante em operações da Lei Seca em bares, restaurantes, colégios e palestras. Hoje, Marajó é um homem falante que faz questão de ressaltar a importância das necessidades dos deficientes físicos e do ditado "se beber, não dirija".


Prazo para adequação de toda a frota é 2014

O Decreto Federal 5.296 de dezembro de 2004 determina apenas que os novos ônibus que entrarem em circulação no país devem ser acessíveis aos cadeirantes. O prazo para que toda a frota esteja dentro dessa especificação vence em 2014.

De acordo com o presidente da Comissão da Pessoa com Deficiência da Alerj, deputado Márcio Pacheco (PSC), as denúncias recebidas pela pasta tratam principalmente de equipamentos quebrados e de funcionários despreparados.
— Precisamos ouvir a população. Toda quinta-feira, às 14h, acontece uma reunião ordinária da comissão aberta à população — avisa.

O presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB-RJ, Geraldo Nogueira, também acredita que é através da mobilização que as empresas podem se sentir pressionadas:
— Quem se sentir lesado deve entrar com uma ação em um Juizado Especial Cível.

Apesar dos problemas, o Rio Ônibus, Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Município do Rio de Janeiro, informou que "todos os 8.600 ônibus que operam em linhas municipais do Rio já estão em conformidade com as normas e regulamentos técnicos da legislação federal".

A empresa Transportes Barra informou que no ônibus que apresentou problema em Bangu "o defeito no carro em questão foi identificado e o reparo, realizado". No caso do motorista que não tinha a chave da plataforma, na Rua do Riachuelo, na Lapa, a empresa City Rio informou que os veículos foram vistoriados e passarão a levar as chaves fixadas próximo ao equipamento. Sobre os ônibus onde o cadeirante caiu do elevador, na Penha, e que ele escorregou, no Flamengo, a Gire Transportes informou que já providenciou o reparo dos equipamentos.


Para pesquisadora, ideal é veículo com piso baixo

A superintendente do Instituto Brasileiro de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Teresa Costa do Amaral, também encara como uma privação ao direito básico de ir e vir, assegurado pela Constituição brasileira, os impedimentos ocasionados pela falta de acessibilidade nos ônibus cariocas. E ressalta que o elevador para a cadeira de rodas não é a solução ideal:

— O motorista não sabe usar o equipamento, não há manutenção e há demora na operação. O ideal é o ônibus de piso baixo, já adotado em Curitiba. Mas as empresas resistem, pois dizem que o asfalto é irregular.

Para a secretária municipal da Pessoa com Deficiência, Georgette Vidor, o objetivo é que a cidade não tenha ônibus com elevador para cadeirantes no futuro e acredita que essa seja a tendência entre as empresas:

— Já temos 40 ônibus com piso baixo na cidade, o que é uma vitória. A questão é que, quando a lei foi feita, deu a opção do elevador, que é mais barata e, por isso, a mais adotada — disse. — Cada secretaria deve ter preocupação com a pessoa deficiente. Mas temos que entender também que esse não é um problema exclusivo do Brasil. Existem países de primeiro mundo que ainda não são completamente acessíveis.


Fonte: Extra Online

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No Metrô de BH, Vale a lei do mais forte na hora de embarcar

O sofrimento dos usuários do metrô de Belo Horizonte não se resume às horas que passam amassados entre mochilas, bolsas, embrulhos e corpos, no interior dos vagões. O calvário começa antes, quando chegam a uma das 19 estações da linha 1 (Eldorado/Vilarinho), a única em funcionamento entre a capital mineira e Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ali, são muitas as situações que infligem mais desconforto e desgastam os passageiros. A mais evidente, talvez, é a falta de separação física nas estações mais movimentadas, como ocorre em São Paulo, na Estação da Sé, que tem cercas de alumínio para ordenar a entrada da multidão.
A falta de revezamento na abertura das portas desses locais também causa tumulto. Como as portas se abrem apenas de um lado, quem precisa sair tromba com quem está louco para encontrar um espaço dentro do trem, forçando passagem. Vale a lei do mais forte nas estações mais movimentadas, como Vilarinho, Eldorado, São Gabriel e Central, por exemplo.

A ânsia das pessoas que embarcam, nessa situação, se sobrepõe ao que manda o bom senso e a regra que fica pintada no piso de uma das estações onde mais passageiros se aglomeram à beira do embarque, a Vilarinho: “Deixe sair para depois entrar”. A confusão envolve homens, mulheres e idosos. “A gente começa a sair e precisa desviar para o canto, senão a turma que entra te empurra de volta para o trem”, afirma o aposentado Alberto Gonçalves, de 65 anos.

Ao longo das estações, os trabalhadores, estudantes e aposentados enfrentam mais incômodos. Veja no quadro ao lado as deficiências e perigos dos locais de embarque e desembarque de passageiros.

Em sete estações o telhado é feito de amianto. Além de o material ser considerado cancerígeno pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que afirma não haver nenhum limite seguro de exposição, o produto é perigoso por “poder contaminar devido ao “desprendimento das fibras em função do envelhecimento dos materiais, mudanças de temperatura, intempéries, processos abrasivos de limpeza, entre outras causas”. Não bastassem os perigos, em quatro estações (Santa Tereza, Santa Efigênia, Carlos Prates e Calafate), as telhas estão com buracos enormes e trincas extensas por onde a água das chuvas jorra comprimindo ainda mais quem aguarda a chegada do metrô.

A falta de sanitários também é crítica. Eles só estão presentes em três locais. Na Estação Eldorado, onde o serviço custa R$ 0,20, na São Gabriel, em que é preciso descer até a parte destinada à integração com os ônibus, e na Vilarinho, onde há um banheiro químico sujo e malcheiroso para os homens e dois para as mulheres.



CADEIRANTES


Se as pessoas que não têm dificuldades para se deslocar enfrentam obstáculos nas estações belo-horizontinas, quem precisa usar cadeiras de rodas, muletas e portadores de deficiência visual passam por desafios ainda maiores. Apenas nove dessas plataformas têm pisos táteis para orientar quem tem baixa visão ou não enxerga. Eles precisam ser guiados pelos seguranças e funcionários.


Ir e voltar do trabalho, para o auxiliar administrativo José Wander Maas Souza Júnior, de 26 anos, que precisa de uma cadeira de rodas para se mover, é uma ginástica que deixa os braços dormentes. “As rampas em espiral desgastam muito a gente. As calçadas para chegarmos até as estações são todas esburacadas. Se passar por lá, posso cair. Prefiro ir pela rua, desviando dos carros mesmo”, afirma.


Quando o metrô se alinha na plataforma, José Wander espera a multidão passar por ele e vai sozinho até a última porta. Os passageiros se apertam o quanto podem para que ele caiba. Como não há espaço reservado para cadeirantes, o auxiliar improvisa. Uma das mãos segura firme no aparato de metal e a outra trava a roda da cadeira. “Se bobear um minuto, com a aceleração ou com a parada do metrô, posso tombar e me ferir. É uma falta de senso os carros de um metrô não terem espaço próprio para portadores de necessidades especiais”, reclama.


RAIO X


Meio de transporte vital em Belo Horizonte tem problemas como falta de banheiros e extintores inoperantes nas estações


Passageiros


5 milhões
é o número de passageiros de metrô por mês


40% deles, ou 2 milhões,
usam a integração com o sistema de ônibus


7,5 mil
viagens são realizadas mensalmente


Estações (Linha 1)
Vilarinho*, Floramar, Waldomiro Lobo, 1º de Maio, São Gabriel*, Minas Shopping, José Cândido da Silveira*, Santa Inês, Horto, Santa Tereza, Santa Efigênia, Central*, Lagoinha* (Rodoviária), Carlos Prates, Calafate, Gameleira, Vila Oeste, Cidade Industrial, Eldorado* (Contagem)
(*) Integração com o sistema de ônibus


Situação das 19 estações


7 permitem integração com os ônibus


3 são equipadas com banheiros


6 têm bebedouros


9 possuem piso tátil


2 o ferecem rampas internas para deficientes


6 são ligadas por rampas externas para deficientes


10 telefones públicos estavam inoperantes


6 possuem escadas rolantes


1 escada rolante estava parada


13 elevadores funcionavam


2 elevadores não estavam operantes perigos


20 extintores estavam inoperantes


15 indicavam necessidade de recarga ou zero de conteúdo


5 locais para extintores estavam vazios


2 caixas de mangueiras de incêndio não continham o equipamento






Fontes: CBTU, Estado de Minas

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Trânsito no Grande ABC terá plano para evitar colapso

O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC apresenta amanhã, durante reunião com os sete prefeitos, uma série de medidas emergenciais para minimizar os problemas enfrentados pelos motoristas no trânsito da região. A expectativa é de que as ações sejam implementadas ainda este mês.

Batizado de Operação Compartilhada, o plano tem por objetivo trazer alívio imediato aos congestionamentos até que as obras estruturais para viabilizar o transporte coletivo, prometidas pelo governo do Estado fiquem prontas. Estão na lista o Expresso ABC, Metrô Leve e modernização do Corredor ABD.

As novas diretrizes têm três pontos essenciais: melhorar a comunicação entre os agentes que controlam o trânsito nos municípios, a regulamentação da circulação de veículos de carga pesada e a revisão da localização das vagas públicas de estacionamento.

O plano foi uma maneira rápida e barata para atenuar os efeitos irreversíveis da expansão imobiliária regional. Nos últimos cinco anos, cerca de 28 mil unidades foram lançadas e atualmente 200 canteiros de obras estão em atividades, de acordo com a Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC.

"Não podemos apenas esperar as grandes obras. Essas são medidas operacionais que poderão ser colocadas em prática rapidamente e não há necessidade de investimentos estruturais para entrarem em atividade", explicou a coordenadora do Grupo de Trabalho Mobilidade do Consórcio, a arquiteta Andrea Brisida, da Prefeitura de São Bernardo.

A primeira medida do projeto do Consórcio é a comunicação compartilhada, mas não haverá a construção de central única para controlar todo o trânsito dos sete municípios. Na realidade, as companhias de tráfego vão se comunicar por meio dos métodos já existentes, como via rádio, celular, telefone e internet.
"Por exemplo, se vier a ocorrer um acidente no bairro de Piraporinha, em Diadema, as centrais de Santo André e São Bernardo serão informadas rapidamente o que reduzirá os reflexos", explica Andrea.

Além disso, a circulação de caminhões será revista e restrita. E as ruas e avenidas que apresentam maiores complicações de congestionamentos e lentidão serão regulamentadas com a proibição parcial ou total de estacionamentos. A outra alternativa será a instalação da Zona Azul. Caso esses planos não surtirem os efeitos esperados, outras modificações poderão ser cogitadas, como o rodízio de veículos.

ESTRATÉGICO

Nos próximos dias, o Consórcio lançará edital para contratar a empresa responsável por elaborar o plano intermunicipal de mobilidade urbana. O objetivo é implementar ações estratégicas que garantam a fluidez do trânsito a médio e longo prazos. O custo do projeto está em torno de R$ 1 milhão, e a previsão é de que seja entregue em seis meses após a contratação.

Diadema foi a 1ª a proibir caminhões

A Prefeitura de Diadema foi a primeira no Grande ABC a impor regulamentação para a circulação de caminhões em regiões diferentes, como no Centro e no bairro Eldorado, nos horários de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h, e aos sábados, das 6h às 14h.

Segundo o secretário de Transportes, Ricardo Perez a medida alcançou os objetivos. "Houve aceitação tanto da parte dos motoristas dos caminhões como de veículos e, principalmente, de transeuntes", avalia Perez.

Na cidade foram instaladas 23 placas com indicações da proibição, além de faixas de orientação sobre a restrição a caminhões no Eldorado, adotada devido ao aumento da circulação de veículos pesados, um dos reflexos da abertura do Trecho Sul do Rodoanel. A comunidade apoiou a causa.

Para Ricardo Moretti, especialista em planejamento urbano, uma saída para melhorar o trânsito é o investimento em transporte coletivo. "Tem solução, mas com gosto amargo, que é a restrição de carros, mas ninguém quer adotar esse ônus político. Um exemplo é Londres, onde se adotou a cobrança de pedágio em algumas áreas da cidade."

Projetos que devem ampliar a rede de transporte coletivo devem começar a sair do papel em 2014. O Expresso ABC será a ligação rápida sobre trilhos entre a Estação da Luz, na Capital. e Mauá. O Metrô Leve sairá da Estrada do Alvarenga, em São Bernardo, e ligará a região à Estação Tamanduateí. Já o Corredor ABD, via utilizada por ônibus, terá duas ligações com o Metrô até 2015: até a estação Santo Amaro e à futura estação São Mateus. Atualmente, é ligado apenas à Estação Jabaquara.





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SPTrans recomenda: Para as compras na região central utilize o transporte coletivo

Com a chegada da temporada de compras de Natal, a região central é a mais procurada, principalmente  a rua 25 de Março. Pela dificuldade do trânsito na região das lojas, a SPTrans recomenda que as viagens sejam feitas de transporte público, principalmente de ônibus.
Bem próximo à Rua 25 de Março está o Terminal Parque Dom Pedro II, que funciona 24 horas por dia e oferece uma série de facilidades para quem vai fazer as compras. São 93 linhas distribuídas em 7 plataformas, com capacidade para atender a 250 mil passageiros por dia. O terminal oferece serviços como lanchonetes, espaço multi-bancos, banheiros e segurança. Neste terminal, os usuários encontram linhas de todas as regiões da cidade, dezenas da zona leste, do Sacomã, Jardim Celeste, Pinheiros, Butantã, Ceasa, Parque da Lapa, Casa Verde, Cidade Tiradentes, São Mateus, São Miguel, Itaim Paulista, Ermelino Matarazzo, Vila Mara, Jardim Helena, Vila Nova Curuça, Vila Progresso, Jardim Camargo Velho, Conjunto Encosta Norte e Jardim das Oliveiras.
No Terminal Parque Dom Pedro II, existe a interligação com o Expresso Tiradentes, que recebe a demanda da região sul, Terminal Sacomã. O Terminal Sacomã, situado na Rua Bom Pastor, 3000,  opera com 24 linhas municipais e 18 intermunicipais, com uma demanda de 81 mil passageiros por dia e faz o percurso em 14 minutos em média, utilizando ônibus articulados e bi articulados.
Funciona das 4h à 0h, possui 6 plataformas, espaço multi-bancos, banheiros e lanchonetes. Recebe passageiros da região de São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul, e dos bairros do Parque Bristol, Jardim Celeste, Moema, Penha, Vila Arapuá, Vila Livieiro e Água Funda.
Utilizando o Bilhete Único, as vantagens para as compras se ampliam, já que o passageiro pode realizar quatro viagens de ônibus com o preço de uma passagem, dentro do intervalo de 3 horas para o Bilhete Único Comum, e de 2 horas para os Bilhetes Único Escolar e Vale-Transporte. Se for fazer compras nos domingos ou feriados, o Bilhete Único Comum vale até 8 horas (Bilhete Amigão), desde que a ultima recarga tenha sido de pelo menos 4 tarifas (R$12).
Para informações sobre linhas e trajetos de linhas consulte itinerários ou ligue 156.
Assessoria de Imprensa – SPTrans

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Tarifa de ônibus de Palmas continua valendo R$ 2,20

A justiça negou, em caráter definitivo, o pedido feito pela Prefeitura Municipal de Palmas de suspender a liminar que mantém a tarifa do transporte coletivo da capital em R$ 2,20. A decisão sobre o recurso impetrado pelo município foi exarada na data desta sexta-feira, dia 4, pela presidente do Tribunal de Justiça, Desembargadora Jacqueline Adorno.

A decisão do TJ mantém a liminar e a tarifa continua no valor de R$ 2,20 até julgamento final da Ação Popular. Para o deputado estadual Marcelo Lelis (PV), essa última decisão da justiça é resultado de toda uma mobilização popular.

“Estamos extremamente felizes. A população de Palmas está de parabéns porque mostrou a sua força e se manifestou contra esse aumento que consideramos abusivo por não vir acompanhado das melhorias prometidas. O que todos nós queremos é um transporte coletivo de qualidade, com um preço justo e que atenda as necessidades dos usuários” comemorou Lelis.

Marcelo Lelis, junto com representantes de diversos segmentos da sociedade e com cerca de 16 mil assinaturas dos palmenses, ingressou na justiça uma Ação Popular com pedido de liminar questionando o aumento da tarifa.

Ação Popular

A Ação Popular foi protocolada no Fórum de Palmas no dia 23 de agosto deste ano. O advogado Yuri Dhaer, a representante estudantil Nataly Dias, ambos membros do Conselho Municipal de Trânsito e o advogado Adriano Guinzelli foram os responsáveis pelo embasamento técnico e jurídico da Ação.

No dia 15 de setembro, a juíza da 3ª Vara das Fazendas e dos Registros Públicos, Ana Paula Toribio, acatou o pedido de liminar proposto na Ação Popular e suspendeu o aumento da tarifa até julgamento final do processo, mantendo o valor em R$ 2,20.

Desde que a Ação foi protocolada, todos os recursos apresentados, tanto pela empresa de ônibus Expresso Miracema quanto pela Prefeitura Municipal, a fim de que houvesse o aumento de R$ 2,20 para R$ 2,50, foram negados pela justiça.

Liminar continua valendo

Neste despacho, a Desembargadora Jacqueline Adorno entendeu que a Prefeitura de Palmas não comprovou que a liminar concedida causaria grave lesão à economia pública ou qualquer outro interesse da coletividade.

“Com efeito, sendo a suspensão da liminar uma providência drástica e excepcional, só se justifica quando a decisão possa afetar de tal modo a ordem pública, a economia, a saúde ou qualquer outro interesse da coletividade que aconselhe sua sustação até o julgamento final (...) e, nesse passo, não há evidência cabal de que o atendimento à decisão judicial, no sentido de manter inalterado o preço da passagem de ônibus, inviabilize a conservação da ordem e do interesse públicos” diz trecho da decisão.

Para Adriano Guinzelli, advogado que responde pela Ação, “essa quinta decisão favorável, consecutiva, deixa ainda mais evidente que o aumento da tarifa foi realizado de forma ilegal e prejudicando o cidadão palmense”.

O advogado Yuri Dhaer, representante da OAB no Conselho Municipal de Trânsito, avalia que é preciso mais transparência no sistema de transporte coletivo. “As argumentações apresentadas pela Prefeitura não vinham sendo procedentes ao ponto de cassar uma liminar. De certa forma, podemos sim considerar essa decisão vitoriosa. Isso só demonstra que o sistema de transporte coletivo de Palmas precisa ser mais estudado e mais transparente nos processos de reajuste” disse.

Fonte: Portal Stylo

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