Rock in Rio: Detro determina horários extras para ônibus intermunicipais

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

As empresas que operam linhas intermunicipais ligando o Rio à Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo terão que reforçar suas frotas para que trafeguem também durante a madrugada durante as noites de show do Rock in Rio. A determinação do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro), divulgada nesta quinta-feira, vale para 17 empresas, que operam 34 linhas que circulam na região. Para verificar o cumprimento, equipes de fiscalização do Detro ficarão de plantão durante toda a madrugada.

Os ônibus que fazem o itinerário Baixada-Barra vão continuar fazendo ponto final no Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca. Já os passageiros com destino a Niterói e São Gonçalo deverão pegar ônibus municipais até o Centro, Zona Sul e Zona Norte, por onde trafegam linhas intermunicipais para estas cidades. Os veículos que circulam entre a Baixada Fluminense e a Barra da Tijuca deverão circular com intervalos de 15 minutos, e os de Niterói e São Gonçalo, de 30 em 30 minutos.

"Sabemos a dimensão deste evento e, apesar de o Detro não ter sido contatado pelos organizadores, procuramos buscar soluções para os passageiros das linhas intermunicipais. As empresas que operam os itinerários entre o Rio, Baixada Fluminense, São Gonçalo e Niterói foram acionadas para darem o suporte necessário aos que vêm dessas cidades vizinhas para assistir aos shows", afirma João Cassimiro, diretor técnico-operacional do Detro.



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No Recife, Motoristas não aderem ao Dia Mundial sem Carro

Os motoristas de Recife não aderiram ao Dia Mundial Sem Carro. Nesta quinta-feira, a cidade viveu mais um dia de muitos veículos nas ruas e lentidão em vários pontos, principalmente na Zona Sul e no Centro.
De acordo com o motorista de ônibus, José Carlos, de 51 anos, que faz o percurso pela avenida Mascarenhas de Moraes, em alguns horários houve até mais retenção que o normal.
“ Parece que hoje tem até mais carros nas ruas, as pessoas não aderiram ao movimento. O trânsito da cidade está cada dia pior, as pessoas deviam utilizar mais o transporte coletivo. Muitas vezes o carro está  na rua com apenas uma pessoa, um ônibus tem várias. Pelo menos hoje as pessoas podiam ter deixado o carro em casa, mas não foi o que aconteceu”, contou.
Durante a semana a Prefeitura do Recife preparou uma série de iniciativas para comemorar a Semana Nacional de Trânsito. O ponto alto da programação foi o lançamento, nesta do Plano Municipal de Educação para o Trânsito (PMET) pelo prefeito João da Costa. Também foram desenvolvidas campanhas educativas nas escolas municipais, junto aos shoppings da cidade e através das redes sociais e rádios comunitárias. A programação se estenderá até o final de setembro.


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No Dia Mundial Sem Carro, Prefeitura do Rio e ONGs firmaram uma parceria para incentivar o uso dos transportes coletivos

A pé, de bicicleta ou de transporte público, o importante nesta quinta-feira (22) foi usar a criatividade para sair de casa no Dia Mundial Sem Carro, seja para ir trabalhar, estudar ou simplesmente passear. Nesta terceira edição da data na cidade, a prefeitura do Rio e ONGs firmaram uma parceria para incentivar o uso dos transportes coletivos ou alternativos, como a bicicleta, e contribuir para a redução da emissão de gases na atmosfera.

“O ideal seria que a divulgação dos eventos e o Dia Mundial Sem Carro fossem feitos com antecedência. Muita gente que poderia se programar para deixar o carro nesta data, por saber que ela é celebrada hoje acaba saindo de carro sem se dar conta. Mas o importante nesta data é aproveitar a oportunidade e tomar consciência da sua própria responsabilidade na poluição do ar do planeta. É o momento de buscar também saúde e qualidade de vida”, disse José Lobo, o presidente da ONG Transporte Ativo, que incentiva o uso da bicicleta.

Nesta quinta-feira (22), a partir das 9h, as ONGs Transporte Ativo, ITDP e 350º e a prefeitura promovem shows de rap e hip hop com MCs, apresentação dos corais da Comlurb e do Detran, além de uma série de atividades culturais para promover o Dia Mundial Sem Carro. O evento marcado para a Praça Mário Lago (Buraco do Lume), no Centro, também reúne oficinas de pintura, reciclagem e educação ambiental para crianças.

Na tenda montada pela prefeitura no Buraco do Lume também está a exposição “MonitorAr-Rio”, enquanto que no Espaço Encontro das Águas, no Parque dos Patins, na Lagoa, na Zona Sul, o público poderá apreciar a mostra “Mobilidade Sustentável”, com uma apresentação do projeto “A caminho da escola”, da CET-Rio.

Antes mesmo de chegar à idade para conseguir a carteira de habilitação, as crianças já participam dos eventos sobre o tema, através de dois concursos realizados nas escolas da rede municipal: um de desenhos e outro de frases. A premiação ficará a cargo do Consulado da Holanda, que vai distribuir bicicletas aos vencedores das várias categorias dos concursos.

Zona 30 km
À tarde, o secretário municipal de Meio Ambiente e vice-prefeito, Carlos Alberto Muniz, e o subsecretário de Meio Ambiente, Altamirando Moraes, inauguraram a chamada Zona 30 km – em ruas de menos movimento em que carros compartilham a pista com bicicletas - nos bairros da Cidade Nova (entorno da Prefeitura do Rio), no Centro; Grajaú, na Zona Norte, Anchieta, no subúrbio, e Campo Grande e Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade.
Estacionamento proibido em ruas do Centro
Por conta do Dia Mundial Sem Carro, algumas ruas do Centro do Rio terão o estacionamento proibido, segundo a prefeitura. Diversas metrópoles do mundo participam da data simultaneamente, com ações para conscientizar a população sobre os danos causados pelos gases de efeito estufa ao meio ambiente e incentivam o uso de transportes alternativos, para reduzir a emissão desses poluentes. É o terceiro ano consecutivo com participação do Rio.

A data foi marcada pela proibição do estacionamento nas principais vias do Centro. O quadrilátero formado pelas avenidas 1º de Março, Presidente Antônio Carlos e Rio Branco, Presidente Vargas, e palas Rua Santa Luzia terá o estacionamento proibido. Fazem parte desta área a Rua da Assembleia e as ruas Almirante Barroso e Araújo Porto Alegre. O uso do transporte de massa ou alternativo também será estimulado nas repartições públicas.
Arte dia mundial sem carro (Foto: Prefeitura do Rio/Divulgação)
Quadrilátero que terá o estacionamento proibido fica no Centro do Rio (Foto: Prefeitura do Rio/Divulgação)

Novo ônibus será inaugurado
A inauguração do primeiro Mega BRS - ônibus com piso rebaixado - também está marcada para esta quinta. O veículo foi elaborado para facilitar o acesso de idosos e deficientes. O motor dos novos ônibus fica na parte de trás, o que, segundo a prefeitura, melhora a condição de trabalho dos motoristas e diminui a temperatura ambiente no veículo, além de reduzir os ruídos. Ao todo, 18 ônibus começarão a circular nas linhas de BRS de Copacabana, Ipanema e Leblon, na Zona Sul.

E a Zona Norte da cidade também ganhará o Circuito Tijuca-Grajaú, com o total de 10 km de faixas compartilhadas e ciclofaixas, para ciclistas.

Metrô Rio também tem ações para Dia Mundial Sem Carro
Dentro das estações e dos vagões do Metrô houve avisos por meio de alto-falantes e cartazes para incentivar o uso do transporte público. Segundo a empresa, cada trem do metrô equivale a 1,2 mil carros a menos nas ruas. Os vagões do metrô irão circular com um adesivo para lembrar a quantidade de carros a menos na rua.

Caso seja necessário, o Metrô Rio vai disponibilizar todos os trens, o que só acontece nos horários de pico.

A empresa vai oferecer mais três bicicletários nas estações de São Francisco Xavier, Catete e Vicente de Carvalho. Além destes três novos, já existem bicicletários em mais oito estações: Cantagalo, Colégio, Estácio, Inhaúma, Ipanema/ General Osório, Irajá, Pavuna e Triagem, disponibilizando cerca de 200 vagas. O bicicletário pode ser utilizado no horário de funcionamento do MetrôRio: das 5h à meia-noite, de segunda a sábado, e das 7h às 23h, aos domingos e feriados.


Informações do G1.com.br

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São Paulo se destaca no Dia Mundial sem Carro

Os paulistanos tiveram alguns motivos para comemorar de maneira especial o Dia Mundial Sem Carro nesta quinta-feira (22). A instituição de faixas exclusivas para caronas, a inauguração de mais um trecho de ciclovia na Zona Oeste, a extensão do horário de pico dos ônibus e dos trens e a criação de uma faixa exclusiva para ônibus na Zona Leste são incentivos para quem quer deixar o carro em casa na data.

As faixas solidárias, como serão chamadas, foram de uso exclusivo dos carros que estiverem com duas ou mais pessoas. Elas serão instaladas pela primeira vez nesta quinta. O prefeito Gilberto Kassab fez o anúncio da medida nesta quarta-feira (21). Ele diz que estuda a possibilidade de tornar o projeto uma realidade definitiva na cidade.

O objetivo foi incentivar a carona solidária e diminuir a quantidade de veículos nas ruas. Veja onde funcionarão as faixas solidárias:
- Ponte das Bandeiras - entre a Praça Campo de Bagatele e a Rua dos Bandeirantes, no sentido Centro, horário: 6h às 9h;
- Avenida Luiz Dumont Vilares - entre a Rua Viri e a Praça Orlando Silva, no sentido Centro, horário: 6h às 9h;
- Ponte da Casa Verde - entre a Avenida Brás Leme e Rua Baronesa de Porto Carreiro, no sentido Centro; horário: 6h às 9h;
- Ponte da Casa Verde - entre a Rua Baronesa de Porto Carreiro e Avenida Brás Leme, no sentido bairro, horário: 17h às 20h
- Ponte dos Remédios - entre a Avenida dos Remédios e a Rua Major Paladino, no sentido Centro; horário: 6h às 9h;
- Avenida Radial Leste - entre as ruas Pinhalzinho e do Glicério, no sentido Centro;
- Avenida Radial Leste - entre as ruas do Glicério e Vilela, no sentido bairro, horário: 17h às 19h30;
- Corredor das avenidas Morumbi e Giovanni Gronchi - entre as ruas José Pepe e Alberto Penteado, no sentido Centro, Horário: 6h30 às 9h30;
- Ponte João Dias - entre a ponte e a Rua Bento de Andrade Filho, no sentido Centro.

Faixas exclusivas para ônibus
Também nesta quinta-feira, foi ampliada a faixa exclusiva de ônibus da Radial Leste. O novo trecho será implantado na faixa da direita, entre as ruas Wandenkolk e Pinhalzinho, no sentido bairro, e entre as ruas Carlos Silva e da Figueira, no sentido Centro. De acordo com a Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo, a fluidez do transporte coletivo na região deve melhorar 15% com a ampliação.

A nova faixa funcionará das 10h até as 23h no sentido bairro. No sentido Centro, o funcionamento será 24 horas. Com a ampliação, os ônibus terão um total de 11,4 km de faixas exclusivas nos dois sentidos.

Na Mooca, também na Zona Leste, a Prefeitura inaugurou nesta quinta uma faixa exclusiva para ônibus na Rua Almirante Brasil. A faixa funcionará de segunda a sexta-feira, entre 6h e 9h. Cinco linhas de ônibus serão beneficiadas.

Transportes públicos
Os ônibus e trens de São Paulo tiveram horário de pico ampliado nesta quinta. Com isso, os passageiros serão beneficiados com um maior número de viagens ao longo do dia. De acordo com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), o aumento de 30 minutos nos horários de pico da manhã e da noite será implantado nas seis linhas de trens, o que representará um aumento de cerca de 33% no número de viagens.

A SPTrans, empresa responsável pelos ônibus na capital paulista, trabalhou com meia hora a mais no horário de pico da manhã, das 5h até as 9h – o normal é até as 8h30. No período da noite, o horário de maior movimento será expandido das 16h às 20h para o período entre 15h30 e 21h. O número de viagens aumentará em quase 22%.

O objetivo da ação é incentivar motoristas a não utilizar seus próprios veículos, dando preferência ao transporte coletivo.
Ciclorrotas são alternativas para ciclistas nas ruas de São Paulo (Foto: Fabiano Correia/ G1)
Ciclorrotas são alternativas para ciclistas nas ruas
de São Paulo (Foto: Fabiano Correia/ G1)

Bicicletas
Os motoristas que optaram pela bicicleta como alternativa tiveram cerca de 36 km de ciclovias à disposição e 15,5 km de ciclorrotas espalhadas pela cidade. As ciclovias são vias de uso exclusivo dos ciclistas. As ciclorrotas, por sua vez, são trechos de ruas e avenidas que possuem sinalização e indicações que dão preferência às bicicletas.

Nesta quinta, a Prefeitura de São Paulo inaugurou um novo trecho de ciclovia/ciclorrota na cidade. A via dedicada às bicicletas ligará a Estação Butantã do Metrô à USP. O trajeto tem extensão de 840 metros, passando pelas avenidas Vital Brasil e Afrânio Peixoto. De acordo com o prefeito Gilberto Kassab, dez bicicletas ficarão à disposição dos ciclistas no bicicletário da Estação Butantã.


Informações do G1.com.br

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Dia Mundial Sem Carro terá passeio ciclístico em Goiânia

Com o objetivo de incentivar a população a buscar um meio de transporte alternativo, o Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) realizou às 19h desta quinta-feira (22) um passeio ciclístico. A intenção é chamar a atenção para os problemas causados pelo uso intenso de automóveis como meio de transporte. Cerca de 500 ciclistas devem participar do passeio pela valorização da vida.

A Agência Municipal de Trânsito (AMT) afirma que é possível o uso da bicicleta em Goiânia: “Alguns grupos têm tomado essa iniciativa e a AMT está dando apoio principalmente durante à noite e aos finais de semana”, afirma Sebastião Silva e Souza, agente da AMT. O único problema, segundo o estudante José Vitor, é a falta de segurança nas ruas da cidade: “A iniciativa é realmente muito boa, mas deveria ter mais respeito por parte dos condutores de automóveis com os ciclistas.”


Fonte: G1.com.br

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Dia Mundial Sem Carro em BH teve caminhada e inauguração de ciclovia

Para comemorar o Dia Mundial Sem Carro, nesta quinta-feira (22), diversas ações são realizadas em diferentes pontos de Belo Horizonte. Entre os eventos programados, um grupo de pessoas a pé, de carro, de bicicleta e de ônibus fizeram o percurso de 11 quilômetros do centro da capital mineira à Universidade Federal de Minas Gerais.
Segundo a UFMG, os participantes sairam às 7h30 da Praça da Estação. Os tempos gastos no percurso foram cronometrados e as dificuldades relatadas. Ainda de acordo com a universidade outras atividades serão realizadas no campus Pampulha.

Durante a tarde, foi realizada uma manifestação para pedir medidas eficazes de acessibilidade às pessoas portadoras de deficiências e idosos. O ato aconteceu entre a Avenida João Pinheiro e a Rua Goiás, no centro da capital.

Ciclistas preparam um passeio para o fim do dia. A concentração será na Praça da Liberdade a partir das 18h. O percurso é de cerca 15 quilômetros e termina na Praça da Estação.

Ciclovia
A Prefeitura de BH e a Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) inauguraram, às 9h30, uma ciclovia na Avenida Américo Vespúcio, na Região Noroeste da capital mineira. A PBH informou que futuramente a pista exclusiva será estendida às avenidas Carlos Luz e Cristiano Machado.



Fonte: G1.com.br


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Dia Mundial Sem Carro não tem mobilização em Campo Grande

Nesta quinta-feira (22) é comemorado Dia Mundial Sem Carro. A reportagem andou pela região central de Campo Grande, como avenidas Afonso Pena e Calógeras, e ruas 14 de Julho e XV de novembro, mas não encontrou nenhuma movimentação ou faixa lembrando a data, na capital.

Pelo contrário, o que se vê é uma movimentação normal, vários carros e motos também circulando e muita gente nem sequer sabe que dia “é” ou “seria” celebrado hoje: o Dia Mundial Sem Carro. Aguardando um ônibus na Praça Ari Coelho, centro da cidade, Vitor Macedo não faz nem idéia que data é comemorada nesta quinta-feira. Não ouviu nenhum comentário ou reportagem sobre o assunto. De qualquer forma, ele acaba colaborando com a causa, sempre andou a pé ou de ônibus. “Não tenho muito o que reclamar não, pra mim, os ônibus que preciso andar, funciona bem”, comentou o comerciante.

Mas a poucos metros dali, estava Maria Alexandre Figueiredo, que sempre usa o transporte coletivo. Vítima de uma paralisia infantil, a dona de casa tem deficiência física nas duas pernas. Com apoio de uma muleta, anda com dificuldade, mas os maiores problemas para ela surgem quando precisa vir do bairro Colibri 2, onde mora, para o centro. “Os ônibus quase sempre estão lotados e, pra piorar, as pessos não respeitam, não cedem lugar. Então, quem tem carro, com certeza, vai querer ir com o próprio veículo”. Maria também não sabia que dia é comemorado hoje.

Algumas exceções
Há pouco mais de seis meses, o meio de transporte mais comum de Valter Acosta é a bicicleta. Ele foi o único que soube responder de imediato que “dia” é hoje. O vendedor, que possui uma motocicleta, diz que prefere trabalhar todos os dias de byke porque ajuda diminuir a poluição e ainda mantém a forma. “Apoio sim a iniciativa, mas pouca gente anda sem carro por vários problemas, como exemplo, por causa da correria e dos ônibus lotados. O jovem aproveitou ainda para reclamar sobre a falta de ciclovias em Campo Grande, o que, para ele, dificulta bastante o fluxo de bicicletas.
 
Finalmente alguém que conhece bem o Dia Mundial Sem Carro. Nilton Filó é morador da capital paulista, onde há grandes mobilizações nesta data. Para ele, a iniciativa é muito boa, mas confirma que nem todos podem aderir, devido às grandes distâncias e aos diversos problemas nos metrôs e ônibus daquela cidade. “A idéia é ótima, se todos pudessem colaborar, seria muito bom pra sociedade. Mas falta uma grande campanha pra informar e sensibilizar mais as pessoas”.

O advogado, que veio para da capital paulista para uma audiência de um réu, confessou que ele mesmo não consegue andar sem carro em São Paulo. “Mas, por outro lado, meus três filhos, que têm carros próprios, todos os dias vão trabalhar, vão pra academia, entre outros locais, de bicicleta.

Dia Mundial Sem Carro com Carro
Na manhã de hoje, a Agetran e os policiais militares de plantão no centro de Campo Grande confirmaram que não houve nenhuma solicitação para controlar o trânsito para alguma entidade ou associação que pudesse manifestar sobre a data.

A Agetran informou que, desde o início da semana, foram colocadas faixas nas ruas e algumas empresas pelos Agentes de trânsito sobre a data, mas não registramos nenhuma delas.

Frota de Campo Grande
Um outro agravante para a mobilidade urbana em Campo Grande é o crescimento desenfreado no número de veículos nas ruas e avenidas. No início dos anos 80, a cidade contava com cerca de 33 mil veículos; hoje são mais de “400 mil”.

Somente nos últimos cinco anos, a frota praticamente dobrou. De 200 mil veículos, em média, passou para a quantidade atual. Mas os investimentos em transporte público e estrutura da cidade não acompanharam esse crescimento.


Informações do Midiamax

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São Paulo: Corredores de ônibus expressos são a solução para trânsito em curto prazo, diz coordenador

Uma solução para os crescentes congestionamentos na cidade de São Paulo, no curto prazo é a instalação de corredores de ônibus expressos nas principais avenidas de São Paulo. A alternativa foi defendida pelo coordenador da ONG Rede Nossa São Paulo, Maurício Broinizi, na Câmara dos Vereadores nesta quarta-feira (21). 

Parte do plano de mobilidade, apresentado pela ONG a Prefeitura, os corredores expressos incluíram catracas foras do veículos e ponto de ultrapassagem. 
Nelson Antoine/FotoArena/AE
- O corredor da Rebouças, por exemplo, é ruim, porque os ônibus ficam enfileirados na hora do rush. A ideia é que eles não parem por períodos longos.


Segundo Broinizi, a medida já foi adotada em algumas cidades do mundo e ajudou a melhorar a fluidez no transito.


- São Paulo ainda tem uma mentalidade que prioriza o transporte individual. É uma inversão. Quem quiser anda de carro, que corra o risco de ficar parado em congestionamento.


Com a adoção do veículo, a demanda por ônibus que já é enorme em uma cidade com dimensões de São Paulo tenderia a crescer. Pesquisa divulgada na manha desta quarta-feira revela que o paulistano está menos satisfeito com o serviço que no ano passado.


Em relação a limpeza e a conservações dos terminais, por exemplo, a nota média dada pelos usuários foi de 4,7. Em 2010, havia sido 5,3. A cordialidade por parte de motoristas e cobradores caiu de 5 para 4,6.


Já a percepção sobre a lotação dos ônibus melhorou. A nota média saltou de 3,4 em 2010 para 3,6 neste ano.
Broinize salientou entretanto que a alternativa dos corredores é uma solução mais imediata. Somente a construção de mais linhas de metro e a descentralização dos serviços na cidade vão trazer soluções reais para os problemas na mobilidade na capital paulista.

Mais Notícias de São Paulo

Fonte: R7.com

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Fetranspor anuncia esquema para atender clientes que não receberam o Rio Card do Rock in Rio

Após os problemas registrados na retirada e compra dos cartões Riocard Rock in Rio no Centro do Rio, nesta quarta-feira, a Fetranspor anunciou que os clientes que não receberem seus cartões até o dia do show também poderão embarcar nos ônibus especiais - desde que apresentem o comprovante de pagamento.

A informação veio após um dia de tumulto no Centro do Rio para a retirada do cartão do Rio Card especial para os shows do festival de rock. Centenas de pessoas aguardaram por até duas horas no Centro, numa grande fila de mais de 500 pessoas que se formou na esquina entre as ruas do Carmo e Sete de Setembro. O atendimento era demorado e a principal reclamação dos compradores era de que não há nenhuma orientação ou informações de funcionários para os clientes do lado de fora da fila no local.

O professor de história Carlus Augustus Jourand contou que chegou ao lugar por volta de 8h30m e não foi atendido. Ele reclamou ainda que nenhum funcionário o informou ou deu algum tipo de previsão de quando seria atendido.

- Eu paguei R$35 por um serviço diferenciado e com conforto. Mas não é isso que estamos recebendo - criticou o professor.

O gerente de eventos, João Gabriel Diniz chegou às 9h15 desta quarta-feira na Rua da Assembleia, número 10.


- Lá é o posto do Rio Card, e estavam distribuindo os cartões especiais do Rock in Rio na mesma fila que os normais. Depois nos mandaram para a Rua do Carmo. Quando cheguei já havia esta fila enorme. Não tenho previsão para sair daqui - reclamou.

Já o administrador Tércio Coelho ficou mais de duas horas na fila.
- Com três ou quatro atendentes é impossível. Quem conseguiu pegar o cartão agora chegou às 6h. E ainda estão levando de dez a 15 minutos a cada pessoa que está no guichê - relatou.

O engenheiro Frederico Fenerich também se queixou:
- A fila simplesmente não anda. Cheguei às 8h50 e já são meio e dia e ainda estou muito longe de conseguir o cartão.

Em meio a uma onda de dúvidas sobre a melhor maneira de ir ao Rock in Rio, que começa na próxima sexta-feira, a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor) voltou atrás e anunciou a venda de bilhetes extras para os ônibus de primeira classe (R$ 35 ida e volta).

As vendas dos tíquetes extras começaram no primeiro minuto desta quarta-feira, no site www.cartaoriocard.com.br/rockinrio Os ônibus executivos refrigerados ligarão 15 bairros do Rio à Cidade do Rock. Na segunda-feira, a federação havia anunciado que a maior parte dos bilhetes que dão direito aos "frescões" do festival estava esgotada e não haveria previsão de venda de mais bilhete.

Serão disponibilizados dois horários extras, 14h e 16h, para os pontos de Barra, Castelo, Copacabana, Galeão, Ipanema, Lagoa, Norte Shopping, Rio Sul e Santos Dumont. Nos demais horários já existentes a oferta será ampliada em 20%.

Para bilhetes para os dias 23, 24 e 25 de setembro as vendas estarão disponíveis somente nas lojas RioCard, a partir das 12h desta quarta-feira. (Confira aqui o endereço das lojas). Para os dias 29 e 30 de setembro e 1 e 2 de outubro, a compra poderá ser feita no site até às 23h59m de quinta-feira, com retirada dos cartões nas lojas RioCard. A partir de sexta, a compra só poderá ser feita nas lojas.
Arte O Globo

Demora de até 3h para pegar o Rock in Rio Card
A terça-feira foi de muitas dúvidas, filas para a aquisição do cartão de embarque e apreensão por parte dos que ainda não receberam o tíquete. O analista de sistemas Antônio Alexandre Marques, de 41 anos, foi uma das centenas de pessoas que compraram, pela internet, o cartão especial para embarcar num dos “frescões”, mas ainda não receberam o bilhete em casa.
— O pagamento foi confirmado, mas, até agora, nada de cartões. Me antecipei em busca de organização, mas ganhei dor de cabeça — criticou.

Por volta das 13h30m de terça-feira, uma fila de cerca de cem pessoas se formava na Rua do Carmo, em frente ao número 60, um dos pontos de entrega do bilhete. Alguns relataram ter demorado até três horas para pegar os cartões. A estudante de publicidade Stella Kupfer, de 21 anos, moradora de Copacabana, não pôde esperar. Ela tentará viajar no frescão apresentando o comprovante de pagamento.

— Por causa da greve dos Correios, optei por buscar o tíquete pessoalmente. A desinformação dos agentes da Fetranspor era impressionante. Como tenho que ir para São Paulo amanhã e vou ao Rock in Rio sábado, provavelmente ficarei sem o passaporte — reclamou.

A relações-públicas da Fetranspor, Susy Balloussier, garantiu que todos os cartões serão enviados a quem pagou para recebê-los em casa:
— A greve dos Correios não está prejudicando em nada, pois contratamos um serviço de courier. Amanhã (quarta-feira) orientaremos quem eventualmente não vier a receber o cartão.

Na opinião do consultor de empresas Terence Talbot, faltou planejamento para evitar transtornos que, para ele, serão inevitáveis:
— A administração não soube antever a demanda por ingressos, subestimou a procura por ônibus especiais e planejou mal a logística para o acesso e saída do evento.

A rede hoteleira do Rio registra recordes de ocupação para os sete dias do Rock in Rio. Na região central da cidade já não há mais vagas. Os hotéis da Barra da Tijuca e de São Conrado contabilizam 98% de ocupação. A expectativa é chegar a todos os leitos ocupados nos próximos dias.

De acordo com dados da Secretaria de Turismo da Cidade do Rio (Riotur), a realização da quarta edição do evento injetará diretamente cerca de R$ 800 milhões na economia da cidade. Como efeito multiplicador, serão mais de 52 setores de turismo atingidos e mais de dez mil empregos gerados direta e indiretamente durante o evento, que começa sexta-feira.

Tire suas dúvidas
Não consegui comprar o RioCard Rock in Rio, que dá acesso aos ônibus especiais. Qual a melhor maneira de ir ao festival? A organização do evento orienta o uso dos ônibus convencionais (R$ 2,50) até o terminal Alvorada, na Barra. De lá, ônibus extras partirão para o Riocentro — a 1,5km da Cidade do Rock — em intervalos de 15 minutos. A compra do RioCard tradicional também é imprescindível, já que, ao término dos shows, o embarque só poderá ser feito com o cartão.

Sem o RioCard convencional eu não poderei voltar do evento para casa? A Fetranspor ressalta que só serão aceitos os cartões pré-pagos. Eles serão vendidos por agentes dentro do festival, na saída e no terminal Alvorada. Quem já tem o RioCard não precisa se preocupar.

Onde comprar o RioCard convencional? Nas lojas indicadas no site . Há duas no Centro (Rua Cristiano Otoni s/nº, Cental e Rua da Assembleia 10, subsolo, loja C, que funcionam de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Se eu for de táxi, conseguirei desembarcar nas proximidades da Cidade do Rock? Quem for de táxi terá que andar cerca de 2km até o portão de entrada.
Quem for de carro terá onde parar? No entorno da cidade do rock, não. Mas há algumas alternativas. O Recreio Shopping oferece estacionamento até as 7h da manhã seguinte ao show. O tíquete de estacionamento para o Rock in Rio custa R$ 20 e as vagas são limitadas.



Fonte: Extra Online


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BRT é solução rápida e eficiente para desafogar o metrô de São Paulo

O metrô de São Paulo tem atualmente uma rede de 70,6 quilômetros e registrou neste ano a maior demanda de sua história, proporcionalmente à população da capital. São quatro milhões de passageiros por dia, que representam 35% da população da cidade.
Como a demanda cresce mais rapidamente do que a capacidade do metrô, o sistema registrou também a sua pior avaliação, de acordo com pesquisa divulgada pelo Datafolha no dia 7 de setembro. Foi a primeira vez que menos da metade (47%) dos usuários avaliou o serviço como ótimo ou bom – 8% a menos do que na pesquisa de 2008. Os dados refletem a previsão de muitos especialistas em mobilidade urbana, que dão conta de que o metrô está prestes a ficar saturado, com muito público para pouco espaço. Para eles, é urgente que o poder público invista na construção de modais complementares ao metrô, e não somente em sua expansão, e em maneiras de aumentar seu público, como ocorre quando são ampliadas as integrações.

Uma alternativa importante que está sendo implantada em muitas capitais brasileiras, especialmente com investimentos da Copa do Mundo de 2014, é o BRT (do inglês Bus Rapid Transit). Trata-se de um sistema de transporte de ônibus em corredor exclusivo, segregado do trânsito comum. Somente no Rio de Janeiro, que também será sede dos Jogos Olímpicos em 2016, quatro grandes corredores BRT serão construídos - com os nomes de TransOeste, TransCarioca, TransOlímpica e TransBrasil -, somando 155 km de vias exclusivas para ônibus. Segundo dados da Fundação Clinton de Desenvolvimento Internacional e do Instituto Jaime Lerner, a grande vantagem do BRT é que sua implantação é mais rápida e mais barata do que as opções sobre trilhos.

O levantamento dessas instituições mostra que o metrô pode levar cerca de nove anos para ser implantado em um trecho de 10 quilômetros; VLTs, em torno de sete anos; e o BRT em torno de 2,5 anos para cobrir a mesma distância. Quando o aspecto é custo, as diferenças são assustadoras: a implantação do metrô implica em investimentos da ordem de R$ 2,1 bilhões por quilômetro, VLTs custam R$ 404 milhões, e BRT, R$ 11 milhões para o mesmo trecho.



Fonte: O Debate

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Tarifa de ônibus em Rio Preto cai para R$ 2,10 a partir de segunda-feira

A tarifa do ônibus urbano em Rio Preto terá queda de 9% a partir de segunda-feira (26). A passagem passará a custar R$ 2,10, vinte centavos a menos que a atual de R$ 2,30. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (21), durante entrevista coletiva do prefeito Valdomiro Lopes.

A redução só foi possível porque a prefeitura irá subsidiar parte do custo da passagem. A medida beneficia 2.387.373 passageiros, que utilizam o sistema de transporte coletivo em Rio Preto, por mês. Diariamente são 76.245 usuários, que passam a pagar menos pelo transporte. São 57 linhas que percorrem 270 bairros.

Outra ações

O prefeito anunciou também que a partir de 2 de novembro começa a funcionar o novo sistema de transporte, que será reestruturado com novos ônibus, padronizados.

A empresa Santa Luzia vai atender os bairros da região Norte e ficará com 60% do volume de passageiros. A Itamaraty venceu o segundo lote de licitação e ficará com 40% do sistema. “Os novos ônibus terão vida útil de 5 anos; serão dotados de GPS; câmeras de segurança e acessibilidade para portadores de deficiência”, informa o prefeito.

O novo sistema de transporte coletivo será fiscalizado pela Prefeitura, que instalou um sistema de monitoramento on-line, na SMTTS (Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Segurança). “Já treinamos 10 funcionários para monitorar o sistema”, informou o secretário de trânsito, Aparecido Capello, que vai gerenciar e fiscalizar o sistema e estava presente no anúncio feito pelo prefeito.

O prefeito anunciou ainda um Programa de Mobilidade Urbana, que consiste na construção de novos viadutos, alças de acesso e de um novo terminal rodoviário. “Queremos eliminar os grandes gargalos do trânsito em Rio Preto. Quebramos o monopólio e agora vamos desafogar o trânsito. Será uma obra para vários anos”, frisou.

Outra medida, prevista para este ano, é a aquisição de uma central de monitoramento, que vai sincronizar todos os semáforos das grandes avenidas e do quadrilátero central de Rio Preto. “Isso vamos implantar ainda este ano, só depende de concluir a licitação”, garantiu o secretário Capello.





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Em Jundiaí, Sistema Ganha Tempo chega aos ônibus da Agapeama

O Ganha Tempo, sistema que vem sendo adotado pela Secretaria de Transportes de Jundiaí para permitir a integração entre linhas de ônibus fora dos terminais com o pagamento de apenas uma passagem, começa a ser operado quarta-feira (21) na região da Agapeama. Além dessa região  já contam com o Ganha Tempo o Jundiaí-Mirim (com duas linhas) e o Caxambu.

O sistema

Com o Ganha Tempo, o usuário de ônibus que possui o cartão SIM (magnético) pode trocar de ônibus em pontos previamente determinados, sem precisar pagar mais uma nova tarifa, dentro do tempo máximo de 90 minutos. Até o fim do ano o sistema deverá ser implantado também no Parque dos Ipês, trevo da avenida Jundiaí, Distrito Industrial, Ponte São João, Vila Rio Branco, rodoviária e avenida Samuel Martins.

As novas linhas com o Ganha Tempo são:  500 (Vila São Paulo), 501 (Vila Cristo) e 503 (Cidade Jardim 1). O usuário que usar uma linha diferente, no sentido oposto, deverá desembarcar na rua da Várzea, próximo ao posto Agapeama e dirigir-se ao ponto indicado com a placa Integração Ganha Tempo, na avenida São Paulo, dentro do período de uma hora e meia, sem pagar nova passagem.
De olho na pedra no sapato

Trânsito e transportes estão entre os principais problemas de Jundiaí hoje. Para tentar amenizar as reclamações, a atual administração do prefeito Miguel Haddad (PSDB) já bancou cerca de R$ 2,5 milhões em consultorias que resultaram na implantação de GPS em ônibus, alargamento de ruas e está em estudo a adoção de VLT (veículo leve sobre trilhos), com estudos encomendados na França.



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Prefeitura de Teresina estuda adotar modelo de integração de João Pessoa

A Prefeitura de Teresina pode adotar o sistema de integração de transporte público promovido na cidade de João Pessoa, na Paraíba. A informação foi dada pelo secretário executivo de Governo, Inácio Carvalho.
“Estive lá e comprovei por lá e comprovei que eles têm um modelo simples e objetivo que atende bem o que o cidadão quer. Não tenho dúvida que esse modelo pode ser implantado em Teresina”, disse o gestor.

O sistema de integração paraibano foi implantado há três anos e a tarifa é de R$ 2,10. Entretanto, com o pagamento de bilhete único, o passageiro está habilitado a se deslocar de um extremo a outro da cidade.

“Escolhemos João Pessoa por ser uma cidade que se assemelha com Teresina: geograficamente e pelo número de habitantes e usuários do sistema de transporte público”, disse Inácio Carvalho.


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População do Rio não sabe como funciona o sistema de transporte BRT

Uma pesquisa da Coppe/UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), divulgada nesta quarta-feira (21), indica 76% dos moradores do Rio não sabem o que significam e como funcionam os BRTs (Bus Rapíd Transit), corredores exclusivos para ônibus que estão sendo construídos - TransOeste, TransCarioca e TransOlímpica.
Além disso, o levantamento constatou que 84% da população carioca desconhecem os quatro projetos de BRTs que deverão ser implantados como parte das obras relacionadas à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016.
A pesquisa foi realizada em quatro dias com 140 pessoas, incluindo motoristas e usuários de ônibus, taxistas e proprietários de automóvel particular na Barra da Tijuca e bairros próximos.

O objetivo foi justamente verificar o grau de conhecimento dos cariocas sobre as novas vias. Os resultados indicam a necessidade de uma campanha informativa mais intensa, segundo a Coppe.

Motoristas não trocam carros por ônibus

Também foi constatado que 66% dos donos de automóveis não deixariam seus veículo em casa para se deslocar usando os BRTs. O sistema deverá funcionar com plataformas de embarque, e com ônibus de ar-condicionado e televisão a bordo.

Os motoristas de táxis demonstraram maior conhecimento sobre os corredores: 29% declararam saber o que é um BRT. Eles têm opinião bem parecida com a dos proprietários de automóveis particulares, pois somente 20% disseram que usariam os corredores expressos quando não estivessem trabalhando.
Mais de 70% desconhecem os corredores que estão sendo projetados para a cidade, como parte da infraestrutura viária para os eventos esportivos de 2014 e 2016.

Os pesquisadores também constataram que 74% dos taxistas não possuem outro veículo e, talvez por isso, a grande maioria usa o táxi para se locomover mesmo quando está de folga e não quer abrir mão do veículo.
No entanto, 91% dos usuários de ônibus disseram que usariam os corredores, apesar de 80% não saberem como funciona um BRT.

A sigla BRT pode ser traduzida como Sistema de Transporte Rápido, Sistema Rápido de Ônibus, ou ainda Sistema Expresso de Ônibus. Para utilizar o serviço, os usuários devem comprar o bilhete eletrônico nas cabines das próprias estações ou usar cartões como o RioCard.

Projetos BRTs

Das quatro vias de BRTs projetadas, duas estão com obras em andamento. A primeira é a TransCarioca, com 39 km de extensão e 45 estações, que ligará a Barra da Tijuca ao aeroporto do Galeão, passando pela Cidade Universitária. Poderá transportar 400 mil passageiros por dia.

A segunda via é a TransOeste, entre a Barra da Tijuca e Santa Cruz, com 56 km, 53 estações e previsão de 200 mil usuários/dia.

As outras duas são a TransOlímpica, ligando o Recreio a Deodoro, e a TransBrasil, entre o Centro e Deodoro, passando pela avenida Brasil.

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Falta de ciclovias desestimula ciclistas em Manaus

A bicicleta é uma alternativa de transporte capaz de melhorar a mobilidade urbana. Difícil é encontrar lugares seguros para pedalar em Manaus. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) responsabiliza órgãos e entidades executivas de trânsito federais, estaduais e municipais pela segurança dos ciclistas. No entanto, não há ciclovias na capital amazonense que sirvam como via de transporte. As poucas pistas atendem apenas ao lazer.

Quem utiliza a bike como meio de transporte contribui para diminuir a quantidade de CO2 na atmosfera e evita o estresse dos congestionamentos. A universitária Kamila Soares adora andar de bicicleta e sabe bem disso, mas não se arrisca no trânsito de Manaus. “É muito perigoso. Os motoristas pensam que a rua é só deles. Não há ciclovias nem guardas para nos proporcionar segurança”, disse.

Aos domingos, uma ciclofaixa de 2,4 Km é liberada nas intermediações da Ponta Negra, zona Oeste, mas a faixa também atende apenas ao lazer. Segundo o coordenador do Pedala Manaus, Ricardo Braga-Neto (o Saci), a via é curta e não conecta espaços. “Fazemos o percurso em cinco minutos. Além disso, essa faixa não tem função nenhuma, não liga nada a nada”, afirmou. “O investimento em ciclovias e ciclofaixas fará multiplicar o número de ciclistas que se sentirão seguros para pedalar no trânsito de Manaus”, disse.

O novo Plano Diretor de Manaus prevê a criação de ciclovias e ciclofaixas na cidade. Para o Saci, um desses pontos onde há necessidade dessa via destinada à bike é a Avenida Altaz Mirim, na Grande Circular. “É comum na zona Leste utilizar a bicicleta como transporte para o trabalho”, defendeu. De acordo com o Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb), um levantamento do órgão estuda os lugares apropriados para receber as pistas.

Em entrevista ao portalamazonia.com, o diretor do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans), coronel Walter Cruz, disse que dois agentes do instituto acompanham as atividades do Pedala Manaus. Em motocicletas, os agentes orientam aos ciclistas que façam apenas filas duplas e fiquem próximos do canteiro central. Ainda segundo o titular do Instituto, a Estrada do Turismo e da Ponta Negra estão entre as vias que devem receber as ciclofaixas.



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