Devido a greve na Trensurb, frota de ônibus terá reforço

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Em virtude da greve da Trensurb, que será realizada a partir da meia-noite pelos metroviários do Rio Grande do Sul (Sindimetrô), a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informa que reforçará o atendimento das linhas 701 (Vila Farrapos - Voluntários) e 704 (Humaitá). Os seis veículos extras deverão estar à disposição a partir das 5h.

O Sindimetrô decidiu por unanimidade, em assembleia na tarde desta quarta-feira, paralisar as atividades por 24 horas na Região Metropolitana. Apesar do concenso no índice de reajuste, o sindicato alega que a manutenção das escalas prejudica a categoria.

Em nota, a Trensurb informou que fará uma reunião ainda hoje no Ministério Ministério Público do Trabalho, entre a direção da empresa e o Sindimetrô, a fim de buscar uma solução para o impasse e a manutenção dos serviços do metrô, que, segundo a Trensurb, deve ser mantido nos horários de maior movimento. O Sindimetrô descarta disponibilizar funcionários para os horários de pico do funcionamento dos trens.

A empresa disse, ainda, que não está tirando "nenhum direito adquirido" da categoria, e que propõe a renivação de cláusulas sociais, sindicais e econômicas na íntegra. 

Confira a nota: NOTA DE ESCLARECIMENTO DA TRENSURB À POPULAÇÃO

A Direção da Trensurb, no sentido de esclarecer com toda a transparência, diante da decisão da assembléia geral dos trabalhadores de deflagrar greve a partir da zero hora de amanhã, 18, faz os seguintes esclarecimentos à população e, em especial, ao seu quadro de trabalhadores e aos usuários do metrô gaúcho:
1. A Trensurb NÃO ESTÁ TIRANDO NENHUM DIREITO ADQUIRIDO DOS SEUS TRABALHADORES e está propondo à categoria dos metroviários A RENOVAÇÃO NA ÍNTEGRA DE TODAS AS CLÁUSULAS SOCIAIS, SINDICAIS E ECONÔMICAS DO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO;
2. A Trensurb está propondo REAJUSTE DE 6,36% com impacto sobre todas as cláusulas econômicas;
3. Fechamento de Acordo de Escalas MANTENDO AS ATUAIS ESCALAS DE TRABALHO e incluindo uma nova escala fixa 4x2x6x4 (quatro dias trabalhados, duas folgas, seis dias trabalhados, quatro folgas).
4. Estudo conjunto entre TRENSURB e SINDIMETRÔ, no prazo de 90 dias, para proposição de melhorias no Plano de Saúde;
A Direção da Trensurb informa, ainda, que:- Não mede esforços para a manutenção dos direitos dos seus trabalhadores e conta com o discernimento, comprometimento e responsabilidade de todos, pois tem consciência que a empresa passa hoje por um dos momentos mais importantes dos seus 26 anos de operação;
- Nesse sentido, será realizada reunião a partir das 18h de hoje, 17, no Ministério Público do Trabalho, entre a direção da empresa e o Sindimetrô, com a interveniência do MPT, buscando uma solução para o impasse e a manutenção dos serviços do metrô;
- A empresa vive um momento histórico e de grandes transformações, com a realização das obras de expansão até Novo Hamburgo e a construção da ligação por Aeromovel da Estação Aeroporto ao Aeroporto Internacional Salgado Filho.

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Trensurb sofrerá paralisação de 24h nesta quinta-feira

O Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul (Sindimetrô) anunciou uma greve de 24h que deve iniciar a partir da meia-noite deste quinta-feira (18). O anúncio foi feito após uma assembleia geral realizada nesta tarde.

Com a greve, o Trensurb - rede de transporte público entre Porto Alegre e as cidades da Região Metropolitana - não deverá operar, já que os sindicalistas afirmam que a paralisação será total e ainda descartam uma possível disponibilização de funcionários para os horários de pico. Cerca de 175 mil pessoas, média diária de transportados pela Trensurb, devem ser afetados.

Segundo nota do próprio Sindimetrô, "a greve dos metroviários é uma luta justa e limpa que visa sim a reposição salarial, mas - acima de tudo - a manutenção dos nossos direitos como trabalhadores".

Os metroviários pedem aumento salarial de 6,36%, o que a empresa aceitou já na útlima assembleia da categoria. O impasse, contudo, está em exigências de mudança nas escalas e na carga horária de trabalho.


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Pesquisa revela que 61% da população depende do transporte público

Pesquisa CNI/Ibope sobre locomoção divulgada nesta quarta-feira (17) mostra que menos da metade dos brasileiros, 42% ao todo, afirmam usar o transporte coletivo como primeira opção para chegar ao trabalho ou escola. O levantamento foi realizado entre os dias 20 a 23 de março deste ano em 141 municípios.
Segundo a pesquisa, o transporte coletivo (ônibus, micro-ônibus, van, metrô, trem, bonde e barca) é utilizado por 61% dos entrevistados, mas apenas 42% o utilizam como seu principal meio de locomoção da casa para a escola ou local de trabalho ou para realizar alguma outra atividade rotineira.
Para 37%, o tempo é o principal fator na escolha do transporte. Ao todo, 24% dos entrevistados afirmaram demorar mais de uma hora para chegar ao trabalho ou escola. Nos municípios com mais de 100 mil habitantes, o percentual sobe para 32%. 
Fonte: Pesquisa CNI/IBOPE: retratos da sociedade brasileira: locomoção urbana – Agosto 2011 (Foto: Pesquisa CNI/IBOPE)
Fonte: Pesquisa CNI/IBOPE: retratos da sociedade brasileira: locomoção urbana – Agosto 2011
A maioria dos brasileiros (68%) também utiliza mais de um tipo de transporte para se locomover. O tempo de locomoção é maior para quem tem maior renda, o que sugere, segundo os pesquisadores, que essas pessoas moram mais afastadas do local de trabalho ou estudo.

Meios de locomoção
O principal meio é o ônibus (34% afirmam utilizá-lo como principal meio de locomoção). Em seguida aparece a caminhada, com 24%, o automóvel da família, com 16%, e a bicicleta, escolhida por 8% da população.
O meio de transporte que obteve pior avaliação foi o ônibus: 24% dos entrevistados o consideram ruim ou péssimo, mas 46% consideram que o serviço melhorou nos últimos dois anos.
Mais da metade da população também diz ter medo sempre ou na maioria das vezes de sofrer um acidente ou ser assaltado em meios de transporte.
Fonte: Pesquisa CNI/IBOPE: retratos da sociedade brasileira: locomoção urbana – Agosto 2011 (Foto: Pesquisa CNI/IBOPE)
 
Fonte: Pesquisa CNI/IBOPE: retratos da sociedade brasileira:
locomoção urbana – Agosto 2011

A falta de transporte foi apontada como um problema das cidades pequenas e no interior. Nas capitais, as principais razões para a não utilização do transporte público são a falta de conforto (19%), o longo tempo de locomoção (16%) e o alto custo (16%).
A pesquisa mostra ainda que, embora menos da metade dos brasileiros utilize um transporte público como principal meio de locomoção, a maioria necessita desse tipo de meio de maneira complementar.
O uso do transporte coletivo é mais intenso no Sudeste (71%) e menos intenso no Norte/Centro-Oeste (45%) e Sul (48%).
Os entrevistados avaliaram ainda a percepção negativa sobre o transporte utilizado. Ao todo, 33% afirmaram não perceber nenhum aspecto negativo, resposta mais usada pelos que utilizam automóvel da família para se locomover (62%). Já 20% responderam ser cansativo, 18% alegam ser muito lotado, e “É caro” e “Vou em pé” foram opções escolhidas, cada uma, por 11% dos brasileiros.
Ao todo, foram entrevistadas 2.002 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro estimada da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: G1.com.br

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Transporte coletivo de São José dos Campos pode ganhar sistema de SMS

Já imaginou estar no ponto esperando ônibus e poder acompanhar o itinerário da sua linha em tempo real? A Secretaria de Transportes de São José dos Campos prepara essa inovação para os próximos meses. O sistema vai funcionar por meio de mensagens de texto (SMS) de celular.

O início da operação do serviço está previsto para dezembro e vai abranger inicialmente o terminal central e os corredores principais de ônibus. Com a ajuda dos usuários, o sistema deverá ser aprimorado e ampliado com o passar dos meses.

Outra novidade será a instalação de painéis eletrônicos nos pontos de ônibus. Eles vão informar as linhas que estão mais próximas e o tempo para que o próximo veículo passe no local, facilitando a vida do usuário, que vai saber quanto tempo deverá aguardar para que sua linha chegue.

As informações disponibilizadas nos painéis também poderão chegar ao telefone celular. O usuário vai enviar uma mensagem de texto com um determinado código e em menos de 2 segundos recebe a informação com as linhas de ônibus que passam pelo local e o tempo de aproximação de cada uma delas.
Implementação

A Secretaria de Transportes confirma que trabalha para que o serviço esteja disponível em dezembro, porém o sistema de gerenciamento ainda está sendo finalizado. Atualmente, 100% das linhas do Transporte Coletivo da cidade possuem GPS.

As informações de localização, itinerário, velocidade, número de passageiros, e tempo de aproximação dos pontos para os computadores de uma central, o que facilita a fiscalização por parte da Secretaria de Transportes e das concessionárias que atuam na cidade.

Ainda de acordo com a Secretaria de Transportes, todos os pontos de ônibus já tiveram a longitude e latitude marcados para que sejam 'vistos' pelo satélite; o que falta é todo o gerenciamento do sistema e a tecnologia que será utilizada para que o funcionamento seja correto e eficaz.

Com a implementação do sistema, São José dos Campos será a cidade pioneira nesse tipo de facilidade ao usuário do transporte público.


Fonte: VNews

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Mais de 50 Milhoões de Brasileiros levam mais de 1 hora para chegar a escola ou trabalho

O  tempo gasto por 24% (cerca de 50 milhões) dos brasileiros para se deslocar entre suas casa e o trabalho ou escola é de, no mínimo, uma hora, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o levantamento do órgão sobre locomoção urbana, 15% dos entrevistados afirmaram gastar entre uma hora e duas horas por dia no deslocamento, enquanto 9% disseram que levam mais de duas horas para ir e voltar.

A maior parte dos entrevistados (43%) afirmou que o tempo de deslocamento é inferior a meia hora. A CNI entrevistou 2.002 pessoas entre 20 e 23 de março deste ano. Segundo a confederação, o tempo de locomoção é proporcional ao tamanho da cidade. Nos municípios com até 20 mil habitantes, 12% da população gasta mais de uma hora. Esse percentual sobre para 32% nas cidades com mais de 100 mil habitantes.

Menos da metade dos entrevistados (42%) utiliza o transporte coletivo como meio de locomoção. O mais habitual é o ônibus, com 34% da preferência. Em segundo lugar, vem a caminhada: 24% dos entrevistados afirmaram que vão a pé para a escola ou trabalho. O carro aparece apenas em 3º lugar, com 16%, e a bicicleta ocupa 4º lugar, com 8% das respostas. O levantamento aponta, ainda, que o uso de transporte coletivo é maior nas grandes cidades.

Nos municípios com até 20 mil habitantes, 44% dos entrevistados responderam que se locomovem a pé, enquanto que nas cidades com mais de 100 mil habitantes, 58% afirmaram utilizar o transporte coletivo. Entre os meios de transporte coletivos, o ônibus é o pior avaliado pelos entrevistados: 24% consideram que a qualidade dos coletivos é ruim ou péssima. Mesmo assim, esse meio de locomoção tem a aprovação de 45% da população pesquisada. Não há consenso sobre a avaliação geral da qualidade do sistema de transporte público: 39% dos entrevistados consideram que o sistema é ótimo ou bom, 26% julgam regular e 28% acham que é ruim ou péssimo.

Apesar dos ônibus terem tido a pior avaliação entre os meios de locomoção urbanos, 46% dos entrevistados afirmaram ter percebido uma melhora na condição do sistema nos últimos dois anos. Na opinião dos brasileiros, o tempo de viagem foi o aspecto que mais melhorou em relação ao transporte público. Grande parte dos entrevistados também revelou otimismo sobre a perspectiva para os próximos três anos. Para 49% da população haverá melhora no sistema de transporte urbano, contra 12% que acreditam que vai piorar.

Segurança
Mais da metade dos entrevistados (52%) afirmou ter medo "sempre" ou "na maioria das vezes" de sofrer um acidente ou ser assaltado utilizando o meio de transporte de sua preferência. Os mais preocupados são os que andam de moto (68%) e os menos, os que escolheram se locomover a pé (39%).

Fonte: Terra

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Metroviários da Trensurb decidem se entram em greve hoje

Os metroviários gaúchos decidem nesta quarta-feira (17), em assembleia, se iniciam ou não iniciam greve no dia seguinte. Na semana passada eles aprovaram indicativo de greve a partir da zero hora do dia 18. Até a assembleia os trabalhadores vão esperar nova proposta salarial da Trensurb.
Através de Assembleia Geral Extraordinária realizada na tarde da última quarta-feira (10/08), os metroviários deliberaram sobre os rumos da Campanha Salarial e, por unanimidade, resolveram lançar indicativo de greve para a zero hora da próxima quinta-feira, dia 18 de agosto de 2011. A paralisação é motivada por uma série de fatores. Geralmente, o senso comum, impede que as pessoas visualizem num movimento com essa dimensão outra possibilidade que não seja “ganhar dinheiro”.
A greve dos metroviários é uma luta justa e limpa que visa sim a reposição salarial, mas - acima de tudo - a manutenção dos nossos direitos como trabalhadores. E essa é uma luta que todos os cidadãos tem que tomar para si, já que o Brasil enfrenta uma crise nas relações governamentais que, em nome do crescimento/desenvolvimento, vem gradativamente espoliando a classe trabalhadora. Não faz parte da nossa pauta de reivindicações apenas as “lutas particulares” de nossa categoria, mas também uma série de problemas administrativos observados na Trensurb e, como cidadãos, temos o dever de denunciar e combater. Terceirizar, assediar, dividir iguais, retirar direitos... Esse não é o caminho!

Informações do Sindimetro-RS
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Transporte coletivo em Florianópolis pode ter reajustes nas tarifas de ônibus

O Setuf (Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros da Grande Florianópolis) solicitou à Prefeitura da Capital o reajuste no preço das passagens de ônibus. Atualmente, quem utiliza o cartão paga R$ 2,38. O valor para quem paga com dinheiro é R$ 2,95. O último reajuste foi em maio do ano passado.

De acordo com o presidente do sindicato, Waldir Gomes da Silva, o pedido foi motivado, entre outros fatores, pelo aumento do preço do combustível. “Desde 1º de janeiro, o óleo diesel, que representa o segundo maior custo do sistema de transporte, subiu 3%”, explica. Segundo Silva, o Setuf já solicitou a pauta de reivindicações do dissídio coletivo, normalmente elaborada em maio, para antecipar a negociação deste ano e evitar greves e paralisações.

A tarifa do transporte coletivo normalmente é reajustada com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que fechou 2010 acumulado em 6,47%. Se este índice for utilizado no cálculo, a passagem paga com cartão subiria de R$ 2,38 para R$ 2,53. Já a passagem comprada com dinheiro, atualmente em R$ 2,95, ficaria em R$ 3,14.

A Secretaria de Transporte, Mobilidade e Terminais da Capital informou que, ao receber o pedido de reajuste, deve marcar uma reunião com o Conselho Municipal de Transporte, formado por empresas e entidades ligadas ao setor. O conselho verifica a planilha de custos das empresas e autoriza o aumento, mas é o prefeito Dário Berger quem definirá qual o percentual a ser reajustado e a partir de quando a nova tarifa entrará em vigor, o que ainda não tem data para ocorrer.

Últimos reajustes
Período
Cartão (R$)
Dinheiro (R$)
Janeiro de 2008
1,98
2,50
Janeiro de 2009
2,10
2,70
Agosto de 2009
2,20
2,80
Maio de 2010
2,38
2,95
2011*
2,53**
3,14**



Fonte: ND Online


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Corredor de ônibus da Av. Presidente Kennedy em Olinda será entregue em setembro

Uma obra que começou a mais de 03 anos parece que finalmente será entregue, a construção do corredor de ônibus da av. presidente Kennedy em Olinda vem com suas obras se arrastando a muito tempo, a situação prejudica as mais de 75 mil pessoas que moram nos bairros de Peixinhos, Sapucaia, Jardim Brasil, Vila Popular, São Benedito e Aguazinha, todos cortados pela Avenida Presidente Kennedy. São 4.400 metros de problemas.
A obra só inclui a implantação de um corredor central de ônibus com oito paradas, parecido com o que existe na Avenida Caxangá no Recife. Orçada em R$ 7,5 milhões, ela deve ser concluída no mês de setembro. Para muitos usuários de ônibus, este novo corredor de ônibus vai significar bastante no que diz respeito a pontualidade dos coletivos, sem falar que os ônibus não precisarão mais andar junto dos carros, fazendo com que a viagem seja mais rápida.
Visando melhorar ainda mais a mobilidade na cidade, a Prefeitura de Olinda também está planejando obras viárias como: o vetor Norte-Sul pela avenida Olinda até Paulista; o vetor Norte-Sul pela PE-15 e o Vetor Oeste, pela avenida Presidente Kennedy.
Confira as linhas que passam por esta avenida:

881         Caenga/Rio Doce (Getúlio Vargas)
883         Caenga/Rio Doce (II Perimetral)
884         Jardim Brasil/Rio Doce
885         Sítio Novo/Rio Doce
886         Ouro Preto/Rio Doce
907         Paulista/Rio Doce
911         Ouro Preto (Cohab)
916         Ouro Preto/Joana Bezerra
920         Rio Doce/CDU
930         Rio Doce/Dois Irmãos
981         Rio Doce (Conde da Boa Vista)
983         Rio Doce (Princesa Isabel)
985         Rio Doce (Bacurau)
986         Rio Doce/Derby
996         Arthur Lundgren II/Rio Doce (Paratibe)


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Nova Estação da Trensurb vai até Novo Hamburgo

O ministro das Cidades, Márcio Negromonte, anunciou nesta segunda-feira, dia 15, que R$ 172 milhões serão destinados pelo governo federal às obras de extensão do trensurb até Novo Hamburgo. A construção de uma quinta estação, a Industrial, foi confirmada na mesma ocasião.

Os recursos também contemplam a ampliação do leito do arroio Luiz Rau, obras nas estações Fenac e Novo Hamburgo e em São Leopoldo e investimentos no sistema viário sob a elevada do metrô de São Leopoldo a Novo Hamburgo. Conforme o ministro, o anúncio oficial deve ser feito em breve, pois a liberação ocorre após solução de questões burocráticas. Ele ventilou a possibilidade de a presidente Dilma Rousseff (PT) fazer a declaração no município.

Atualmente, o arroio Luiz Rau, sobre o qual passarão os trens, tem três metros de profundidade e seis de largura. A intenção do prefeito Tarcísio Zimmermann (PT) é dobrar estas medidas. Nilson Coelho, engenheiro do Consórcio Nova Via, que executa as obras do trem, afirma que os pré-moldados para o alargamento serão produzidos nos próximos 10 dias.

O objetivo é concluir todas as obras referentes ao trensurb em setembro de 2012. O contrato define que o prazo final é fevereiro, mas um aditivo de sete meses será incluído, devido às novas necessidades.

O anúncio do ministro das Cidades foi feito durante cerimônia que marcou o início das obras para a construção do aeromóvel, que vai ligar a Estação Aeroporto da Trensurb ao terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Salgado Filho. Na ocasião, cerca de 15 servidores da Trensurb realizaram manifestação, usando narizes de palhaço e pedindo reajuste de salários. Eles ameaçam entrar em greve. O diretor-presidente da Trensurb, Humberto Kasper, afirma que há expectativa de acordo.

Com informações de Correio do Povo

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Homologada a primeira licitação do transporte coletivo de Curitiba

Foi homologada na manhã desta segunda-feira (9) a primeira licitação para o transporte coletivo de Curitiba. Em cerimônia realizada no Hotel Mabu, em Curitiba, o prefeito Luciano Ducci e o presidente da Urbanização de Curitiba (Urbs), Marcos Isfer, anunciaram que cada um dos três consórcios apresentou propostas técnicas para um dos três lotes que dividem a cidades em Norte, Leste e Oeste. Como não havia concorrência, os consórcios Pontual, Transbus e Pioneiro serão responsáveis por cada um dos lotes nos próximos 15 anos, com possibilidade de renovação por mais dez.

Sobre o preço da tarifa, que atualmente é de R$ 2,20, Isfer disse que não haverá aumento por enquanto. A principal novidade ficou por conta da forma de pagamento das empresas que não será mais feito apenas pela quantidade de quilômetros rodados, mas também pelo número de passageiros transportados.

Ao todo, foram licitadas 302 linhas que atendem, diariamente, 1.836.704 passageiros com uma frota de 1.399 ônibus. Entre as obrigações das empresas estão: melhoria da velocidade média operacional, melhoria do conforto, inovações tecnológicas que priorizem o meio ambiente e o bem estar do usuário, capacitação dos funcionários e 10% da frota rodando com 100% de biocombustível até 2012.

Para Ducci, o processo vai garantir aos ônibus da cidade mais tecnologia e mais segurança no transporte coletivo dos passageiros. Esta foi a primeira licitação para o transporte coletivo da capital, cujo sistema funciona há 57 anos.



Informações do Correio do Povo e Prefeitura de Curitiba.




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Em Vitória, Terminal São Torquato vai funcionar 24 horas por dia

A partir do dia 21 de agosto, o Terminal de Integração São Torquato, em Vila Velha, vai passar a funcionar 24 horas, integrando as 13 linhas de Serviço Noturno, conhecidas como “bacuraus”. Desta forma, a Companhia de Transportes Urbanos da Grande Vitória (Ceturb-GV) vai implantar uma rede noturna, com linhas integradas, que permitirão pagamento de tarifa única.

De acordo com a diretora-presidente da Ceturb-GV, Denise Cadete, a medida visa dar mais agilidade e segurança às pessoas que utilizam o transporte coletivo de madrugada e integra o plano de mobilidade urbana conduzido pelo Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria de Estado dos Transportes e Obras Públicas (Setop).

“A Ceturb-GV recebeu essa demanda do Governo e estudou uma forma de ampliar o atendimento oferecido nas linhas noturnas, sem gerar custos. Optamos por integrar as 13 linhas ao Terminal São Torquato, uma vez que todas elas partem de Vila Velha, Cariacica, Serra e Viana em direção ao Centro de Vitória e esse terminal é centralizado em relação ao sistema”, explicou Denise.

“Assim, quem hoje vem da Serra para Cariacica e precisa pegar outro ônibus no Centro de Vitória, pagando tarifa complementar, vai passar a pagar tarifa única e aguardar dentro do terminal, com mais conforto e segurança”, acrescentou a diretora-presidente da companhia.

Linhas Noturnas

As 13 linhas do Serviço Noturno do Sistema de Transporte Metropolitano da Grande Vitória partem de bairros de Vila Velha, Cariacica, Serra e Viana, sempre em direção à região central da capital, onde fazem retorno. Os itinerários contemplam os principais eixos viários da Região Metropolitana. A operação do serviço é iniciada à meia-noite, quando se encerra a circulação das linhas regulares do Sistema Transcol e a última viagem é realizada às 4h45.

As linhas que partem de Vila Velha, Viana e Cariacica em direção ao Centro, atualmente têm como destino o Hospital São Lucas. Com a novidade, elas continuarão indo até o hospital, mas todas entrarão no Terminal São Torquato para embarque e desembarque de passageiros durante o trajeto. Já as linhas que saem da Serra, atualmente seguem para a Rodoviária de Vitória. Nesses casos, elas passarão a realizar ponto final no Terminal São Torquato.

Confira o que muda a partir de 21/08

Linha 622
Como é hoje: Praia da Costa / Hosp. São Lucas - via Lindenberg
Como fica: Praia da Costa / Hospital São Lucas – via Lindenberg / Terminal São Torquato
Continuará indo até o hospital, mas passará pelo terminal durante o trajeto para embarque e desembarque

Linha 628
Como é hoje: Vale Encantado / Hosp. São Lucas - via Araçás
Como fica: Vale Encantado / Hosp. São Lucas - via Araçás / Terminal São Torquato
Continuará indo até o hospital, mas passará pelo terminal durante o trajeto para embarque e desembarque

Linha 634
Como é hoje: Terra Vermelha / Hosp. São Lucas - via 3ª Ponte (circular)
Como fica: Terra Vermelha / Terminal São Torquato
Como vem de Vila Velha pela 3ª Ponte, terá o itinerário estendido do hospital até o Terminal São Torquato, onde fará ponto final

Linha 735
Como é: Cariacica / Hosp. São Lucas - via Prolar / AFB / Itaquari
Como fica: Cariacica / Hosp. São Lucas - via Prolar / AFB / Itaquari / Terminal São Torquato
Continuará indo até o hospital, mas passará pelo terminal durante o trajeto para embarque e desembarque

Linha 774
Como é: Nova Rosa da Penha / Hosp. São Lucas - via Bubu
Como fica: Nova Rosa da Penha / Hosp. São Lucas - via Bubu / Terminal São Torquato
Continuará indo até o hospital, mas passará pelo terminal durante o trajeto para embarque e desembarque

Linha 775
Como é: Jd. Botânico / Hosp. São Lucas - via Castelo Branco
Como fica: Jd. Botânico / Hosp. São Lucas - via Castelo Branco / Terminal São Torquato
Continuará indo até o hospital, mas passará pelo terminal durante o trajeto para embarque e desembarque

Linha 776
Como é: Flexal II / Hosp. São Lucas - via Porto Velho
Como fica: Flexal II / Hosp. São Lucas - via Porto Velho via Terminal São Torquato
Continuará indo até o hospital, mas passará pelo terminal durante o trajeto para embarque e desembarque

Linha 777
Como é: Novo Brasil / Hosp. São Lucas - via Marcílio de Noronha
Como fica: Novo Brasil / Hosp. São Lucas - via Marcílio de Noronha / Terminal São Torquato

Linha 835
Como é: Serra / Rodoviária - via BR-101
Como fica: Serra / Terminal São Torquato – via BR-101
Ponto final será transferido do ponto da Rodoviária para o Terminal São Torquato

Linha 836
Como é: Serra Dourada I / Rodoviária - via Serra dourada III / Eldorado
Como fica: Serra Dourada I / Terminal São Torquato – via Serra dourada III / Eldorado
Ponto final será transferido do ponto da Rodoviária para o Terminal São Torquato

Linha 837
Como é: Nova Almeida / Rodoviária - via Jacaraípe / Feu rosa / Camburi
Como fica: Nova Almeida / Terminal São Torquato - via Jacaraípe / Feu rosa / Camburi

Linha 838
Como é: Balneáio de Carapebus / Rodoviária - via Bicanga / Cidade Continental
Como fica: Balneáio de Carapebus / Terminal São Torquato - via Bicanga / Cidade Continental

Linha 927
Como é: Viana / Hosp. São Lucas - via Vila Bethânia
Como fica: Viana / Hosp. São Lucas - via Vila Bethânia / Terminal São Torquato
Continuará indo até o hospital, mas passará pelo terminal durante o trajeto para embarque e desembarque


Informações da Ceturb-ES

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Corredores de ônibus, tarifas mais baixas

A prioridade aos transportes públicos não é somente uma questão de mobilidade, mas de qualidade de vida, redução dos impactos da poluição sobre o meio ambiente, ganho de tempo e também de dinheiro. Financeiramente, a economia se dá principalmente ao se evitar que bilhões de reais sejam desperdiçados. É dinheiro gasto diretamente com obras faraônicas, com túneis e elevados que desfiguram ruas e avenidas, com a necessidade de atuação de mais agentes de trânsito, com investimentos em sinalização – para evitar acidentes ou remediá-los – e com consumo de muito combustível por causa dos veículos parados.

        Quando se prioriza o transporte público no espaço urbano, especialmente por meio de ônibus – que são mais abrangentes em termos geográficos –, democratiza-se esse espaço. Um veículo que atende a mais passageiros, podendo transportar de 80 a 100 pessoas com um comprimento médio de 13 metros, merece mais atenção e velocidade que os automóveis particulares, que levam em média duas pessoas ocupando cinco metros de comprimento.

        A atual ausência de infraestrutura adequada advinda da falta de prioridade aos transportes públicos se reflete em custos maiores para os operadores de ônibus e pressões por aumento de tarifas. Tornando o transporte público mais eficiente, especialmente com corredores de ônibus, é possível operar o sistema com tarifas mais baixas. Aliados, ainda, à utilização de veículos elétricos ou híbridos, os corredores são contribuição preciosa à sustentabilidade ligada à mobilidade urbana. De modo geral, a pessoa que usa o transporte coletivo ocupa menos espaço nas cidades e polui menos, pois divide um mesmo veículo com outras dezenas.

        Além de se fazer justiça quando se fala em uso do espaço urbano, a implantação de corredores de ônibus é vantajosa também no aspecto social. Boa parte de quem usa ônibus não tem condições de possuir um carro de passeio ou outra forma de deslocamento. Essas pessoas, geralmente de baixa renda, não podem acabar proporcionalmente pagando mais caro para se deslocar do que um dono do carro. Em relação ao transporte por ônibus, os melhores resultados são observados no sistema BRT, sigla em inglês para Bus Rapid Transit. Ele não é apenas um corredor de ônibus, mas um sistema operacional que apresenta maior fluidez e velocidade, especialmente por tirar os veículos dos congestionamentos. Por oferecer mais rapidez e conforto, esse processo contribui para maior confiabilidade no serviço.

        E exemplos bem-sucedidos de BRT já existem, como o de Curitiba e o Corredor ABD, operado pela Metra (concessionária da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), ligando a Zona Leste e a Zona Sul de São Paulo, passando por Santo André, Mauá, São Bernardo do Campo e Diadema, no ABC paulista. Em Curitiba, por R$ 2,50, é possível fazer viagens por mais de 10 municípios servidos pela RIT (Rede Integrada de Transportes). Pelo Corredor ABD, por R$ 2,90, é possível fazer várias integrações no sistema. Em outras capitais, que vão sediar a Copa de 2014, os BRTs já estão em obra ou fase de projeto. Somente no Rio de Janeiro, serão construídos quatro grandes corredores até 2016, também para a Olimpíada.

        Em resumo, corredores de ônibus ajudam a democratizar o espaço público, aumentam a velocidade do transporte coletivo e diminuem os custos de operação, beneficiando classes de média e baixa renda, sendo também indutores de justiça econômico-social. Basta vontade política de investir em transporte público, especialmente em corredores de ônibus BRT, sempre levando em conta a realidade econômica de qualquer município.

Adamo Bazani é jornalista especializado em transportes

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Prefeitura de Londrina terá que reduzir passagem de ônibus a R$ 2,10

O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) acatou o pedido do Ministério Público (MP) de Londrina em reduzir o custo da passagem do transporte coletivo de R$ 2,25 para R$ 2,10. Segundo o promotor de Defesa do Consumidor, Miguel Sogaiar, a decisão foi publicada em meados de julho, no entanto, ele só teve conhecimento do fato nesta terça-feira (16).

De acordo com ele, o TJ-PR atendendeu à apelação do MP, tendo em vista a sentença que julgou como improcedente a liminar do órgão que pedia o cancelamento do reajuste efetuado pela prefeitura em janeiro de 2010. O aumento tinha como base o Decreto Municipal nº 29/2010. "O TJ anula então o decreto do Poder Executivo, que majorava a passagem de R$ de 2,10 para 2,25. A liminar tinha sido cassada, mas agora a prefeitura vai ter que reduzir o valor", afirmou o promotor.

Em fevereiro deste ano a prefeitura e as empresas de ônibus firmaram um acordo e baixaram a tarifa de R$ 2,35 para R$ 2,25. No entanto, numa manobra política, conseguiu a aprovação na Câmara Municipal de um subsídio de R$ 6.332.000,00 dos cofres públicos para as empresas de ônibus, reduzindo a tarifa para R$ 2,20, ao invés de reajustar para mais.

A decisão do Tribunal de Justiça determina que a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) faça ainda o ressarcimento dos valores que foram pagos pelos usuários do transporte coletivo. Caso não seja possível, a diferença dos valores deverão ser depositados pelas empresas que gerenciam o setor para que sejam utilizados em melhorias do sistema.

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Avenida Conde da Boa Vista terá que se adequar ao novo Corredor Leste-Oeste

Depois das críticas e de até o prefeito do Recife, João da Costa, afirmar publicamente que poderá rever o projeto do Corredor Leste-Oeste na Avenida Conde da Boa Vista, agora é o secretário estadual das Cidades, Danilo Cabral, quem diz que a via terá que passar por uma adequação para receber os veículos de BRT (Bus Rapid Transit) que irão operar no novo Corredor Leste-Oeste, entre o Derby e o Terminal Intergrado de Camagaribe, no Grande Recife. Isso porque, além de veículos maiores e biarticulados, o sistema de BRT se sustenta no tripé: estações que permitem o embarque em nível, pagamento de tarifas antecipado (fora do ônibus) e corredores segregados do tráfego individual. Ou seja, algo completamente diferente da atual Conde da Boa Vista.

Danilo Cabral não quis entrar em detalhes, alegando que, se acontecerem, as adequações terão que ser discutidas com a Prefeitura do Recife. Mas especula-se que, pela largura da Conde da Boa Vista, a única alternativa de a via receber os ônibus de BRT seria devolver as paradas às calçadas, na lateral. Algo, realmente, terá que acontecer porque não tem lógica o BRT não acessar o Centro do Recife, vindo da Zona Oeste. Obrigar os passageiros a descer no Derby para mudar de veículos seria uma decisão nada operacional porque atrasaria as viagens. Além de que seria muito impopular porque o que usuário de transporte coletivo mais odeia é ter que descer de um veículo para pegar outro, o chamado transbordo. Vamos aguardar.



BRTs precisam de espaço e, para passar pela Conde da Boa Vista, avenida teria que sofrer mudanças

Postado por Roberta Soares
JC Online

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Nova linha do Seletivo liga Cariacica Sede ao Shopping Vitória

Usuários do transporte coletivo da Grande Vitória, incluindo proprietários de automóvel que utilizam ônibus durante a semana para trabalhar, estudar e realizar demais atividades, contam agora com uma novidade programada pela Companhia de Transportes Urbanos da Grande Vitória (Ceturb-GV).

É a nova linha do Serviço Seletivo, que liga Cariacica Sede ao Shopping Vitória, passando por Itacibá. A linha 1720 (Cariacica / Shopping Vitória via Itacibá) circula de segunda a sábado. Nos dias úteis, seis ônibus realizam 31 viagens, com intervalos de 20 minutos. Aos sábados, uma frota de quatro veículos cumprem 24 viagens, a cada 35 minutos.

O itinerário, partindo de Cariacica Sede em direção ao Shopping Vitória, é o seguinte: rua Swab Filho, rua Florentino Avidos, praça Marechal Deodoro, avenida Getúlio Vargas, rua Nestor Gomes, rua São João, rodovia José Sette, rua Manoel Joaquim dos Santos, rodovia José Sette, Trevo de Alto Laje, BR262, Ponte do Príncipe, acesso Pà Rodoviária, avenida Alexandre Buaiz, avenida Elias Miguel, avenida Getúlio Vargas, avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, avenida Nossa Senhora dos Navegantes, rua Marília de R. Scarton, avenida José Miranda Machado.

No sentido Shopping Vitória / Cariacica Sede, a linha 1720 faz o seguinte itinerário: avenida José Miranda Machado, avenida Alexandre Buaiz, avenida Nossa Senhora dos Navegantes, avenida Mal Mascarenhas de Moraes, rua Ilda Maria Vicentini, rua José Sete, avenida Jerônimo Monteiro, avenida Florentino Avidos, rua Nair ª Silva, Ponte do Príncipe, BR262, Trevo de Alto Laje, Rodovia José Sette, rua Manoel Joaquim dos Santos, rodovia José Sette, rua São João, rua Nestor Gomes, avenida Getúlio Vargas, rua Graciano Neves, rua Swab Filho.


Informações: CETURB

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Maior parte dos ônibus do DF pertence a apenas três grupos empresariais

Ao longo das últimas décadas, o serviço de transporte público no Distrito Federal passou a refletir o total descontrole por parte do poder público. O oligopólio na exploração do serviço e a falta de licitação pública são as outras marcas registradas do sistema. A maior parte dos 2.975 ônibus pertence a três grandes grupos empresariais — Grupo Amaral, Viplan e Viação Planeta —, que, juntos, detêm 2.042 ou, 68,6% dos coletivos. Coincidentemente, também são eles que insistem em manter veículos velhos em circulação. Alguns rodam com 25 anos de fabricação, quando o limite fixado pelo governo é de sete anos.

A pedido do Correio, o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) destrinchou o perfil do sistema que causa tantos transtornos à população. O documento mostra que a idade média da frota do grupo de Wagner Canhedo é a mais alta. No total, ele é dono de 730 veículos distribuídos entre as empresas Viplan, Condor e Lotaxi. Os carros dessa última têm, em média, 15,4 anos, mais que o dobro do permitido. Em seguida, vem o grupo do empresário Nenê Constantino, composto pela Viação Cidade Brasília, Satélite, Pioneira e Planeta. O tempo médio de uso dos 878 ônibus de sua propriedade varia de 5,41 a 7,12 anos. Apesar de estar dentro do limite tolerado pelo governo, ele mantém veículos com 19 anos de fabricação (veja quadro).

No dia a dia, os reflexos para os usuários são os piores possíveis. Viagens interrompidas por falhas mecânicas, bancos e barras de ferro quebrados e pneus carecas são algumas das situações relatadas pelos usuários. Na avaliação do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano (Setransp), no entanto, ônibus quebrado é uma “fatalidade” que acontece em qualquer cidade. Mas, no DF, a frota está mais sujeita a problemas porque “há quase seis anos, não ocorre equilíbrio da tarifa, motivo pelo qual a renovação da frota foi cancelada”.

Os empresários também se isentam dos constantes atrasos atribuindo o problema ao congestionamento das vias. Por meio da assessoria de imprensa, o presidente do Setransp, Wagner Canhedo, disse que “nas saídas das principais cidades-satélites, esse problema é patente nos horários de pico, o que gera atrasos”. E citou que os governantes de cidades como Rio de Janeiro e Londrina “adotaram medidas simples que viabilizaram o transporte público por meio de faixas exclusivas, com baixíssimo custo e em curto espaço de tempo”.

Insegurança
Motoristas e cobradores também sofrem as consequências da falta de investimentos. Estimativa do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários aponta que pelo menos 25% dos 12 mil funcionários enfrentam até 12 horas de serviço, quando deveriam cumprir metade desse tempo. “Para reduzir o custo com a mão de obra, as empresas estimulam o trabalhador a fazer uma jornada maior e paga pela produtividade. Mas isso gera estresse e o profissional acaba não sendo tão cortês e tolerante com o passageiro”, avalia João Osório da Silva, presidente da entidade. O problema do excesso de trabalho deve chegar ao fim após o último acordo coletivo. Ficou acertado que os trabalhadores podem fazer hora extra, mas, no máximo, duas horas por dia.

A falta de terminais e a precariedade dos existentes são fatores que também contribuem para a má prestação do serviço. No fim da Asa Norte, por exemplo, não existe estrutura para parar os ônibus, que acabam estacionados em um terreno próximo, de terra. “Na época da seca, o veículo já sai coberto de poeira. No tempo da chuva, é barro. Sem falar que o motorista e o cobrador ficam impossibilitados de satisfazer suas necessidades fisiológicas básicas”, destaca Osório Silva.

Os congestionamentos e a violência também fazem parte da rotina dos funcionários. “Fui assaltado nove vezes em 11 anos de profissão. Continuo trabalhando por falta de opção. Mas é difícil sair de casa e ouvir meu filho dizer: ‘Papai, cuidado com o bandido’”, desabafa um motorista de Ceilândia que pediu para ter o nome preservado. Na última investida dos criminosos, ele ficou sob a mira de um revólver engatilhado. O rapaz que apontava a arma para a sua cabeça parecia descontrolado. “Em uma das vezes, acertavam o cabo do revólver na minha cabeça. Não cheguei a desmaiar, mas fiquei passando mal por muito tempo”, relata.(AB)

Décadas de desmando
O Governo do Distrito Federal reconhece os problemas, mas destaca que tomou decisões para ter o controle do sistema de transporte público e promover a renovação da frota. A retomada do Sistema de Bilhetagem Automática, gerida pela Fácil até 15 de junho, é apontada como uma grande conquista. Também foi lançada a concorrência pública de 1,2 mil veículos, 300 deles destinados a operar na Linha Verde, na Estrada Parque Taguatinga. Os certames estão suspensos por determinação do Tribunal de Contas do Distrito Federal, mas a meta é licitar todos os veículos em circulação até o fim do mandato de Agnelo Queiroz. O Executivo também tem projetos de melhoria das vias e controle automatizado do sistema.

O secretário de Transportes, José Walter Vazquez, revela que 75% da frota opera sem licitação. “Tínhamos uma figura atípica na relação entre permissionários e governos. A Fácil detinha todo o sistema de informação e era totalmente controlada pelos empresários. O governo recebia informações de segunda mão e apenas o que era de interesse deles”, explica.

Segundo Vazquez, isso implicava em desconhecimento sobre a realidade do sistema. O governo não sabia quantos passageiros eram realmente transportados, quantas linhas existiam ou o número de veículos em circulação. Também eram os empresários que informavam ao GDF quantos estudantes, idosos e deficientes físicos beneficiados com a gratuidade haviam sido transportados. “A retomada não foi fácil. Se o sistema saísse do ar, o transporte público no DF teria parado. Mas conseguimos fazer a transição com relativo sucesso”, avalia Vazquez.

Dentro da estrutura do governo, o DFTrans é responsável por fiscalizar e garantir transporte público de qualidade à população. Mas, para tanto, conta apenas com 80 auditores fiscais em seu quadro. Há um concurso público em andamento com previsão de 25 vagas. Diretor-geral do órgão, Marco Antônio Campanella detalha que, entre 26 de julho e 5 de agosto, o governo atendeu a 28,5 mil novos estudantes e recarregou 78 mil cartões do programa Passe Livre sem os tradicionais transtornos causados pelas longas filas. “Isso já é benefício para a população, mas não aparece. A tarifa foi mantida e não houve greve”, destaca.

Para Campanella, o momento ainda é de combate às fraudes relativas à gratuidade das passagens. O governo já está economizando R$ 2 milhões por mês ao rever benefícios concedidos de forma irregular. Desde que assumiu o SBA, foram cancelados 17.065 cartões. Para se ter ideia do tamanho do problema, em um único mês, 17 cartões geraram uma despesa de R$ 67 mil ao Executivo. “Descobrimos que ônibus da Viplan estavam cadastrados para circular em praticamente todas as localidades do DF. Havia linhas cadastradas na Fácil e que o DFTrans desconhecia a existência. Hoje, sabemos quantos quilômetros foram rodados e o número de passageiros transportados. Isso vai nos permitir fazer o planejamento estratégico”, pontua.



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