Motoristas de ônibus de Fortaleza vão parar na terça-feira

domingo, 31 de julho de 2011

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Ceará (Sintro) decidiu, na tarde de ontem, entrar em greve na próxima terça-feira. Hoje, pela manhã, o Sintro irá protocolar ofício (aviso de greve) junto ao Governo do Estado, Prefeitura Municipal de Fortaleza, Secretaria da Segurança Pública do Estado do Ceará e Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) comunicando a decisão da categoria.

Sem conseguir entrar em acordo com o Sindiônibus, motoristas, fiscais e trocadores esperam apenas o prazo legal de 72 horas para cruzar os braços. Segundo o advogado da categoria, Cláudio Rennó, o Sintro continuará, mesmo em greve, disposto à retomar as negociações.

Os trabalhadores concordam negociar com um dígito e propõem reajuste de 9,9%, cesta básica de R$ 65,00 e vale-refeição de R$ 7,00. Em contrapartida, os empresários oferecem 6,3% de reajuste salarial, correspondente à reposição da inflação, sem ganhos reais, e nenhum acréscimo no vale-refeição e nem na cesta básica.

Quem depende dos transportes coletivos deverá ficar atento, pois como o próprio vice-presidente do Sintro, Sérgio Barbosa, alerta: a categoria está inflamada. "Eles querem sair fechando os terminais, mas a gente explica que têm que respeitar as 72h, como estabelece a legislação". Barbosa diz que durante as sete rodadas de negociações, em nenhum momento os empresários cederam, prova disso é que mantiveram, do início ao fim, proposta de 6,3% de reajuste salarial.

Segundo a assessoria de imprensa do Sindiônibus, o sindicato patronal ainda não foi notificado oficialmente da decisão de greve dos motoristas, por isso não pode emitir posicionamento. O processo de dissídio coletivo foi iniciado no último dia 26 de julho, junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Por sua vez, Sintro afirma que 30% da frota deverá continuar circulando, enquanto durar a paralisação.



As Informações são do Diário do Nordeste

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Consórcio Grande Recife de Transportes está sem autonomia e até hoje não mostrou a que veio

O Sistema de Transporte Público da Região Metropolitana do Recife parece ter parado no tempo. Com exceção da promessa de construção de quatro corredores de ônibus para a Copa do Mundo de 2014 – planejados e discutidos há pelo menos quatro anos – e de alguns terminais, nada tem acontecido para melhorar a qualidade do serviço. O reflexo desse marasmo está nas ruas. Passageiros se atropelam para subir nos ônibus nos principais terminais integrados do SEI (Sistema Estrutural Integrado), os coletivos andam superlotados e não têm espaço específico nas vias. Em alguns dos maiores corredores da RMR, a quantidade de pessoas à espera dos ônibus impressiona e ainda é muito comum aguardar quase uma hora por um coletivo. Essa é a rotina.

As causas do marasmo são muitas e, como sempre, passam pela ingerência política. Passageiros, técnicos em transporte, funcionários, operadores e gestores do setor ouvidos pelo JC, a maioria deles no anonimato, confirmam a impressão de que o setor parou, especialmente desde o fim da primeira gestão do governador Eduardo Campos. E são eles que enumeram as causas. A principal delas tem sido a perda de autonomia do Grande Recife Consórcio de Transporte, que no fim de 2008 substituiu a antiga EMTU com o propósito de modernizar e compartilhar a gestão do setor com os municípios, mas até hoje não mostrou a que veio. Mudou só o nome. Depois de todo esse tempo, apenas a capital e a cidade de Olinda aderiram ao consórcio. Jaboatão dos Guararapes se prepara para entrar agora.

“Hoje em dia, a ex-EMTU cuida apenas da operação do sistema. Foi esvaziada pelo próprio governo. O governador levou para a Secretaria das Cidades todos os projetos de transporte, como os corredores de ônibus e os terminais, para dar força ao secretário Danilo Cabral, deputado e homem de confiança de Eduardo Campos. Os técnicos do Grande Recife até participam das reuniões, mas a opinião deles vale pouco. O caso do estudo para uso do monotrilho em alguns corredores é um exemplo. Apesar de o tipo de modal não ser o mais recomendado tecnicamente desde o início por causa da demanda, o Estado insiste no projeto”, relata uma fonte do governo.

A ingerência política tem provocado um esvaziamento técnico do órgão. Profissionais de carreira da casa ou que eram de outros órgãos, mas estavam cedidos ao Grande Recife há anos, debandaram. “O governo está sem controlar a gestão financeira do Sistema de Transporte, que movimenta entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões por mês. Há meses a Câmara de Compensação Tarifária (CCT), o caixa único do sistema, não roda, ou seja, não tem a prestação de contas feita. O banco de dados está sob controle das empresas operadoras do sistema, devido a uma determinação judicial, e o governo tem sido apenas informado do que acontece”, denuncia outra fonte, também do setor.

Essa ausência de gestão, segundo funcionários do órgão, tem impacto negativo direto na população. “O que acontece é o seguinte: as empresas que operam linhas sociais (de baixa demanda) são pagas por aquelas que operam as linhas superavitárias, o que garante o caráter social do sistema. Só que, sem controle da gestão financeira pelo poder público, as empresas devedoras estão se sentindo à vontade para repassar o dinheiro à CCT quando bem entendem e, por isso, o caixa não é fechado. O resultado é que as empresas que não recebem pelas linhas que dão pouco rendimento começam a reduzir o serviço, retirando ônibus das ruas. A superlotação nos terminais integrados do SEI é um retrato disso”, explica. Essa mesma pessoa diz que a gestão do sistema voltou no tempo. “Como as operadoras estão no controle, voltamos a fazer a remuneração pelo custo, ou seja, pelo quilômetro rodado e, não mais, pelo passageiro transportado”, acrescenta.

 Fonte: Jc Online


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Corredor ABD (Diadema-São Paulo) é mais lento no trecho da Capital

O Corredor Diadema-São Paulo da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, que liga o Grande ABC ao Morumbi, na Zona Sul da Capital, completa hoje seu primeiro ano de funcionamento, mas tendo só a pouca idade para comemorar. A extensão é mais lenta e sofre mais interferência do trânsito do que o restante do modal, o Corredor Metropolitano ABD, que conecta os bairros de Jabaquara e São Mateus, também em São Paulo, passando por Santo André, São Bernardo, Diadema e Mauá.

Pelos 12 quilômetros do Corredor Diadema-São Paulo, nos horários de pico, os ônibus não atingem mais do que 17 km/h. Com essa velocidade, os coletivos precisam de 42 minutos para percorrer todo o trajeto, do Terminal Diadema até a Estação de Transferência Morumbi da Companhia Paulista dos Trens Metropolitanos.

Pelo Corredor Metropolitano ABD, que está em operação desde o fim da década de 1980, o mesmo ônibus consegue chegar a 20 km/h, bastando 36 minutos para cumprir o itinerário de 12 quilômetros.

O cálculo das velocidades médias é da EMTU. A empresa tem explicação para a alteração do desempenho nos dois sistemas, que são complementares.

"Essa diferença se deve principalmente às características físicas dos dois trechos, pois no primeiro (Corredor Diadema-São Paulo), os ônibus circulam de forma compartilhada com as linhas municipais, por faixa exclusiva, no canteiro central da via, ao contrário do Corredor Metropolitano ABD, que é totalmente segregado, sem qualquer interferência do tráfego geral."

INTRUSOS
Além de isolar o acesso de carros e motocicletas, deixando o caminho livre para os ônibus, pelas faixas do Corredor Metropolitano ABD só circulam veículos metropolitanos e não rodam os ônibus que cumprem as linhas municipais das prefeituras do Grande ABC.

Já no Corredor Diadema-São Paulo, as linhas metropolitanas dividem a faixa com ônibus municipais da prefeitura de São Paulo. A interferência do restante do trânsito também é maior, pois os coletivos são separados dos carros e motos apenas pela sinalização.


Por isso, é comum flagrar outros veículos no local que deveria ser só dos ônibus. Em um semáforo da Avenida Cupecê, a equipe do Diário contou oito motos, que, assim como os carros, invadem a faixa dos coletivos para fazer ultrapassagens e ganhar velocidade, aumentando o risco de acidentes.

Responsável pela fiscalização, a Companhia de Engenharia de Tráfego aplicou, entre agosto de 2010 e junho deste ano, 3.734 multas por invasão à faixa exclusiva de ônibus - média de 12 por dia.

A travessia de pedestres fora da faixa também é corriqueira. Em diversos pontos, o gradil está danificado, permitindo que as pessoas atravessem em local proibido. Segundo a EMTU, as estruturas serão reparadas.

BENEFÍCIO

Para melhorar o desempenho dos coletivos no Corredor Diadema-São Paulo, a EMTU informou que está "desenvolvendo estudos, em conjunto com a SPTrans, buscando principalmente a produtividade do sistema, ou seja, maior velocidade comercial dos ônibus."

A abertura do corredor fez aumentar o número de passageiros por hora. Segundo a EMTU, a demanda cresceu de 14 mil para 22,5 mil usuários a cada intervalo de 60 minutos, em dias úteis.

Acrescentando os ônibus da Capital, o serviço, que demorou 20 anos para ser inaugurado, transporta 167 mil pessoas por dia.


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Cuiabá e Salvador não podem mudar projeto e devem implantar o BRT

Nenhuma das 12 cidades-sede da Copa do Mundo poderá mudar os projetos para a área de transporte público urbano. O Ministério das Cidades informou oficialmente, na sexta-feira (29), que vai vetar qualquer mudança pretendida por cidades nas obras para transporte visando ao Mundial.

Numa reportagem especial, divulgada no domingo (24), o jornal paulista mostrou que Cuiabá e Salvador, por exemplo, teria aderido a "um lobby" composto por empresas de ferrovias e construtoras para modificar seus projetos de BRT (ônibus articulado) por VLT ou metrô. Os projetos são mais caros e não ficariam prontos para o evento.

Para fazer as mudanças, as cidades precisam de aval do ministério, já que as obras são financiadas pela Caixa Econômica Federal.

Segundo o Ministério das Cidades, serão seguidas as orientações do Governo dadas pela presidente Dilma Rousseff em reunião com governadores e prefeitos neste ano: as obras devem estar contratadas até dezembro próximo e finalizadas até dezembro de 2013.

De acordo com o ministério, também ficou acertada a manutenção dos modais estabelecidos na chamada Matriz de Responsabilidade Ðplanilha de planejamento das obras para a Copa.

Na terça-feira e na quarta-feira passadas, houve reuniões entre representantes de Cuiabá e de Salvador com integrantes dos ministérios das Cidades e do Planejamento.

A diretora de Mobilidade Urbana do ministério, Luiza Vianna, defendeu nos encontros a manutenção dos que está projetado. Mas o coordenador-geral de Infraestrutura da Copa do Ministério do Planejamento, Guilherme Ramalho, pediu uma solução de consenso vinda das cidades.

Em Salvador, a obra de R$ 600 milhões para BRT passaria para R$ 2,7 bilhões, segundo projeto apresentado pela Invepar (empresa de transporte da Construtora OAS com fundos de pensão estatais).

Os estudos da Invepar chegaram ao número de passageiros 2,5 vezes maior que todos os outros dados disponíveis para o corredor entre o aeroporto e a área central.

O projeto básico de BRT, elemento essencial para licitar a obra, já está concluído em Salvador e em análise desde 2010. Mas o processo está parado devido à indefinição sobre a escolha do modal.

Em Cuiabá, a obra de BRT de R$ 500 milhões passaria para R$ 1,1 bilhão se fosse adotado o VLT previsto. Um dos estudos recebidos por Cuiabá falando que o VLT a diesel era melhor que os outros modais foi feito pela T"Trans, empresa que vende esse tipo de equipamento.

O secretário da Copa do governo da Bahia, Leonel Leal, informou que a prefeitura, responsável pelo projeto de BRT, e o Governo do Estado, que está fazendo o projeto de trilhos, estão conversando para apresentar um projeto de consenso.

O Governo do Mato Grosso disse que apresentou informações técnicas ao governo indicando que o VLT reduzirá as desapropriações.





Fonte: Folha.com

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São Paulo terá operação volta às aulas a partir de segunda-feira

As aulas do segundo semestre letivo têm início a partir da próxima segunda-feira (1), por isso a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo inicia a operação Volta às Aulas, nas proximidades de 131 escolas públicas e particulares. Com o objetivo de desenvolver ações educativas e operacionais, 263 operadores de trânsito da CET vão orientar, ordenar e fiscalizar o trânsito em locais, próximos a escolas, onde o tráfego é intenso.
A operação conta com a ajuda de funcionários de escolas devidamente treinados, visando disciplinar o embarque e desembarque de alunos e propiciar segurança na travessia de pedestres. Filas duplas e estacionamentos irregulares são considerados alguns dos principais problemas que causam congestionamentos no trânsito.
Outro objetivo da ação é diminuir o impacto no tráfego com o fim das férias, já que com a volta das aulas há um acréscimo médio de 20% no número de viagens realizadas na cidade. Para isso, serão feitos ajustes semafóricos e a fiscalização de estacionamentos irregulares será intensificada.
A operação volta às aulas tem quatro atividades distintas. A operação contínua é aplicada em 20 escolas localizadas em pontos com grande número de viagens nos horários de entrada e saída das aulas.
A operação periódica é aplicada em 65 escolas localizadas em áreas que podem, eventualmente, provocar transtornos na fluidez do trânsito. A operação supervisionada ocorre em 29 escolas localizadas onde raramente ocorrem congestionamentos.
Por fim, a ação educativa abrange 17 escolas e inclui treinamento prévio da CET para funcionários ou parceiros das escolas, que desenvolvem ações básicas de segurança e orientação de travessia.



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Governador assina contrato da Linha Ouro do Metrô

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, assinou hoje o contrato para a implantação da Linha 17 (Ouro), entre a Companhia do Metrô e o Consórcio Monotrilho Integração, responsável pelas obras. A nova linha será operada por meio de monotrilho e fará a ligação do aeroporto de Congonhas com a rede metroferroviária.


Segundo o governo de São Paulo, o primeiro trecho a ser entregue, com 7,7 quilômetros de extensão, será entre o aeroporto de Congonhas e a estação Morumbi da Linha 9 (Esmeralda) da CPTM. Este trecho terá oito estações: Jardim Aeroporto, Congonhas, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Água Espraiada, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Morumbi.



Numa segunda etapa, o monotrilho será conectado à Linha 5 (Lilás), na Estação Água Espraiada, até meados de 2014. O restante da Linha 17, ligando a estação Morumbi, da linha 9 (Esmeralda), até a estação São Paulo-Morumbi, da linha 4 (Amarela), passando por Paraisópolis, e o trecho Jabaquara-Brooklin Paulista, tem previsão de entrega a partir de 2015.






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O transporte público em Brasília é malfeito, mal planejado e mal operado

Uma das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014, Brasília enfrenta problemas estruturais no trânsito. Segundo o pesquisador de Transportes da Universidade de Brasília Artur Morais, o aeroporto da cidade está saturado e obras, como a do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), podem não estar concluídas até lá.

“O transporte público em Brasília é malfeito, mal planejado e mal operado”, disse. “Quando você analisa os dados, percebe que a maioria das pessoas vai usar o VLT para fazer integração com outros transportes. É mais fácil fazer um corredor de ônibus direto entre as cidades [do Distrito Federal] e o plano piloto”, acrescentou.


Os quatro mil ônibus do DF transportam diariamente 1,2 milhão de passageiros. Ao todo, são cem linhas que ligam Brasília às demais cidades. O secretário de Transportes, José Walter Vazquez Filho, concorda que há problemas. E diz que é preciso haver mais investimento e presença do Estado no setor.



“Há falta de planejamento, de previsão, da presença do Estado”, disse acrescentando que a meta, agora, é fazer a racionalização das linhas. “Em agosto, vamos abrir licitação para contratar um sistema de GPS para controlar a frota”, comentou.



No Plano Diretor de Transporte Urbano do Distrito Federal e Entorno (PDTU), aprovado em abril pela Câmara Legislativa do DF, há a previsão de investimento de R$ 7,8 bilhões nos próximos dez anos para melhorias no transporte público. Uma das obras previstas é o VLT, estruturado, inicialmente, para ser um meio de transporte expresso do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek à W3 Sul e Norte, uma das principais avenidas da cidade.


O VLT teve as obras iniciadas, mas foram interrompidas por determinação da Justiça. A licitação começou a ser feita em 2007 e o cronograma previa a entrega de parte da obra este ano. Entretanto, em janeiro, a obra foi suspensa a pedido do Ministério Público. Além disso, há cerca de dois meses, a Justiça determinou o cancelamento da licitação feita com o consórcio Brastram e o reinício do processo por causa de irregularidades na licitação do projeto básico.

O governador Agnelo Queiroz anunciou a retomada da licitação ainda este ano. Enquanto isso, motoristas e pedestres terão de conviver com o canteiro de obras montado no final da W3 Sul e o desvio do trânsito no local.

O secretário de Transportes, no entanto, admite que o VLT não estará completamente pronto até a Copa de 2014. “Entendemos que o VLT é uma saída porque pode ser usado, inclusive, em área tombada. Mas a conclusão das obras até a Copa está descartada. Pretendemos entregar até lá somente o trecho do Aeroporto ao terminal sul para fazer a integração com o metrô”, disse.

Outra obra que está pendente no Distrito Federal é a do Veículo Leve sobre Pneus (VLP), que vai ter dois trechos: o primeiro, ligando as cidades do Gama e de Santa Maria à Rodoviária do Plano Piloto e o segundo, ligando a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) ao terminal de metrô da Asa Sul. A obra está orçada inicialmente em R$ 587 milhões e está parada.

No início de agosto, o Tribunal de Contas do Distrito Federal deverá julgar processo que trata de pendências técnicas para liberar a obra. O prazo para entrega é 18 meses a partir do início das obras. O responsável é o consórcio BRT Sul.

Já mais adiantado, o Projeto Linha Verde pretende ligar Ceilândia e Taguatinga à Rodoviária do Plano Piloto e tem, até agora, apenas a parte que corta a Estrada Parque Taguatinga (EPTG) relativamente pronta, com a duplicação da pista concluída. Mas, falta sinalização, implantação da ciclovia prevista no projeto e a licitação de 300 ônibus articulados que vão fazer o transporte público no corredor exclusivo. Esse trecho da obra foi orçado em R$ 306 milhões.


Informações da Agência Brasil - Priscilla Mazenotti


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Transporte público em Marília: Licitação da Circular é retomada após um mês


Quase 30 dias depois de suspender a licitação, prefeitura retoma prazos para acabar com monopólio do transporte coletivo em Marília. Empresas interessadas nos lotes Norte e Sul têm até 12 de setembro para entregar propostas. Edital havia sido interrompido por decisão própria do governo municipal e contrária à determinação do Tribunal de Contas, que entendia existir condições favoráveis para o prosseguimento do processo licitatório.

Sem a licitação, Circular segue reinando no monopólio que já dura mais de duas décadas. Uma situação que gera revolta nos usuários de ônibus. “O preço da passagem poderia ser menor, além disso a cidade tem tamanho suficiente para abrigar duas empresas”, afirma a gerente de loja Gisele Aparecida Ferreira, 35, que diariamente utiliza o transporte coletivo.

designer gráfico Sidney Henrique de Oliveira Garcia, 24, também acha o preço da passagem elevado. “Pelo fluxo de passageiros, o passe de ônibus poderia ser mais em conta”, diz.

clima de incerteza sobre o edital nos últimos 30 dias só fez aumentar críticas ao serviço. A auxiliar de produção Fátima Osório, 42, por exemplo, diz que sempre enfrenta ônibus lotados. “Você trabalha o tempo todo em pé e no final do dia não encontra assento no ônibus por causa da lotação, isso é impossível”, critica. Para ela, uma segunda empresa na prestação do serviço ampliaria a quantidade de veículos e melhoraria o atendimento aos usuários.

A péssima condição da atual frota de ônibus também é alvo de críticas. Para a escriturária Fátima Sanches, 50, falta veículos nas ruas. “Eu até não acho o preço da passagem caro, mas a empresa poderia fornecer mais veículos”, afirma.

Para a diarista Wanda Alves Martins, 43, que utiliza todos os dias a linha que liga o bairro Califórnia ao centro, uma segunda empresa só viria a trazer benefícios para os passageiros.




Preço é mais caro que Bauru e Rio Preto


Atualmente, o valor da passagem em Marília é maior na comparação com Bauru, que para estimular a aquisição de passes via recarga de cartão magnético oferece preços a partir de R$ 2,25.

Em Marília a passagem é vendida a R$ 2,30, o mesmo valor de Rio Preto, entretanto lá o município adotou um programa para redução da tarifa. Dentro de 120 dias moradores poderão comprar o passe a R$ 2,10.
Rio Preto, diferente de Marília, não é refém do monopólio e duas empresas prestam o serviço na cidade.


Fonte: Diário de Marília

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CTTU realiza campanha educativa na volta às aulas

A Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) programou ações educativas nos principais corredores escolares da cidade, a partir desta segunda-feira (1º). A campanha "Volta às Aulas" tem como objetivo conscientizar pais, alunos e responsáveis sobre o cumprimento das normas de trânsito.

Cerca de 30 agentes de trânsito e equipes de educadores percorrerão ruas próximas às escolas de grande e médio porte, localizadas em vias com intenso fluxo de tráfego do Recife. Com a ajuda de placas indicativas, as equipes realizarão a campanha com pedestres e motoristas, reforçando a importância de ações como respeito às sinalizações e regras de convivência no trânsito.

A campanha segue até o dia 12 de agosto, com intuito de estimular o respeito as leis de trânsito todos os dias e não apenas na presença dos agentes da CTTU.



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