Na Grande Recife, Terminal integrado de Cajueiro Seco vai possibilitar redução de tarifa nos ônibus

terça-feira, 19 de julho de 2011

Usuários de ônibus de Muribeca, Conj. Marcos Freire e outras localidades vizinhas não vêem a hora do terminal integrado de ônibus de Cajueiro Seco ficar pronto, pois com este terminal, será possível estas comunidade entrarem no SEI, na qual a tarifa dos ônibus sairia do anel B R$ 3,10 para o anel A R$ 2,00, uma redução de mais de 50%.
O terminal de Cajueiro Seco começará a operar com uma frota de 67 ônibus, que farão 489 viagens por dia. Ao todo, serão 10 linhas, sendo oito alimentadoras (que levam os passageiros das comunidades da região ao terminal) e duas troncais, que farão viagens do TI até Recife, passando pelo município de Jaboatão. O espaço total de área construída é de 2,4 mil metros quadrados. O investimento para a construção do equipamento foi de R$ 4,1 milhões, oriundos do tesouro estadual.
Usuários vão poder utilizar o Metrô como integração
Para Rinaldo, morador do Conj. Marcos Freire que trabalha em Recife, está redução vai significar mais de R$ 50,00 por mês de economia. 
A previsão é de que o TI de Cajueiro Seco inicie a operação no começo de 2012 atendendo cerca de 40 mil por dia.

Esta provável redução se dará porque os ônibus destas comunidades passarão a atender o terminal, na qual os usuários poderão ir ao centro do Recife pela linha sul do metrô que fará parte da integração.

VLT - Será assinada também a autorização para contratação do Projeto Executivo para recuperação da linha férrea e de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), além da criação de um terminal de ônibus em Suape. O VLT ligará Cajueiro Seco ao Cabo de Santo Agostinho, integrando-se ao metrô, com um ramal até a estação Massangana, que fica dentro da área do complexo. O terminal de ônibus também será integrado ao metrô e ao VLT.

Fonte: Meu Transporte


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São Paulo: Bilhete Único Metropolitano deve ser implantado até o final do ano

A lei que reorganiza a RMSP (região metropolitana de São Paulo), sancionada recentemente pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), deve ser um passo decisivo para diminuir os problemas de mobilidade urbana das mais de 20 milhões de pessoas que moram na região. Essa é a aposta de políticos e especialistas em geografia urbana.

A RMSP, que engloba 39 municípios, já havia sido criada em 1973 pelo governo militar e, com a Lei Complementar nº 1.139, ela ganhou novos contornos administrativos. A nova estrutura incluirá um conselho de desenvolvimento (com participação paritária entre o governo estadual e as prefeituras), uma agência de planejamento e um fundo de desenvolvimento de obras, que poderá receber recursos do Estado, dos municípios, da União, de doações de pessoas físicas ou de empresas e de empréstimos de organismos internos e externos.

Para o professor Paulo Roberto Moraes, da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), a reorganização é importante porque permite que as prefeituras pensem globalmente em soluções urbanísticas.

- As cidades estão fisicamente unidas. Milhares de pessoas transitam entre elas diariamente, então, tem que pensar como uma área só mesmo. Tem que trabalhar conjuntamente.

O Conselho de Desenvolvimento tem 90 dias após a publicação da lei para ser implementado, o que deve ocorrer em meados de setembro, mas a primeira proposta que integra os municípios já tem prazo para começar a funcionar: o Bilhete Único Metropolitano. Segundo o Secretário do Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido, até o final do ano toda a região deverá ser contemplada.

- Até final de julho vamos unificar os trens da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), ônibus e metrô. No segundo semestre, vamos integrar os municípios que quiserem aderir. Nada será obrigatório, mas acredito que a maioria vai querer fazer parte.

Os projetos para o transporte urbano não ficarão mais a cargo da AMT (Autoridade Metropolitana de Transportes), projeto-piloto da Secretaria Estadual de Transportes Metropolitanos que chegou a ter a adesão de alguns municípios com o objetivo de otimizar a integração dos sistemas municipais de transporte com os estaduais. A AMT deixa de existir com a nova gestão da RMSP e o conselho de desenvolvimento ficará responsável por desenvolver um novo formato de gestão de transportes, por meio da criação de uma câmara temática para o setor, que vai abranger a participação de mais órgãos públicos, inclusive os municipais.



Fonte: R7.com

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Modelo de transporte a ser implantado na avenida Paralela em Salvador gera polêmica

Em agosto de 2010, Luis Inácio Lula da Silva, então presidente da República, e o prefeito de Salvador, João Henrique, anunciaram que R$ 570 milhões seriam aplicados em obras para a mobilidade urbana em Salvador.
No mesmo dia, o ministro do turismo, Orlando Silva, o governador Jaques Wagner e o prefeito João Henrique, assinaram um documento que garantia o compromisso de obras para a Copa de 2014.

No dia seguinte, o Diário Oficial do Estado, anunciou com destaque que o dinheiro para o projeto de mobilidade para a capital baiana se destinava à construção do sistema BRT, que são corredores exclusivos para ônibus e previsão de integração com o metrô.

Em 21 de junho de 2011, o governo do estado anunciou que optou por implantar 22 km de trilhos, entre Lauro de Freitas e a Rótula do Abacaxi, passando pela Avenida Paralela. “Agora é o termo de referência e o edital para que a contratação das obras ocorram, no máximo, no início de 2012. Precisamos no final de 2013 começar a operação”, declarou na ocasião o secretário da Copa, Ney Campelo.

O projeto da linha exclusiva de ônibus foi esquecido para o trecho entre Lauro de Freitas e a Rótula do Abacaxi. A opção por fazer a ligação entre a Rótula do Abacaxi e a Paralela com transporte de massa sobre trilhos provocou uma dura reação dos empresários do transporte coletivo.

“Sem dúvida nenhuma, trilho é uma maravilha. Principalmente para quem vê, para quem constroi. Tem que ser bom para quem usa, e quem sabe fazer o transporte para quem usa é o cidadão do transporte e da administração municipal, que está diretamente relacionado com a população e as suas necessidades”, diz Horácio Brasil, superintendente do Sindicato do Transporte de Passageiros de Salvador (Seteps).

Horácio Brasil defende a implantação de um sistema de transportes diferente. “Ônibus em via exclusiva é o sistema que atende à população não só da Paralela, mas de bairros que estão sendo esquecidos pelos trilhos, como Cajazeiras, Subúrbio Ferroviário, Castelo Branco, Pau da Lima. Ônibus que possa atingir toda essa comunidade que realmente está carente de transporte em Salvador”, opina.

Do outro lado da discussão está o governo do estado. O assessor chefe da Secretaria de Planejamento, Alberto Valente, é firme na defesa da opção do estado por um transporte sobre trilhos. “Nós recebemos sete propostas, todas muito boas. Dessas sete houve um afunilamento, hoje nós estamos com a condição de ter eleito que no corredor principal, que é justamente Paralela, que engloba Lauro de Freitas, Aeroporto e Acesso Norte, terá trilho. Mas há duas condições: primeiro atender à demanda da Copa 2014; segundo viabilizar o metrô de Salvador, que hoje tem 6 km. Só para esse corredor, são 22 km, que com os outros seis somam 28 km. Mais os seis a serem construídos, nós vamos para 34 km. Então nós vamos multiplicar por seis vezes o metrô e viabilizá-lo do ponto de vista econômico", pontua Alberto Valente.

Monotrilho ou metrô são as alternativas defendidas pelo governo da Bahia e a decisão por um dos modelos deve sair esta semana. Outra grande polêmica é o projeto de construção das vias exclusivas para ônibus, que prevê um custo alto. “Esse custo está orçado em R$ 570 milhões para ser construído em pouco mais de um ano. Sobre trilho, esse custo está orçado em cerca de R$ 3 bilhões, para ser construído no tempo que Deus permitir, porque a gente sabe que metrô se começa, mas não sabe como termina, nem se termina”, declara Horácio Brasil.

O governo do estado explica o motivo da diferença: “Nós estamos procurando escolher um sistema que garanta uma vida útil mais longa, com uma visão de longo prazo, uma visão que considere o crescimento da população e, principalmente, o crescimento da ocupação lindeira em toda Avenida Paralela e Lauro de Freitas. Hoje nós temos Lauro de Freitas como um dos municípios que mais cresce em população na Bahia, pela vizinhança com a capital. Então, nós estamos querendo um sistema de transporte que nos dê uma capacidade de atendimento de longo prazo”, esclarece o secretário do planejamento, Alberto Valente .

O monotrilho é o tipo de trem que roda sobre apenas um trilho e dois pneus, sempre sobre vigas elevadas. O metrô já é velho conhecido, mesmo sem circular em Salvador. Mas o governo do estado não tem ainda o projeto final definido, enquanto a prefeitura se antecipou e divulgou um vídeo com todos os detalhes sobre o que pretende para o futuro.

Em um mapa feito em computação gráfica pela prefeitura, estão os detalhes da chamada rede integrada de transportes, ligando vários bairros por diversas vias. A animação fala em integração com metrô, trem do subúrbio, sistema complementar, ciclovia e a pista exclusiva de ônibus, o BRT.

O vídeo mostra ainda como pode ficar a Avenida Paralela, com novos viadutos para integrar bairros que ficam nos dois lados da avenida. A animação feita em computação gráfica, mostra como seriam as estações de passageiros. Em umas imagens feitas em várias cidades onde os ônibus articulados já existem, a prefeitura mostra que, além de pistas exclusivas, o BRT pode encarar o trânsito em ruas normais, mas com a vantagem de transportar um maior número de passageiros.

“O melhor meio são ônibus em vias exclusivas, com velocidade e com conforto para o usuário”, diz Horácio Brasil. O secretário do planejamento adianta o que deve ser definido ainda esta semana pelo governo. “A conclusão desse trabalho que está sendo finalizado agora aponta que deve ser por trilho”, finaliza Aberto Valente.

Sobre trilhos ou sobre rodas, a prefeitura de Salvador e o governo do estado sabem que ocupar o terreno que fica entre as duas pistas que divide a Avenida Paralela é um grande desafio. Esse transporte de massa também é um desafio em relação ao prazo, porque o projeto tem que ficar pronto até a Copa de 2014.


Fonte: G1 BA




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Aparelho ajuda deficiente visual no transporte público

Um dispositivo desenvolvido na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) vai ajudar portadores de deficiências, principalmente visuais, a usar o transporte público em Ribeirão Preto (SP). A instalação do aparelho, que "conversa" com motoristas e usuários, foi aprovada pela Câmara da cidade e aguarda apenas sanção do Executivo.

O DPS2000, nome dado ao sistema, consiste em dois pequenos aparelhos que se comunicam por ondas de rádio. Um deles, que fica com o usuário, é programado com as linhas de ônibus que a pessoa usa. Quando o passageiro escolhe uma delas, o dispositivo começa a emitir um sinal. Quando o coletivo da linha desejada chega a cerca de 100 metros do emissor, outro dispositivo instalado no ônibus avisa o motorista de que há alguém a espera no ponto.

Quando o veículo para, um pequeno alto-falante na porta já está informando qual a linha daquele coletivo. "Com o aviso, a pessoa que está esperando sabe que seu ônibus chegou e, pelo som, consegue se orientar até a porta. Depois que ela entrar e desligar o aparelho, o aviso para", explica Tiago Buccini, um dos sócios da Geraes Tecnologias Assistivas Ltda, que produz o sistema, considerado "simples, mas de grande utilidade" pela vereadora Silvana Resende (PSDB), autora do projeto aprovado em Ribeirão Preto.
 


O DPS2000 foi desenvolvido na Escola de Engenharia da UFMG há cerca de cinco anos e, segundo Buccini, já está instalado em toda a frota do transporte coletivo de Jaú (SP). Ele revela que os dispositivos acabam de ser testados também pelas prefeituras do Rio de Janeiro e Niterói (RJ) e já há negociações para testes pilotos em São Paulo, Santos (SP) e Volta Redonda (RJ). "Ele (sistema) não serve só para deficientes visuais. Também pode ajudar cadeirantes ou idosos", observa Tiago. Para cada ônibus, o custo de instalação é de aproximadamente R$ 700. Já para os usuários o custo do aparelho é de R$ 300. Em Jaú, no entanto, a prefeitura comprou 50 dispositivos para serem distribuídos.










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Em Jaboatão, Obras alteram o itinerário de 13 linhas de ônibus, confira:

Em virtude de obras que serão realizadas na Avenida Ayrton Senna da Silva, em Jaboatão dos Guararapes, no trecho entre a Rua 4 de outubro e a Av. Barreto de Menezes, na pista leste, o Grande Recife Consórcio de Transporte irá alterar provisoriamente o itinerário de 13 linhas.

A mudança, de responsabilidade da prefeitura do município, iniciou neste domingo (17/07) e terá duração de 90 dias. Os coletivos deixarão a faixa leste da Av. Ayrton Senna, que será interditada, para trafegarem na pista oeste da via, com os demais veículos. Ao todo cinco paradas de ônibus da pista leste, no trecho citado acima, estarão provisoriamente desativadas. As linhas com alterações são:

011-Piedade/Derby
020-Candeias (Dois Irmãos)
044-Massangana (Boa Vista)
061-Piedade
062-Jardim Piedade
063-Jardim Piedade (Bacurau)
069-Conjunto Catamarã
070-Candeias/Joana Bezerra
071-Candeias
072-Candeias (Opcional)
073-Candeias (Bacurau)
161-Brigadeiro Ivo Borges
910-Piedade/Rio Doce

Para manter os usuários informados sobre as modificações o Consórcio irá colocar cartazes nos veículos das linhas e nas paradas ao longo da via. Uma equipe de divulgadores ficará apostos em todo o trecho, das 6h às 17h, na próxima segunda-feira, primeiro dia útil após a mudança, indicando quais os locais provisórios para o embarque e desembarque das 13 linhas. Outras informações sobre essa modificação podem ser obtidas pelos usuários entrando em contato com a Central de Atendimento, pelo telefone 0800 081 0158, ou consultar o site do Consórcio,
www.granderecife.pe.gov.br.


Fonte: CGRT



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Em Salvador, Ciclistas pedem mais respeito no trânsito

O artigo 29 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) dispõe que os veículos de maior porte são responsáveis pela segurança dos menores – o que inclui carros, motocicletas, bicicletas e pedestres –. A determinação, entretanto, é pouco aplicada nas vias e rodovias de todo o país, resultando cada vez mais em acidentes, como o que vitimou o ciclista Jaimilson Gomes, 33 anos, morto no domingo (10), após ser atropelado por um carro modelo Eco Sport, na Avenida Centenário.

Ontem, o Movimento Bicicletada Salvador / Massa Crítica realizou um ato em protesto contra a violência no trânsito. Cerca de 200 pessoas pedalaram do 5º Centro de Saúde (local que ocorreu o acidente) até o Dique do Tororó, onde deram uma volta simbólica.

“Queremos chamar atenção dos motoristas para que eles percebam que em cima de uma bicicleta há uma vida. Há vários pais de família que utilizam esse meio de transporte, e infelizmente precisamos dividir espaço com os ônibus e carros, já que a grande Salvador não tem tantas ciclovias”, desabafou Luís Roberto de Souza, integrante do grupo.


Na concentração, os manifestantes pintaram o asfalto, com a marca dos ciclistas na faixa direita da via – espaço destinado para a circulação da categoria, conforme determina o CTB – e deixaram flores em homenagem ao colega morto. Em coro, o grupo gritava ‘Ô motorista, respeite o ciclista’ e exibiam um imenso cartaz com a frase: ‘Vale a pena o esforço pela paz no trânsito’.


Além do ato, o Movimento pretende lançar uma campanha em defesa da causa. O grupo participa na terça (26) de uma ampla discussão, em sessão especial na Câmara Municipal, com apresentação do projeto de lei de mobilidade urbana sobre duas rodas, de autoria do vereador Gilmar Santiago, cujo objetivo é incentivar o uso de bicicletas, através da redução do custo do equipamento e da construção de mais ciclovias pela cidade. Atualmente o único espaço destinado à prática é na orla marítima.

“É importante deixar claro que a nossa luta não é apenas por mais ciclovias nas cidades. Só isto não basta. Nós queremos e precisamos de um sistema cicloviário, que não se resume simplesmente em mais pistas, mas engloba as ciclovias, as ciclofaixas, faixas compartilhadas, bicicletários e para-ciclo (estacionamentos para bicicletas), além da sinalização vertical e horizontal em todo o trecho”, pontua Roque Almeida, um dos organizadores do evento.

Segundo ele, tão importante quanto à disponibilidade destes equipamentos, é a criação de políticas públicas que eduque os cidadãos no trânsito. “Não basta construir ciclovias para segregar as bicicletas dos carros. É preciso educar o povo para que os dois veículos convivam juntos sem choques. Ainda não temos uma cultura de respeitar e proteger o outro, o menor no trânsito”, ressalta.



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Rodoviários seguem em estado de greve em Fortaleza

Funcionários do setor rodoviário do Ceará seguem em estado de greve, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores no Transporte Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro). Na manhã desta segunda-feira (18), uma reunião entre empresários e trabalhadores para negociar um reajuste salarial foi cancelada.

De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus), o encontro foi desmarcado porque os funcionários não apresentaram uma proposta de reajuste de no máximo 10%. A assessoria de comunicação do Sindiônibus afirma que a reunião estava pré-agendada e ocorreria caso os funcionários tivessem feito a proposta até a manhã desta segunda-feira.

Já o presidente do Sintro, Domingos Neto, afirma que “os empresários é que faltaram ao compromisso”. “Nós tínhamos uma reunião marcada no Ministério do Trabalho e eles faltaram, não teve negociação. A proposta seria apresentada na reunião no Ministério do Trabalho e eles simplesmente não foram”, afirma. A assessoria do Sindiônibus contesta a alegação de Neto e afirma que tem ata do Ministério do Trabalho comprovando que a reunião só ocorreria caso os sindicalistas apresentassem uma proposta de aumento salarial de até 10%.

Os profissionais rodoviários estão em estado de greve desde 3 de julho e reivindicam reajuste de 27,85% para motoristas, cobradores e fiscais e 23% para as demais funções da categoria.
O Sindiônibus alega que tal proposta está está “fora do patamar realizável” e espera uma proposta de aumento de um dígito. Segundo o sindicato, as empresas oferecem até 10% de reajuste.

O presidente do Sintro afirma que a categoria fará uma reunião na tarde desta segunda-feira (18) para decidir se haverá paralisações.


Fonte: G1 Ceará

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Tarifa de ônibus sobe para R$ 2,00 em Ananindeua

Moradores do município de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém, passaram a pagar R$ 2 pela tarifa de ônibus. O reajuste, que chega com dois meses de atraso, equipara o valor da passagem no município com o que já vem sendo cobrado no restante da Grande Belém. O aumento já foi homologado pela prefeitura de Ananindeua e passa a valer a partir de sua publicação no Diário Oficial do Município, o que acontece hoje. Nas ruas, apesar de muita gente desconhecer a medida, o reajuste já era esperado. "Imaginava que ia aumentar. Isso de preço diferenciado estava causando muita confusão", disse o estudante Rodrigo Silva, para quem vai ser mais fácil pagar a meia-passagem. "Pelo menos vai facilitar o troco", brincou.

Apesar de amplamente divulgado na mídia, o aumento deve pegar alguns usuários de surpresa. Ontem de manhã, em vários pontos de ônibus de Ananindeua, passageiros declararam não saber o valor que passa a ser cobrado a partir de hoje. "Confesso que não sabia. Fui pego de surpresa", comentou o vendedor Eduardo Júnior. Segundo ele, não há placas dentro dos coletivos sinalizando o aumento. "Geralmente, quando a passagem vai aumentar eles colocam logo uma placa dentro do ônibus alertando os passageiros, dessa vez ainda não vi nenhuma", completou. De fato, muitos ônibus estão circulando dentro do município sem o aviso do reajuste. Em um deles, da linha Águas Lindas/Presidente Vargas, nem cobrador nem motorista sabiam do reajuste. "Ainda não fomos informados", afirmou o condutor.

A decisão de equiparar o preço com Belém foi tomada em uma reunião entre o Ministério Público Estadual (MPE), a Companhia de Transporte de Belém (CTBel), o Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Belém (Setransbel) e a Prefeitura Municipal de Ananindeua, no último dia 13.

Ananindeua era o único dos cinco municípios da Região Metropolitana que permanecia com o preço da passagem a R$ 1,85. O que vinha gerando alguma confusão. Enquanto passageiros que passavam pela catraca dos coletivos em Belém, Marituba, Benevides e Santa Bárbara pagavam R$ 2, os que passavam em Ananindeua pagavam R$ 1,85. A diferença de preço entre os municípios vizinhos fazia com que passageiros que apanhavam o ônibus em Belém esperassem chegar a Ananindeua para passar pela catraca e pagar 15 centavos a menos.

Fonte: O Liberal

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