Em São Paulo, Estação Pinheiros do Metrô será inaugurada até maio

sexta-feira, 25 de março de 2011

O secretário dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes, informou nesta quinta-feira, 24, que a expectativa do governo estadual é de que até maio seja inaugurada a Estação Pinheiros, da Linha 4-Amarela do Metrô. De acordo com o secretário, a partir da abertura da nova estação, será possível, até junho, fazer a integração da Linha 4-Amarela com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) por meio da Estação Pinheiros da Linha 9-Esmeralda.
Em 2007, um acidente durante as obras na Estação Pinheiros abriu uma cratera de 80 metros de diâmetro e deixou sete mortos. "Vamos inaugurar a Estação Butantã na segunda-feira e a nossa ideia é em até 45 dias inaugurar a Estação Pinheiros, mas sem integração ainda", explicou o secretário, após cerimônia de entrega da nova Estação Carapicuíba da Linha 8-Diamante. "É meu compromisso, até junho, fazer a integração com a CPTM."
Ao lado do governador Geraldo Alckmin (PSDB), o secretário antecipou que, em junho, o horário de funcionamento da Linha 4-Amarela será modificado. De acordo com a assessoria de imprensa do Metrô, o horário, que hoje é das 8h às 15h, será ampliado e os trens circularão das 4h40 às 24h, de segunda a sexta-feira. As estações só devem operar nos fins de semana no segundo semestre, quando serão inauguradas as Estações Luz e República da Linha 4-Amarela.


Fonte: Estadão

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Em BH, Passageiros reclamam de filas e atrasos de ônibus

Os passageiros que utilizam o serviço de transporte público em Belo Horizonte reclamam das longas filas e dos atrasos dos ônibus. O MGTV 2ª Edição acompanhou, durante uma semana, a rotina e as dificuldades enfrentadas pelas pessoas que precisam dos coletivos na capital mineira e na Grande BH. O preço das passagens também é alvo de reclamação dos passageiros que vêem os problemas se repetirem todos os dias.

A linha de ônibus 9250, que faz o trajeto entre o bairro Caetano Furquim, na Região Leste de Belo Horizonte, e o Belvedere, na Região Centro-Sul, é a que recebem mais reclamações dos passageiros. Desde o início de 2011, já foram recebidas cerca de 170 queixas.

Em algumas avenidas da capital mineira, mesmo com o corredor exclusivo para ônibus e a pista livre de congestionamentos, as pessoas enfrentam a demora nos pontos de espera dos coletivos.

O metrô também é alvo de reclamação dos usuários, que enfrentam o problema da superlotação. De acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), entre os dias 14 e 16 de março, o número de usuários aumento em cerca de três mil pessoas, no horário que vai das 5h às 9h. O aumento ocorreu devido às obras que estão sendo realizadas na Avenida Antônio Carlos. Para evitar os congestionamentos na Região da Pampulha, os passageiros preferem usar os trens.

O  diretor de Projetos da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), Daniel Marx Couto, disse que a demanda de passageiros vem crescendo a cada ano e que o trabalho da BHTrans acompanha este crescimento. “Nos últimos meses desenvolvemos dois mecanismos de fiscalização do cumprimento do horário e com relação à lotação dos coletivos”, disse Couto.

De acordo com ele, desde outubro de 2010, houve uma redução das viagens não realizadas de 6% para 2% por causa desta fiscalização.
Couto falou, ainda, que o Bus Rapid Transit (BRT) já está com o projeto em desenvolvimento e que algumas obras estão sendo feitas. Muitas adiantadas como a da Avenida Antônio Carlos. A previsão, conforme ele, é que em julho de 2012 já esteja funcionando.

Os empresários, segundo Couto, podem ser autuados por atraso nas viagens e superlotação dos ônibus.
A partir desta segunda-feira (28), mais de 200 linhas terão o quadro de viagens aumentado para melhorar a qualidade do serviço. O usuário que quiser reclamar, pode ligar para o número 156.

Já o chefe de gabinete do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), João Afonso Baeta, explicou que não há falta de coletivos, mas sim, há algumas situações de demanda reprimida. Quando detectadas pelo órgão, são encaminhadas para a Subsecretaria de Transportes para que as linhas sejam reprogramadas.

Ainda segundo Baeta, os problemas, apesar de antigos, acontecerão sempre porque o setor é dinâmico. “A partir destas deficiências é que elas são resolvidas”. Quem quiser reclamar, o telefone é 155.

A CBTU informou também que os trens, nos horários de pico, estão circulando com a capacidade máxima e que não seria possível aumentar a quantidade de viagens.






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Inauguração de segundo corredor de ônibus em Copacabana é adiada

O funcionamento do segundo corredor exclusivo para ônibus do Rio, na Rua Barata Ribeiro, em Copacabana, Zona Sul da cidade, foi adiado para o dia 9 de abril. A faixa seletiva entraria em funcionamento ainda em março.
De acordo com a Secretaria muncipal de Transportes, o mau tempo das últimas semanas atrapalhou o trabalho de sinalização do corredor, também chamado de BRS. Ele será nos mesmos moldes da faixa seletiva da Avenida Nossa Senhora de Copacabana.

A prefeitura informou que vai fazer uma campanha para esclarecer aos moradores e motoristas sobre as mudanças na Rua Barata Ribeiro, onde a faixa azul já foi pintada no asfalto.

Adaptação
O número de multas no corredor da Nossa Senhora de Copacabana chegou a 194 no primeiro dia de funcionamento da fiscalização eletrônica, no dia 14 de março.

Segundo a secretaria,  número representa menos de 1% do total dos 21.435 veículos que circularam pela via entre as 6h e as 21h de segunda-feira. Outros 63 veículos foram multados por agentes de trânsito credenciados e da Guarda Municipal.

Entenda as regras
De acordo com as novas regras da faixa exclusiva, só poderão circular lá ônibus municipais e táxis com passageiros. O embarque e desembarque dos táxis deverá ser feito apenas pelo lado esquerdo da rua ou nas transversais.

Táxis adaptados para portadores de necessidades especiais e veículos de transporte escolar também podem acessar o lado direito da via para embarcar ou desembarcar passageiros. Os outros veículos devem usar apenas as pistas da esquerda ou usar a pista da direita apenas quando estiverem prestes a dobrar daquele lado.

Ainda segundo a prefeitura, o estacionamento na pista da esquerda nos dias úteis só será permitido depois das 21h, ou sábados, após as 14h e o dia inteiro nos domingos e feriados. Nos horários em que o estacionamento estiver liberado na pista esquerda, qualquer veículo poderá acionar o corredor livremente.

Quem for flagrado trafegando no corredor exclusivo será multado em R$ 53, 20 e ganhará três pontos na carteira de motorista. A faixa seletiva funciona de segunda a sexta-feira, das 6h as 21h. Aos sábados, o sistema é das 6h as 14h.


Fonte: G1.com.br

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Grande Recife promete melhorar situação no Terminal da Macaxeira até o mês julho

Às 6h, na parada de ônibus em Jardim Paulista Baixo, o vendedor Jailson Veiga espera o coletivo Arhtur Lundgren Dois/Macaxeira. “Este ônibus é mais lotado que uma lata de sardinha. Sem falar na falta de organização do terminal da Macaxeira”, reclamou o passageiro.

Quando o ônibus finalmente chega, vem lotado. Jailson Veiga não consegue passar para a parte de trás do coletivo e viaja ao lado do motorista. “Todo dia é isso, a gente não consegue passar a catraca de tão cheio que ônibus está ”, contou. 

O ônibus transporta mais de cem pessoas, o dobro da capacidade. Mesmo assim, o motorista continua parando para o embarque de passageiros e quem já está dentro reclama. “A passagem é muito cara para a gente viajar no aperto. Há cinco anos, viajo neste ônibus e nunca consegui ir sentado”, contou um dos passageiros. 

São 25 minutos de Paulista até o Terminal de Integração da Macaxeira, no fim da avenida Norte. Lá, o sofrimento continua. Uma das piores filas é a do ônibus Avenida Norte/Macaxeira. Apesar de estarem em um terminal de integração, onde deveria haver muitos coletivos,  os passageiros esperam mais de 20 minutos e quando o ônibus chega ainda têm que enfrentar a falta de respeito dos colegas que furam as filas.

“Se os fiscais existem para inibir as pessoas de furarem as filas, é importante que isso aconteça, que eles fiscalizem mesmo. Já reclamei, mas não adianta”, desabafou a técnica de enfermagem Maria Tatiana Silva.

Segunso o presidente do Grande Recife Consórcio de Transporte, Manoel Marinho, os fiscais sofrem para exercer o trabalho. “O pessoal não respeita os orientadores de filas. Até tapa eles já levaram”, afirmou. Mas garantiu que vai estudar a situação. “Vamos avaliar a situação da linha Arthur Lundgren/Macaxeira e se detectarmos que realmente há demanda, iremos ampliar a frota”, prometeu Marinho.

De acordo com ele, a situação do terminal será diferente a partir de junho. “Estamos realizando uma reforma de R$438 mil e em junho a movimentação no local será mais adequada. O terminal está tendo que conviver com uma reforma sem parar de funcionar, pois não podemos fechá-lo para realizar a intervenção”, explicou o presidente.

Ele ainda informou que uma obra maior será feita no início de 2013, uma preparação para a Copa de 2014. “O terminal da Macaxeira será outro. A nossa previsão é de aumentá-lo, pois o espaço que temos agora é pequeno”, contou o Manoel Marinho.

Enquanto a grande reforma não chega, a população que utiliza o terminal da Macaxeira terá de se conformar com a intervenção menor que está sendo feita.

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No Rio: Acidente entre uma van e dois ônibus na Alameda São Boaventura deixa mortos e feridos

Duas pessoas morreram e pelo menos 37 ficaram feridas em um grave acidente entre uma van e dois ônibus, por volta de 7h15m desta quinta-feira, na descida da Alameda São Boaventura, em Niterói. A colisão foi nas proximidades do Morro da Caixa D'água, sentido Centro. Segundo bombeiros, um ônibus desgovernado atropelou seis pessoas que estavam atravessando a rua, bateu em uma van e ainda atingiu um radar. Após a colisão, a van acabou se chocando com um outro ônibus.

O veículo, da viação Rio Ita, estava sem freio e atropelou Andrea Chaves Pereira Torres, de 41 anos, que morreu na hora. Ela era funcionária do Hospital Azevedo Lima. O motorista chegou a gritar para que as pessoas saíssem da frente. Ele teria tentado também desligar o veículo, mas não conseguiu pará-lo.

Uma outra mulher, identificada como Ana Cristina, morreu às 11h15m, de acordo com a Secretaria estadual de Saúde, quando passava por uma cirurgia no Azevedo Lima. Ela não resistiu aos ferimentos e sofreu uma parada cardíaca. Ainda não se sabe se ela era passageira de um dos veículos envolvidos ou se foi atropelada.

Em nota, a empresa Rio Ita, responsável pelo ônibus que provocou o acidente, afirma que o coletivo estava com a vistoria anual e o plano de manutenção preventiva em dia. Eles afirmaram ainda que estão investigando as causas do acidente.



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Em BH, Prefeitura publica aviso de Licitação das Estações Pampulha e São José

ESTAÇÃO PAMPULHA

A Estação Pampulha é um equipamento de infraestrutura que compreende a área operacional da estação de integração de ônibus e os empreendimentos associados. Localiza-se na interseção das avenidas Portugal e Dom Pedro I, Região da Pampulha, e possui área total bruta de aproximadamente 64 mil m², sendo 12 mil m² zero de Área Bruta Locável - ABL para um empreendimento a ser construído em dois níveis, com previsão de 582 vagas de estacionamento para veículos.

No setor operacional para integração de ônibus, também em dois níveis, a previsão de movimentação é de 11 mil passageiros no horário de pico (manhã e tarde), atendendo os bairros Jardim Atlântico, Jardim Leblon, Copacabana, Kátia, Xangrilá, Céu Azul, entre outros, pertencentes à Regional Pampulha. A estação será o ponto e conexão desses bairros com o Sistema BRT (Bus Rapid Transit ou Transporte Rápido por Ônibus), estruturado pelas avenidas Pedro I e Antônio Carlos.

O BRT é um sistema de transporte por ônibus eficiente, de alta capacidade e qualidade, operando de forma semelhante ao metrô, capaz de atender os usuários com rapidez e conforto. Para que possa receber o BRT, a Avenida Pedro I será alargada e a interseção com a Avenida Portugal será reformulada e adequada estruturalmente.

ESTAÇÃO SÃO JOSÉ

A Estação de Integração São José será implantada na Avenida Tancredo Neves, entre as ruas Flor Branca e Leopoldo Campos Nunes, com 6.447 m² de área. Assim como a Estação Pampulha, a Estação São José será um importante equipamento de infraestrutura para operação do Sistema BRT.
A Estação irá abranger os serviços de transporte coletivo da Região Noroeste e Pampulha, atendendo diversos bairros como Alípio de Melo, Pindorama, Castelo, Itatiaia, Saramenha, Glória, Manacás, Confisco, Coqueiros, entre outros. Estima-se que a estação possa ter uma movimentação de 5.500 passageiros/hora pico (manhã e tarde).

A Avenida Pedro II, que irá receber um tratamento para priorização da operação do transporte coletivo para implantação do Sistema BRT, será o principal eixo de ligação à Estação São José.


Fonte: BHTrans

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Em Florianópolis, Movimento de ônibus é normal na manhã desta sexta-feira

Apesar do indicativo de paralisações-relâmpago do transporte coletivo de Florianópolis, na manhã desta sexta-feira, o movimento de ônibus na região é normal.

Quem precisou do serviço para chegar ao trabalho, nas primeiras horas da manhã, não teve problemas. Às 7h da manhã, não havia sinal de trabalhadores na Praça das Nações, local onde são realizadas as assembleias da categoria.

No Terminal de Integração do Centro (Ticen) e no Terminal Cidade de Florianópolis o trânsito de coletivos é normal.

A equipe de reportagem conversou com alguns motoristas e cobradores e eles disseram não saber da possibilidade de novas paralisações, mas falaram que, se houver, será de apenas uma hora.

No final da manhã de quinta-feira, a categoria parou por uma hora, o que revoltou os usuários no Ticen. A categoria pede a redução da jornada de trabalho, de seis horas e 40 minutos para seis horas, com a manutenção do salário.



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Em São Paulo, Metrô é o que seduz comprador de imóvel

São Paulo - Um parque ao alcance dos olhos, boas escolas para os filhos, silêncio durante a noite, um esquema de policiamento satisfatório e um shopping center para se divertir no final de semana são algumas das características das residências mais desejadas pelos paulistanos. Mas em uma cidade com graves problemas de mobilidade como São Paulo, nada disso é tão importante quando a infraestrutura de transportes disponível no local.

O mercado imobiliário já percebeu que a proximidade de uma estação de metrô vale ouro no estande de vendas porque aumenta as chances de sucesso de um empreendimento. Prova disso é que 109 dos 229 lançamentos planejados pelas incorporadoras para a cidade de São Paulo neste ano estão localizados a menos de 1 km de alguma estação, segundo pesquisa da Lopes, a maior imobiliária do Brasil.

O estudo inédito levou em consideração estações em funcionamento, em construção ou em fase de planejamento. Foram incluídas as nove linhas de metrô que serão realidade dentro de alguns amos (vermelha, azul, verde, lilás, amarela, laranja, prata, branca e ouro), mas ficaram de fora as estações da CPTM (de trens).

"As incorporadoras estão apostando em terrenos próximos ao metrô porque a comercialização das unidades é mais fácil", diz Mirella Parpinelle, diretora geral de atendimento da Lopes. A executiva usa a extensa base de dados fornecida pelos corretores da Lopes para aconselhar as incorporadoras sobre os projetos que vendem mais rápido e os que encalham nos estandes.

Para ilustrar o poder de atração do metrô, Mirella cita um empreendimento lançado pela Agre (hoje PDG) e vendido pela Lopes recentemente. Localizado a cerca de 800 metros da futura estação de metrô Vila Sônia (linha amarela), o Parque dos Pássaros/Parque das Flores inclui 1.200 unidades que foram totalmente comercializadas em apenas três meses.

Como os terrenos nessas regiões próximas ao metrô estão muito valorizados, as incorporadoras não conseguem viabilizar economicamente um empreendimento a não ser que reduzam o tamanho das unidades vendidas. O mais comum, portanto, é que sejam construídos imóveis de 50 a 80 metros quadrados que custam cerca de 500.000 reais.



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Cuiabá: Opção pelo BRT mostra falta de planejamento e cuidado com a população

Esqueçam qualquer interesse maior que possa estar sendo sugerido na disputa entre os meios de transporte BRT versus VLT como elemento fundamental para a mobilidade urbana na Copa do Mundo em Cuiabá. Ainda assim, a definição da Agência Executora da Copa no Pantanal, a Agecopa,  pela implantação do Bus Rapid Transit, o  BRT, que, em verdade, e o ônibus articulado em corredor exclusivo,  mostra apenas a continuidade da “eterna” falta de planejamento do setor público - nos três níveis de Governo, é bom que se diga. Não só nesse caso como para com vários serviços influentes na qualidade de vida da população. E mais: a opção, se confirmada, fere de morte  ao  Plano Diretor Metropolitano.

 O diagnóstico atual do sistema de Transporte Público e Trânsito de Cuiabá pode ser visto como “objetivamente fácil de ser interpretado”. E mais fácil ainda, de se chegar a conclusão sobre o que ele representa. Ou seja, é um sistema que não oferece qualidade aos usuários.  O caos gerencial chega às raias do absurdo. As queixas partem de todos os lados: dos donos das empresas que querem ganhar mais na tarifa, dos operadores, que reclamam dos baixos salários, e dos usuários, que se queixam da qualidade inegavelmente ruim e do mal atendimento.

 Isso, por si só, já seria por demais suficiente para se colocar na prancheta dos técnicos da Agecopa, no sentido de, realmente, os mais de R$ 500 milhões que, vale ressaltar, serão pagos com impostos dos cidadãos, serem utilizados em benefício destes mesmos cidadãos, com moderno planejamento de trânsito e escolha de veículos de transporte público condizentes com esta necessidade. E não para beneficiar exclusivamente a compra de um tipo de veículo - os ônibus - dos quais as cidades estão saturadas, e os usuários não têm por parte das empresas responsáveis por estes a busca pela consonância de seus serviços e produtos com as necessidades coletivas, ou mesmo a preocupação com a qualidade do serviço prestado. Talvez aqui, da proposta da Federação Internacional de Futebol Associados (Fifa) e do Governo do Estado, ficará como legado à gente desta terra, a perpetuação de velhos problemas de Transporte Público em Cuiabá.

A presidente da Associação dos Usuários de Transporte Coletivo de Mato Grosso, Marleide Oliveira Carvalho, tem opinião de  que “o BRT desafogará um pouco as linhas alimentadoras e mestras”, mas não resolverá a questão de trânsito e transporte de Cuiabá. “Para se ter uma idéia – ela explica -  um mesmo percurso que há 5 anos demorava cerca de 30 minutos para ser percorrido, hoje leva uma média de 50 minutos, a exemplo do Pascoal Ramos-Centro”. O BRT, por circular em corredor exclusivo,  se movimentará mais rápido que um ônibus convencional, mas, para ser um sistema de média capacidade,  “perde para o VLT em termos de tempo, conforto e segurança".

As grandes transformações atribuídas pela Agecopa ao BRT, segundo a presidente,  é “coisa para inglês ver”. O sistema não adentrará realmente as vias principais de Várzea Grande. Ela cita o caso da Avenida Couto Magalhães -  que atenderia à necessidade da região metropolitana. Marleide frisa que  ainda não se colocou à mesa as melhorias nas linhas alimentadoras  -que vêm dos bairros. “Uma pesquisa, realizada há cerca de quatro  anos, com consumidores, mostrou que um dos problemas que estava causando baixas vendas nos estabelecimentos comerciais de Várzea Grande, era a falta de transporte público adequado” - completa ela, no sentido de pontuar o longo alcance do sistema a ser implantado.

Diferente do BRT, que não atrai determinados tipos de usuários, no VLT a média de passageiros, somando Cuiabá e Várzea Grande, deverá alcançar os 10 milhões desde o primeiro ano de funcionamento deste metrô de superfície. Isto é: é certo que muita gente deverá deixar o carro em casa para circular em um transporte rápido, moderno e eficiente. A experiência nesse sentido é internacional – e se deu em praticamente todo o mundo que adotou o sistema.

A  capacidade do BRT, de acordo com a ASSUT,  é abaixo do adequado para a demanda crescente, bem como para a proposta das cidades modernas de se diminuir o tráfego de carros e motos, atraindo os cidadãos com qualidade, ambiente climatizado e rapidez no cumprimento dos percursos, todos os critérios encontrados no VLT.

 “Certamente continuará a superlotação nos transporte coletivo de Cuiabá, mas agora no BRT, já que serão tirados de circulação das vias principais os ônibus convencionais. E a quantidade de veículos articulados necessários no sistema BRT não atenderá ao atual número de usuários e ainda poderá entupir os corredores, como acontece em São Paulo, onde a velocidade no trânsito caiu pela metade” -  informa Marleide.



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Prefeitura de São Paulo terá de justificar reajuste na tarifa dos ônibus

O desembargador David Haddad determinou na última segunda-feira, 22, que a Prefeitura de São Paulo preste informações em dez dias sobre o aumento da tarifa de ônibus que circulam na capital, de R$ 2,70 para R$ 3.

 
Haddad é o relator do mandado de segurança impetrado por Ítalo Cardoso, vereador e líder do PT na Câmara Municipal, que pede a suspensão do aumento da passagem. Em seu pedido, Ítalo salienta que a planilha utilizada pela São Paulo Transportes (SPTrans) é inflacionada e que as incongruências proporcionam um ganho exorbitante aos concessionários e permissionários, sem beneficiar a população.


Após o recebimento das informações, o representante do Ministério Público terá o prazo de dez dias para se manifestar. Após o voto do relator, o caso será julgado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça, composto por 25 desembargadores. Haddad afirmou que em "cuidadosa análise o Órgão Especial solucionará a questão, adotando eventualmente as providências que entender cabíveis".


Fonte: O Diário

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SPTrans começa a operar duas linhas na nova estação Butantã do Metrô

Duas linhas de ônibus municipais passarão a operar na Estação  do Metrô Butantã a partir da próxima terça-feira (29/3). A linha 8012/10 "Metrô Butantã - Cidade Universitária"   vai operar  das 8h às 15h,  em sistema circular, e a integração da linha 7458/21 "Estação da Luz - Butantã", passando a denominar-se 7458/21 "Metrô Butantã - Estação da Luz".

As 13 linhas que  já atendem à Cidade Universitária serão mantidas sem alterações, inclusive aquelas que têm como origem a zona norte e o centro da Cidade.  

As mudanças fazem parte das alterações que serão implantadas com o início das operações da  Estação Butantã, da  Linha 4 do Metrô. O terminal será gerenciado pela ViaQuatro, devendo receber linhas municipais e intermunicipais. O Terminal de  Ônibus Butantã está em um espaço anexo à nova estação localizada no quadrilátero formado pelas ruas Camargo, MMDC, Pirajussara e Av. Dr. Vital Brasil.

Técnicos da SPTrans vão acompanhar a movimentação dos usuários, a partir da inauguração da Estação, para avaliar a necessidade de futuros ajustes.


Fonte: SPTrans

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Prefeito confirma aumento da tarifa de ônibus em Manaus, apartir da circulação da nova frota

A nova tarifa de ônibus só será estabelecida após a nova frota de coletivos começar a circular em Manaus. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (24), pelo prefeito Amazonino Mendes, durante a assinatura do contrato com as empresas vencedoras da licitação para o transporte coletivo na capital.

Após a assinatura do contrato, o prefeito seguiu para Caxias do Sul (RS), onde irá visitar as empresas de chassis e carrocerias que estão fabricando os novos ônibus.

A visita é para solicitar das empresas, prioridade na montagem dos ônibus que entrarão em circulação em Manaus. A Prefeitura estabeleceu o prazo de até final de julho para que os ônibus novos sejam incorporados à frota.

Participaram da assinatura do contrato o superintendente municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Marcos Cavalcante, e os empresários das empresas vencedoras.

O contrato foi assinado com as nove empresas vencedoras da licitação, ao contrario da licitação anterior, realizada em 2007, quando o transporte de passageiros foi monopolizado através de um Consórcio, a Transmanaus. As empresas que venceram a licitação foram São Pedro, Expresso Coroado, Global, Rondônia, Transtol, Nova Integração, Líder, Via Verde e City Transportes.

Segundo o prefeito, com a assinatura do contrato, as empresas são obrigadas a colocarem em circulação no período de 60 dias, 400 ônibus novos e no prazo de 120 dias outros 458. O investimento previsto para o novo sistema de transporte de passageiros é de R$ 5,3 bilhões.

O contrato estabelece multas de até duas vezes o valor do ônibus novos caso a empresa não cumpra o cronograma estabelecido pela SMTU.

Informações: A Crítica


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