Metrô DF permanece de greve e prejudica mais de 160 mil pessoas

terça-feira, 15 de março de 2011

Os brasilienses enfrentaram problemas com a greve dos metroviários na manhã desta de terça-feira (15/3). O serviço funciona apenas com sete trens para toda a capital e o resultado não poderia ser diferente: confusão e vagões lotados. Desde ontem, os usuários esperam cerca de 45 minutos por um trem.

Para aliviar a demanda o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFtrans), remanejou 200 ônibus para atender aos passageiros que utilizam o metrô diariamente.

Estava marcado para hoje uma reunião de negociação com os metroviários, mas a assessoria de imprensa da Companhia do Metropolitano (Metrô-DF) negou o encontro.

A categoria permanece em greve e deve se reunir às 18h de hoje na Praça do Relógio para definir os rumos da paralisação. Os metroviários querem um novo acordo da data base, aumento salarial de 25%, a realização de um novo concurso público e o cumprimento do artigo 170 da Lei Orgânica do DF - que prevê que um terço dos cargos de diretoria sejam ocupados por servidores concursados do órgão.



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São Gonçalo vai receber corredor viário e bilhete único municipal

O município de São Gonçalo pode ganhar um corredor viário e um bilhete único municipal em breve. As afirmações são do Secretário Municipal de Planejamento, Luis Rodrigues Paiva. No total, o novo sistema terá 21km de extensão e cortará 11 bairros, ligando Vila Lage a Alcântara e Raul Veiga a Sacramento.

Segundo o secretário, o projeto, em fase final de elaboração, vai beneficiar cerca de 240 mil moradores que fazem uso de transporte público na cidade.

"Nossa cidade tem em torno de 800 mil usuários de transporte público, dos quais 30% serão beneficiados. Hoje, São Gonçalo tem uma carência de linhas municipais. A maioria das linhas de ônibus ligam algum bairro a outro município, como Niterói ou Itaboraí. Nós queremos mudar isso", afirmou o secretário.

De acordo com o projeto, cada um dos 11 bairros da cidade beneficiados pelo corredor expresso teria um ponto de ônibus principal. Neste ponto, os passageiros fariam uma integração com viaturas circulares, que atenderiam aos bairros internamente. A integração entre o transporte principal e o de bairro seria feita através d eum bilhete único municipal, com duração de 1 hora. O modelo é baseado no sistema viário de Curitiba, no Paraná.

O secretário municipal disse ainda que o corredor trará dois benefícios para a cidade.

"Com o projeto, o transporte público não sofreria com os engarrafamentos, já que trafegaria em uma faixa exclusiva. Além disso, o passageiro será beneficiado com o baratemaneto da passagem", afirmou.

O corredor viário será o projeto que a cidade vai apresentar ao PAC da Mobilidade Urbana. O Programa vai beneficiar grandes cidades com investimentos em projetos que levem melhoria à qualidade dos transportes nestes municípios. Além de São Gonçalo, os municípios do Rio de Janeiro, Duque de Caxias e Nova Iguaçu também serão atendidos pelo programa, mas ainda elaboram seus projetos.



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No Recife, Terminal Integrado Tancredo Neves será entregue em julho e o de Cajueiro Seco provavelmente no fim do ano


Foto clayton Leal (Term. Tancredo Neves)

O Terminal integrado de ônibus Tancredo Neves (Situado por trás da UPA da imbiribeira) está com suas obras avançadas, segundo o Consórcio Grande Recife de Transportes, o prazo de entrega será no mês de julho deste ano, este terminal visa integrar boa parte da população da região sul da cidade ao metrô linha sul e também a outras linhas da cidade, o terminal tem uma área aproximada de 11.6 m2, e estão sendo gastos cerca de R$ 10 milhões em sua construção.
Este Terminal terá 17 linhas que atenderão a uma demanda aproximada de cerca de 150 mil pessoas dia, com a conclusão deste terminal, muitos usuários poderão sair de bairros da zona sul até o Cabo de Santo Agostinho, pagando apenas uma passagem por exemplo, mais para isso, muitas linhas diretas do centro terão que ser relocadas para o terminal. Além deste terminal, já se encontram em obras os terminais do Aeroporto com previsão de entrega para inicio de 2012, e o de Cajueiro Seco, em Jaboatão dos Guararapes,  onde as linhas passarão a fazer a ligação entre os dois equipamentos, proporcionando o deslocamento dos usuários para todas as áreas atendidas pelo Sistema Estrutural Integrado (SEI) - através da ligação por ônibus e pelo Metrô. A previsão é de que o TI de Cajueiro Seco inicie a operação no começo de 2012 atendendo cerca de 40 mil por dia.
Foto: Clayton Leal (Terminal Cajueiro Seco)
O terminal de Cajeiro Seco começará  a operar com uma frota de 67 ônibus, que farão 489 viagens por dia. Ao todo, serão 10 linhas, sendo oito alimentadoras (que levam os passageiros das comunidades da região ao terminal) e duas troncais, que farão viagens do TI até Recife, passando pelo município de Jaboatão.  O espaço total de área construída é de 2,4 mil metros quadrados. O investimento para a construção do equipamento foi de R$ 4,1 milhões, oriundos do tesouro estadual.

Fonte: Meu Transporte


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No Rio, Corredor exclusivo de ônibus começa a multar, mas motoristas ainda cometem infrações

A Prefeitura do Rio começou ontem a multar motoristas que trafegam sem permissão nas duas faixas do corredor exclusivo de ônibus na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Carros de passeio, táxis sem passageiros e vans que circularem pelo BRS (Bus Rapid System) serão autuados por infração leve, e os motoristas perderão três pontos na carteira e pagarã R$ 53,20.

O balanço das multas aplicadas no primeiro dia só deverá ser divulgado hoje, segundo a Secretaria Municipal de Transportes. À tarde, a reportagem flagrou diversas irregularidades na via. “Não moro no Rio e não sabia desse corredor exclusivo. Acho que deveriam colocar mais placas avisando sobre isso”, argumentou o taxista Elton Teixeira, 28, de Iguaba Grande, na Região dos Lagos.

Ele parou para desembarcar passageiros do lado direito da avenida, próximo ao número 1.141, a poucos metros de uma placa avisando o horário de funcionamento do corredor. Perto dali, poucos minutos depois, outros dois táxis pararam irregularmente para apanhar clientes.

Ignorando a placa de proibido estacionar, um motorista de caminhão ficou pelo menos 45 minutos parado em frente ao Supermercado Pão de Açúcar. Ele só saiu do local depois de ser advertido por guardas municipais.
Ao longo da avenida, a todo momento, táxis sem passageiros trafegam no corredor BRS, saindo para a pista da esquerda somente quando se aproximam de um dos 11 radares que monitoram a via.

A secretaria garantiu, no entanto, que não adianta tentar burlar o sistema, porque toda é vigiada, inclusive nos espaços entre os radares.

Quem usa a Avenida Nossa Senhora de Copacabana diariamente afirma que a implementação do corredor BRS reduziu sensivelmente o tempo de viagem. “Antes, eu gastava mais de 20 minutos para cruzar a via. Agora, não levo nem 10 minutos”, elogiou o motorista do ônibus Eduardo Vasconcelos, 39.

“Dirigir afastado dos ônibus nos dá mais segurança”, afirmou a estudante de Biologia Janyra Mendes, 29.

Ontem, agentes da CET-Rio, guardas municipais e a Rio Ônibus ainda instruíam os motoristas. O próximo corredor exclusivo para ônibus — a ser implementado na Rua Barata Ribeiro, também em Copacabana — deve ser inaugurado no dia 26.

Punição é aplicada no segundo radar

Pelas regras da prefeitura, motoristas podem acessar o corredor para dobrar na primeira via que der mão à direita ou acessar garagens. Por isso, a punição só será aplicada se dois radares seguidos flagrarem o motorista no corredor. O sistema funciona de forma progressiva, ou seja, se passar pelo terceiro aparelho de fiscalização seguinte cometendo irregularidade, nova multa é aplicada.

Além dos ônibus, o BRS é destinado ainda a táxis dirigidos ou adaptados para portadores de necessidades e transporte escolar. O embarque e desembarque de táxis convencionais deve ser feito do lado esquerdo ou em ruas transversais.



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São Paulo: Perueiros suspendem greve por 72 horas

A ameaça de greve foi provocada pela reivindicação dos perueiros de um reajuste maior ao oferecido pela prefeitura.
Após a prefeitura prometer elaborar uma nova proposta até quinta-feira (17), uma reunião entre perueiros e sindicalistas decidiu suspender a paralisação.
A Secretaria Municipal de Transportes definiu o reajuste em 4,38%, mas os perueiros pedem 12%. A secretaria diz que o reajuste respeita "os índices previstos no contrato, firmado com base na licitação do sistema de transporte realizada em 2003".
De acordo com o presidente do sindicato da categoria e vereador pelo PT, Senival Moura, desde 2007 o reajuste da tarifa do transporte público foi de 30%, mas os perueiros receberam apenas 9,67% de aumento. Por isso pedem os 12%, para "equilibrar os custos operacionais".
"O custo operacional é muito alto, considera combustível, pneus, manutenção e pagamento do veículo. Hoje em dia tem perueiro que praticamente está pagando para trabalhar", disse.
De acordo com a secretaria, o pagamento dos perueiros não tem relação com a tarifa do transporte. "Os serviços prestados pelos operadores são pagos segundo um modelo específico de remuneração, que considera um valor fixo por passageiro registrado, multiplicado pela quantidade de passageiros transportados pelo operador."
Moura diz que este valor, hoje, está em R$ 1,27 --os 12% de aumento representam menos de R$ 0,20.
Cerca de 6.000 peruas operam em São Paulo, atendendo 3,3 milhões de passageiros por dia em linhas que ligam, principalmente, terminais de metrô, trens e ônibus.


Fonte: Folha.com

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Ministro das Cidades quer metrô em Porto Alegre até a Copa de 2014

Minutos depois de se reunir com o conselho de administração da Trensurb, o ministro das Cidades, Mário Negromonte, disse que espera que o metrô em Porto Alegre seja concluído até a Copa do Mundo de 2014. "O prefeito José Fortunatti, juntamente com a sua equipe, apresentou o projeto muito detalhado, que vai ser analisado juntamente com o ministério do Desenvolvimento. Faremos isso em breve, até porque queremos agilizar o processo para que o metrô fique pronto até os jogos da Copa", disse Negromonte em entrevista à Rádio Guaíba.

A verba para a construção do metrô em Porto Alegre virá do PAC da Mobilidade Urbana, anunciado pela presidente Dilma Rousseff há duas semanas. "A capital gaúcha vai ser contemplada com até R$ 2,4 bilhões. No projeto apresentado pela prefeitura, o metrô terá 15 quilômetros de extensão", explicou Negromonte, que ressaltou a importância da obra:

“Um dos grandes conflitos do mundo hoje é o transporte urbano. Cidades da Europa estão colocando pedágios nas ruas para diminuir a concentração de veículos. Por isso a presidente Dilma lançou o desafio”, explicou. Além da reunião para tratar do metrô, o ministro visitou as obras das estações elevatórias e chaminés de equilíbrio o do Projeto Integrado Socioambiental.



Fonte:  Correio do Povo

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Novos ônibus híbridos já circulam em Londres

A empresa que opera o transporte coletivo em Londres, Inglaterra, já conta com os novíssimos ônibus Volvo com carrocerias Wrighbus, com dupla plataforma(2 andares) e dois motores: um elétrico e um diesel. Esses motores são colocados paralelamente no chassi e podem ser operados de forma simultanea ou independente.O motor elétrico é alimentado por uma bateria e esta é recarregada constantemente pela energia que é armazenada quando os freios são acionados, num sistema semelhante aquele dos carros da Fórmula 1( o chamado "Kers").
Os usuários tem gostado muito da novidade, que conta com um detalhe interessante: quando o veículo  se aproxima dos pontos de parada o motorista desliga o motor a diesel, deixando apenas o elétrico operando; dessa forma, com o onibus chegando e saindo dos pontos apenas com o motor elétrico funcionando, os passageiros não sofrem com a fumaça que normalmente seria expelida pelo motor a diesel. Essa seria uma novidade muito benvinda nas capitais brasileiras!


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Ônibus lotados e projetos superfaturados no Amazonas

Uma das 12 subsedes da Copa de 2014, Manaus tem, hoje, como principal desafio de infraestrutura, a melhoria do sistema de transporte coletivo da cidade. Com quase metade de sua população dependendo exclusivamente do serviço, o equivalente a 850 mil usuários e uma frota de 1.500 ônibus, o atual sistema não atende sequer a sua própria demanda de 1.802.525 habitantes, segundo o Censo de 2010.
A rotina de percalços inclui, em muitos casos, mais de 50 minutos de espera por um ônibus, veículos superlotados, com pessoas penduradas nas portas ou sentadas umas sobre as outras, panes mecânicas no meio dos trajetos e pontos de ônibus com dezenas à espera. Isso sem falar nas constantes greves dos tra$do sistema, que paralisaram o serviço pelo menos cinco vezes nos últimos dois anos, prejudicando milhares de pessoas que dependem dos ônibus para ir ao trabalho ou à escola. Para piorar, Manaus tem a oitava tarifa de ônibus mais cara do país, com passagem a R$ 2,25.
Mesmo sendo sede da Copa, a solução não deve chegar a Manaus tão cedo. Os dois principais projetos apresentados pelo Governo do Estado e a Prefeitura de Manaus como sendo a saída para o caos no sistema, como o monotrilho e o Bus Rapid Transit (BRT), respectivamente, ainda não têm previsão para serem executados. E o principal motivo é o superfaturamento nos projetos, como apontaram relatórios do Tribunal de Contas da $ão (TCU) e do Ministério Público Federal (MPF), em março de 2010. O monotrilho é um tipo de trem que utiliza pneus e trafega em vias elevadas e o BRT usa veículos articulados que trafegam em faixas específicas.
Empréstimos vetados
Dos R$ 1,3 bilhão orçados para o monotrilho, o MPF e o TCU encontraram indícios de superfaturamento em R$ 686 milhões. No projeto do BRT, que tem uma previsão de gastos de R$ 230 milhões, os dois órgãos observaram que a proposta tinha ausência dos projetos de fundações dos terminais, de terraplanagem, de pavimentação, de drenagem, de estações de transferência, hidráulico e de obras de arte especiais. A Controladoria-Geral da União (CGU) ratificou o relatório das duas instituições.
Diante das falhas nos projetos e suspeita de superfaturamento nas obras, os principais bancos financiadores, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal, vetaram qualquer tipo de empréstimo para as obras e decidiram: só vão abrir os cofres depois de corrigidos os problemas.
Outra obra de infraestrutura que ainda não começou em Manaus é a reforma e ampliação do Aeroporto Eduardo Gomes. De acordo com a assessoria de imprensa da Infraero, a previsão para o começo das obras de reforma e ampliação do aeroporto foi adiada para setembro deste ano.
O projeto que visa a preparação do local para a Copa de 2014 está orçado em R$ 1,3 milhão, com previsão de aumentar a capacidade dos atuais 2,5 milhões de passageiros por ano, em 2009, para 5 milhões de passageiros anuais, no ano da Copa. Os recursos vêm do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O projeto também prevê o aumento da aérea do terminal de passageiros, dos 43,6 mil metros quadrados para 80 mil metros quadrados.
As obras de implantação de um novo sistema de transporte coletivo em Manaus, a construção da Arena Amazônia e as obras de reforma do aeroporto devem gerar pelo menos oito mil empregos na capital amazonense nos próximos três anos, segundo o consultor econômico Daniel Veiga, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Atualmente, cerca de 100 trabalhadores atuam no processo de demolição da estrutura de concreto e na retirada de materiais reutilizáveis do Estádio Vivaldo Lima, que dará lugar à Arena Amazônia.
— Estima-se que a arena abra cinco mil novos postos de trabalho; o monotrilho e o BRT, pelo menos 2,5 mil; e a reforma e ampliação do aeroporto, mais 500; totalizando oito mil empregos até a entrega das obras no início de 2014 — explicou o especialista, ressaltando que o número é a somatória de empregos diretos e indiretos. — Mas, diante da grandiosidade das obras, as empresas querem pessoas gabaritadas. Qualificação é essencial.



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