DF: Metrô pode parar por tempo indeterminado

terça-feira, 8 de março de 2011

Em meio a denúncias graves envolvendo parte da frota de ônibus do Distrito Federal, o serviço de transporte público sofrerá outro baque. Os metroviários anunciaram greve para a próxima segunda-feira, por tempo indeterminado. A paralisação afeta cerca de 150 mil usuários por dia. A categoria quer abrir negociações com o governo para que sejam cumpridas uma série de reivindicações.

A decisão de parar foi tomada durante uma assembleia realizada no domingo, na Praça do Relógio, em Taguatinga.  No entanto, a categoria volta a se reunir no próximo domingo. Caso a direção do Metrô não acene com a intenção de negociar cerca de 70 cláusulas que fazem parte do acordo coletivo dos metroviários, a greve estará automaticamente mantida para começar no próximo dia 14.

De acordo co com o diretor-geral do Sindicato dos Metroviários (Sindmetrô-DF), Israel Almeida, o acordo coletivo da categoria vence em 1º de abril e a direção do Metrô ainda não concordou em abrir as negociações. “Nossa classe está com benefícios defasados em relação a outros cargos dentro do GDF. A decisão de parar os serviços foi tomada depois que se esgotaram as conversações. Agora teremos que parar”, afirmou.

Aumento

Entre as principais reivindicações dos metroviários está um reajuste salarial de 25%, além de um abono especial temporário que deseja equiparar os vencimentos mensais em relação a outros cargos dentro do GDF. “Precisamos dessa equiparação já que os salários estão defasados. Existem carreiras dentro do metrô que não recebem aumentos há anos”, disse o diretor-geral do Sindmetrô-DF.


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Japão inaugura um trem-bala mais veloz e confortável

O Japão irá lançar neste fim de semana seu novo trem-bala da última geração, com vagões elegantes em verde e prata com faixas rosas e um nome inspirado no falcão peregrino.

O "Hayabusa", a primeira versão modernizada do trem-bala japonês desde a frota anterior, lançada há 14 anos, causou muito rebuliço entre os entusiastas de trens. Um ingresso para a estreia, no sábado, foi vendido por milhares de dólares na Internet, segundo a mídia.

O trem atinge uma velocidade de 300 quilômetros por hora, tornando-o no mais rápido do Japão - pouco atrás da chinesa Harmony Express, uma linha de alta-velocidade que chega a 350 quilômetros por hora.

"Realmente, o trem-bala representa o alto nível de nossa empresa e da tecnologia do Japão", disse Tomoyuki Endo, gerente do Shinkansen Group do East Japan Railway Company.
"Não apenas por ser de alta velocidade, mas também por ser ecológico, confiável e ter um desempenho mecânico confortável, além de ser um serviço elegante para passageiros", acrescentou.

O trem oferece um serviço "GranClass" com assentos de couro, iluminação pessoal para leitura e descanso para as pernas, junto com acesso irrestrito a bebidas alcoólicas e refeições leves - por um custo extra de 9.490 ienes (116 dólares), dependendo do destino.

O primeiro trem-bala do Japão foi inaugurado em 1.º de outubro de 1964, e durante quase duas décadas foi o trem de passageiros mais rápido do mundo. Nestes 46 anos, o sistema não registrou nenhum acidente fatal, apesar da alta velocidade e dos frequentes desastres naturais do Japão.






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Em São Paulo, Uso da bicicleta aumentou 183% em 10 anos

De acordo com a Pesquisa Origem/Destino 2007, realizada pelo Metrô de São Paulo a cada 10 anos, das 25,5 milhões de viagens/dia realizadas na capital, cerca de 156 mil (0,6%) são feitas por bicicletas. Em 1997, apenas 56 mil viagens eram feitas por bicicletas, o que representa um aumento de 183% neste tipo de viagem no período. “A bicicleta é o modal cuja utilização mais cresceu no intervalo entre as duas pesquisas”, afirma a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-SP).

Atualmente, a CET prepara a licitação para a contratação de um projeto para a implantação das três ciclovias em regiões distantes do centro da capital paulista, num total de 55 km de percurso. Serão 26 km de infra-estrutura cicloviária no Jardim Helena, na zona Leste; outro circuito no Jardim Brasil, na zona Norte, com 17 km de extensão; e o terceiro trecho será o circuito Grajaú/Cocaia, na zona Sul, que terá 12 km, sendo 5 km de ciclovia e 7 km de ciclofaixa. A companhia afirma que esses locais foram definidos com base em uma pesquisa que indica o maior nível de utilização da bicicleta como meio de transporte. No entanto, ainda não há previsão para que as ciclovias entrem em funcionamento.

Mas o diretor da Federação Paulista de Ciclismo (FPC) Marcos Mazzaron acredita que ainda faltam políticas públicas para incentivar o uso de bicicleta como meio de transporte. Para ele, a construção de mais ciclovias interligando pontos da cidade é um incentivo. A extensão das ciclovias na capital paulista hoje é considerado abaixo do ideal, diz ele.

“Em vários países da Europa, o uso de bicicletas é cada vez mais frequente e é superincentivado por empresas privadas. As pessoas utilizam a bicicleta para ir ao trabalho, fazer compras. A opção por esse transporte tem se tornado uma tendência mundial”. Mazzeron lembra, no entanto, que Sorocaba, no interior paulista, é referência, com pelo menos 85km de ciclovias e sistemas para utilização de bicicletas.

Segundo ele, além da recém-inaugurada ciclovia da zona leste, que facilita o transporte de funcionários de empresas da região, a construção de ciclofaixas de lazer (que funcionam apenas nos finais de semana) “ambientou” o paulistano à utilização desse meio de transporte. “Se você perguntar para cem pessoas, 90 vão saber o que são as ciclofaixas. É uma ação de lazer, que transformou esse sistema em um grande parque linear.” Atualmente, de acordo com a CET, a capital paulista tem 30km de ciclofaixas, ligando o Parque das Bicicletas aos parques do Ibirapuera, do Povo e Villa-Lobos. A ciclofaixa funciona aos domingos, das 7h às 14h, e conta com monitores para orientação de usuários.

Ande seguro
  • Nunca transite contra o fluxo (as pessoas acham que é seguro, mas não é);
  • Use roupas claras e refletivas;
  • Utilize equipamentos de segurança, principalmente o capacete;
  • Não use fones de ouvido para pedalar – isso faz o ciclista perder a referência dos carros;
  • Opte por vias secundárias e evite avenidas movimentadas, como a 23 de Maio, na zona sul.
  • Bicicletas modelo mountain bike, com 18 ou 21 marchas, são boas opções para o iniciante.

Fonte: Terra

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Ônibus da Região Metroplitana do Recife serão equipados com GPS

Um novo modelo operacional para o sistema de transporte público da Região Metropolitana do Recife (RMR) promete minimizar o turbulento cenário de atrasos e problemas que marcam os pontos de ônibus e atormentam os quase dois milhões de usuários do sistema. Até o final de agosto deverá ser implantado em 2.980 coletivos da RMR aparelhos GPS que permitem ao usuário ter acesso, através do próprio aparelho celular, a localização do seu ônibus. A mudança foi anunciada ontem, pelo governador do Estado, Eduardo Campos, durante a assinatura da ordem de serviço do terminal do Largo da Paz, no bairro de Afogados, no Recife e o lançamento do edital de licitação para as obras do Terminal de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes. O primeiro passo para a implantação desse serviço é a instalação de uma central de monitoramento que deve ser instalada até o final de agosto.
Quando a central estiver ligada aos aparelhos de rastreamento via satélite, os usuários do sistema de transporte urbano poderão receber no seu celular uma mensagem com o horário que o ônibus estará chegando em sua parada. “Hoje em dia quase todo mundo tem celular, mesmo um pré-pago. Na hora que o ônibus usar o GPS, o sistema avisa a central e nós avisamos aos usuários que estiverem cadastrados. Isso traz maior comodidade e segurança evitando que você fique exposto ou exposta durante muito tempo em uma parada ou um terminal de ônibus”, destacou o governador.
A expectativa do Poder Executivo é de que o monitoramento via GPS, a instalação de novos terminais de integração e a criação de um grande corredor de transporte público resolvam o problema de trafegabilidade enfrentado no Recife e Região Metropolitana. “Só no ano passado tivemos 106 mil carros novos, fora Vans e microônibus. São 106 mil carros a mais com praticamente as mesmas ruas. Nós sabemos que o único caminho não é inventar a roda, é ter a roda que já foi inventada adaptada a nossa realidade, expandindo a linha do metrô, duplicando o número de passageiros e fazendo os corredores de ônibus exclusivos”, observou Campos.

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Em Campinas, Vãndalos já quebraram 34 ônibus neste carnaval

Pelo menos 34 ônibus do transporte coletivo foram depredados desde o início do Carnaval em Campinas, na sexta-feira (4), até a madrugada desta segunda (7). De acordo com a Transurc (Associação dos Permissionários do Transporte Coletivo de Campinas), os vândalos quebraram vidros e estouraram a saída de emergência na maioria dos casos. O prejuízo chega aos R$ 90 mil, sendo que apenas uma das empresas terá que investir R$ 78 mil para reformar seus 25 veículos depredados. Em 2009 foram 40 ônibus danificados durante o Carnaval e o valor do prejuízo chegou aos R$ 100 mil.Os ônibus fazem parte da operação especial de Carnaval, que conta com 45 veículos circulando nos dias de festa.
A Guarda Municipal e a Polícia Militar disseram que reforçaram a segurança nos terminais e no embarque após a festa na Vila Industrial, mas que o vandalismo acontece durante a ida até os bairros, o que impede a ação das forças policiais. As linhas mais afetadas são as que ligam o Terminal Central aos Dics. 

Fonte: EPTV

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Transalvador alerta foliões sobre vandalismo nos ônibus

A Prefeitura do Salvador, através da Superintendência de Trânsito e Transporte (Transalvador), alerta aos usuários de ônibus para a necessidade de preservação dos veículos do transporte coletivo. Somente nos três primeiros dias de Carnaval, foram registrados 167 atos de vandalismo a ônibus. No mesmo período de 2010, foram registradas 72 ocorrências deste tipo.
De acordo com o superintendente da Transalvador, Alberto Gordilho, o vandalismo a ônibus este ano está concentrado na quebra de janelas, com o intuito do usuário de entrar mais rápido no coletivo.
Apesar do trabalho da Polícia Militar para evitar o problema, o gestor lembra que também cabe à população zelar pelos veículos. "O único prejudicado com a ação são os próprios usuários de transporte coletivo e, neste sentido, a comunidade pode e deve criar uma cultura de que cada ônibus vandalizado é um veículo a menos para transportá-la no dia seguinte", alertou Gordilho.



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