Em Fortaleza, Nova Passagem de ônibus (R$ 2,00) começa a vigorar

domingo, 6 de março de 2011

A partir deste domingo, o fortalezense terá que desembolsar R$ 0,20 a mais para circular no transporte coletivo da cidade. Os novos valores começam a vigorar em pleno domingo de Carnaval com a chamada tarifa social: R$ 1,40 (inteira) e R$ 0,70 (meia). A partir de segunda-feira, as tarifas passam a valer R$ 2,00 (inteira) e R$1,00 (meia). A novidade é a hora social para quem tem vale transporte e carteira de estudante com crédito. Ela vai das 9 às 10 horas e das 15 às 16 horas custando R$1,80 (inteira) e R$ 0,90 (meia). Quem está fora desse perfil pagará o valor normal de R$ 2,00 e R$ 1,00.

Facilidades
Segundo o presidente da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), Ademar Gondim, o objetivo da hora social é atender aos profissionais liberais, que podem fazer o próprio horário, além da tentativa de aliviar as horas de pico. "A experiência será avaliada e de acordo com a reação dos usuários, podemos até ampliar essa hora social ou não", disse.

A Tarifa da Linha Central (que tem um preço diferenciado por funcionar apenas no Centro da Cidade) permanece a mesma: R$ 0,40 (inteira) e R$ 0,20 (meia). Esse será o segundo reajuste na tarifa de ônibus da Capital em oito anos de gestão. A passagem, que em 2004 custava R$ 1,60, em maio de 2009 foi para R$ 1,80, agora terá o valor de R$ 2,00, o que representa um aumento de 11,1%, se comparado com antiga tarifa.

Análise
O coordenador de Participação Popular da Prefeitura, Elmano Freitas, disse que essa decisão foi pensada após muitas análises e para isso feitos todos os estudos possíveis. Segundo ele, a análise levou em consideração os interesses e as condições dos usuários do sistema.

Já para o diretor técnico do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus), Dimas Barreira, o reajuste ainda não foi o ideal. Mesmo assim deve possibilitar a busca de mais eficiência no sistema. O Sindiônibus queria mais e pleiteava um aumento de 22%, o que elevaria a passagem de ônibus e vans para R$ 2,20.



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No Dist. Federal, Governo quer diminuir ônibus no Plano, ampliar VLT e integração com o Entorno

O Governo do Distrito Federal planeja fazer obras para melhorar o trânsito e facilitar a vida do usuário do sistema público de transporte utilizando recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana. As ações estão detalhadas no Plano Diretor de Transporte Urbano — uma espécie de roteiro que aponta possíveis intervenções viárias para os próximos 20 anos — apresentado ontem pelo secretário de Transporte, José Walter Vasquez, ao governador Agnelo Queiroz e aos deputados da base. Mas, para conseguir captar R$ 2,4 bilhões dos cofres da União, o Executivo local precisa aprovar o projeto na Câmara Legislativa até abril, período em que os técnicos do PAC apreciarão as propostas enviadas pelas cidades com mais de 3 milhões de habitantes.

O plano elaborado pelo GDF traça três eixos fundamentais de circulação nas vias do DF, cria condições de fluidez urbana e trata ainda da questão tarifária. A execução das propostas será feita a médio e longo prazos. As mudanças não pretendem apenas adequar a capital aos requisitos de mobilidade exigidos pelo comitê organizador da Copa da Mundo de Futebol de 2014. “Se nada for feito até 2020, Brasília vai parar. São medidas importantes não só para este governo como para as próximas gestões”, destaca José Valter Vasquez.

Linhas exclusivas
Cerca de um milhão de pessoas saem, todos os dias, de outras cidades do DF em direção ao Plano Piloto para trabalhar. Em horários de pico, na W3 Norte, por exemplo, circula um ônibus a cada sete segundos. “Sem a racionalização das linhas e do trânsito, será impossível possibilitar ao usuário um bom tráfego”, afirma o secretário de Transporte. Uma das alternativas para acabar com os congestionamentos e a falta de integração do atual sistema será a construção de corredores exclusivos para ônibus nas três áreas centrais de escoamento do tráfego no DF: Eixo Sul (via Santa Maria/Entorno), Eixo Norte (via Planaltina/Planaltina de Goiás) e Eixo Oeste (via Ceilândia/Samambaia/Águas Lindas).

No Plano Piloto, serão criadas linhas exclusivas para evitar que ônibus de outras cidades aumentem o fluxo na região. Os passageiros desembarcarão em terminais instalados nas asas Sul e Norte, onde tomarão outros veículos. Além disso, estão previstas as seguintes ações: conclusão das obras da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), que tem apenas um terço do total executado, da Linha Amarela (sentido Gama e Santa Maria) — obra que poderá reduzir de 1h20 para 40 minutos o trajeto do Gama ao centro do Plano Piloto — e a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) até o fim da Asa Norte.

 Café da manhã
Um dos maiores desafios será o de integrar o sistema de transporte local com o do Entorno, já que essa parceria depende de uma negociação entre o governo federal e as administrações do DF e de Goiás. O Distrito Federal já possui a bilhetagem eletrônica automática, mas as cidades goianas ainda não. O plano foi elaborado para alcançar a capital e mais oito municípios do Entorno. A questão das licenças e da formatação tarifária dependerá, no entanto, de um convênio com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (Antt).

A apresentação do Plano Diretor de Transporte ocorreu durante café da manhã na residência oficial de Águas Claras e contou com a participação de 18 deputados da base aliada. O líder do governo, Wasny de Roure (PT), defende que a proposta seja analisada com urgênciapelos parlamentares, mas afirma que é preciso um amplo debate. Segundo José Walter Vasquez, a receptividade dos distritais foi muito boa, mas está ciente de que o plano deverá ser alterado. “A questão da pressa na aprovação não está na data em si, mas na importância, em tese, de não perdermos mais dinheiro do PAC. Como o DF entrou na cota das cidades com mais de 3 milhões de habitantes, tem os R$ 2,4 bilhões disponíveis. Um dos critérios é a existência de um plano diretor”, explicou ele.

Desatualizado
O último Plano Diretor de Transporte do DF foi elaborado em 1975. Cidades planejadas precisam fazer a revisão das ações a cada 10 anos. Pela Lei Federal nº 4.011/2007, o plano deveria ter sido entregue ao Poder Legislativo em 31 de dezembro de 2009, o que não ocorreu. Pelas regras do PAC da Mobilidade Urbana, o Distrito Federal pode encaminhar quatro projetos para a área de Transporte, mas, por enquanto, o Executivo local só selecionou esse projeto.

Destaques do projeto
Elaborado para atender a demanda dos próximos 20 anos, o Plano Diretor de Transporte tem como principais pontos as seguintes ações:

» Construção de corredores exclusivos para ônibus nas três áreas centrais de escoamento do tráfego no DF: Eixo Sul (via Santa Maria/Entorno), Eixo Norte (via Planaltina/Planaltina de Goiás) e Eixo Oeste (via Ceilândia/Samambaia/Águas Lindas);

» Desenvolvimento de uma política tarifária específica para os ônibus do DF e do Entorno, além da integração dos dois sistemas;

» Instalação de linhas circulares específicas para transitar no Plano Piloto;

» Criação de terminais nas áreas sul e norte do Plano Piloto para receber os passageiros vindos das cidades do Distrito Federal e redistribuí-los em ônibus que circularão apenas na área central da capital. A ideia é evitar que muitos veículos trafeguem nas quadras da Asa Norte e da Asa Sul;

» Conclusão das obras da Estrada Parque Taguatinga (EPTG). Está prevista a construção de um túnel na entrada de Taguatinga e de outros dois ramais de acesso ao Setor Policial e ao Setor Gráfico. Além disso, o plano pretende viabilizar mais duas vias paralelas às avenidas Comercial e Samdu, em Taguatinga, e outra para fazer a ligação da cidade com a Ceilândia;

» Ampliação do trajeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que seguirá até o fim da Asa Norte;

» Construção da Linha Amarela, que atenderá passageiros do Gama e de Santa Maria;

» Expansão da rede de transporte do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek.



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Terminais de ônibus estão abandonados em Manaus

Telhas soltas, buracos na pista, goteiras e vazamentos de água, banheiros sem torneiras e grades de proteção danificadas. São nessas condições de aparente abandono que estão funcionando os cinco terminais de ônibus da cidade.
A estrutura dos terminais é alvo de constantes reclamações por parte dos usuários do transporte coletivo. Os locais não passam por grandes reformas há mais de dez anos.
Diariamente, pelo menos 80 mil usuários transitam pelos terminais na cidade. A desativação dos locais vem sendo anunciada pela prefeitura pelo menos desde 2006, quando o sistema de integração temporal foi implantado.
Os problemas mais graves foram constatados pela reportagem nos terminais 3, 4 e 5, nas zonas Norte e Leste de Manaus, respectivamente.
No terminal 3, na Cidade Nova, uma parte do telhado está danificada, além de estar com banheiros quebrados, buracos na pista dos ônibus e ferros de rampas enferrujados.
No terminal 4, no Jorge Teixeira, as grades de proteção estão danificadas e há goteiras de vazamentos de água em quase todas as colunas.
É possível ver uma camada de lodo nos locais. “Esse terminal é um nojo. Infelizmente, tenho que passar aqui todos os dias para ir trabalhar. Quem vê assim, de longe, parece que está abandonado mesmo”, afirmou a vendedora Kamylla Pereira dos Santos, 37, que mora no João Paulo, Zona Leste de Manaus.
Buracos e goteiras são vistos em quase toda a estrutura do Terminal 5, no São José. Segundo usuários, com o fechamento da entrada principal do terminal, apenas o espaço onde era a saída está funcionando para a entrada e saída de ônibus e usuários. No local há, ainda, banheiros desativados.
“Eu acredito que esse é o pior terminal de todos. Essa estrutura tão grande fica sem manutenção e os problemas aparecem e ficam cada vez piores. Quando chove fica cheio de goteira aqui, sem falar na água escorrendo nas colunas”, disse a estudante Gisela Guimarães, 21.
No T2, na Cachoeirinha, os usuários sofrem com a falta de espaço. O terminal é um dos mais antigos e fica lotado constantemente.
No terminal 1, no Centro, o principal problema são os banheiros. O motorista Mário Jorge Cordeiro, 42, disse que sempre evita ir aos terminais. “Além de ter que aguentar demora, ônibus lotado e cacareco, temos que aguentar também os terminais caindo aos pedaços”, diz ele, que precisa utilizar o T4 pelo menos três vezes por semana.


Fonte: A Critica

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Ônibus "Corujões" voltarão a circular em Aracaju

A Prefeitura de Aracaju, por meio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), ativou as linhas de ônibus durante a madrugada.

Os 'corujões', como são chamados, circularão da meia noite às 4 horas, contemplando todos que trabalham na madrugada e que desejam utilizar o transporte público para voltar para casa.

Para atender ao maior número de bairros possível, três linhas foram criadas - 1001, 1002 e 1003. Todas partirão da Passarela do Caranguejo, na orla de Atalaia, com destino a localidades como Conjunto Eduardo Gomes, Centro, Santo Antônio, Conjunto Fernando Collor, Bugio e Santos Dumont.

Veja o itinerário das novas linhas:

Corujão 01
Passarela do Caranguejo (Atalaia), Av. Santos Dumont, Av. Delmiro Gouveia, Av. Beira Mar, Av. Rio Branco, Pç. João XXIII, fundo da Catedral, Av. Barão de Maruim, Av. Desembargador Maynard, Av. Marechal Rondon, Rod. João Bebe Água e Conj. Eduardo Gomes.

Corujão 02
Passarela do Caranguejo (Atalaia), Av. Rotary, Av. Heráclito Rollemberg, Av. Hermes Fontes, rua Propriá, Pç. Olímpio Campos, Av. Rio Branco, Mercado Municipal, Av. João Ribeiro, Bairro Industrial, Ponte José Rollemberg Leite e Conj. Fernando Collor.

Corujão 3
Passarela do Caranguejo (Atalaia), Av. Rotary, Av. Beira Mar, Av. Tancredo Neves, Av. Matadouro, Av. Poço do Mero, final de Linha do Bugio, Av. Serafim Bomfim, Bairro Santos Dumont, Av. Visconde de Maracaju, Av. Eng° Gentil Tavares, Av. Maranhão.

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Em Blumenau, Motoristas são multados em corredor de ônibus

O tráfego de carros, motocicletas e caminhões na pista do corredor exclusivo para ônibus da rua Sete de Setembro passou a ser expressamente proibido. O corredor de ônibus da via está ativo desde 16 de janeiro, totalizando 36 dias para o motorista se adaptar às novas regras do trânsito de Blumenau.

O artigo 184 do Código de Trânsito Brasileiro diz que o motorista que ultrapassar o corredor nas áreas exclusivas será multado em R$ 53,20 e perderá três pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O ato é considerado infração leve. Além disso, os ônibus que trafegarem nos corredores devem estar de farol ligado, mesmo durante o dia.

O diretor de trânsito, José Carlos de Oliveira, afirmou que até quinta-feira (24), foram registradas 97 infrações. Destas, nove motoristas de ônibus foram multados por andar na pista exclusiva de farol apagado e 88 motoristas também precisaram pagar a multa por andar no corredor enquanto a faixa é contínua.

Ainda não foi decidido pelo Serviço Autônomo Municipal de Trânsito e Transportes de Blumenau (Seterb) se será feito o período de adaptação quando os outros corredores forem ativados.

Serão nove trechos da região central da cidade que terão corredores exclusivos, incluindo o da rua Sete de Setembro. Os corredores das Avenidas Beira-Rio e Martin Luther estão sendo implantados com o reforço da pavimentação das ruas, já em fase de acabamento. A previsão para o corredor da Martin Luther começar a funcionar é final de março e o da Beira-Rio ainda no primeiro semestre deste ano.

O próximo corredor a ser implantado será o da rua Engenheiro Paul Werner. Ainda terão a pista exclusiva as ruas São Paulo e Dois de Setembro. Está previsto que até o final do ano todos os corredores estejam ativos. Até o início de abril serão instaladas estações de pré-embarque, onde os passageiros pagam as passagens antes de entrar no ônibus.

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Em Canoas, Tarifa do transporte coletivo passa para R$ 2,50

Passageiros, preparem os bolsos: a tarifa para o transporte coletivo em Canoas vai aumentar a partir de domingo (6). O valor da passagem convencional subirá de R$2,30 para R$2,50 e do ônibus seletivo, de R$2,70 para R$2,95, o que corresponde a aumento de 8,6% no convencional e 9,2% no seletivo. Entre as razões do reajuste estão o aumento dos insumos que compõem o cálculo tarifário, como despesas com pessoal, óleo combustível e lubrificante, e depreciação da frota. O aumento foi autorizado pelo poder público e, segundo a assessoria de imprensa de Canoas, estão dentro da média da região metropolitana. Os municípios vizinhos estabeleceram novos valores no início deste ano.


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