Chuva causa transtornos nos serviços de trem e ônibus em São Paulo

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

As fortes chuvas que atingiram São Paulo na madrugada desta terça-feira causaram problemas na circulação de trens e ônibus. Segundo a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), um alagamento que atinge a região metropolitana de São Paulo provocou a interrupção do serviço entre as estações Caieiras e Franco da Rocha, na linha 7-Rubi.
De acordo com a companhia, desde o começo da manhã até por volta das 9h - quando o serviço foi normalizado - os trens circularam apenas entre as estações Luz e Caieiras e entre Franco da Rocha e Jundiaí, nesta linha. O sistema de transporte gratuito por ônibus foi acionado.
Já a São Paulo Transportes (SPTrans) informou que, devido a falta de energia elétrica provocada pelas fortes chuvas da madrugada, na região das avenidas Mateo Bei e Rio das Pedras, na zona leste da cidade, os trólebus não estão operando desde às 8h. A Eletropaulo foi acionada e trabalhava no local por volta das 9h para resolver o problema.
Segundo a SPTrans, as linhas de trólebus que atendem a região são: 2290/10 Terminal São Mateus - Terminal Parque Dom Pedro II e 342M/10 Terminal São Mateus - Terminal Penha. A companhia solicitou aos usuários dos dois serviços a utilizarem as linhas de ônibus abastecidas por veículos à diesel, que passam pelo local.

Aeroportos

Fonte: Terra

Segundo a Infraero, no aeroporto de Guarulhos dos 78 voos programados para decolar até as 11h, 36 (46,2%) registraram atrasos. Segundo a empresa, a chuva que atingiu a região na noite de ontem e nesta madrugada colaborou com os atrasos, mas o aeroporto opera normalmente. Em Congonhas, foi registrado atraso em 14 dos 80 voos programados (17,5%). O aeroporto opera com o auxílio de instrumentos desde as 6h de hoje devido à chuva.
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Dia de caos no trânsito de São Paulo devido as chuvas

A chuva forte que atingiu a cidade de São Paulo na noite de segunda-feira e na madrugada desta terça ainda causa transtornos ao morador da capital paulista nesta manhã. Apesar de a chuva ter cessado, a Marginal Tietê, principal corredor de veículos de São Paulo, apresentava às 8h vários pontos de alagamento intransitáveis em quase todas as regiões, em ambos sentidos, o que ajudava a provocar grandes congestionamentos na cidade - no horário, a Companhia de Engenharia e Tráfego (CET) registrava 80 km de lentidão.
A orientação da CET é para que o motorista evite sair de casa, já que não há muitas alternativas para o cidadão evitar ficar parado no trânsito. Por conta desta situação, a Secretaria dos Transportes suspendeu o rodízio de carros durante todo o dia e de caminhões e veículos pesados até o meio dia. De acordo com a CET, depois que as águas baixarem, ainda será preciso limpar toda a sujeira para que as vias sejam liberadas. Um total de 677 agentes da CET, 15 equipes de manutenção de semáforos e 356 viaturas (incluindo motos e guinchos) foram deslocadas para monitorar locais com maior possibilidade de alagamentos, em um aumento de efetivo - as equipes que estavam em campo prorrogaram seu turno de trabalho, somando-se aos agentes que estavam iniciando sua jornada.
Os principais pontos de lentidão eram registrados na Radial Leste e na Marginal Tietê. Na pista sentido centro da Radial, os motoristas enfrentavam trânsito lento nos 9,5 km entre a estação Guilhermina do Metrô até a rua Almirante Brasil. No sentido contrário, eram 4,7 km, da rua Wandelkolk ao viaduto Pires do Rio.
Na pista expressa da Marginal Tietê, sentido Castello Branco, havia lentidão entre as pontes do Aricanduva e Jânio Quadros (4,2 km). Já no sentido contrário, a CET também registrava 4,2 km de congestionamento, da ponte do Aricanduva até a ponte Jânio Quadros.
O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) aponta que ainda há 49 pontos ativos de alagamento, sendo que 33 deles são intransitáveis. Os principais problemas eram registrados na região da Marginal Tietê, que estava em estado de alerta às 7h30. A zona norte encontrava-se em estado de atenção. A situação já começa a ficar complicada nos pontos de acesso à capital. Nas rodovias Presidente Dutra, Castelo Branco, Anhanguera e Bandeirantes, o trânsito está praticamente parado na chegada à cidade.
Apesar de as principais vias apresentarem problemas com o trânsito, a SPTrans, responsável pela gestão dos ônibus em São Paulo, informou que a circulação não será afetada pelas chuvas e que toda a frota estará normalmente nas ruas - em caso de impossibilidade de tráfego, os motoristas estão orientados a usarem os acessos designados pela CET.
No Metrô e na CPTM, responsável pelos trens metropolitanos, a situação é normal. Segundo as empresas, quando há chuva forte, o procedimento adotado é a diminuição da velocidade dos trens. Apesar disso, até o momento não há nenhuma orientação neste sentido. A CPTM informou que nenhuma via se encontra alagada.

Redação Terra
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Estudantes liberam trânsito no Centro do Recife

O trânsito do Centro do Recife viveu um dia de caos nesta terça-feira (11) por conta do protesto realizado por estudantes contra o reajuste das passagens de ônibus. A manifestação começou por volta das 14h com a interdição da avenida Conde da Boa Vista e seguiu até as 17h40 com as duas faixas da avenida Sul, na altura das Torres Gêmeas, no bairro de São José, fechadas. O bloqueio refletiu em diversos pontos da cidade, deixando o trânsito parado tanto para quem tentou chegar ao Centro do Recife, como quem se dirigia para a Zona Sul.

O trânsito só foi normalizado por volta das 18h com a dispersão dos manifestantes. Cerca de 30 minutos antes, uma das faixas já havia sido liberada após uma reunião entre uma comissão de estudantes e a presidente em exercício do Grande Recife Consórcio de Transporte, Taciana Ferreira.

O primeiro ato de protesto dos estudantes foi interromper o trânsito nos dois sentidos da avenida Conde da Boa Vista no cruzamento com a rua do Hospício, um dos pontos mais movimentados do Centro do Recife. A interdição durou cerca de 20 minutos. Impedidos de passar, diversos ônibus deram meia volta e mudaram os itinerários.

Em seguida, os estudantes saíram em caminhada pela Conde da Boa Vista, fizeram uma segunda parada no cruzamento da rua da Aurora com a ponte Duarte Coelho. Depois, a caminhada seguiu pelas avenidas centrais da cidade até o Grande Recife Consórcio de Transporte, no Cais de Santa Rita. Lá, mais uma vez a circulação de veículos foi bloqueada provocando congestionamentos em várias vias.

Por volta das 17h, uma comissão de estudantes conseguiu entrar para uma reunião com a presidente em exercício do Grande Recife Consórcio de Transporte, Taciana Ferreira. Com isso, uma das faixas foi liberadas. A liberação total veio antes mesmo do final do encontro, por volta das 17h40h.

Fonte: pe360graus.com
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Trânsito no centro do Recife está parado em protesto contra o aumento das passagens de ônibus

O trânsito do Centro do Recife vive um dia de caos nesta terça-feira (11) por conta do protesto realizado por estudantes contra o reajuste das passagens de ônibus. Após fechar a avenida Conde da Boa Vista por cerca de 20 minutos, os manifestantes interromperam ainda as duas faixas da avenida Sul, em frente à sede do Grande Recife Consórcio de Transportes, no bairro de São José.

Eles se concentraram por volta das 14h no trecho que fica entre a rua do Hospício e avenida Conde da Boa Vista. Cerca de 100 estudantes fecharam o local por aproximadamente 20 minutos. Em seguida, eles seguiram em passeata por uma das faixas até a sede do Grande Recife Consórcio de Transportes. Lá, voltaram a bloquear o trânsito provocando um grande engarrafamento tanto para quem vai para o Centro, como quem tenta chegar em Boa Viagem.

Os estudantes querem formar uma comissão para tentar conversar com representantes do Grande Recife Consórcio de Transportes. Entretanto, o Grande Consórcio afirma que só vai receber a comissão quando o trânsito for liberado.

Policiais militares e agentes da Companhia de Trânsito e Transportes Urbano (CTTU) acompanham a movimentação.

O aumento de 8,66% nas tarifas dos transportes públicos entrou em vigor neste domingo (09). De acordo com o Grande Recife Consórcio de Transporte, 1.850.000 pessoas usam o sistema de ônibus, das quais 80% pagam a passagem do anel A, que passou de R$ 1,85 para R$ 2,00. A tarifa B passou de R$ 2,80 para R$ 3,10 e a do anel D subiu de R$ 2,25 para R$ 2,45. Já a do anel G, que era de R$ 1,20, custa agora R$ 1,30.

E o aumento não foi só para os ônibus. O metrô do Recife, usado todos os dias por 240 mil passageiros, também ficou mais caro. A passagem era R$ 1,40 e agora custa R$ 1,50.

O Grande Recife Consórcio de Transporte explicou que o reajuste aprovado equivale à variação do índice de preço ao consumidor amplo (IPCA), referente ao período entre 2009 e 2010. A direção do Metrorec informou que reajustou as tarifas por causa do aumento das passagens de ônibus.

Fonte: JC Online
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BNDES defende uso de modelos híbridos em ônibus usados no Transcarioca

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, defendeu que os novos ônibus articulados usados no Transcarioca sejam híbridos. Segundo ele, o ideal será que usem o mínimo de diesel. Coutinho afirmou que o banco está procurando parcerias com grandes empresas internacionais para desenvolver o motor:
— A Transcarioca cria a escala mínima inicial para viabilizar esse avanço tecnológico.
A Fetranspor, por sua vez, informou que, por enquanto, os planos são usar B20 (20% de biodiesel misturados ao combustível tradicional), mas, se houver outro biocombustível economicamente viável, será adotado quando o Transcarioca começar a circular. Hoje há testes com B50 e veículos movidos a hidrogênio e híbridos diesel/elétrico.
Para o presidente da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), Pietro Erber, a iniciativa do BNDES é positiva, pois, sem subsídio ou financiamento especial, os híbridos não conseguem entrar no mercado:
— Em média eles custam de 30% a 50% mais que os convencionais, embora, além da redução da emissão de gases poluentes, consumam até 30% menos, sem falar no uso muito menor de lonas de freio.

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São Paulo: Expansão do Metrô enfrenta atrasos

O projeto Expansão SP, que prevê para 2014 a implantação de cinco linhas de Metrô, do trem de Guarulhos, além da ampliação das linhas Verde e Lilás, enfrenta atrasos no andamento das obras e sofrerá alterações na gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Quando foi anunciado, em 2007, o Expansão SP previa que a região metropolitana teria, até 2014, mais de 400 km de linhas com qualidade do Metrô. A expansão, no entanto, enfrenta problemas na licitação de novos trechos, adiamentos na inauguração de estações e atrasos nas obras.

A nova gestão, conduzida pelo secretário Jurandir Fernandes, pretende retomar o modelo de PPPs (Parcerias Público-Privadas) nas obras, desistir do Expresso Aeroporto para Guarulhos e incluir o ABC no plano de expansão.

Ele afirmou na quarta que o prazo de inauguração das estações Pinheiros e Butantã da Linha Amarela será até o final do semestre e que o funcionamento em horário integral das estações Paulista e Faria Lima, bem como das paradas Tamanduateí e Vila Prudente (Linha Verde), deve ocorrer também ao longo do semestre, mas ainda não há data definida. Tanto a inauguração das estações quanto a ampliação dos horários eram previstas para o final de 2010. Em entrevista à rádio CBN na semana passada, Alckmin prometeu inaugurar as estações Luz e República também da Linha Amarela até o final do ano e entregar toda a linha até 2012.

A Linha Lilás, do Largo Treze até a Chácara Klabin, também enfrenta problemas. Para que as obras sejam entregues até 2014, o governo deverá ter que licitar a maior parte da obra novamente, já que, ao que tudo indica, a atual licitação será anulada por suspeita de fraude. O Ministério Público acusou as empresas vencedoras de terem formado um cartel. Em entrevista à rádio Jovem Pan, Alckmin afirmou que, caso seja necessária nova licitação, o governo poderá construir o prolongamento da Linha Lilás por meio de PPP.

Fonte: Destak Jornal
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São Paulo: Radial Leste terá corredor de ônibus

A Secretaria Municipal dos Transportes (SMT) anunciou ontem a construção de três corredores de ônibus na cidade de São Paulo. O principal projeto, e provavelmente o primeiro a sair do papel, será uma faixa exclusiva na Radial Leste, uma das vias mais movimentadas da cidade. Estão programados um projeto na zona sul e outro na norte.
 
Falhas. Buracos em corredores entre as queixas
Caso saiam realmente do papel, serão os primeiros corredores em quatro anos de gestão Gilberto Kassab (DEM). Anteriormente, foram anunciados corredores na Avenida Celso Garcia e o Expresso Tiradentes - ambos viraram linhas de metrô, sob responsabilidade do Estado.

O projeto do corredor da Radial deve ser concluído nos próximos meses e há a possibilidade de que as obras comecem neste ano. A faixa terá 8 quilômetros, entre o Parque d. Pedro II e Avenida Aricanduva. A faixa exclusiva deve provocar a extinção de pelo menos uma das faixas destinadas aos demais veículos. "Diria que eventualmente pode (tirar uma faixa de carro). Vamos tentar ver se existe uma solução para que não tire", disse Kassab.

Por outro lado, o projeto já é uma velha reivindicação para aliviar a Linha 3-Vermelha do Metrô - hoje com mais de dez passageiros por m². "É positivo, desde que tenha área de ultrapassagem. E tem de integrar com outros meios de transporte", diz o mestre em Transportes pela USP Sérgio Ejzenberg. Segundo a secretaria, os três projetos preveem áreas de ultrapassagem.

Sul e norte. Os outros corredores terão os projetos concluídos neste ano, segundo a meta da Prefeitura. Os cálculos apontam R$ 60 milhões de investimento em 2011. O corredor da zona sul vai fazer o trajeto Capão Redondo-Campo Limpo-Vila Sônia, com cerca de 12 quilômetros entre o Terminal Capelinha e a futura Estação Vila Sônia do Metrô - obra prevista para 2012. A maior parte do trajeto será pela Estrada de Itapecerica, que deve ter problemas para os carros.

O projeto da zona norte vai usar a estrutura da rede de trólebus - mas sem adotar essa matriz energética. Será o corredor Casa Verde-Rio Branco-Centro, que vai passar por vias como a Avenida Engenheiro Caetano Álvares, Ponte do Limão, Avenidas Marquês de São Vicente e Rio Branco, até o Terminal Correio.
A gestão ainda anunciou um pacote de intervenções nos corredores já existentes. O objetivo é aumentar a velocidade média dos ônibus em 15% - chegando a 23 km/h. Atualmente, os ônibus dos corredores trafegam a uma velocidade média de 20 km/h. O aumento da velocidade equivale a novos 2.250 mil ônibus, segundo a São Paulo Transporte (SPTrans).

A ideia é ter também equipamentos mais modernos para aumentar a fluidez. Segundo o secretário dos Transportes, Marcelo Cardinale Branco, serão construídas áreas de ultrapassagem e gargalos serão eliminados. "Vamos investir na modernização, adotando semáforos inteligentes que abrem quando os ônibus se aproximam", diz. Serão investidos R$ 6,2 milhões em projetos operacionais para aumentar a velocidade dos ônibus e outros R$ 92 milhões na requalificação dos trajetos exclusivos.

O anúncio foi recebido com otimismo por passageiros, que reclamam de demora, lotação e lentidão. "Meu ônibus faz um itinerário muito longo, demora e vem lotado", conta a recepcionista Íris Fernandes, de 23 anos, que mora no km 15 da Rodovia Raposo Tavares e trabalha perto da Avenida Rebouças. Na mesma parada, a diarista Nilzete Souza Santos, de 51 anos, reclama da sujeira na passarela. "Tem lixo por todo canto, uma imundície."

Na corredor de ônibus da Marquês de São Vicente, na zona oeste, a estudante Mayara Silva, de 17, reclama da má distribuição de veículos entre as linhas. "Para a Cachoeirinha passa um monte, mas para meu bairro, Guarani, não passa nunca."

Fonte: Estadão
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Em São Paulo, Novo plano inclui 36 km de ciclovias e ciclofaixas

O plano de ações na área de transportes lançado ontem pela prefeitura inclui a construção de 24 km de ciclovias (vias específicas por onde as "magrelas" podem circular) e a implantação de 12 km de ciclofaixas (quando apenas uma inscrição no solo é feita, mas sem distinção entre os veículos que usam as faixas), que se unem às já existentes, num investimento estimado em R$ 32,4 mi.

O objetivo é reduzir o número de vítimas do trânsito. Ao lado de pedestres, os ciclistas são os mais vulneráveis nas vias da capital.

Juntos, os 36 km (24 km das ciclovias e 12 km das ciclofaixas) não perfazem nem metade da meta de 100 km estabelecida pela própria gestão Gilberto Kassab (DEM) em 2009, com o objetivo de ser atingida em 2012.

O relatório do próprio governo informa que apenas 3 km previstos para Capela do Socorro (zona sul) foram concluídos.

Lazer

A ciclofaixa que funciona aos domingos na cidade vai ganhar mais 5 km de extensão ainda neste mês. O trajeto que atualmente liga os parques do Povo, Ibirapuera e das Bicicletas, na zona sul, agora também vai chegar ao Villa-Lobos, na zona oeste. Ela será aberta antes do aniversário de 457 anos da capital, dia 25.

A ciclofaixa havia sido anunciada para dezembro de 2009, porém, sofreu sucessivos adiamentos até o novo prazo.

Cicloativistas questionam o fato de ela apenas funcionar aos domingos, das 7h às 14h, e ser apenas uma seção temporária, e não permanente, o que impossibilita o uso em outros dias da semana para outras finalidades além do lazer, tais como para trabalho e estudo.

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