Greve de ônibus amanhã no Rio de Janeiro

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Motoristas e cobradores de ônibus do Rio decidiram cruzar os braços a partir da meia-noite desta terça-feira. Eles optaram por uma paralisação de 24 horas numa assembleia realizada nesta segunda-feira. O movimento está sendo organizado pelo Sindicato dos Motoristas e Cobradores do Município do Rio de Janeiro, uma dissidência do Sindicato dos Rodoviários.
Segundo o presidente do sindicato, José Carlos Santana Sacramento, a expectativa é atingir 26 mil rodoviários, o que representa 85% do total. Os trabalhadores reivindicam aumento salarial de R$ 1.337 para R$ 1.731 para motoristas de ônibus e de R$ 689 para R$ 955 para cobradores, além de um piso salarial para funcionários das garagens igual ou superior a 60% dos salários dos motoristas.
- As negociações entre o sindicato e as empresas de ônibus começaram no dia 5 de janeiro, mas não avançaram. Nosso prazo para concluir essa negociação era hoje. Vamos nos reunir uma assembléia e resolver juntos que caminho tomar - diz o sindicalista.
Em nota, o Rio Ônibus (sindicato das empresas de ônibus do município do Rio) informou que está tomando as providências cabíveis para evitar uma possível greve. Entre as medidas estão inclusive as que se relacionam com a responsabilização criminal "dos que impedirem o adequado funcionamento de um serviço público de caráter essencial para a população". ( Leia a íntegra da nota )
Segundo os empresários, uma pequena parcela de rodoviários do Rio está distribuindo panfletos pela cidade anunciando uma paralisação de 24 horas, caso as empresas concessionárias de ônibus deste município não discutam uma pauta de reivindicações por ela preparada. "O Rio Ônibus nunca se furtou ao diálogo com a categoria. Contudo, não é admissível que a cidade e sua população sofram com uma paralisação absurda e ilegal, decidida ao arrepio da Lei" diz a nota, que conclui: "O grupo de rodoviários que está à frente da paralisação não tem representatividade sindical, respaldo legal ou legitimidade para encaminhar qualquer pauta de reivindicações".
No ano passado, uma paralisação de profissionais ligados a esse sindicato deixou mais de 100 mil usuários sem transporte coletivo.

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Começa amanhã a ativação do cartão RioCard Escolar para alunos do Rio

Do dia 1º de fevereiro ao dia 2 de março, os alunos da rede pública municipal de ensino da cidade do Rio devem ativar o seu cartão RioCard Escolar para usá-lo na volta às aulas. O atendimento aos estudantes será feito em 20 postos, que vão funcionar em ônibus identificados, em diversos bairros. A medida é necessária para que a gratuidade tenha validade nos ônibus. Quem ainda não tem o cartão deverá ir a escolas que serão definidas para tirar a foto para o cartão, a partir do dia 14 de fevereiro.


Quem tem direito
Alunos da rede pública municipal de ensino da cidade do Rio.

Prazo
Do dia 1º de fevereiro ao dia 2 de março.


Atendimento
Será feito em 20 postos, instalados em ônibus devidamente identificados, das 7h às 19h.


Onde ir
A relação dos endereços pode ser consultada no site http://www.riocard.com/, nas escolas municipais ou nos postos RioCard.


Como fazer
O próprio aluno deve ir ao posto de atendimento com o cartão antigo, que deve estar em boas condições (com as informações legíveis e não pode estar quebrado ou empenado). Após esta ativação, as próximas serão feitas em um dos postos RioCard existentes na cidade.


Quem ainda não tem o RioCard Escolar
A partir do dia 14 de fevereiro, o aluno deverá ir a uma das 20 escolas definidas, das 8h às 17h, para tirar a foto para o cartão. Os endereços estão no site http://www.riocard.com/ e nas escolas. O cronograma de atendimento será feitp de acordo com a letra inicial do nomedo aluno. As datas podem ser consultadas no site http://www.riocard.com/. É preciso levar carteira de identidade ou original da certidão de nascimento.


Atenção!
A partir deste ano, todos os alunos da rede pública municipal de ensino da cidade do Rio de Janeiro terão de ter o cartão RioCard Escolar, que valerá não apenas para a gratuidade no transporte coletivo, como também para o controle de presença nas escolas.

Fonte: Extra Globo

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Impasse entre DFTrans e Fácil continua

O impasse entre a empresa Fácil, que administra o Passe Livre Estudantil no Distrito Federal, e o Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) continua nesta segunda-feira (31/01). O cadastro de alunos e a recarga dos cartões está suspensa desde a última terça-feira (24/01) e os estudantes de toda a rede de ensino do DF estão prejudicados. Se o problema não for resolvido até esta terça-feira (01/02) o Movimento Estudantil promete começar uma onda de protestos.

De acordo com o coordenador de Comunicação do Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília (DCE/UnB), Yuri Soares Franco, uma reunião para definição estratégica das próximas ações do movimento será realizada às 18h. Entre os assuntos em pauta, a data e locais dos possíveis protestos devem ser definidos. "Se eles fecham as portas dos gabinetes nós fechamos as ruas da cidade", diz o estudante.

O DFTrans analisa desde o último sábado (29/01) planilhas referente ao Passe Livre e o trabalho ainda não terminou. A única definição divulgada pelo governo é que os "estudantes não serão prejudicados". Os 110 mil alunos que dependem do sistema esperam que uma reunião entre o DFTrans e a Fácil seja realizada até o fim da semana para que o impasse seja desfeito, uma vez que as aulas das escolas particulares já começaram.


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Em BH, Volta às aulas, volta ao caos

A tranquilidade das últimas semanas no trânsito de Belo Horizonte está com os dias contados. É que nesta semana recomeçam as aulas nas escolas públicas e particulares da capital e, segundo a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), cerca de 42 mil veículos voltam a circular todos os dias apenas no centro da cidade, delimitado pela avenida do Contorno.

No total, serão 470 mil carros transitando apenas na região central. Os números são baseados em uma estimativa da BHTrans - em períodos de férias há uma redução de 9% na frota de veículos que trafegam diariamente na cidade.

Para aqueles que precisam enfrentar as filas de carros e ônibus, o reinício das aulas é sinônimo de transtono. É o caso do estudante de direito Alexandre de Jesus, 31. Apesar de morar em Contagem, na região metropolitana, ele trabalha e estuda na capital, onde passa a maior parte do dia. "Circular pelas ruas fica insuportável. Os engarrafamentos nas avenidas ficam muito maiores".

Para Alexandre, a falta de educação dos motoristas é um agravante do problema. "Eles param em fila dupla, desrespeitam as leis de trânsito", criticou. O estudante calcula que, se não fossem os engarrafamentos, conseguiria fazer as mesmas tarefas do dia a dia na metade do tempo.

O taxista Giuliano de Oliveira, 31, que costuma passar 11 horas por dia no trânsito de Belo Horizonte, afirma que o pior horário é o fim da tarde e início da noite - das 17h às 19h -, quando os pais saem do trabalho e buscam os filhos na escola. "As pessoas ficam mais agitadas, querendo descansar. Nesse horário, o trânsito fica até mais perigoso. A gente tem que ficar mais atento para evitar acidentes", afirmou.

Impacto. Para o engenheiro civil e mestre em transporte Silvestre de Andrade, os impactos da volta às aulas para a cidade vão além do aumento no número de carros nas ruas. Ele explica que, somado a isso, há uma redução da capacidade do fluxo de veículos nas ruas e avenidas no entorno das escolas.

"Além das pessoas que voltam de férias e passam a circular pela cidade, há o trânsito nas ruas próximas das escolas. São pais que param seus carros para deixar os filhos nas escolas. Eles ficam em fila dupla, isso tumultua a cidade e dificulta a circulação. Nas escolas dos grandes corredores de tráfego, esse impacto é ainda maior", explicou.

Um levantamento da BHTrans mostra que na avenida do Contorno, por exemplo, circulam diariamente 80 mil veículos. Na avenida Afonso Pena, são 70 mil e, na Amazonas, 60 mil. Ainda segundo Silvestre, não há uma única medida para resolver o problema, mas sim uma série de ações que poderiam amenizar a situação do trânsito de Belo Horizonte.

"Uma alternativa para o trânsito, já saturado, seria aumentar o número de vans escolares. Com mais pessoas em um veículo, teremos menos carros nas ruas. Outras melhorias são o aumento na fiscalização, a realização de trabalhos educativos, além da punição rigorosa aos motoristas infratores", ressaltou Silvestre.
Fonte: O Tempo

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Ônibus automatizados comecam a rodar está semana da Região Metropolitana do Recife

Começam a circular esta semana na Região Metropolitana do Recife,  30 novos ônibus totalmente automatizados e adaptados, a empresa Itamaracá de transportes em parceria com a volkswagem, adquiriu estes ônibus para renovar sua frota e é claro, atender melhor o usuário.
O motorista terá um equipamento sem marcha alguma, é só acelerar que o ônibus aciona a devida marcha no momento certo. Segundo o diretor da empresa Paulo Gibson, esses ônibus automáticos vão evitar os famosos arranques dos maus motoristas, isso porque a saída do ônibus será de forma linear, ou seja, o aceleramento é padrão, o que vai de certa forma evitar acidentes dentro do coletivo. O diretor ainda falou que a empresa transporta cerca de 190 mil pessoas por dia. O presidente da empresa, o Sr Alfredo bezerra leite esteve no lançamento e agradeceu as lideranças comunitárias presentes.
O ônibus também esta equipado com um dispositivo limitador de velocidade, na qual a ultrapassagem de 65 km/h fará com que este equipamento acione um alerta sonoro.
Os 30 novos ônibus adaptados e automatizados irão atender as linhas:
Linhas Perimetrais
913: PE-15 (Joana Bezerra) *08 Ônibus
914: PE-15 (Afogados) *05 Ônibus
964: Igarassu/Macaxeira *01 Ônibus
Linhas Radiais
915: PE-15 (Prefeitura) *05 Ônibus
915: PE-15 (Rua do Sol) *01 Ônibus
Linhas Alimentadoras
968: Ilha de Itamaracá *09 Ônibus
901: Caetés/Macaxeira *01 Ônibus

Fonte: Meu Transporte



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Em vez de mais investimentos em Transporte Público, Prefeitura de São Paulo quer via rápida para carros

Vias expressas em formato de anéis ou de eixos viários que cortam São Paulo, além de dois corredores, paralelos à marginal Tietê, são as apostas do prefeito Gilberto Kassab (DEM) para reduzir congestionamentos e melhorar a qualidade do ar.
O plano, sintetizado pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), foi entregue ao governo de SP como parte de um trabalho para discutir mudanças na forma de monitorar a poluição atmosférica.
O principal ponto do projeto, que não prevê datas nem custos, é a consolidação de cinco anéis viários, formados por vias existentes ou previstas em projeto.
O objetivo principal, diz a companhia, é reduzir as filas diárias de congestionamentos dos atuais 140 km, em média, para 90 km (queda de 35,7%).
A ideia --uma reedição de plano do prefeito Figueiredo Ferraz, nos anos 1970,-- é criticada por especialistas.
"Se é para reduzir a circulação de automóvel e a poluição, temos de fazer uma outra coisa que é fundamental: aumentar e qualificar a oferta de transporte público", afirma Ailton Brasiliense, presidente da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos).


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Sistema de transporte público de São José dos Campos terá mais uma linha integrada

A partir de terça-feira, dia 1, o sistema de transporte público de São José dos Campos terá mais uma linha integrada, que atenderá a região leste da cidade.

A linha 244 -Jardim São josé/Terminal Central estará integrada a todas as outras linhas do sistema de transporte.
A cidade conta, hoje, com 86 linhas no sistema de transporte. Dessas 86 linhas, 37 são integradas, o que permite o uso do cartão eletrônico e o pagamento de apenas uma passagem, no mesmo sentido de deslocamento, no prazo máximo de duas horas.
Para obter o cartão eletrônico, o usuário deve procurar o Consórcio São José de Passes (Avenida Rui Barbosa, 15, centro).
Serviço
Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 0800- 772-7730.

O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira das 7h às 19h e aos sábados das 8h às 13h. A primeira via do cartão é gratuita.

Fonte: Prefeitura de São José dos Campos

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Terminais de ônibus do Rio sofrem com sujeira, falta de segurança e degradação

domingo, 30 de janeiro de 2011

O estado precário dos terminais de ônibus urbanos do Rio nem de longe lembra a rede de transporte esperada para uma cidade que receberá dois grandes eventos internacionais e dá uma ideia do tamanho do desafio que as autoridades terão que enfrentar para dar conta das melhorias exigidas no caderno de encargos da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.

Em setembro do ano passado, a Prefeitura do Rio classificou como “um marco para a cidade” o novo modelo de concessão para as linhas de ônibus, que dividiu as 41 empresas que já operavam antes em quatro consórcios.

Fonte: R7.com



Com o compromisso de investir R$ 1,8 bilhão em melhorias, as empresas ganharam o direito de operar o sistema de transporte rodoviário na cidade por mais vinte anos.
A reforma e a manutenção dos terminais está entre os compromissos assumidos pelas empresas com a prefeitura, mas, quase quatro meses depois, as mudanças mais visíveis para os passageiros por enquanto se limitam à troca das cores dos ônibus.

Enquanto as obras não vêm, passageiros e trabalhadores do setor são obrigados a conviver diariamente com muita sujeira, insegurança, má conservação e falta de ordem.
Em péssimo estado de conservação, o terminal da Pavuna, na zona norte, há dois anos aguarda a desativação prometida pela prefeitura do Rio. Em março de 2009, o prefeito Eduardo Paes decidiu desapropriar a rodoviária, até então administrada por uma empresa privada, e prometeu construir no local uma praça ou um parque.
Mas o que se vê hoje são enormes crateras cheias de lama no principal acesso dos ônibus às plataformas, muita sujeira e um cenário de total abandono, embora a rodoviária fique ao lado de uma das sedes da administração regional da prefeitura do Rio e do fórum regional. Poucos motoristas se arriscam a manobrar em meio às pistas esburacadas, como conta José Andrade Ferreira, que trabalha no terminal há 15 anos.

- Sempre foi assim, mas está ficando cada vez pior. Há muito tempo os motoristas pararam de entrar pelo acesso do terminal. Temos que dar a volta e entrar de ré, o que também acaba tumultuando o trânsito.

Falta de segurança e sujeira são as principais queixas
O segundo andar, que já abrigou lojas, um supermercado e até uma academia, hoje serve de banheiro público para moradores de rua, principalmente nas escadas, onde o cheiro de urina e fezes é fortíssimo. Dois motoristas foram flagrados pela reportagem urinando nos ônibus estacionados.

- Fazer onde? Eu gostaria de trabalhar em um lugar melhor, onde tivesse pelo menos um banheiro, mas aqui não tem.
Dono de um bar na rua Professor Lindolfo Gomes, que dá acesso à rodoviária da Pavuna, José Bernardo Filho, de 54 anos, conta que a clientela tem diminuído.
- As pessoas passam por aqui apressadas. Fico aberto até às 22h, no máximo. Depois disso, é bem perigoso.
A falta de segurança e a sujeira são os principais problemas apontados por trabalhadores e usuários do terminal Padre Henrique Otte, que fica bem atrás da rodoviária Novo Rio, porta de entrada para milhares de turistas. Embora tenha passado por uma reforma há cerca de dois anos, o terminal, que é administrado pelo Rio Ônibus (sindicado que representa as empresas), ainda sofre com a degradação e a falta de ordem que, aliás, toma conta de todo o entorno da rodoviária.
Motoristas e cobradores contam que no último dia 5 uma passageira teve a bolsa roubada por um menino de rua quando subia em um ônibus. Na semana passada, um adolescente invadiu um coletivo pela janela e assaltou a trocadora, conta um fiscal que não quis se identificar. 
- Isso aqui está abandonado, é uma vergonha. Já liguei para a polícia pelo menos três vezes e eles nunca vêm.

Além do forte assédio de taxistas que atuam ilegalmente na rodoviária, os turistas também têm que ficar atentos aos usuários de drogas que perambulam pela região e costumam pedir dinheiro aos passageiros.

- Quando eles percebem alguém pedindo informação pra gente, vêm logo atrás porque sabem que é turista. É muito complicado, muitas vezes servimos de segurança.

No Américo Fontenelle, atrás da Central do Brasil, e de onde partem dezenas de ônibus para a baixada, os problemas do terminal refletem o abandono e a degradação do entorno. Faltam lâmpadas, longos trechos do telhado estão sem cobertura e usuários aguardam os coletivos em meio ao forte cheiro de urina. Calçadas quebradas e bancas enferrujadas completam o cenário de degradação. Além disso, é grande a presença de moradores de rua e usuários de crack dormindo nas plataformas, lamenta João Carlos Gomes, que todos os dias circula pelo terminal.
- Aqui não dá pra bobear.

Em Campo Grande, na zona oeste, a sujeira, a presença de moradores de rua e a má conservação são as principais queixas dos usuários do terminal. No prédio que abriga as lojas e a administração da rodoviária, faltam lâmpadas e ripas do teto, e a fiação está exposta em vários pontos. Para a atendente Leide Louzano, de 26 anos, a aparência do local onde trabalha incomoda.
- Isso aqui precisa de uma boa reforma.
Dono de uma lanchonete há 14 anos, um comerciante que não quis se identificar conta que no dia 30 de novembro recebeu uma notificação informando que a prefeitura assumiria o terminal e, desde então, não soube mais notícias sobre o processo.
- Os comerciantes estão apreensivos. Até agora nada aconteceu, ninguém entrou em contato conosco. Sabemos das coisas pela imprensa.

Prefeito admite problemas e pede paciência
O prefeito Eduardo Paes admitiu que a maioria dos terminais têm problemas, mas ressaltou que "vai levar algum tempo" para que as empresas façam as intervenções previstas no contrato de licitação. Sobre a rodoviária da Pavuna, Paes disse que pretende demolir o terminal, mas que tem enfrentado problemas na justiça para desapropriar o imóvel.
- O problema é que o espaço é privado, não é público. Ali tem um imbróglio desgraçado, estou tentando desapropriar. Quero demolir e fazer outro no lugar, estamos trabalhando nisso há algum tempo. Aquilo é cheio de dívida, é uma confusão jurídica bem complexa.
Em nota, o Rio Ônibus informou que sete terminais já foram remodelados (Alvorada, Usina, dois no Méier, Madureira, Cosme Velho e Padre Henrique Otte) e que outros dois estão em obras (Praça 15 e Cascadura).
Os quatro consórcios vencedores vão assumir a operação dos terminais, mas o edital de licitação não estipula um prazo para que isso aconteça. Apesar disso, as empresas garantem que até 2014 todos “estarão dentro da legislação vigente para a acessibilidade”. A Secretaria Municipal de Transportes (SMT) afirmou, por sua vez, que as empresas se comprometeram a fazer as obras em seis meses, a partir de novembro do ano passado.
Segundo a Coderte (Companhia de Desenvolvimento Rodoviário e Terminais do Estado do Rio de Janeiro), todos os terminais da região metropolitana devem passar para a iniciativa privada, cabendo ao órgão apenas a fiscalização e a administração das rodoviárias do interior do estado.
A SMT informou ainda que o terminal de Campo Grande, até então a cargo da Coderte, será administrado pelo consórcio Santa Cruz, que deverá renegociar diretamente com os comerciantes os contratos de locação de lojas e lanchonetes, sem a interferência da prefeitura. 
A Coderte informou que a licitação que passará a administração do Américo Fontenelle para a iniciativa privada já foi lançada e aguarda parecer do Tribunal de Contas do município.
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Grande Recife: Corredor exclusivo de ônibus da BR-101 em Abreu e Lima não é respeitado pelo motorista de carros


Está faltando fiscalização no corredor de ônibus da BR-101 em Abreu e Lima, é impressionante o número de carros que invadem a faixa exclusiva para os ônibus, para ganharem tempo, já são poucos os corredores de ônibus na Região Metropolitana e os que estão em operação são invadidos numa total falta de respeito com a regulamentação. O Blog Meu Transporte não precisou de muito tempo para flagrar os abusos dos motoristas, para se ter uma idéia, não fica 01 minuto sequer sem que não passe nenhum carro.
O condutor notificado por circular nas vias exclusivas para ônibus é enquadrado no Artigo 184 do Código de Trânsito Brasileiro, o CTB. O Inciso I do código reconhece como infração leve o ato de dirigir na pista da direita, regulamentada como faixa de circulação exclusiva para os coletivos. Ele perde 3pontos na carteira de habilitação e sofre multa de R$ 53,20.
Mesmo com todas essas promessas de que este corredor de ônibus se transformará em BRT, o que está chamando a atenção é o número de carros invadindo este corredor, e cabe a prefeitura e Abreu e lima junto com a Polícia Rodoviária Federal fiscalizar e punir os infratores.
O que chama atenção é que esse corredor em breve será uma rota do BRT, na qual será uma corredor de ônibus no meio da BR-101 ligando Abreu e lima à Prazeres, na qual funcionará como a quarta perimetral.
De acordo com o projeto do Norte/Sul, as paradas de ônibus vão ser centralizadas na pista que já se encontra duplicada. O projeto prevê 43 quilômetros de extensão para o corredor de ônibus.
Fonte: Blog Meu Transporte 

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São Paulo: CET implanta Operação Volta às Aulas

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) inicia, no próximo dia 31 de janeiro, a Operação Volta às Aulas nas proximidades de 127 escolas particulares e públicas, entre municipais e estaduais. O objetivo dessa operação é dar continuidade às ações educativas e operacionais, orientando, ordenando e fiscalizando o trânsito nas proximidades das escolas cujo tráfego intenso tem potencial para causar reflexos negativos ao sistema viário.

A operação, que conta com 263 Operadores de Trânsito da CET e funcionários de escolas devidamente treinados, visa disciplinar o embarque e desembarque de alunos e propiciar segurança na travessia de pedestres. Filas duplas e estacionamentos irregulares são considerados alguns dos principais problemas que causam reflexos negativos no trânsito e, portanto, deverão ser coibidos com esta ação, que visa, ainda, diminuir o impacto no trânsito com o fim das férias, gerado pelo acréscimo médio de 20% no número de viagens realizadas na cidade, por meio de ajustes semafóricos e intensificação de fiscalização de estacionamentos irregulares.

O projeto conta com quatro atividades distintas para serem aplicadas nas 127 escolas contempladas na Operação Volta às Aulas, levando em conta o impacto que essas unidades geram no trânsito:

- Operação Contínua (14 escolas): aplicada em escolas localizadas em pontos estratégicos da Cidade e que geram grande número de viagens nos horários de entrada e saída das aulas provocando grande impacto no trânsito. Diariamente, equipe de agentes da CET estarão operando as entradas e/ou saídas dos alunos. A CET também oferece treinamento específico aos funcionários dessas escolas para desenvolverem ações operacionais.

- Operação Periódica (67 escolas): aplicada em escolas localizadas em áreas que podem eventualmente provocar impactos à fluidez do trânsito. Periodicamente contará com equipe de agentes nos horários de entrada e/ou saída dos alunos. Nesses casos, a CET também desenvolve treinamento específico com os funcionários dessas escolas.

- Operação Supervisionada (30 escolas): aplicada em escolas que raramente causam impacto sobre o trânsito, compreende  treinamento dos funcionários dessas escolas para desenvolverem ações operacionais básicas e de orientação. Nos primeiros dias de atuação destes funcionários, é deslocada equipe de agentes para consolidar a rotina.

- Ação Educativa (16 escolas): treinamento prévio da CET para funcionários das escolas, que desenvolvem ações básicas de segurança e orientação. Também, para estas escolas, são treinados bolsistas que atuam como orientadores de travessia - Operação Trabalho.

Escolas com maior impacto no sistema viário

As 14 principais escolas no índice de impacto no trânsito que serão alvo de operação contínua da CET são:

Mackenzie
Rio Branco
FAAP
Escola Boni Consilii
Colégio Mackenzie
Colégio Renascença
Colégio São Luís
Colégio Dante Alighieri
Colégio Britânico
Colégio Palmares
Colégio Madre Paula Montalt
Colégio Bandeirantes
Colégio Arquidiocesano
Colégio Santa Maria

Recomendações da CET aos motoristas
   
- Transporte crianças com segurança: somente no banco de trás, usando cinto ou assentos apropriados;

- Nunca pare em fila dupla. Não obstrua o tráfego ou comprometa a segurança;

- Embarque e desembarque pelo lado da calçada. Garanta a segurança do aluno;

- Reduza a velocidade próxima a escolas e locais com grande movimentação de pedestres;

- Respeite a travessia de escolares e não pare sobre a faixa de pedestres;

- Estacione somente em locais permitidos;

- Nunca feche o cruzamento.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

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Obras do VLT de Brasília continuam paradas

As obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) permanecem suspensas até o dia 25 de abril devido problemas nos estudos ambientais e urbanísticos e no andamento dos processos na Vara do Meio Ambiente. A continuidade da interrupção foi determinada em audiência pública entre as Promotorias de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb) e de Defesa do Meio Ambiente (Prodema) sobre o VLT, onde foram discutidas questões jurídico-ambientai e político-administrativas.

Uma nova tentativa de resolver o problema será feita em reunião entre os promotores de Justiça e representantes do GDF, do Metrô-DF, do Detran-DF e do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), no dia 25 de abril. A novela do VLT teve início em 10 de fevereiro do ano passado, quando, em audiência judicial, a exigência de estudos urbanísticos do impacto da construção nas avenidas W3 Sul e Norte levou à paralisação da construção. Por suspeitas de irregularidades na licitação do projeto básico do veículo, a 7ª Vara da Fazenda Pública do DF também decidiu pela suspensão das obras.

De acordo com o projeto inicial, o VLT terá três trechos: um ligando o Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek ao terminal da Asa Sul; outro ligando o terminal da Asa Sul à 502 Norte; e o terceiro ligando 502 Norte até o terminal da Asa Norte. A inauguração da primeira etapa do VLT estava prevista para setembro do ano passado.



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Ônibus atrasa até meia hora no Centro de Ribeirão

Um estudo da Transurb (Associação das Empresas de Transporte Coletivo) aponta que o congestionamento de veículos no Centro de Ribeirão Preto atrasa os itinerários dos ônibus de transporte urbano em até 30 minutos. A demora leva os usuários a ofender verbalmente e até fisicamente os motoristas, como na semana passada, quando um deles recebeu um soco no rosto ao pedir calma pelo transtorno. O agressor estava nervoso porque perdeu o horário de uma consulta médica.
Na tentativa de resolver o problema, a associação busca fortalecer a discussão com a Transerp sobre a implantação de faixas exclusivas para ônibus em ruas do Centro.
O assessor especial da Transurb, Marcelo Rosa, admite que, em horários de pico, o transporte urbano entra em caos na região central. "Ninguém vê que o problema é o trânsito. As ruas são estreitas e Ribeirão tem uma frota grande de veículos", diz.
A reportagem de A Cidade flagrou nesta sexta-feira trechos de congestionamento na rua Américo Brasiliense, principalmente no quarteirão entre a Visconde de Inhaúma e a Barão do Amazonas. Um motorista da Transcorp levou quase dez minutos para percorrer o trecho.
"Dependo do ônibus para trabalhar e fico estressada", diz a doméstica Marícia Cecília Pereira Arcanjo.
No Centro
Rosa diz que ao menos 70% da frota do ônibus urbano passa pelo Centro. "Criar faixas exclusivas para os ônibus é o essencial", afirma.
O aposentado Mário Arroyo Fernandes, de 64 anos, sugere a construção de miniterminais no entorno do Centro. Desses pontos, apenas vans ou micro-ônibus seguiriam para a área central.


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TCE paralisa privatização de linhas em Diadema

A licitação que visa entregar à iniciativa privada 40% das linhas de ônibus que hoje estão a cargo da ETCD (Empresa de Transporte Coletivo de Diadema) foi paralisada ontem pela segunda vez por determinação do TCE (Tribunal de Contas do Estado). A corte acolheu denúncia de irregularidades no edital feita pela empresa Auto Três Irmãos de Judiaí. A Prefeitura tem quatro dias, a partir de hoje, para apresentar justificativas. No ano passado, o tribunal determinou que a peça fosse refeita, a administração atendeu e publicou de novo as regras do certame no penúltimo dia do ano.
Em primeira análise, apenas um dos três questionamentos feitos pela companhia de Jundiaí foi acatado. Trata-se do modo como o edital estabelece a classificação de empresas pequenas. Para o TCE, a exigência de experiência operacional de sete anos e meio feita pelo edital confronta com a legislação vigente e com a jurisprudência da corte. O requisito é exatamente a metade do prazo de concessão das linhas: 15 anos, prorrogáveis por mais cinco. A Viação Imigrantes opera 60% dos itinerários de ônibus da cidade há oito anos.
No parecer, o conselheiro substituto Marcos Renato Bottcher afirma que a continuidade do pregão na forma atual poderia causar perda da competitividade (favorecimento) e contratação da proposta que não é a mais vantajosa à Prefeitura.
O segundo item questionado pela Auto Três Irmãos é a falta de legislação municipal determinando o prazo de concessão. A Câmara autorizou o certame sem incluir na lei essa especificação. O terceiro é sobre a classificação de micro e pequena empresa. O faturamento mensal é previsto em R$ 26,958 milhões, valor que descaracterizaria uma empresa de pequeno porte, já que o valor mínimo da outorga cobrada da vencedora seria de R$ 9 milhões.
A Prefeitura de Diadema informou que foi notificada da suspenção ontem e que irá justificar as observações dentro do prazo legal.
Na primeira revisão do edital, o motivo da revisão do edital proposta pelo TCE foi provocado por questionamento da Cooperlíder, que opera no sistema de micro-ônibus em São Paulo. A entidade não concordava com o fato de o edital excluir cooperativas do certame. O tribunal não incluiu o grupo no pregão, mas alertou a Prefeitura sobre erros na licitação.

PRIVATIZAÇÃO

A Prefeitura de Diadema vai privatizar as seis linhas de ônibus que eram administradas pela ETCD. Durante a campanha eleitoral de 2008, o prefeito Mário Reali (PT) proferiu discursos visando a manutenção da "empresa e com vida financeira saudável".
Caso a administração consiga vencer as dificuldades com o TCE e encerre o certame, a ETCD será extinta. A empresa tem débitos de cerca de R$ 110 milhões, sendo R$ 22 milhões devidos à Viação Alpina - pertencente ao grupo Auto ABC. A Secretaria de Transporte vai continuar centralizando a gestão e a fiscalização do transporte coletivo público de Diadema.

Operadora do transporte em Mauá também retirou edital

Ao ser notificada pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado), a Prefeitura de Diadema encaminhou e-mail às empresas e pessoas que retiraram o edital via internet informando a paralisação. A mensagem revelou interesse de 26 companhias de transporte coletivo.
Entre elas está a Leblon, companhia paranaense que protagonizou batalha judicial ao lado da Transmauá e da Estrela de Mauá. O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) anulou a vitória, mas o STJ (Superior Tribunal de Justiça) manteve a empresa como operadora de 18 linhas de transporte. A Leblon não quis comentar o interesse na licitação de Diadema.
A equipe do Diário esteve na porta da ETCD na manhã de ontem, local onde os editais estavam sendo retirados pelos interessados e coletou a informação de que operadoras como a Viação Riacho Grande - ligada à Viação Imigrantes, operadora de 60% das linhas de Diadema - e muitas de outros Estados procuraram o edital.
Nos bastidores da cidade, comenta-se que a Viação Alpina - pertencente ao grupo Auto ABC e principal credora da ETCD - e Viação Riacho Grande são as favoritas a vencerem o certame.


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Sindicato descarta greve de ônibus em Curitiba

O presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores das Empresas do Transporte Coletivo de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), Anderson Teixeira, afirmou, na tarde de ontem, que são falsas as informações sobre uma possível greve da categoria, que estão sendo distribuídas em terminais de Curitiba. Segundo ele, um panfleto intima os trabalhadores a iniciar uma paralisação amanhã, o que não vai acontecer.
De acordo com Teixeira, as negociações com o sindicato patronal estão acontecendo normalmente, inclusive rendendo benefícios para os trabalhadores. Em suma, o panfleto intimava a categoria a revoltar-se contra o sindicato patronal. Alguns trechos demonstravam a suposta indignação da classe.
“Vamos mostrar que quem dá as cartas somos nós. Vamos parar de ser covardes”, dizia o panfleto. “Acreditamos que essa ação tenha vindo de pessoas com más intenções e que não querem ver a classe negociando com a parte patronal. Querem deturpar esse momento de negociação que está acontecendo de forma tranquila”, disse Teixeira, afirmando não saber a procedência do informativo.


Segundo Teixeira, a ação não provocou atritos com os patrões. “Esse episódio não afetou a relação. Nosso impasse está na negociação do reajuste aos trabalhadores”, diz. Em princípio, a categoria pediu 38% de aumento.


“Estamos fazendo de tudo para conseguir um valor justo. Os dois lados contam com profissionais da área econômica que trabalham para trazer benefícios sem prejudicar os lados”, garantiu. Representantes do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) estão participando das conversas.


O presidente do Sindimoc ressalta que, caso haja necessidade de uma paralisação, o movimento será amplamente informado a todos. “Se isso acontecer, entraremos em contato com os veículos de comunicação para divulgar nossa intenção de greve. Por enquanto continuamos as negociações”, diz. Uma nova reunião acontecerá na próxima quarta-feira (2 de fevereiro) pela manhã.

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Em Mogi das Cruzes, Sistema Integrado Mogiano (SIM) revolucionou o Transporte da cidade em 02 anos

Mogi das Cruzes consolidou ontem uma revolução no transporte coletivo, algo impensável até dois anos atrás, quando a Mito Turismo, uma das concessionárias, que vivia uma crise terminal, teve, enfim, sua cassação decretada pelo então novo prefeito Marco Bertaiolli (DEM). Daquele momento até hoje, o que se viu foi um esforço sobre-humano para a organização de todo o aparato, estrutural e conceitual, do serviço, denominado de Sistema Integrado Mogiano, o SIM, com a escolha da substituta da Mito Turismo, a integração total, o Bilhete Único e a construção de dois equipamentos públicos modernos, os terminais Central, entregue o ano passado, e o Estudantes, inaugurado ontem.

O trajeto, que durou pouco mais de 24 meses, foi uma prova de competência e de vontade política. Quem imaginaria, em 2008, em sã consciência, que o então meio-transporte, improvisado em 50%, com a Transcel tendo de cobrir as enormes deficiências da Mito, fosse se transformar em eficiência, controle público do poder delegado à iniciativa privada, investimento social comprovado e muita transformação positiva?
Quem assistiu à longa novela da quebra do monopólio, arrastada e prejudicial ao interesse público, com um braço de ferro sem precedentes entre diversos prefeitos que se sucederam e a Eroles, antecessora da Mito, em meio a perueiros, ameaças, morte de um transportador individual, a quebra, enfim, do monopólio, em 2004, depois a persistência da Mito diante de problemas que se agravavam e, por último, a decisiva cassação, simplesmente olha para trás e percebe a evolução.

E que os mais críticos, que nunca pegaram uma "condução" e, mesmo assim, apontam, com dedo em riste, que o sistema de transporte ainda é falho, reconheçam o avanço, a eficiência, o respeito aos recursos públicos aplicados no setor nos últimos dois anos, tudo a partir da determinação de Bertaiolli.

Em razão disso, o Mogi News registra hoje, em sete páginas, desde a cobertura da entrega do Terminal Estudantes, com o anexo Parque Botyra Camorim Gatti, à espera de uma integração física com a Estação Estudantes da CPTM, até uma remontagem da história, com os tempos da Eroles, a falta de organização da política de transporte coletivo durante décadas, entregue aos vícios do monopólio, depois as tentativas de profissionalização da empresa, pelas mãos de seu então gerente operacional, o hoje psicólogo Flávio Amorim, até o agravamento da crise, arrastando-se por anos a fio, até a quebradeira total.

No meio disso, um período de transporte clandestino incentivado pelo poder público, depois renomeado de transporte alternativo, posteriormente seu fim, o início da integração, até a modernização total e a distribuição em dois pontos da área central da cidade, como bolsões que regulam o tráfego, norteiam horários e embarques, num controle bem-vindo e essencial para a qualidade dos serviços.

Mais do que isso: o Estudantes traz consigo uma nova concepção de lazer, agregado que está ao Parque Botyra, até seis meses atrás um local baldio, repleto de insegurança, viciados em droga, vandalismo e lixo. Tudo junto, agora, no que eram os fundos da sede dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário locais, nas proximidades de prédios públicos importantes, como o INSS, e as duas universidades, além do terminal de ônibus intermunicipais, o Geraldo Scavone e um shopping regional de grande movimento.

Mogi das Cruzes, que há tempos pode ser realçada por sua localização estratégica, entre portos e aeroportos, capital, Vale do Paraíba, Baixada Santista e litoral norte, agora pode também ser lembrada por organizar seu transporte coletivo, colocando um de seus terminais no seu coração administrativo e redimensionando um serviço tão importante, à disposição de uma população que vence dificuldades.

Fonte: Mogi News

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Série Caos do Transporte: Falta de transporte faz milhões de pessoas andarem vários quilômetros a pé todos os dias

sábado, 29 de janeiro de 2011

Em muitos lugares, não há transporte público. Há também a falta de dinheiro ou a economia para fechar as contas no fim do mês. Na reportagem especial de hoje, o repórter Luiz Carlos Azenha mostra uma ideia criativa no Nordeste. E o caos no transporte no Estado mais rico do país.

Fonte: R7.com

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Série Caos do Transporte: viajar sentado é um desafio

Série do Jornal da Record mostra que a superlotação e a falta de respeito marcam o transporte público na maior metrópole do país. Mulheres grávidas e idosas encaram longas viagens em pé por ninguém ceder o assento preferencial.

Fonte: R7.com


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Série Caos do Transporte: O sistema de transporte público do país

Nova série do Jornal da Record acompanha o trajeto para o trabalho de quatro pessoas na Grande São Paulo e avalia as condições dos trens, ônibus e metrôs do país.


Fonte: R7.com

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Série Caos do Transporte: Projetos de metrô não saem do papel

Grandes capitais brasileiras têm dificuldades para viabilizar suas malhas metroviárias. Salvador (BA) deveria ter 12,5 km de metrô, mas a obra nunca foi concluída e suas ruínas estão espalhadas pela cidade. As composições compradas em 2008 nunca rodaram. Investigações mostram que a falta de dinheiro, planejamento e corrupção atrapalham a ampliação do transporte na capital baiana, em Fortaleza (CE), Rio de Janeiro, Brasília (DF) e em São Paulo.


Fonte: TV Record

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Porto Alegre tem só 8 km de ciclovias

Porto Alegre possui um Plano Diretor Cicloviário que prevê 492 quilômetros de ciclovias na cidade. Entretanto, a realidade é bem diferente - a capital do Estado possui apenas 8 quilômetros de vias aptas a serem usadas pelos ciclistas, todas na zona Sul. Na cidade catarinense de Joinville, por exemplo, são 76 quilômetros.

Até o final de março, a ciclovia da Restinga (com 4,8 quilômetros) deverá ser entregue aos usuários. A demanda é uma exigência antiga dos moradores da região. "Por tratar-se de uma área de forte comércio, onde as pessoas usam a bicicleta como meio de transporte, procuramos conciliar no projeto os dois interesses", declarou o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari.

Nos próximos anos, mais dois grandes projetos devem sair do papel - na avenida Ipiranga e na Sertório. "Até o final de maio, esperamos ter o licenciamento da ciclovia na avenida Ipiranga em toda sua extensão. O projeto da Sertório já possui verba em orçamento para elaboração do projeto básico", informou Cappellari.

A fisioterapeuta Lauren Faria, moradora do bairro Tristeza, usa todos os dias a ciclovia da Diário de Notícias, no bairro Cristal. "Quase todo mundo vem andar de bicicleta por lazer ou exercício. Como meio de transporte, vejo pouca gente", afirma. Para Lauren, na Wenceslau Escobar, por exemplo, onde os ônibus passam muito perto dos ciclistas, poderia ser implantada uma ciclovia. "Os motoristas ainda são muito mal educados", reclamou.

Cappellari confirmou que antes de incentivar o uso das bicicletas como meio de transporte é preciso dar condições aos usuários. "O índice de acidentes desse tipo é muito alto", destacou, lembrando que o ciclista também tem sua responsabilidade. O uso dos equipamentos de segurança ainda é baixo, afirmou ele.

A Organização Mundial da Saúde indica a bicicleta como uma das formas de reduzir a inatividade. No país, há apenas 600 quilômetros de ciclovias. A frota é estimada em 75 milhões, mas só 4% é usada como meio de transporte.

Fonte: Correio do Povo

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Projeto de ciclovias em Belo Horizonte não sairam do papel

Quase não há ciclovias na cidade, pois para uma cidade como Belo Horizonte existir apenas 22 km de ciclovias é quase nada, e as que existem estão mal conservadas e com as placas de proteção arrancadas, o jeito é disputar espaços com os automóveis que quase sempre não respeitam os ciclistas, muitas pessoas usariam a bicicleta como meio de transporte em Belo Horizonte, mas do jeito que está é muito arriscado.
Em maio de 2007, o Diário Oficial do Município publicou a construção de 25 km novos de ciclovias, porém até hoje não foram construídos nenhum quilômetro sequer, ou seja, tudo ficou no papel.
Segundo o coordenador do projeto pedala BH, os projetos atrasaram porque houve mudanças, e que o novo projeto equivale a 18 km divididos em 06 novas ciclovias pela cidade.
Esta semana a prefeitura de BH informou a construção da primeira ciclovia, situada na rua risoleta neves próximo a estação BH bus são Gabriel, porém nenhuma obra existia no local.
A prefeitura informou que até agosto, os 18 km estejam prontos já para os ciclistas usarem.
Meu Transporte

Video: Globominas

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Ônibus dos corredores exclusivos já rodam pela Grande Vitória

Pelas ruas da cidade é possível encontrar os ônibus com portas instaladas do lado esquerdo sendo utilizado pela população. Os coletivos já estão sendo fabricados dessa forma para serem utilizados nos futuros corredores exclusivos para ônibus, que serão implantados nas principais vias da Grande Vitória.
Na Grande Vitória, já são 86 ônibus utilizados e, segundo a assessoria de comunicação da Ceturb, até o final de 2011, mais 147 ônibus com portas instaladas do lado esquerdo estarão rodando no Estado.
As portas à esquerda do ônibus porque as faixas segregadas para coletivos ficarão à esquerda das pistas de rolamento e as estações de embarque, localizadas ao longo dos canteiros centrais das vias.
O que também muda é a forma de pagamento. A tarifa será efetuada nas estações, possibilitando que os usuários embarquem sem subir degraus, já que as portas à esquerda se abrirão na altura do corredor interno dos ônibus, que ficará no mesmo nível do piso das estações. A intenção é agilizar o processo e oferecer mais conforto ao usuário, principalmente aos cadeirantes.
Para a diarista Márcia Carla da Silva, 34, a novidade poderá ajudar bastante na vida dos trabalhadores que fazem uso dos coletivos todos os dias. "Eu estava vendo essas portas de um lado diferente e não tava sabendo o porquê delas. Se esse corredor exclusivo funcionar como estou sabendo, será muito bom. Será mais rápido e acho que não terá tanto atraso de ônibus", opinou.
O estudante Eduardo Macedo, 19, também gosta da ideia dos novos ônibus para a utilização nos corredores exclusivos. "Em Curitiba o sistema funciona com o corredor exclusivo. Se o Espírito Santo fizer igual, será muito bom. Tomara mesmo que dê certo. Temos mesmo que sempre fazer uso de boas ideias".
Até que sejam instalados os corredores, os ônibus vão rodar com as portas à esquerda vedadas e com assentos instalados no espaço em frente, que não precisa ser utilizado para circulação de pessoas em um primeiro momento.
Os ônibus passarão a abrir as portas à esquerda quando trafegarem pelos corredores exclusivos, mas quando passarem por trechos sem faixas especiais, serão utilizadas as portas à direita, com embarque pela dianteira, pagamento de tarifa e passagem pela roleta, e desembarque pelas portas do meio e traseira.

Fonte: ES Hoje

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Em Santos, CET lança campanha no corredor de ônibus da Ana Costa

Para alertar o motorista que estacionou o veículo no corredor de ônibus da Avenida Ana Costa, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) está lançando uma campanha em parceria com estabelecimentos comerciais e de saúde, como hospitais, prontos-socorros e centros clínicos.

A partir de terça-feira (1º), uma equipe da empresa vai percorrer toda a extensão da avenida, para afixar o cartaz alusivo à proibição de parada e estacionamentos na faixa de transporte coletivo.

Intitulada ‘Onde você estacionou seu veículo?’, a campanha mostra os horários de proibição para circulação e estacionamento na via: das 6h às 9h, no sentido praia/Centro; e das 17h às 20h, na direção oposta.

“A faixa da Ana Costa não foi criada para punir, mas para reservar um espaço da via exclusivamente ao transporte público e, com isso, incentivar o seu uso. Um carro estacionado irregularmente atrapalha a circulação dos coletivos”, disse Luciane Beck, diretora de Planejamento e Projetos da CET.


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Jardim Botânico: faixa seletiva inibiria ultrapassagem

A partir da implantação da faixa preferencial para ônibus em toda a extensão da Rua Jardim Botânico, ultrapassagens não serão mais permitidas na principal via do bairro, segundo Richele Cabral, diretora de mobilidade urbana da Federação das Empresas de Transportes do Rio de Janeiro (Fetranspor). Pelo sistema em estudo, tanto os coletivos quantos os carros particulares e táxis não poderão mais trocar de faixa. As filas indianas serão fiscalizadas por câmeras e radares. De acordo com a prefeitura, a implantação da faixa preferencial para ônibus na Rua Jardim Botânico será colocada em prática ainda no primeiro semestre deste ano.

- Não vai ter ultrapassagem. É um problema sério. Para funcionar bem, teria que ser igual à faixa preferencial de Copacabana. Mas, na Rua Jardim Botânico, não será possível. O objetivo da implantação do Bus Rapid Service (BRS) é ganhar velocidade com a prioridade do sistema de ônibus. No BRS do Jardim Botânico, esse objetivo não será totalmente alcançado - diz Richele, que participa dos estudos.

Redução da frota depende de velocidade
A diretora de mobilidade urbana da Fetranspor disse que não é possível estimar a redução da frota na Rua Jardim Botânico, porque ainda não se sabe o ganho de velocidade que a implantação da faixa preferencial proporcionará:
- O estudo para a implantação do BRS do Jardim Botânico ainda está muito incipiente. No projeto funcional, não há espaço físico para alargar a pista. Toda priorização dos ônibus é válida. Será melhor do que atual tráfego misto.  

O estudo da prefeitura para a implantação das faixas preferenciais para ônibus está sendo feito em parceria com a Fetranspor. Richele diz que não sabe como serão as paradas para táxis na Rua Jardim Botânico. Carga e descarga só serão permitidas em tranversais. Ela acrescenta que, na via, todos os ônibus poderão parar em todos os pontos. Ou seja: mesmo que determinado coletivo não tenha passageiros para embarcar ou desembarcar em determinado local, terá que esperar o ônibus da frente dar a partida.

- Onde não houver recuo não haverá nenhum tipo de ultrapassagem. Se não tiver a baia, o ônibus de trás vai ter que parar e esperar. Os carros particulares só poderão trafegar na faixa destinada aos ônibus quando forem entrar numa transversal. Se a placa do carro foi lida duas vezes pelo radar na pista da direita, o veículo será multado - explica Richele.

Apesar das informações passadas pela Fetranspor, a Secretaria municipal de Transportes informou que o modelo para a implantação da faixa preferencial para ônibus na Rua Jardim Botânico ainda não está definido. A fórmula encontrada pelos técnicos da secretaria e pela CET-Rio para dar prioridade e maior eficiência ao transporte público em Copacabana não será exatamente a mesma em outros bairros. As particularidades de cada corredor serão levadas em consideração na elaboração de seus respectivos projetos, de acordo com a secretaria.

Os projetos de racionalização das viagens por ônibus no município estão em andamento. A prioridade da prefeitura, no momento, é viabilizar a implantação das faixas preferenciais para ônibus nos dois principais corredores viários de Copacabana. A prefeitura já fixou prazos para a implantação das faixas que serão usadas pelo sistema BRS, nas zonas Sul e Norte da cidade. A primeira será implantada dia 19 de fevereiro, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Em março, será a vez da Rua Barata Ribeiro. No primeiro semestre, além do Jardim Botânico, o sistema será implantado em Botafogo.


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