Rio de Janeiro: Detran diz que já multou quase 60 mil ônibus desde o início do ano

quinta-feira, 10 de junho de 2010


O Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro (Detran-RJ) informou nesta terça-feira (8) que já multou 57.491 motoristas de ônibus desde o início do ano no Rio. Segundo o Detran, a maior parte das infrações registradas de janeiro a abril foi por excesso de velocidade. O avanço de sinal vermelho ficou em segundo lugar.
De acordo com a Secretaria municipal de Transportes do Rio de Janeiro, a fiscalização é feita com base num ranking das reclamações dos usuários. Mas a Secretaria diz que ainda falta muito treinamento para os motoristas.“Ele é punido tanto nas infrações do código de trânsito brasileiro quanto no código disciplinar da modalidade. Além da empresa tomar ciência disso, ela deve trabalhar em cima disso, com o seu setor de recursos humanos, no treinamento desses motoristas”, disse o coronel Eduardo Frederico, subsecretário municipal de Transportes.Cerca de 19 mil ônibus circulam todos os dias pelas ruas da cidade. Os abusos praticados por motoristas não são apenas na forma de atender às pessoas que dependem desse tipo de transporte. O desrespeito às normas de trânsito também é facilmente flagrado.
Durante algumas horas, uma equipe do RJTV flagrou nesta terça-feira (8) motoristas de ônibus avançando o sinal vermelho e deixando passageiros a pé nos pontos. Para os pedestres, além de perigoso, invadir a pista para chamar a atenção dos motoristas não garante conseguir parar o veículo.
Nas imagens, um homem leva quase vinte minutos para conseguir parar um ônibus. Mesmo assim, ele precisou correr porque o motorista parou longe do ponto. Com o filho no colo, a dona de casa Iara Belmiro precisou esperar muito mais: "Se a gente espera ele aqui, ele passa pela outra faixa, então a gente é obrigado a ir mais para lá, dar sinal para ela parar. É mais arriscado, mas se não a gente nunca sai daqui”.
Bastam poucas horas de observação e as cenas de descaso com os passageiros se repetem. Num cruzamento perigoso, na Avenida das Américas, na Zona Oeste do Rio, apesar do sinal fechado, muitos ônibus passam direto. Um motorista foi flagrado dirigindo com apenas uma das mãos enquanto fuma, o que é proibido dentro de qualquer coletivo.



Carga horário influi na qualidade do serviço, diz sindicato

O Sindicato dos Rodoviários informou que a carga horária de trabalho influi na qualidade do serviço prestado pelos motoristas, e que já está negociando com os empresários reduzir a jornada de sete para seis horas diárias. Ainda de acordo com o Sindicato, cabe às empresas dar treinamento aos profissionais.

Já a Fetranspor, que representa as empresas de ônibus, afirma que desenvolve um programa de educação para os motoristas, e que dos 40 mil profissionais do estado, 14 mil já passaram pelo treinamento. Ainda de acordo com a Fetranspor, as reclamações podem ser feitas pelo telefone 0800 886 1000.

Fonte: RJTV
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Fortaleza: Greve dos motoristas continua por tempo indeterminado


O terceiro dia da greve dos motoristas começou e os usuários temem novas paralisações de linhas, a exemplo do que houve nesta quarta-feira (09), quando milhares de passageiros passaram por diversos constrangimentos e atrasos.
Todos esses transtornos que os fortalezenses que utilizam o transporte coletivo estão submetidos começam na garagens das empresas de ônibus, onde os grevistas fazem manifestações diariamente, reivindicando aumento de salário em torno de 45%.

De acordo com Domingos Neto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (Sintro), as paralisações vão continuar até que seja iniciada uma nova negociação e o empresariado consolide um reajuste salarial que esteja de acordo com os anseios da categoria.

Transtorno
Nos terminais de ônibus e nas principais avenidas da cidades, usuários se amontoam e chegam a aguardar horas por um ônibus que nem sempre abre as portas, por já estarem completamente lotados.
O tempo de duração entre a vinda de um coletivo para o outro chega a ser de duas horas, como informou alguns usuários no terminal do Papicu.

Fonte: Diário do Nordeste
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BH: Ponto de ônibus mais informado


Visando garantir aos usuários de ônibus acesso às informações sobre linhas e horários do transporte coletivo nos respectivos pontos de embarque e desembarque, a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) criou o serviço Infoponto. Para isto estão sendo instalados nos abrigos de ônibus mapas esquemáticos afixados em suporte metálico, informando o trajeto principal e a freqüência horária das linhas que param em cada ponto. Acredita-se que mais de 1.300.000 usuários de ônibus serão beneficiados com a divulgação destas informações.

A primeira etapa do projeto consiste na instalação de painéis em 230 abrigos de ônibus dentro da área Central de Belo Horizonte, contemplando um mapa esquemático com os principais pontos de interesse a partir do ponto, um quadro de freqüência por faixa horária e o itinerário resumido. A segunda etapa abrange a instalação destas mesmas informações nos corredores de transporte e nos principais pontos de embarque e desembarque dos bairros.

A solução tecnológica escolhida para este serviço gera automaticamente os mapas esquemáticos, os quadros de freqüência e de itinerário em formato PDF a partir das bases de dados do sistema Ônibus (BH03), que utiliza desenho vetorial e de georreferenciamento. Os arquivos são impressos em placas de poliestireno (tamanho A3) para posterior fixação nos suportes metálicos instalados nos abrigos de ônibus.

Fonte: BHTrans
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Metrô do Cariri apresenta problemas


O Metrô do Cariri mal começou a operar comercialmente e já apresentou problema. Desde esta quarta-feira (9), apenas uma composição está funcionando. De acordo com o Metrofor, responsável pela operação, uma das máquinas foi retirada de circulação depois de apresentar defeito no alternador do motor de tração.

O equipamente foi encaminhado para a empresa fabricante, em Barbalha, e deve voltar a operar normalmente no próximo sábado, dia 12. Enquanto isso, o trajeto entre Crato e Juazeiro do Norte está sendo feito pela outra composição e o tempo entre uma viagem e outra, que era de 35 minutos, aumentou para uma 1h30.

A operação comercial do Metrô do Cariri foi iniciada no dia 31 de maio, com a cobrança de passagens, depois de 6 meses de operação assistida, que teve como objetivo o treinamento do pessoal, o ajuste das composições e a adaptação dos passageiros ao novo sistema de transporte.

Fonte: Verdesmares
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Salvador: Trens voltaram a funcionar nesta quinta-feira


Os trens voltaram a funcionar nesta quinta-feira, 10, depois que a Companhia de Transportes de Salvador (CTS) liberou, na tarde desta quarta, o salário e tíquete-alimentação dos funcionários referentes ao mês de maio. "Eles fizeram um acordo com a gente para pagar o vale-transporte entre hoje e amanhã (quinta e sexta) e estão pagando o táxi de quem pega o trabalho às 5h30 ou sai às 23h", explica Pedro França, diretor do Sindicato dos Ferroviários da Bahia (Sindiferro).

A categoria entrou em greve nesta terça, 8, a partir de 11h, reclamando do atraso no pagamento do salário e benefícios. O quinto dia útil do mês de junho caiu na segunda, 7. Na ocasião, a assessoria da Secretaria de Infra-estrutura e Transporte informou que a verba já estava liberada para a CTS e que seria repassada para os funcionários.A paralisação prejudicou cerca de 17 mil usuários que acessam a ferrovia diariamente. Eles pagam a passagem de R$ 0,50 (inteira) para o trecho entre Calçada e Subúrbio (e vice-versa) sendo que, durante a greve, a opção era o transporte com ônibus, que cobra R$ 2,30 (inteira) pela passagem.

Fonte: A Tarde
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Paralisação relâmpago dos ônibus prejudica e revolta brasilienses


A população brasiliense foi bastante prejudicada com a paralisação relâmpago dos rodoviários na manhã desta quinta-feira (10/06). Cerca de 300 mil passageiros ficaram sem transporte, e muita gente teve dificuldade de chegar a seus compromissos.

Segundo Sandra Lopes, a paralisação prejudicou muita gente. "Inclusive as pessoas que utilizam o metrô, pois o mesmo encontrava-se muito cheio. Hoje na estação terminal de Ceilândia os passageiros não conseguiam entrar", explica a leitora. Sandra sugeriu que na segunda-feira (14/06), quando os rodoviários entram oficialmente em greve, o metrô funcione com trens extras para atender à comunidade.

Rodrigo de Jesus Santos é morador do Itapoã e afirma que os problemas relacionados ao transporte público do Distrito Federal são apenas reflexo da falta de compromisso do governo. "As paralisações, greves, falta de manutenção nos veículos, descasos e falta de respeito com os estudades e usuários é apenas um reflexo da falta de compromisso dos governos e dos donos de empresas", assinala, lembrando aos governantes que em outubro haverá eleições. "A população tem que usar as eleições para mandar seu recado", finaliza.

Trânsito

O tráfego de veículos também foi prejudicado por causa da paralisação. Muitos optaram por tirar o carro da garagem para conseguir chegar aos compromissos, tornando o trânsito ainda mais intenso do que o normal.O motorista Rogério Silva classifica a paralisação como "um absurdo completo". Para ele, a paralisação só veio mostrar que a situação do trânsito na cidade é caótica.

"Hoje a lentidão era absurda. Como se não bastasse a obra no Balão do Gama e em Taguatinga, que nunca terminam, e faz com que diariamente os motoristas enfrentem engarrafamento. Essa paralisação só veio mostrar que a situação é caótica. Para nós motoristas já é cansativo nessa rotina, imagina para quem pega ônibus", assinala.


Notícias sobre o Transporte de Brasília

Fonte: Correio Brasiliense
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DF: Estudantes terão que esperar pela recarga do Passe Livre


Tem parlamentar que continua defendendo o benefício pra todos os alunos: de escolas públicas e particulares. Só que tendo um maior controle. “É preciso saber controlar o Passe Livre, e pagar aquilo que efetivamente é usado. E não da forma como está sendo feito atualmente, sem nenhum controle, simplesmente enriquecendo os bolsos dos empresários do DF”, ressalta o líder do PT Paulo Tadeu.

A deputada Eliana Pedrosa (DEM) recebeu os relatórios da Fácil. Segundo ela, R$ 4 milhões serviriam para pagar o sistema, se o governo repassasse para a empresa apenas 1/3 da passagem, como os alunos faziam antes.

“O custo não é de um passe livre. O custo é, na verdade, de um aumento de passagem que está sendo camuflado”, afirma a deputada.

Como há polêmica quanto ao novo Passe Livre, a expectativa era de aprovação do crédito extra para a Fácil. Mas é aí que a coisa está pegando. Pelo projeto do GDF, os R$ 20 milhões sairiam de emendas que os parlamentares têm direito para realização de pequenas obras e eventos religiosos e culturais. Só que até o líder do governo reagiu.

“Conversei com todos os parlamentares, e eles não aceitam do jeito que está este projeto. Preciso discutir esse projeto com o governador, que irá chamar uma reunião com todos os parlamentares, porque precisamos descobrir de onde vamos tirar esta receita para atender o Passe Livre”, avalia o líder do governo Aguinaldo de Jesus (PRB). E essa queda de braço entre GDF e Câmara Legislativa pode demorar.

E, por enquanto, nem previsão de retomada da recarga dos cartões. “Direto eu venho no posto e as filas estão lotadas, nunca tem recarga. Acho que eles ficam enrolando muito, ficam com esse negócio de aprovar, aprovar e nunca a gente sabe”, reclama o estudante Luisa Cavalcanti.

O custo do repasse chega a R$ 12 milhões, por mês.

Notícias sobre o Transporte de Brasília

Fonte: DFTV
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Cidade do Recife é carente de Corredores exclusivos para ônibus


Os corredores de trânsito do Recife lembram um campo de batalha. Com ruas e avenidas asfixiadas pelo aumento da frota, automóveis, ônibus e motos disputam, em movimentos nem sempre seguros, os metros livres que surgem à frente. O confronto é desigual. Por tamanho, perde o automóvel. Em quantidade perde o ônibus. Com a relação de um ônibus para 94,2 automóveis na cidade, os coletivos, embora maiores, ficam presos a uma teia de pequenos veículos.

A guerra então está declarada. Os grandões pulam de uma faixa a outra, enquanto os miúdos invadem a faixa preferencial dos ônibus, responsáveis pelo transporte diário de mais de um milhão de passageiros na cidade. O número é mais do que o dobro do total levado pelos 334,5 mil automóveis com placas do município. Estima-se que esses carros transportariam, com base na média de 1,5 pessoa por veículo, cerca de 501,8 mil pessoas. Mesmo com tal vantagem, os ônibus têm poucos atrativos para a população, que reclama da qualidade. Daí, a corrida para os carros.

"Reconheço quea opção oferecida pelo sistema de ônibus ainda não é a ideal para atrair quem opta pelo carro. A classe média principalmente", afirmou o secretário estadual das Cidades e presidente do Grande Recife Consórcio de Transporte Dilson Peixoto. Entenda-se, por ideal, a capilaridade do sistema, o respeito aos horários das viagens, a velocidade e o conforto dos veículos. A mea culpa de Peixoto coincide com as queixas dos usuários.

O desconforto dos ônibus e o longo percurso para se chegar ao trabalho depois de descer do ônibus estimulou a estudante Maria Olívia Mendonça, 19 anos, a optar pelo carro. "Era sacrifício se deslocar de ônibus todos os dias", argumentou.

O poder público sabe que está numa corrida desigual. Nela, o baixo número de corredores exclusivos para ônibus, a exemplo das avenidas Caxangá e Conde da Boa Vista, colaboram para a perda de dezenas de viagens. Isso porque, em horas de rush, algumas linhas dobram o tempo das viagens. Casos assim são facilmente contabilizados nas avenidas Rosa e Silva e Rui Barboa, que cortam bairross da Zona Norte, e da Domingos Ferreira, em Boa Viagem.

"A gente se acostuma com o ritmo das viagens, mas isso não é bom", avalia o condutor de ônibus Edgar Rodrigues, 41. As viagens feitas por ele na linha Córrego do Euclides/ Derby no começo da manhã e ao meio-dia, na Rui Barbosa e Rosa e Silva, são completadas em 30 e 40 minutos, quando poderiam ser executadas na metade do tempo.

Por isso, o sindicato dos empresários do setor de transporte público de passageiros (Setrans) insiste na criação de corredores exclusivos de ônibus. Foi assim que se implantou o corredor da Avenida Conde da Boa Vista, integrado ao corredor Norte-Sul. As mudanças na Conde da Boa Vista, embora bastante criticadas, são apontadas pelo Setrans como positivas e modelo a ser copiado em outros corredores.

A criação de novas faixas exclusivas para os coletivos, segundo o secretário Dilson Peixoto, é certa para se implantar em dois anos. Na lista, um corredor interligando Jaboatão dos Guararapes a Paulista e outro pela BR-101. Os veículos, por sua vez, teriam ar-condicionado e suspensão a ar, o que resultaria em mais conforto. O projeto soa como atrativo de parcela da população, mas muito ficará de fora. E isso exige mais projetos e esforços.

Fonte: Diário de Pernambuco
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Recife: O malabarismo dos sem-ônibus, cerca de 1,2 milhão de pessoas, se desloca a pé ou de bicicleta


Foi na Avenida Norte, um dos principais corredores de tráfego da Zona Norte do Recife, que encontramos o gari Elias José de Lima, 52 anos, trafegando na via em uma bicicleta. Uma disputa desigual entre os carros. Era perto do meio-dia, mas o dia dele já havia começado muito antes.

Morador do bairro da Macaxeira, também Zona Norte, ele usa a bicicleta como principal meio de transporte. E faz uma travessia inimaginável da Macaxeira ao bairro da Imbiribeira, Zona Sul, para trabalhar. O percurso de cerca de 19 quilômetros fica ainda mais difícil, se levarmos em conta as péssimas condições de acesso, sem ciclovia e ainda a falta de consciência dos motoristas.

"Ninguém respeita o ciclista. Já caí várias vezes, mas levanto e continuo. Tenho que chegar ao meu destino", revelou. Elias é o personagem que vai ilustrar um universo muito comum, mas ainda invisível para a maioria: os sem-ônibus. A estimativa do Grande Recife Consórcio de Transporte Metropolitano é que pelo menos um terço da população da Região Metropolitana, cerca de 1,2 milhão de pessoas, se desloca a pé ou de bicicleta, por absoluta falta de condições de pagar pelo transporte público.

O Plano Diretor de Transporte Urbano da RMR (PDTU) orienta não apenas a inclusão dessas pessoas no sistema de transporte, mas sobretudo aponta melhorias para dar condições e até estimular o transporte não motorizado, seja a pé ou de bicicleta, com criação de ciclovias e melhorias das calçadas para facilitar os deslocamentos. "É evidente que o transporte não motorizado não pode ser usado para todas as ocasiões, mas precisa ser estimulado. Isso significa menos veículos nas vias e menos poluição", apontou Oswaldo Lima Neto, especialista em planejamento urbano de transporte público.

De acordo com o PDTU, é necessária a criação de rotas compostas por ciclovias, ciclofaixas e faixas compartilhadas, interligando os principais locais de geração e atração de viagens. Para exemplificar, as ciclovias são isoladas das vias principais. Na ciclovia, usa-se um pedaço da calçada do pedestre. Já a ciclofaixa é, como o próprio nome diz, uma faixa para bicicletas na mesma rua usada por carros.

Além desse tipo de intervenção, o PDTU ressalta a sinalização, arborização, iluminação e integração das rotas de interesse do transporte cotidiano e de interesse turístico. Mas não só. Igualmente importante é a implantação de sistema de informações com sinalização, guias, internet e todas as formas de mídia. "Não adianta apenas criar ciclovias, é preciso também criar a cultura cicloviária tanto para o ciclista quanto para o motorista", ressaltou Oswaldo Lima Neto. Com um total de 2.580 quilômetros de vias, o Recife tem atualmente 13,5 quilômetros de ciclovias, o que representa apenas 0,52% das vias da cidade.

Fonte: Diário de Pernambuco
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Fortaleza: Greve de motoristas na Capital prejudica 800 mil passageiros


No segundo dia de greve de motoristas, trocadores e fiscais de ônibus, em Fortaleza, voltaram a se registrar engarrafamentos nas ruas e avenidas da cidade, sufoco nos terminais de integração do transporte coletivo, pessoas chegando atrasadas no trabalho e nas escolas. Sem falar na lotação sufocante dos ônibus e topiques e o preço exorbitante cobrado por mototaxistas por cada corrida.

De acordo com a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), nos dois dias de paralisação, cerca de 800 mil pessoas foram prejudicados. Não tiveram acesso ao serviço. Ontem a situação ficou ainda mais complicada. Para garantir o movimento, integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro) paralisaram as garagens das empresas Timbira, São José e Dragão do Mar.

Cerca de 570 ônibus que sairiam dessas garagens deixaram de circular, das 3h da madrugada até as 18 horas, o que corresponde, segundo o Sintro, a um número próximo de 30% da frota de ônibus existente em Fortaleza. Os ônibus das outras empresas circularam de acordo com determinação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-7ª Região) - de 6h30 às 8h e das 17h às 18h30 (horários de pico), e 50% nos outros horários.

Segundo o diretor de patrimônio do Sintro, Geraldo Lucena, a paralisação foi realizada de forma pacífica, sem nenhum prejuízo material aos veículos. "Nem bloqueamos a entrada das garagens. Os motoristas chegavam e ficavam do lado de fora", ressaltou ele.Ele ressalta que a medida se deve ao fato de que "as empresas descumpriram o acordo feito antes da greve. Essa foi a única forma de garantirmos que haverá a greve.

Os empresários estão assediando moralmente os grevistas, ameaçando demissões", afirmou Lucena. Hoje, os grevistas prometem voltar a fechar garagens.O diretor técnico do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus), Dimas Barreira, disse que o fechamento das garagens prejudica os que desejam trabalhar.

Outras movimentações marcaram o segundo dia de greve. Mais de 250 motoristas e trocadores da Timbira realizaram uma manifestação em frente à garagem da empresa e saíram em passeata pelas ruas da cidade até a sede do Sintro. Os grevista garantem ainda que estão seguindo as determinações do TRT-CE de manter em circulação 70% dos veículos.

Fonte: Diário do Nordeste
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DF: Ônibus param no início da manhã e prejudicam cerca de 300 mil pessoas


Os 2,3 mil ônibus que compõem a frota do Distrito Federal ficaram parados nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (10/6). De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, cerca de 300 mil pessoas, que utilizam o transporte logo cedo, foram prejudicadas. Os funcionários se reuniram em assembleia nas garagens para discutir a greve geral, anunciada para a próxima segunda-feira (14/6).

Ainda segundo o sindicato da categoria, todos os veículos, que normalmente operam a partir de 5h, começaram a circular por volta de 7h. No entanto, os representantes dos rodoviários confirmam que, em algumas garagens, como na do P Sul – por volta de 8h30, os ônibus ainda estavam parados – pode ter havido atraso por conta das discussões.

As paradas de ônibus de várias cidades do DF ficaram lotadas de gente, que aguardava para ir ao trabalho ou para a escola. No Riacho Fundo, a opção para quem tem carro e normalmente sai de casa de ônibus foi tirar o veículo da garagem. Com isso, por volta das 7h30 o engarramento dentro da cidade estava bem maior do que o registrado em dias normais.

Na Rodoviária do Plano Piloto, as pessoas aguardavam nas baias, sem ônibus. Muitas delas foram para a lateral, ao lado do Eixo Monumental, no sentido Rodoferroviária, com o intuito de tentar carona ou mesmo embarcar em carros de passeio que aproveitaram a paralisação dos ônibus para fazer transporte irregular. Vários carros paravam por ali e logo ficavam cheios, a procura foi bastante intensa.

Quem optou por utilizar o Metrô também encontrou grande movimento nas estações. De acordo com a assessoria de imprensa da Companhia do Metropolitano do DF, um trem apresentou uma falha e foi substituído. Além disso, a quantidade de pessoas acima do normal – o Metrô não tem, em números, de quanto foi o aumento na procura do transporte – pode, segundo o órgão, ter causado atrasos nas viagens.

Relâmpago

De acordo com o diretor do sindicato da categoria, Lúcio Lima, o objetivo da paralisação relâmpago desta manhã foi informar aos representantes dos rodoviários e aos funcionários sobre o andamento das negociações. Além disso, foi uma forma de pressionar os empresários a atender as reivindicações dos rodoviários.

Lima destaca que, apesar de a greve geral, marcada para o próximo dia 14/6, ter sido decidida no último domingo (6/6), as empresas ainda não se manifestaram para tentar um acordo. Segundo ele, caso não haja negociações, a frota irá parar na semana que vem – apenas 30% dos veículos irão circular, como previsto em lei.

O Transporte Coletivo de Brasília (TCB) é, segundo o sindicato, a única empresa que não vai aderir à greve. Lima explica que a TCB tem uma economia mista e que o acordo das reivindicações dos funcionários da firma já foi negociado com o governo. No entanto, mesmo com a não aderência da TCB à paralisação, a população do DF será muito prejudicada pelo movimentos dos rodoviários, já que os ônibus da TCB circulam, a maioria, no Plano Piloto.

Reivindicações

O principal desejo da categoria, segundo o diretor do sindicato, é um reajuste salarial de 20%, além de aumento igual no tíquete cesta básica. Os rodoviários reivindicam ainda plano de saúde, licença maternidade de seis meses, fim da obrigatoriedade da jornada extra e renovação da frota de ônibus com motor traseiro. Segundo Lúcio Lima, a renovação da frota melhoraria a qualidade de vida dos rodoviários, já que ônibus com motores traseiros são mais silenciosos.

Segundo ele, grande parte dos motoristas de ônibus tem problemas de audição provocados pelo grande barulho do motor, localizado na frente na maioria dos veículos do DF. Além disso, sobre o fim da obrigatoriedade da jornada extra, Lima destaca que, por conta disso, os trabalhadores chegam a trabalhar cerca de 12h seguidas. Apesar de as horas extras de trabalho serem remuneradas, a obrigatoriedade disso é um ato desumano para o representante da categoria.

Solução

O Transporte Urbano do DF (DFTrans), responsável pelo transporte coletivo na região, destaca que o governo está de mãos atadas por que as empresas que vão paralisar as atividades são privadas. De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, a única medida que o DFTrans pode tomar é fiscalizar a fim de verificar se 30 % da frota está circulando. No entanto, como o órgão não tem poder de polícia, não pode obrigar que a lei seja cumprida, o que cabe ao Judiciário.

A reportagem do correiobraziliense.com.br procurou o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros e das Empresas de Transporte Coletivo Urbano do DF (Setransp). No entanto, até por volta de 11h, o órgão que representa os empresários ainda não havia retornado a solicitação.


Notícias sobre o Transporte de Brasília

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Transporte curitibano é modelo Johannesburgo


A libertação do Soweto vem sendo feita de biarticulado. Mas não tem sido fácil. Diferentemente de Guadalajara, no México, Ahmedabad, na Índia, ou Cali, na Colômbia, onde é exaltado, em Johannesburgo, maior cidade da África do Sul, o sistema made in Curitiba enfrenta resistência para cumprir a inédita função social de integrar brancos e negros.

Por décadas, o bairro mais populoso da cidade, com estimados 3 milhões de habitantes, se locomoveu até o centro por meio de vans velhas e sem sinalização. Desde o começo do ano, os BRT (ônibus de trânsito rápido), inventados na capital paranaense, tentam tornar a integração mais rápida.

“Se você não tem transporte é como se fosse um prisioneiro. E nós temos muita experiência no assunto. Nelson Mandela ficou na prisão por 27 anos, eu fiquei por 12. Transporte significa igualdade e liberdade”, declarou o ministro dos Transportes, Joel Sibusiso Ndebele, há pouco mais de dois meses.

Foi a primeira vez que, apesar de metaforicamente, se explicitou o motivo pelo qual nunca houve uma linha que ligasse o principal bairro negro à zona central. Mesmo após o fim do apartheid, o regime de segregação, em 1994, foram necessários mais 16 anos para isso ocorrer. “Pela primeira vez o governo pensou nos pobres”, afirmou ontem Thembce Nhomo, 20 anos, que estava na estação Marumbi, em direção ao Soweto.

Contudo, o novo sistema seria impensável se não fosse a Copa. Em uma cidade de tráfego caótico, sem trem ou metrô, a linha é imprescindível para o acesso aos estádios Soccer City e Ellis Park. Juntos, os dois serão palco de 15 partidas, ou seja, 25% do torneio. Entre elas, a abertura e a final.

Por enquanto, a Copa, aliada às poucas linhas e à frequência dos Rea Vaya, que passam de 20 em 20 minutos, garantem a continuidade das vans quase sem prejuízos. Mas a ideia do governo é expandir o sistema, tornando a concorrência desleal. “[O ônibus] é melhor. Mais bonito, limpo e confortável. Além disso, tem mais segurança”, analisou outro usuário, Thulane Macebe, 30 anos.

Mas a filial deixa um pouco a desejar em relação à matriz. Embora os ônibus sejam importados do Brasil, as estações são diferentes, mais parecem terminais. Grandes e abertas, por isso frias no inverno. Os tubos ainda não chegaram à África do Sul.

Fonte: Gazeta do Povo
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Rio de Janeiro: Construções irregulares chegam perto da linha do Metrô

A maioria dos barracos é feito de madeira. Os moradores falam sobre a convivência com o vai e vem dos trens. Eles afirmam que precisam passar pelos trilhos para se locomover.
Fonte: RJTV
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São Paulo: "Guru" de futuro secretário defende corredor de ônibus


O transporte coletivo nunca esteve em situação "tão crítica", não houve "grande avanço" recente e existe necessidade urgente de corredores de ônibus, mais úteis e baratos que o monotrilho -defendido por Alexandre de Moraes, secretário que está de saída da gestão Kassab.

Esse ideário é defendido por Adriano Branco, engenheiro que, além de próximo de Kassab, é tio e "guru" de Marcelo Branco, futuro chefe do trânsito e do transporte no lugar de Moraes.

O prefeito confirmou ontem oficialmente a saída de Moraes, chefe das pastas dos Transportes e de Serviços.Kassab disse que os projetos seguem os mesmos, incluindo a previsão de vetar motos na av. 23 de Maio e de novas restrições a caminhões na av. dos Bandeirantes e marginal Pinheiros.

Mas nas equipes técnicas já são esperadas novas medidas especialmente em transporte, alvo de críticas por não ter investido em corredores -exceção ao Fura-Fila. A proposta é cobrada por empresas de ônibus e pelo tio do novo secretário.

"Há visivelmente retrocesso na qualidade do transporte. O que a prefeitura pode fazer de mais eficaz são os corredores. Precisa de uma virada forte", diz Adriano, que foi secretário dos Transportes (Montoro) e da Habitação (Quércia) nos anos 80.

Marcelo, administrador de empresas, atuava no escritório do tio antes de entrar no governo. Passou pela Secretaria Estadual da Habitação e foi secretário da Infraestrutura de Kassab -quando fez projetos com dicas do tio.

Transita bem tanto entre políticos do PSDB como do DEM, mas é considerado discreto, com perfil mais técnico. Na pasta anterior, era responsável por uma obra bilionária -um túnel da Roberto Marinho até a Imigrantes.

O prefeito adotou discurso de que Moraes saiu por conta própria, para abrir um escritório de advocacia. Negou desgastes. Relatos de auxiliares de ambos são diferentes.

Além de divergências com o governo Serra/Goldman na criação de uma agência metropolitana de transportes, Moraes enfrentou desgaste por falhas na coleta de lixo e declarações sobre restrições a estacionamento nas vias públicas.

Fonte: Folha de São Paulo
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São Paulo: 'Linha das universidades' não passará pelo Pacaembu


A futura Linha 6-Laranja era chamada por urbanistas e técnicos do Metrô de a "linha das universidades", pois deveria passar pelos centros educacionais Unip, PUC, Faap, Mackenzie e FMU ou de "linha da Academia", por causa da proximidade do estádio do Palmeiras (apelidado na década de 1960 de "Academia do Futebol"). A companhia, no entanto, cancelou a estação que estava prevista anteriormente na Praça Charles Miller, ao lado da Faap - assim, o Pacaembu continuará sem estações, enquanto a região do Parque Antártica ganhará mais uma linha.
"Tinha de fazer linha lá (perto da Faap), porque os alunos não têm vaga para estacionar", diz o urbanista Cândido Malta Campos Filho, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.
Segundo o Metrô, a escolha dos locais das 14 estações a serem construídas foi feita com base na pesquisa Origem/Destino e seguiu critério de potencial de geração de número de viagens. O grande alimentador dessa nova linha serão as conexões com ônibus. A maior demanda virá da futura Estação Cardoso, com 43.688 passageiros/dia vindos de integração de ônibus. Em seguida aparece Freguesia do Ó (28.368 passageiros/dia integrados por ônibus) e Santa Marina (23.614).
Já o maior movimento de passageiros que entram nas estações por estarem nas vizinhanças aparecerá nas estações melhor localizadas, como Perdizes (25.898), Angélica (23.935) e 13 de Maio (24.809). Estão previstas integrações com as Linhas 1-Azul em São Joaquim, 4-Amarela em Higienópolis-Mackenzie, 7- Rubi e 8-Diamante da CPTM em Água Branca e com a futura Linha 16-Prata (monotrilho) na Santa Marina. / R.B. e E.R. 

Fonte: Estadão
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DF: Propostas do Passe Livre devem ser votadas na próxima semana


Em sessão ordinária, nesta quarta-feira (9/6), os deputados distritais apenas discutiram os projetos referentes ao Passe Livre Estudantil, mas não deram nenhum encaminhamento às propostas, que devem ser votadas somente na próxima semana. Nesta terça-feira (8), o governador do DF, Rogério Rosso, protocolou dois projetos sobre o passe.

O primeiro prevê crédito suplementar de R$ 20 milhões para possibilitar novas recargas do benefício. No outro, caso o governo tenha disponibilidade orçamentária e financeira, pode estender o benefício para estudantes com renda familiar de até seis salários mínimos (R$ 3.060).

A tendência é que os projetos sejam votados por uma comissão única que reúna membros das Comissões de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) e Constituição e Justiça (CCJ) para que os projetos possam ser analisados e aprovados de forma mais rápida, para seguir direto ao Plenário.

ManifestaçãoPor volta das 18h, cerca de 50 estudantes começaram uma manifestação na Rodoviária do Plano Piloto a favor do passe livre para todos os estudantes do DF. Eles distribuem panfletos pela manutenção do benefício. Desde esta terça-feira (8/6), os estudantes que utilizam o benefício estão sem recarga, já que a verba de R$ 6 milhões, depositada pelo GDF no dia 28 de maio, acabou no fim da tarde de segunda-feira (7).

Fonte: Correio Brasiliense
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Greve dos ônibus em Fortaleza: TRT marca reunião para esta sexta-feira


O presidente do Tribunal Regional do Trabalho – 7ª Região, desembargador José Antonio Parente, marcou para esta sexta-feira, às 8 horas, a reunião de dissídio coletivo para resolver a questão salarial de motoristas e trocadores de ônibus, em greve desde a última terça-feira.

O Sintro, representante dos motoristas e cobradores, e o Sindiônibus, entidade dos empresários, já foram comunicados nesta quarta-feira. Os empresários oferecem 5,5% de reajuste, enquanto os profissionais reivindicavam 45%. Foram várias as negociações, com paralisações do transporte por empresas, até a decretação da greve que causa sérios transtornos à população.


Fonte: O Jangadeiro
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Corredor Metropolitano em São Paulo terá uma série de novidades já para o segundo semestre deste ano


Os usuários de ônibus e trólebus da Capital Paulista e da região do ABC, servidos pelo Corredor Metropolitano ABD, vão contar com uma série de inovações para o sistema ainda no segundo semestre deste ano.

O serviço que liga, na maior parte do trajeto em vias exclusivas, o bairro de São Mateus (na Zona Leste de São Paulo) ao Jabaquara (na zona Sul da Capital Paulista), passando pelos municípios de Santo André, São Bernardo do Campo, Mauá e Diadema, terá veículos urbanos novos, articulados, com o que há de mais moderno em termos de operação e de acessibilidade para ônibus desse segmento, será palco de uma série de ações ambientais promovidas pela empresa operadora Metra e contará com a conclusão de obras de vias segregadas, que acrescentarão mais 12 quilômetros aos 33 já existentes.

O site teve acesso a todas estas novidades que, se colocadas em prática, representarão mais avanços ao sistema que foi considerado pela EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos – como o melhor serviço urbano das três regiões metropolitanas do Estado, quando a operadora Metra conseguiu o primeiro lugar no ranking IQT – Índice de Qualidade de Transportes, que avalia mais de 40 empresas de ônibus nas regiões de Campinas, São Paulo e Baixada Santista. O índice leva em consideração critérios técnicos, como qualidade operacional, manutenção e apresentação da frota, viabilidade e importância financeira e social das empresas e linhas, além da satisfação ao cliente.


VEÍCULOS NOVOS COM OS MAIS MODERNOS CONCEITOS DE OPERAÇÃO E ACESSIBILIDADE


Já está na garagem da Metra uma parte do lote de pelo menos 11 ônibus novos articulados que vão prestar serviços no corredor. Os veículos fazem parte da renovação da frota das linhas entre São Mateus e Jabaquara, via ABC Paulista.Apesar de a intenção da empresa ser aumentar o papel ecológico do corredor, com vistas a 100 por cento de eletrificação futuramente, os novos ônibus são a diesel, porém, com preocupação e ambientais também.

Com motorização eletrônica, o modelo respeita todas as normas de emissão de poluentes, já seguindo os novos padrões com base nos parâmetros europeus.

Além disso, por ser articulado, proporcionalmente o ônibus acaba poluindo menos por passageiro, já que tem uma capacidade maior de transporte.Trata-se do modelo com carroceria Caio Millennium II, chassi Mercedes Benz O 500 UA, motor Mercedes Benz OM – 457 LA, de 360 cavalos.

A alta potência do motor também confere ao veículo rentabilidade e bom desempenho, principalmente nos trechos de via segregada bons para qualquer tipo de ônibus. Aliadas a potência e as condições melhores de pavimento, um modelo deste tipo aproveita melhor o combustível e poliu menos, o que confere mais economia para o operador e ganho para o meio ambiente. Isoladamente, este tipo de ônibus pode gastar mais que os convencionais, mas quando se leva em consideração a relação entre a capacidade de passageiros e o combustível consumido, podendo substituir entre dois e três ônibus de dimensões comuns, a economia é maior. É menor ônibus e menos combustível pela mesma quantidade de passageiros de pelo menos dois ônibus Padrons.

O Caio Milleniumm II Mercedes Benz vai trazer ao usuário do corredor o que é de mais moderno atualmente no país no que se refere a transporte urbano de passageiros.O veículo já segue todas as determinações de diversas esferas do poder público, previstas da Resolução 316, do Contran – Conselho Nacional de Trânsito – e pela NBR 15570.

Estes dois dispositivos levam em consideração itens e tipos de prestação de serviço que visam maior conforto, segurança e acessibilidade, como distâncias mínimas entre os bancos e largura de corredor, ventilação, sinais de alerta de defeitos do sistema para o motorista e saídas mais eficientes de emergência.O novo ônibus que vaio operar no Corredor Metropolitano ABD é do tipo de Piso Baixo Central, ou seja, o assoalho do ônibus entre a porta da frente e a porta do meio, no primeiro carro (cada ônibus é formado por dois carros por ser articulado) fica na altura da guia, para facilitar o acesso de idosos, gestantes, portadores de necessidades especiais, inclusive facilitando o embarque para cadeirantes.

Os passageiros que utilizam cadeiras de rodas, além de contar com esse embarque mais fácil, têm espaço preferencial dentro do ônibus, que é dotado de um dispositivo de cintos de segurança e presilhas que fixam a cadeira de rodas com segurança, junto a parede do ônibus.

Há também um lugar especial para os acompanhantes e, se o cadeirante estiver sozinho na viagem, na hora de descer não vai precisar contar com a ajuda de ninguém, se preferir. Existe um botão de acionamento de parada na altura da cadeira de rodas e o ônibus não tem degrau, com embarque e desembarque na altura da guia.

Os portadores de limitações visuais também serão beneficiados pelo novo ônibus articulado que rodará pelo corredor entre as zonas Sul e Leste da Capital Paulista.O veículo conta com ferros de apoio com relevo especial para quem não consegue ter boa visão e espaço adequado para cão guia.Atendendo às novas normas, o Caio Millennium Mercedes Benz possui bancos especiais para obesos, uma peça única, sem divisória, que pode ser usado por gestantes também. Esses bancos, assim como os reservados para idosos, têm detalhes de cor amarela para identificação e conscientização para os demais usuários.

O ônibus, cujo peso bruto total chega a 28 toneladas, tem ainda faixas refletivas ao longo da carroceria, para melhor visualização principalmente à noite, conforte determina lei federal voltada para veículos de grande porte.

Os articulados começarão a rodar já neste segundo semestre. Eles estão sendo revisados pelos órgãos públicos de transportes e recebendo os últimos detalhes para a operação. Os motoristas estão sendo treinados pela montadora para se adaptarem ao veículo, que traz algumas inovações na forma de direção.

Atualmente, o motorista de ônibus não pode se limitar a saber dirigir, ele tem de possuir noções de eletrônica e até sistemas informatizados, pois os ônibus modernos trazem todos estes elementos em sua concepção.

Fonte: Ônibus Brasil
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Recife: Parada de ônibus em péssimas condições leva perigo para passageiros















Em uma das avenidas mais movimentadas do Recife, um flagrante de perigo para os passageiros de ônibus que circulam pela Agamenon Magalhães. Uma parada, no bairro de Santo Amaro, está em péssimas condições.

O abrigo está desabando. A área foi isolada e os passageiros, com medo, se afastam para aguardar o transporte. O Grande Recife Consórcio de Transporte disse que uma equipe foi até o local para resolver o problema.

Fonte: PE360graus.com
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Tarifa do transporte coletivo de Manaus é reajustada para R$ 2,25 pela prefeitura


Na manhã desta quarta-feira (9), o prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, confirmou para a imprensa o reajuste da tarifa do transporte coletivo da cidade, que até então está em R$ 2,10, onde irá para R$ 2,25 na próxima sexta-feira (11).

De acordo com ele, os técnicos da prefeitura estarão apresentando uma licitação para novas empresas operarem no sistema, pois a última foi realizada estava com muitos defeitos, favorecendo os constantes pedidos de reajuste por parte dos empresários.

Ainda disse que, caso as empresas do transporte não conseguirem se organizar, na próxima licitação as empresas terão um limite de 250 veículos cada. Também falou que, caso as empresas não terem recursos para sanarem suas dívidas e comprar novos ônibus, a prefeitura entrará para viabilizar U$$ 10 milhões do Banco de Desenvolvimento da China, para adquirir os veículos daquele país, sendo a prefeitura proprietária.

Lembrando que, como acontece em todos os reajustes, a situação do sistema de transportes não avança, deixando sempre a população estressada e esperando horas nos pontos de embarque, sem falar que a maioria dos ônibus que circulam estão sempre lotados.

Fonte: Manaus em Notícia
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Curitiba: População do litoral reclama do transporte coletivo


Moradores dos municípios de Pontal do Paraná e Paranaguá, no litoral do Estado, reclamam da qualidade do serviço de transporte coletivo na região. Os maiores problemas relatados são o excesso de passageiros e o pouco número de veículos nas linhas.
Ontem, ao abordar um dos ônibus que fazem a linha Pontal do Paraná-Paranaguá, a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) precisou autuar o condutor devido ao excesso de passageiros que transportava.De acordo com a PRE, o condutor foi autuado por infringir o artigo 231, inciso 7.º, do Código Brasileiro de Trânsito. Segundo a PRE, o número de passageiros que viajavam em pé (72) excedia o limite de 46.
A polícia só liberou o veículo depois que 26 pessoas desceram do ônibus e a Viação Marumbi responsável pela administração da linha disponibilizou um veículo extra para atender aos passageiros.A dona de casa Maria de Fátima Tussolino afirma que o excesso de passageiros é uma rotina nos ônibus da linha. Segundo ela, além do desconforto, o problema coloca em risco a segurança dos passageiros.
“Isso é uma grande falta de consideração da empresa com os passageiros. Fizemos um abaixo assinado que encaminharemos para a direção da empresa”, diz.O diretor da Viação Graciosa, José Nolar, conta que trata-se de uma linha de perímetro urbano, sendo que os veículos têm características metropolitanas e não rodoviárias. Por tanto, ele explica que existe a possibilidade do transporte de passageiros sentados e em pé.
“Se essas características fossem alteradas, com apenas passageiros sentados, a tarifa aumentaria para viabilizar a linha”, diz. Quanto aos horários dos ônibus, Nolar afirma que foram estabelecidos horários compatíveis com a demanda.

Fonte: Paraná online
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