Fortaleza: Acordo suspende até sexta-feira, 28, paralisações-

quarta-feira, 26 de maio de 2010


Até que se esgotem as negociações entre os Sindicatos das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) e dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (Sintro), na última rodada prevista para a próxima sexta-feira, dia 28, ficam suspensas as "paralisações-relâmpago" promovidas por motoristas, fiscais e cobradores do sistema integrado de transportes de Fortaleza. O compromisso foi firmado em audiência realizada hoje à tarde (26) no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Segundo o procurador-chefe substituto do Ministério Público do Trabalho (MPT) no Ceará, Nicodemos Fabrício Maia, ficou acertado que os trabalhadores poderão, até lá, realizar reuniões e assembléias com a categoria, desde que não impeçam o funcionamento integral do serviço, tendo em vista que ainda não há uma greve deflagrada oficialmente, conforme as exigências legais. Nos últimos dias, o Sintro tem promovido reuniões com os trabalhadores nas portas das garagens das empresas, impedindo a entrada e saída de veículos, prejudicando o atendimento da população que necessita do serviço nas ruas e terminais de ônibus da Cidade.

A audiência, dirigida pelo desembargador federal do Trabalho José Antonio Parente da Silva, presidente do TRT, foi requerida pelo Sindiônibus e contou com as presenças também dos dirigentes e advogados do Sintro e da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor). No Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado perante o representante do MPT, o Sintro se comprometeu a exercer o direito de greve de acordo com as formalidades exigidas pela Lei Federal nº 7.783/89.

O Sindiônibus se comprometeu a esgotar todas as negociações possíveis visando uma solução amigável para o impasse até sexta-feira, dia 28. Os trabalhadores reivindicam aumento salarial de 45%, mas a proposta das empresas é de reajuste de apenas 4,5%. As negociações têm sido feitas com acompanhamento do Tribunal Regional do Trabalho e da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE). Na sexta-feira, os dois sindicatos se encontrarão na SRTE.

O acordo prevê que, se não houver entendimento na próxima rodada de negociação, os trabalhadores terão assegurado o exercício do direito de greve e poderão realizar assembléias em vias, praças e logradouros públicos, desde que não impeçam o funcionamento do serviço de transporte coletivo antes de formalizada a decisão pela greve e comunicada às empresas conforme as exigências legais. As empresas se comprometeram a não impedir a participação dos trabalhadores nas assembléias regularmente convocadas.

Também ficou acertado que, caso não seja fechada a convenção coletiva na próxima sexta-feira e os trabalhadores venham a decidir pela realização de greve, o presidente do TRT será comunicado e decidirá, através de liminar nos autos da ação cautelar inominada proposta pelo Sindiônibus, acerca do percentual mínimo de funcionamento do serviço essencial de transporte coletivo a ser cumprido durante o período de paralisação. A multa estabelecida no TAC em caso de descumprimento de qualquer cláusula, por quaisquer das partes, é de R$ 50 mil, reversíveis ao Fundo de Amparo do Trabalhador (FAT).

Fonte: JusBrasil
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São Paulo: Prefeitura diz que vai investir R$ 5,7 milhões para reformar ciclovia na zona leste


A Companhia do Metrô de São Paulo e a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras vão revitalizar a ciclovia Caminho Verde, que fica na Radial Leste. A secretaria diz que vai investir R$ 5,7 milhões nos 12,2 km de pista para bicicletas localizados entre as estações Corinthians-Itaquera e Tatuapé da linha 3 – Vermelha.
A ciclovia foi inaugurada em 2008 e possui aproximadamente 1.700 árvores. O investimento parte da secretaria e as melhorias serão executadas pelo Metrô, que deve reformar pisos e canteiros, sistema de irrigação da vegetação e fazer novas faixas de sinalização.
O comunicado saiu no Diário Oficial de São Paulo nesta terça-feira (25). A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras afirma que ainda não foi estipulada uma previsão para o fim das obras, que irão começar neste mês de maio.

Fonte: R7.com
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Motoristas encerram greve e os ônibus voltaram a circular em Marília


Terminou, na madrugada desta quarta-feira (26), a greve de motoristas e cobradores da Empresa Circular de Marília. Categorias decidiram encerrar a paralisação, mas manter o estado de greve, mesmo sem ter conseguido uma nova rodada de negociação.

O movimento durou dois dias.Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários e Urbanos, funcionários decidiram que, como a empresa está irredutível, não é justo prejudicar a população. “Não é justo manter uma greve tão desgastante. A empresa não enviou representantes para negociar e também não compareceu à reunião na prefeitura. Todos estão sofrendo com a situação”, diz o presidente do sindicato, Milton Benedito.

O aumento salarial de motoristas e cobradores pode ser decidido em audiência de conciliação hoje, às 16h, no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), em Campinas (366 km de Marília). Motoristas e cobradores reivindicam aumento salarial de 15% mais o INPC do período, fixado em 5,49%, além de tíquete-alimentação. Segundo eles, índices representariam a equiparação salarial com cidades da região. Já a proposta da Circular fixa 7% como aumento máximo.

A empresa também sinalizou com um possível refeitório para os trabalhadores. A retomada dos serviços, com 100% dos ônibus em operação, acontece depois de o prefeito Mario Bulgareli (PDT) sinalizar, na noite de terça-feira, aumento de R$ 2,10 para R$ 2,30 no preço das passagens. A decisão sobre o preço da tarifa deve sair nesta sexta-feira.

Fonte: Rede Bom Dia
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Transporte coletivo mais barato na Grande BH

O transporte coletivo vai ficar mais barato na região metropolitana de Belo Horizonte. O preço das passagens não vai diminuir, mas a Secretaria de Transportes recebeu autorização do governo para integrar as tarifas.

Mais detalhes nas próximas postagens:



Fonte: TV Alterosa
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BHTrans descarta ampliação do metrô para a Copa de 2014


O gerente da Coordenação de Mobilidade Urbana da BHTrans, Rogério Carvalho Silva, descartou nesta quarta-feira a possibilidade de ampliação do metrô de Belo Horizonte para a Copa do Mundo de 2014, que será disputada no Brasil. Ele foi ouvido pela Comissão de Turismo, Indústria, Comércio e Cooperativismo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em audiência para debater futuras intervenções viárias na capital.Segundo o representante da BHTrans, a aposta será no Bus Rapid Transit (BRT), sistema de corredores expressos de ônibus articulados em vias consideradas estratégicas da cidade – uma das sedes do Mundial. O curto tempo disponível para as obras e o alto custo da operação são os principais fatores que inviabilizam a ampliação do metrô. "Não adianta esperarmos mais 10 anos pelo metrô. Precisamos de uma solução urgente, e o BRT é uma alternativa concreta", afirmou.
Rogério Carvalho alegou ainda que o BRT ficará 90% mais barato que o metrô, e o sistema será capaz de transportar grande volume de passageiros com eficiência e conforto. "Haverá monitoramento eletrônico, que permitirá, por exemplo, o controle de tráfego de cada veículo. Assim, o passageiro saberá exatamente o tempo que falta para que sua condução chegue à estação, de onde o embarque será feito em nível", explicou. A intenção da Prefeitura é implantar o BRT nas Avenidas Cristiano Machado, Antônio Carlos e Carlos Luz.
Além do BRT, o diretor-operacional da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap), Roger Gama Veloso, explicou na audiência que outras obras viárias serão feitas em Belo Horizonte para o Mundial, entre elas a Via 710, o alargamento da Avenida Pedro I, que exigirá a desapropriação de imóveis residenciais e comerciais ao longo da via, e o complexo da Avenida Abrahão Caram.

Fonte: Uai Minas
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Passageiros sofrem com superlotação em ônibus metropolitano em Maringá


Diariamente, milhares de pessoas usam o transporte coletivo metropolitano para chegar a Maringá. Uma das linhas que mais apresenta problema de superlotação é a de Iguaraçu.

De acordo com os passageiros, a situação vai piorando ao longo da viagem, já que em todos os pontos o ônibus para para pegar mais pessoas.

“Todo dia é lotado, principalmente da segunda-feira. Cada dia tem mais gente entrando para ir trabalhar e não tem espaço dentro da circular. Dá uma média de 120 a 130 pessoas todos os dias nesse horário”, disse o passageiro Sérgio, que utiliza o transporte diariamente. “Tem dias que vai gente pendurada aqui na porta. Tenho medo, mas tenho que ir trabalhar”, relatou outra senhora.
O ônibus superlotado ainda passa pelo posto do Polícia Rodoviária, mas não é parado. O preço do bilhete também deixa os cidadãos indignados. “É R$2,50. Não acho justo porque não tem conforto nenhum. A maioria dos passageiros vai em pé”, disse um rapaz. Já os idosos contam com a generosidade dos mais jovens para que não precisem viajar em pé.
De acordo com o gerente da Garcia, empresa responsável pela linha que sai de Astorga, passa por Iguaraçu e segue até Maringá, não é verdade que os ônibus fiquem lotados em todos os horários. Mesmo assim, a empresa deve fazer uma pesquisa para identificar as demandas, mas já descartou a implantação de uma linha exclusiva entre Iguaraçu e Maringá.

Fonte: Jornal de Maringá
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CTB AM denuncia o caos do sistema de transporte coletivo em Manaus


Ônibus fora de seus horários habituais, lotados, falta de respeito aos direitos dos idosos, portadores de necessidades especiais, gestantes e pessoas com criança de colo, veículos velhos e constantemente em pane. Essa é a realidade enfrentada pelos manauaras diariamente em seus deslocamentos de casa para o trabalho e vice-versa. Segundo declarações feitas por usuários, desde a greve dos motoristas e cobradores, a quase um mês, que o sistema não opera normalmente.

Segundo denúncias de funcionários das empresas, já há mais de cento e cinquenta carros parados nas garagens sob alegação de problemas mecânicos. Esse número de veículos fora do sistema prejudica substancialmente os usuários, que padecem nas paradas esperando por mais de uma hora, em alguns casos, determinadas linhas que contam somente com um carro no trajeto.

Os dirigentes da CTB AM lembram que durante a entrevista em que anunciou a redução da passagem de R$ 2,25 para R$ 2,10, o prefeito de Manaus declarou que "agora Manaus tinha prefeitura e agora tinha IMTT". Entretanto, a população ainda não sentiu os efeitos dessa presença, visto que os ônibus andam velhos, lotados e por vezes em altíssima velocidade, razão pela qual não raramente ocasionam acidentes.

A falta de atuação do IMTT, além de prejudicar os usuários de transporte coletivo, prejudicam também os demais usuários do sistema viário de Manaus, pois a prefeitura retirou os semáforos de alguns locais em que a necessidade era premente e não refez uma sinalização adequada, nem conta esses locais com a presença dos agentes de trânsito, o que causa transtornos indescritíveis nos horários de pico do tráfego.

O IMTT também não está presente na Zona Leste, onde as lotações mandam no trânsito, principalmente da Avenida Grande Circular, sem respeitar leis, nem a vida humana, razão pela qual constantemente as mesmas se envolvem em acidentes, muitos deles com vítimas fatais.

Perguntamos quantas vidas serão perdidas antes que a prefeitura tome as medidas necessárias para coibir as ações daqueles motoristas despreparados e organize finalmente o trânsito na Zona Leste de Manaus?Essa é situação do sistema de transporte coletivo e do trânsito em Manaus.

Esperamos que com o pacote de obras anunciado para daqui a alguns dias, essa situação mude e possamos ter, finalmente, uma cidade realmente pronta para receber um evento tão importante como a Copa do Mundo.

Fonte: Blog da CTB AM

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Tarifa de ônibus pode chegar a R$ 2,75 em Rio Branco


No segundo dia de paralisação, motoristas e cobradores do serviço municipal de transporte coletivo estiveram reunidos na sede esportiva do sindicato para aguardar o resultado das negociações. Para o grupo, a greve não tem foco principal no reajuste de salário - eles buscam o fim da intrajornada, que estabelece descanso obrigatório.
O motorista e representante da Central dos Trabalhadores do Brasil, Clodoaldo Cristian, alega que o interesse dos empresários é de que a passagem chegue ao valor de R$ 2,75. Ele considera o aumento abusivo, tendo em vista o número da frota e o itinerário percorrido pelos carros.
“Não há necessidade para aumentar a tarifa, as vias em que os coletivos correm estão em bom estado, o que diminui o custo da manutenção, sem falar que o trecho percorrido, pelo valor que é cobrado na tarifa, garante lucro alto para os empresários. Queremos apenas nosso direito e a sensibilidade do poder público, para que, a exemplo de outros Estados, a intrajornada seja extinta”, argumenta.
Os empresários alegaram ilegitimidade da greve, afirmando que os manifestantes não estariam colocando a cota mínima da frota em circulação como garante a lei. Os trabalhadores rebateram e acusam os donos das empresas de forçar a greve para ter argumento para pressionar o município a conceder o aumento na tarifa.
O gerente administrativo do Sindicol, Sérgio Pessoa, relata que a greve foi uma surpresa, pois o sindicato ainda aguardava uma contra proposta do Sinttpac com relação à proposta de 2,75% de aumento no salário, mais a revisão no auxilio-alimentação.
“O sindicato resolveu radicalizar. A proposta foi apresentada e a diretoria ficou de mostrar à categoria para ser aprovada ou não. Em nenhum momento encerramos a negociação e ainda estamos abertos a discussão. Porém, vamos entrar com um pedido de ilegalidade de greve tendo em vista que eles não estão mantendo a frota em 100% nos horários de pico”, pontua.
A presidente do Sinttpac, Celina Ferreira, afirma que o sindicato está aberto a negociações e que todas as atitudes tomadas são no sentindo de reter os trabalhadores para que a situação não saia do controle. Ela diz que a categoria está revoltada e clama pelo fim da intrajornada.
“Na ultima reunião eu argumentei que o pagamento de apenas 2,75% das perdas salariais a categoria não ia aceitar e mesmo assim eles mantiveram a oferta. Eles vão usar nossa reivindicação para pleitear o aumento no preço da passagem. Tivemos cinco reuniões para negociar e não chegamos a lugar nenhum”, disse. (NS)

Fonte: Portal Amazonas
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São Paulo: Nova linha do metrô só melhora trânsito após interligações com rede, dizem especialistas


trecho da linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, inaugurado nesta terça-feira (25), só reduzirá o fluxo de carros e ônibus na região da avenida Rebouças quando estiver interligado com as linhas Azul e Vermelha, nas estações Sé e República, no centro da capital. A previsão é que isso aconteça a partir de 2012. Para especialistas em transportes, o novo trecho, que liga a avenida Paulista e ao largo da Batata (zona oeste), não deve, a princípio, estimular as pessoas a deixarem seus carros na garagem ou trocarem o ônibus pelo metrô para fazer este percurso.
De acordo com a ViaQuatro, concessionária que administrará por 30 anos a linha Amarela, as estações Paulista e Faria Lima funcionarão das 9h às 15h, com acesso gratuito, "por algumas semanas". A previsão é que até setembro próximo o trecho passe a circular em horário estendido, o mesmo da rede do metrô.
O professor da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) Jaime Waisman diz acreditar que a linha 4-Amarela deve diminuir o número de ônibus que circulam pelo corredor da avenida Rebouças - a linha do metrô passa por baixo dessa via. A abertura das novas estações também contribuirá para que os coletivos fiquem menos lotados em horários de pico. Mas o especialista faz uma ressalva:- O trânsito de pessoas [em carros e ônibus] na região da avenida Rebouças deverá ser menos congestionado quando o trecho inaugurado estiver interligado com às estações República e Butantã, na região oeste. Na região central, há uma demanda muito grande por transporte coletivo. A partir de 2012, as pessoas poderão se dividir então entre metrô e ônibus ou evitar usar carros.

previsão é de que o novo trecho da linha 4-Amarela esteja interligado com as estações Sé e República em dois anos. Até lá, na opinião dos especialistas, os motoristas continuarão enfrentando fluxo intenso de carros na avenida Rebouças e imediações. João Virgílio Merighi, professor de engenharia de tráfego da Universidade Mackenzie, diz que o reflexo da inauguração do novo trecho deverá ser sentido, inicialmente, fora do horário de pico.- Como a mudança, a princípio, será pouco expressiva, ela não será sentida dentro do horário de pico. Há outras ruas no entorno da região que contribuem para que o trânsito fique congestionamento na avenida Rebouças.
Transporte público x statusO professor do Mackenzie destaca que os passageiros que costumam usar metrô ou ônibus poderão contar com a rapidez dos trens subterrâneos e passar a sair de casa fora do horário pico, aliviando o transporte público nesse período. Para os que usam os carros, contudo, a previsão é pessimista.

- Quem vai de carro até a região da avenida Faria Lima dificilmente escolherá outro tipo de transporte. É preciso analisar o trânsito por um aspecto comportamental. Carro também é sinônimo de status profissional e social. Para muitos, a ideia de andar de metrô é uma opção para quem pertence às classes menos favorecidas.

Já para o ex-secretário de Transportes de São Paulo Getúlio Hanashiro a interligação da região da Paulista e ao largo da Batata será mais usado por quem não precisa fazer muitas baldeações. No momento, apenas a linha 2-Verde está interligada com o novo trecho.

- Quem está no Tatuapé, por exemplo, teria que pegar a linha Vermelha, Azul e depois Verde para chegar à nova linha Amarela. Geralmente, quando as baldeações são muitas, os usuários preferem um ônibus, mesmo que ele demore um pouco mais para chegar ao destino.

Fonte: R7.com
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São Paulo: Carros serão proibidos de estacionar em boa parte das ruas do centro expandido


Motos, caminhões e carros. Nenhum motorista vai ficar livre das restrições que a gestão Gilberto Kassab (DEM) quer impor ao trânsito de São Paulo até 2012.
O projeto mais ambicioso, anunciado à Folha pelo secretário Alexandre de Moraes (Transportes), é o de proibir o estacionamento nas ruas do centro expandido (áreas como Mooca, as marginais e a av. dos Bandeirantes), exceto em vias de menor fluxo.
Também haverá proibições em pelo menos um dos lados das principais vias de outras regiões. Em troca, serão criadas 32 mil vagas de estacionamento pagos em prédios administrados pela iniciativa privada. As ruas terão mais espaço para carros.
"A ideia é instalar pequenas garagens em 400 locais. Quando tiver isso, nós vamos retirar a Zona Azul que hoje está na rua", diz Moraes. Segundo ele, as garagens atenderão a um raio de 400 metros a 500 metros ao redor.
Até junho, a prefeitura vai contratar o projeto para, até o início de 2011, assinar o contrato para a construção das garagens. A partir daí, serão 18 a 20 meses de obras.
Já há restrições em vários bairros. Em Moema, comerciantes dizem que perderam clientes -estacionar nas ruas foi proibido mesmo sem a construção das garagens.
Moraes diz que as medidas vão continuar, independentemente das novas garagens.Essa é apenas uma das restrições. A ideia é também proibir as motos de circular na av. 23 de Maio, na Radial Leste e nas marginais Tietê e Pinheiros. Como alternativa, haverá faixas exclusivas para motos em vias paralelas.
E em julho será proibido o tráfego de caminhões na av. dos Bandeirantes, ao menos no pico da manhã -a prefeitura estuda se ampliará o veto. Outra novidade de julho será a restrição aos caminhões com cargas perigosas.
Desde o início de seu mandato, a gestão Kassab tenta impor medidas mais restritivas para o trânsito da cidade.
Em alguns casos, o prefeito recuou. Foi o caso do anúncio de faixa para motos na 23 de Maio, do fim do rodízio no mês de julho e da proibição de ônibus fretados na av. Luiz Carlos Berrini.

ORGANIZAÇÃO
Moraes nega que a política do governo seja de restrições. Ele prefere chamar de "organização da cidade".
É a mesma opinião de José Bento Ferreira, professor da área de transportes da Unesp de Guaratinguetá.
"Restrições nunca são desejáveis, mas neste caso podemos chamar de ordenação do trânsito", disse Ferreira.
Leia também:


Fonte: Folha de São Paulo
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Em Natal, Bilhetagem não garante integração


A Prefeitura de Natal autorizou a utilização da bilhetagem eletrônica nos alternativos que rodam na capital, mas não determinou a integração de opcionais e ônibus – que já usam a bilhetagem – em um mesmo e único sistema. A manutenção de sistemas diferenciados acabou gerando mais frustração que comemorações entre os permissionários.

Edileuza Queiroz, presidente do Sindicato dos Permissionários do RN (Sitoparn), avalia a medida como “um avanço no sistema de transporte, mas não vai funcionar se o sistema não for integrado à bilhetagem dos ônibus”. Os custos da implantação de um sistema próprio para gerenciar a bilhetagem eletrônica, segundo ela, inviabiliza financeiramente a atividade dos alternativos.

“Essa era uma luta antiga da categoria, é um sonho realizado. Mas essa etapa é só o começo da luta que virá. A homologação nos diz que estamos aptos, então não tem mais porque não fazer o sistema integrado com ônibus”, disse Edileuza. Cada permissionário investiu R$ 26 mil para adotar a mesma tecnologia de bilhetagem dos ônibus, realizada pela empresa Fugitec, com a intenção de adotar o sistema unificado de cartões. A instalação do sistema de gerenciamento custaria milhões e o montante do investimento é, ao mesmo tempo, reclamação dos permissionários para a integração e argumento para que os empresários de ônibus se recusem a compartilhar o sistema existente.

O secretário municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Renato Fernandes, reconhece que a integração da bilhetagem entre ônibus e alternativos “ainda terá que ser discutida”. “Desde quando se implantou a BE para o transporte coletivo ela atingiu o sucesso esperado e quem não estava utilizando queria também utilizar. Mas não depende só da Semob. Precisamos saber se a tecnologia contempla as exigências da regulamentação”.

Edileuza Queiroz rebate que os testes com 50 cartões já foram realizados, de 13 a 20 de maio, pelos fiscais da Semob e que não há motivos para prorrogar o debate da integração. “Hoje são 55 veículos parados, doidos para voltar a trabalhar. Com a bilhetagem, dentro de três meses teríamos 60 veículos novos para atender à população”.

Segundo a sindicalista, antes do Sindicato das Empresas de Ônibus de Natal (Seturn) iniciar a BE, cada alternativo transportava entre 500 a 600 passageiros por dia. Hoje, em um dia produtivo, um veículo consegue de 200 a 250 pessoas. “Quando botamos na caneta, é pouco para honrar os compromissos”, disse.

Há ainda pontos exclusivos de alternativos, que segundo ela, acabam prejudicando a população que conta com o cartão eletrônico para se locomover. É o caso do estudante Josivaldo Tibúrcio, que mora em Cidade Satélite. Ele conta que quando precisa ir ao Hospital Papi, na Avenida Afonso Pena, tem de escolher entre usar o ônibus e caminhar a pé da Avenida Hermes da Fonseca, ou desembolsar dinheiro para pagar o alternativo, que passa na rua em frente ao Hospital. “Se for unificado, os opcionais ganham, mas a população também. Quero poder usar o vale estudantil eletrônico nos dois”.

O presidente do Sindicato dos Operadores de Alternativos do RN (Astoern), Milklei Leite, disse que a homologação é apenas um pequeno passo, frente às dificuldades que os trabalhadores do setor vêm enfrentando devido à crise no sistema.

“Hoje há 350 trabalhadores desempregados, por causa dos 55 carros parados. Além disso, temos 30 veículos com operadores dobrando o turno porque o permissionário não consegue pagar mais funcionários, o que tira a vaga de outros”, diz ele, que garante o retorno dos ex-funcionários se a bilhetagem for integrada.

Fonte: Tribuna do Norte
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Metrô-SP: Garagens vazias '' Motoristas insistem transitar em seus carros piorando a mobilidade ''


A superlotação do metrô de São Paulo frustrou um dos projetos destinados a convencer os adeptos do transporte individual a trocar os automóveis pelos trens. Há 16 meses, como parte do Plano de Expansão do Transporte Metropolitano, a Companhia do Metropolitano colocou em operação estacionamentos conjugados com estações da rede metroviária da capital. Pretendia-se convencer os motoristas a estacionar seus carros ao lado das estações e a completar o seu percurso usando o transporte público ? e, com isso, reduzir o crônico congestionamento das ruas paulistanas.
  • A grande oferta de vagas a custo baixo e a possibilidade de viajar num meio de transporte de maior qualidade pareciam uma fórmula perfeita. Mas, entre aguentar o congestionamento do trânsito no conforto do próprio automóvel e viajar espremido nos vagões do metrô, o paulistano não pensou duas vezes. Os E-Fácil, instalados nas Estações Santos-Imigrantes, Bresser-Mooca, Corinthians-Itaquera, Marechal Deodoro, Guaianases e Brás, ficaram na maior parte ociosos.
Mais uma vez foram concedidas facilidades, quando o que interessa ao público é que o serviço se expanda. Assim foi com o Bilhete Único que, ao permitir um maior número de viagens a preço fixo num determinado período do dia, estimulou efetivamente o uso do transporte público. Sem que a capacidade do metrô aumentasse, esse incentivo criou uma série de problemas para um sistema que vinha sendo considerado pela população, desde que começou a operar, o mais prestigiado dos meios de transporte público. Rombos orçamentários, queda na qualidade e na satisfação da população passaram a fazer parte do cotidiano da Companhia do Metropolitano que, até então, tinha desempenho considerado exemplar pelo usuário.
  • Foi o que apurou pesquisa realizada pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP). Entre 2006, ano em que o Bilhete Único foi instalado no sistema, e 2009, o índice de satisfação dos passageiros despencou de 93% para 82%, o mais baixo da década. Nas 55 estações do metrô passaram a se espremer diariamente 3,3 milhões de passageiros: 750 mil vindos da integração entre os diferentes meios de transporte. O metrô de São Paulo, que até então era considerado um dos mais confortáveis do mundo, passou a figurar entre os mais superlotados.
Com o E-Fácil a Companhia do Metropolitano até conseguiu atrair novos passageiros, mas, na maior parte das estações, não teve condições de retê-los para criar um hábito que aos poucos se disseminasse entre os proprietários de carros particulares. Apenas na Estação Santos-Imigrantes o movimento satisfez as expectativas. No primeiro ano de funcionamento, a unidade recebeu 85 mil veículos, com recorde de 328 usuários num único dia. Mas os outros cinco estacionamentos, que têm entre 150 e 250 vagas cada, ficam praticamente vazios a maior parte do dia.
  • O E-Fácil tem preços atrativos. As tarifas variam entre R$ 7,83 e R$ 11,40 por 12 horas de estacionamento. Esses preços não cobrem o que cobram várias redes de estacionamento da cidade pela primeira hora. Cada hora adicional custa apenas R$ 1,00 no estacionamento do metrô, enquanto nas garagens privadas esse custo é de pelo menos R$ 5,00.
A tarifa do E-Fácil ainda inclui duas passagens válidas para trem, metrô ou ônibus municipal. Os usuários adquirem um cartão eletrônico nos postos de vendas do Bilhete Único e o carregam com créditos para pagar o estacionamento. Segundo dados da Companhia do Metropolitano, já foram realizadas 392.506 viagens com o cartão E-Fácil.
  • A Companhia do Metropolitano pretende, até o fim do ano, chegar a dez estacionamentos E-Fácil. Segundo a empresa, a baixa procura das garagens se deve ao fato de o serviço ser novidade em quatro delas e informa que tem investido na divulgação do serviço. Para que atinja o objetivo principal, no entanto, que é atrair mais passageiros para o transporte público, é necessário aumentar a capacidade do metrô.

Fonte: Estadão
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Fortaleza: Motoristas e cobradores paralisam cerca de 170 ônibus nesta manhã


Motoristas e cobradores realizaram nova assembleia que atrasou a saída dos ônibus das garagens na manhã desta quarta-feira, 25. A paralisação-surpresa aconteceu em frente às empresas Timbira, no bairro Rodolfo Teófilo, e Santa Maria, no bairro Ellery. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Ceará (Sintro), a assembleia começou por volta de 4 horas da manhã e se estendeu até 7 horas.

Segundo Roberto Pontes, gerente de tráfego da empresa Santa Maria, 83 veículos deixaram de sair com a paralisação. A empresa atua com 14 linhas em Fortaleza. Já na empresa Viação Timbira, a assembleia impediu a saída de 95 carros. A empresa cobre 23 linhas de ônibus na cidade, de acordo com a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor).

Até quinta-feira, 27, a categoria pretende realizar paralisações-surpresa nas garagens de empresas de ônibus. Os trabalhadores reivindicam aumento salarial de 45%, enquanto a proposta dos empresários é de 4,5% de reajuste. O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) decidiu em assembleia nesta terça-feira, 25, que tomará medidas legais para garantir o acesso dos usuários de sistema de transporte coletivo em Fortaleza aos ônibus.

O sindicato conseguiu um interdito proibitório por meio da Justiça do Trabalho, para tentar estabelecer a proibição da interdição de vias públicas, terminais de integração e garagens das empresas de ônibus. Uma audiência de conciliação está prevista para esta quarta-feira, 26, às 10 horas, 1ª Vara da Justiça do Trabalho.

Já a Etufor entrou com requerimento, também na Procuradoria Regional do Trabalho, de uma audiência de mediação entre Sintro e o Sindiônibus com a finalidade de evitar novas paralisações. A audiência também acontece nesta quarta-feira, 26, na Procuradoria Regional do Trabalho, a partir das 14 horas. A Procuradoria vai atuar como mediadora.

Fonte: O Povo
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Salvador: Rodoviários aceitam 6% e acabam ameaça de greve


Os rodoviárias aceitaram a proposta das empresas de ônibus e decidiram que não entrarão mais em greve, que estava marcada para começar à meia noite. Eles estavam defendendo um reajuste de 15%, as empresas bateram pé firme em 2,8%, mas ao final da tarde desta terça-feira (25) o acordo foi fechado: os empresários aumentaram a proposta para 6% de reajuste salarial, aceita imediatamente pela categoria.

A reunião de mediação foi realizada na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE, ex-DRT) . O acordo proposto pelas empresas e aceito pelo Sindicato dos Rodoviários foi de aumento de 6% no salário, 6% no plano de saúde, 9,72% no ticket alimentação, que também será pago como gratificação nas férias, além de 15% de Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Por volta das 14h30m, o Sindicato dos Rodoviários tinha anunciado, através de release, a greve para a zero hora desta quarta-feira (26). "Depois de 54 dias de campanha salarial, 11 rodadas de negociação e uma reunião de conciliação na Ministério Público do Trabalho, sem acordo. A categoria pede 16,4% de reajuste e os empresários oferecem 2,8%, pouco mais da metade da inflação do período, que foi de 5,4%.

Nesta campanha salarial, contudo, os trabalhadores asseguram que os avanços sociais pesaram tanta quanto o salário na decisão de ir à greve", dizia a nota.

Fonte: Jornal da Midia

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Linha Amarela do Metrô de SP é inaugurada sem condutor e controlada à distância

Começou a funcionar nesta terça-feira em São Paulo a Linha Amarela do Metrô, com uma tecnologia inédita no país: os trens não têm condutores e são operados à distância. O sistema operacional é todo automático, não há separação entre os vagões. A parte da frente do trem fica liberada e o passageiro pode acompanhar todo trajeto do trem capaz de atingir 80 km/h de velocidade.
- É a linha mais moderna do mundo - disse Alberto Goldman, Governador de São Paulo, durante a solenidade de inauguração.
O trecho inaugurado liga as estações Paulista e Faria Lima. A empresa prevê novas inaugurações de mais estações neste ano. A linha completa, entre a Vila Sônia e Luz, deverá estar concluída em 2012.
- A nossa expectativa é que a partir de terça-feira da semana que vem a gente possa iniciar a operação normal, completa, com cobrança do usuário, permitindo a interligação com a linha dois e a utilização da esteira - diz o diretor presidente da Via Quatro, Luiz Valença.
Fonte: SPTV
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Estação de metrô Cidade Nova deve ficar pronta até final de junho


Falhas técnicas, atrasos e superlotação. Esses são alguns dos problemas que viraram rotina nas estações de metrô do Rio de Janeiro. Para tentar melhorar o serviço, cerca de 400 operários trabalham nas obras de mais uma estação, a Cidade Nova, que vai nascer na ligação entre as linhas 1 e 2.
Inicialmente prevista para março deste ano, a estação de superfície deve ser entregue à população até o fim de junho. Os tapumes da plataforma serão retirados e o metrô ganhará mais uma parada. O terminal ficará entre as estações de São Cristóvão, ponta da Linha 2, e a Central do Brasil, na Linha 1.
O principal acesso à nova estação será a passarela que já está sobre a Avenida Presidente Vargas, no Centro da cidade. Muito moderna, ela será parte envidraçada e terá escadas rolantes e elevadores, mas o que as pessoas que vão passar por lá querem realmente saber é se o serviço oferecido pelo metrô vai melhorar.
As queixas contra o metrô ganharam força em dezembro do ano passado. Foi quando os trens vindos da Pavuna, Linha 2, puderam continuar pela Linha 1 até Botafogo, na Zona Sul da cidade. A ligação 1A tornou o transporte um caos: superlotação, queixas sobre o ar condicionado e enguiços. Problemas que mancharam a imagem do metrô.
O metrô garante que tudo já está normalizado e que a estação Cidade Nova não bvai mudar nada a rotina de quem usa o sistema, e nem vai acontecer o que os passageiros mais querem: uma redução no tempo entre os trens, que num dia normal, sem enguiços, fica entre 5 minutos e meio a seis minutos.
“Você só consegue diminuir intervalo se você tiver mais trem para botar entre um e outro. E isso só vai ser possível com os novos trens”, disse Joubert Flores, diretor da concessionária Metrô Rio, que aproveitou para falar sobre a chegada de novos vagões: “O primeiro trem, o protótipo, chega no segundo semestre de 2011. E a partir daí você tem dois trens a cada dois meses”.
AtrasosPela manhã, dois problemas interromperam a circulação dos trens na Linha 2 do metrô. Na estação Uruguaiana, no Centro do Rio, a porta de uma das composições não fechou e os passageiros também tiveram que descer. De acordo com o Metrô Rio, por medida de segurança os passageiros foram orientados a desembarcar e o trem foi retirado de circulação.
Mais cedo, por volta das 7h20, ainda segundo a concessionária, na estação Engenheiro Rubens Paiva, uma composição da Linha 2, que seguia no sentido Pavuna, apresentou problema no sistema de ar comprimido. O trem também teve que ser substituído e os passageiros foram retirados da composição. As linhas 1 e 2 ficaram com atraso nos intervalos.



Fonte: G1
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Ônibus nacional que não polui usa hidrogênio como combustível


Com tecnologia 100% brasileira, veículo também é carregado na eletricidade.Ele começa a circular em linha convencional já no 2º semestre deste ano.

Pesquisadores do Rio de Janeiro apresentaram nesta terça-feira (25) um ônibus que não polui o meio ambiente. Com tecnologia 100% brasileira, o veículo por dentro parece um ônibus comum. A diferença está no teto, onde ficam as baterias e os cilindros de hidrogênio.
O ônibus é carregado na eletricidade, e usa também o hidrogênio combustível. Assim, ele pode rodar até 300 km sem parar para abastecer. O veículo tem uma espécie de pilha que faz o motor funcionar. Nela entram o hidrogênio e o oxigênio da atmosfera. Do processo, resultam energia elétrica e vapor d’água.
“O hidrogênio é um combustível não poluente e que pode ser produzido a partir de várias fontes. Ao contrário do petróleo que utilizamos hoje”, disse Paulo Miranda, professor da Coordenação de Programas de Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).
Cinco países, além do Brasil, pesquisam esta mistura de fontes de energia para o transporte. Os veículos estrangeiros soltam vapor pelo escapamento. No modelo criado com tecnologia brasileira, o vapor é aproveitado. Vira água e contribui para o funcionamento do sistema.
Circulação no segundo semestre de 2010O ônibus faz parte de um projeto para criar no Rio de Janeiro um transporte coletivo que não polua até a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil. Já no segundo semestre deste ano, ele começa a circular numa linha convencional da cidade. E os passageiros vão notar outra vantagem: uma viagem com menos barulho.
“Ele é mais silencioso, não dá aqueles trancos que o ônibus normal dá”, disse a estudante Mariana Lima.

Fonte: G1
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BH: Licitações são abertas para melhorias em avenidas


O melhor meio de transporte coletivo para atender o Vetor Sul de Belo Horizonte será analisado por uma empresa especializada, contratada por meio de licitação aberta pela BHTrans. O edital foi publicado nesta terça-feira no Diário Oficial do Município (DOM).

A empresa vencedora vai elaborar o Estudo de Desenvolvimento de Transporte do Eixo Sul, avaliando a alternativa mais viável para a sequência de vias que liga o Centro da cidade ao Bairro Belvedere, formada pelas avenidas João Pinheiro, Cristõvão Colombo e Nossa Senhora do Carmo. As opções são: nova linha do metrô; corredor rápido de ônibus, chamado de Bus Rapid Transit (BRT); veículo leve sobre trilhos (VLT); veículo leve sobre pneus (VLP); e monotrilho (meio ferroviário sobre trilhos suspensos por pilares).

O investimento previsto pela BHTrans é de R$ 1 milhão. O resultado da licitação deverá ser publicado em meados de julho e o estudo concluído sete meses após, ou seja, em fevereiro de 2011.

A Avenida Cristiano Machado, por onde passam 80 mil veículos por dia, será monitorada por duas câmeras ligadas ao Centro de Controle Operacional (CCO) da BHTrans, as primeiras que serão instaladas fora dos limites da Avenida do Contorno. A licitação para contratar a empresa especializada na criação da rede óptica necessária para a instalação do equipamento foi aberta pela Empresa de Informática e Informação de Belo Horizonte S.A. (Prodabel) e o edital também foi publicado nesta terça-feira no DOM.

Concluída a rede óptica, nova licitação será aberta para escolha da empresa que instalará as câmeras na Cristiano Machado. Elas serão colocadas nos cruzamentos com as avenidas Waldomiro Lobo, no Bairro Guarani, e Vilarinho, no Vila Clóris, ambos na Região Norte.A BHTrans tem um projeto maior de instalação de 20 câmeras em quatro importantes corredores de trânsito da capital que levam ao Mineirão: as avenidas Antônio Carlos, Cristiano Machado, Pedro II e Carlos Luz (Catalão). O objetivo é ampliar o monitoramento do trânsito, já prevendo o aumento da circulação de veículos até a Copa do Mundo de 2014. Ainda não há data definida para que a licitação seja aberta.

Fonte: UAI Minas Gerais
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Rio Branco: Greve de motoristas e cobradores continua


A direção do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte de Passageiros e Cargas do Acre (Sinttpac) se reuniu ontem (25) com a Superintendência de Transportes e Trânsito de Rio Branco (RBTrans). A pauta do encontro foi a garantia da manutenção de 100% da frota de ônibus em circulação.

De acordo com o superintendente do RBTrans, Ricardo Torres, há um acordo no município no qual é estabelecido que em caso de greve deve ser mantido o percentual mínimo de 40% da frota de ônibus nas ruas. “Isso deve ser cumprido para que a população não saia prejudicada”, ressaltou.

A greve dos motoristas e cobradores de ônibus completou dois dias e não tem previsão para ser suspensa, segundo informações da presidente do Sinttpac, Celina Ferreira. “Não fomos chamados para negociar e a situação continua na mesma”, disse.

A sindicalista garantiu ainda que 60% da frota de ônibus está em circulação nos horários de pico, ou seja, no início, no meio e no final do dia, para evitar que a população seja prejudicada ainda mais com a paralisação.

Ricardo Torres afirmou que os funcionários do RBTrans fiscalizam a saída de ônibus das empresas Floresta e São Roque para garantir o percentual mínimo de coletivos circulando nas ruas da capital.

“Nós constatamos logo no início da manhã de ontem que não estavam saindo o percentual de ônibus que deveria e isso prejudicou os trabalhadores que entram muito cedo no trabalho”, declarou Torres.

Quem precisou utilizar o transporte coletivo para ir ao trabalho, escola ou faculdade, enfrentou horas de espera nas paradas de ônibus lotadas, como foi possível observar no ponto em frente à Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre).

Fonte: A Tribuna

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Parada obrigatória: R$ 26 milhões para Estação da Lapa, a maior e pior estação de Salvador


"Ladrão é que nem rato, prolifera rapidamente. Aqui o bicho pega. Tem vezes que a gente não pode fazer nada".O desabafo é de um dos agentes de segurança da prefeitura, que trabalha na maior estação de ônibus da cidade do Salvador, há mais de dez anos. Com toda a sua extensão (são 150 mil metros quadrados de área construída e urbanizada) a Estação da Lapa acolhe mais de 460 mil usuários por dia.
Por hora, cerca de 325 ônibus circulam pelo local. Os números são generosos, mas a manutenção e o cuidado com o espaço público não são tão grandes assim. “Todo mundo que trabalha aqui já foi vítima de assalto.A segurança é fraca”, diz Joilson Costa, funcionário em uma das lanchonetes. A opinião é unânime entre os lojistas.
“Em termos de policiamento, a situação é precária. A polícia nunca aparece e, quando aparece, não faz nada”, diz o vendedor Jubiraci Santos. A segurança é apenas um dos itens de insatisfação citados por usuários. Além dela, os problemas de acessibilidade e de infraestrutura são os motivos de a Lapa ser considerada a maior e mais descuidada estação da capital.
Para o comerciante Paulo Sérgio, só uma reforma solucionaria a situação. “Quando você faz uma estrutura melhor, melhora tudo. A criminalidade diminui, porque os pivetes não têm onde se esconder”, justifica. O agente de segurança, o mesmo do início da matéria, não quis se identificar, por temer represália. Mas defendeu, com convicção, que a segurança melhoraria, de fato, com a reforma em toda a estação. “Hoje a gente fica aqui de olho, mas é perigoso até para a gente”, reforça.

Vistoria - Nos anos de 2007 e 2008/2009, o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia, o Crea-BA, realizou vistorias na Lapa e constatou uma série de deficiências. “O ponto mais crítico é a ausência de manutenção. Instalações mecânicas não estavam funcionando. Uma das escadas rolantes estava parada. O sistema de exaustão também não funcionava”,relata o engenheiro civil e arquiteto do Crea-BA, Gisei Nascimento dos Santos Filho, integrante da equipe de fiscalização.
Passados alguns meses, o cenário continua o mesmo. As expectativas por melhorias começaram a mudar em abril, quando o prefeito João Henrique voltou de Brasília com a garantia da liberação de R$ 26,4 milhões, por parte do Ministério das Cidades, para a requalificação da Lapa. A reforma será feita a partir do projeto feito pela Fundação Mário Leal Ferreira – vinculada à prefeitura – e fará parte do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC II.
A gerente de projetos urbanísticos da fundação, Telma Virgínia, explica que o projeto foi idealizado a partir de três eixos temáticos: insalubridade, conforto e segurança; circulação com autonomia e segurança; tornar a Lapa um local atrativo.“Os acessos pelas ruas Rua Coqueiros da Piedade, Rua Carneiro Ribeiro e Rua 24 de fevereiro vão ter gradis de ferro, para que possam ser fechados. "Tudo para garantir a segurança dentro do equipamento”, explica Telma.
Além da garantia de segurança, a estação atenderá às necessidades de pessoas com dificuldades visuais, auditivas e de locomoção. “Vamos inserir escadas rolantes novas, três elevadores, pistas táteis direcionais e de alertas, comunicação visual com mapas em braile, sinalização sonora e luminosa”. Por dia, cerca de 150 pessoas com mobilidade reduzida passam pela Estação da Lapa, de acordo com a arquiteta e coordenadora do Programa de Acessibilidade VidaBrasil, Islândia Costa.
“Existe um descaso. Os sanitários adaptados viram depósitos. Não há formação no quadro dos funcionários para saber como lidar com pessoas que têm deficiência”, ratifica. Outra queixa é a condição do subsolo. Falta ventilação e estrutura para atender não apenas deficientes, mas toda a população. “Aqui embaixo, o piso é inadequado. É escorregadio. É um risco para idosos e crianças”, afirma o despachante de ônibus Ricardo Rios.
Para ele, a necessidade de reforma é urgente. “O nível alto de gás carbônico é terrível para quem tem doenças respiratórias. Quem trabalha aqui sofre. Seriam necessários exaustores. Vai demandar custos, mas a nossa vida não tem custo”, diz.

Fonte: A tarde
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Estação São Paulo-Morumbi, que será entregue entre 2012 e 2013; ideia das novas plataformas é investir em estética e aumentar conforto


Em um passeio pelas estações da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) dá para perceber como era a cidade há 40, 30, 20, 10 anos. E como é agora, com o lançamento das novas paradas. A arquitetura de cada linha evidencia os planos do governo da época (e a imagem que ele queria vender), o que os paulistanos esperavam do transporte público e por qual situação econômica passava a metrópole.
A Estação Saúde, entre as seis primeiras do Metrô e da Linha 1-Azul, inaugurada em 1974, segue o conceito modernista na construção e a função prática que se esperava no período. Já a Artur Alvim, da Linha 3-Vermelha, deixa claro que o mote do fim dos anos 1980 era economizar, utilizando estruturas elevadas - mais baratas que as subterrâneas.
Já a Estação Consolação, da Linha 2-Verde, de 1991 e que passa pela Avenida Paulista, em área nobre, revela a tentativa de criar pontos sofisticados e, como destacavam jornais há 20 anos, um "metrô chique". Deste milênio, as da Linha 5-Lilás retratam o esforço para embelezar o exterior das paradas. Um exemplo é o da Campo Limpo, com sua fachada curva, de estrutura de concreto e metal.
Futuro. Hoje, a ideia mudou novamente. "Transformamos o metrô em um centro de convivência, com bibliotecas e lojas, e passamos a valorizar o conforto e a estética", afirma Ilvio Artioli, chefe do departamento de concepção de arquitetura do órgão. Para tanto, ele destaca que os projetos aproveitam melhor a iluminação e a ventilação naturais, com estruturas transparentes e áreas abertas. Como exemplos, cita as Estações Paulista, que será inaugurada na próxima terça, Sacomã, de 2010, e São Paulo/Morumbi, a ser aberta entre 2012 e 2013.
Tenta-se também impressionar, com prédios externos e acabamento de porcelanato, cerâmica, aço e menos concreto aparente. "As linhas antigas eram apenas funcionais, um lugar onde a pessoa deve entrar e sair rápido", diz Artioli. "Agora, queremos que o paulistano se sinta confortável nas paradas e as use para outros fins. Já contamos com bibliotecas", afirma o arquiteto.
Outra preocupação foi a de não modificar o entorno. "Criamos as estações em formato de um profundo fosso, em vez de vala e superficial, como no passado, para desapropriar menos imóveis", aponta o arquiteto. A consequência é que a Linha 4, cuja única estação na forma antiga é a da Faria Lima, afetou 213 imóveis. São quase 1.300 a menos que a Linha 1-Azul, que ainda interditou a Avenida Jabaquara e as Ruas Vergueiro e Domingos de Morais por dez anos.
História. No início, em 1974, o Metrô não se preocupava em desapropriar menos imóveis. Em uma época que ele era visto apenas com uma nova opção de transporte, o objetivo era afirmar o serviço entre os paulistanos, que aguardaram quase 50 anos para ver sair do papel um plano cogitado desde 1927. Aos arquitetos, cabia integrar a rede à cidade e provar sua eficácia. Para tanto, foram criados, por exemplo, terminais de ônibus na Linha 1-Azul.
Nesse começo, o metrô tinha, então, papel funcional. Prova disso é que a estética se adaptava ao orçamento. Assim, vieram a calhar os conceitos da arquitetura moderna, que desprezava qualquer excesso. As primeiras estações eram "cavernas urbanas", na definição do arquiteto Marcelo Fragelli, que projetou 19 paradas da Linha 1. "A ideia era demonstrar força com o concreto. Deveriam, já à primeira vista, garantir à população que as paredes suportam a pressão do solo."
Nos anos 1980, a linguagem instituída por Fragelli continuou em voga. Os poucos recursos, porém, levaram o Metrô a construir trilhos na superfície, em um período em que a rede se dirigia à zona leste. E as estruturas eram pré-moldadas ou feitas no local, métodos mais econômicos.
Acessibilidade também entrou em pauta, só que timidamente. "Desenhávamos os elevadores, mas, ao iniciar a obra, eles eram descartados", conta o arquiteto Dicran Kassardjian, autor de projetos da Linha 3-Vermelha. "Pensamos até em lojas, que não vingavam por receio em mesclar o público com o privado."
Na década de 1990, ao chegar à Avenida Paulista, o conceito mudou. A reboque de inovações tecnológicas, as estruturas ganharam formas arredondadas e acabadas. Cerâmicas amarelas e laranjas passaram a colorir as paredes. "Aplicamos elementos que não existiam antes", diz o arquiteto Renato Viégas, que coordenou os projetos da Linha 2.
Balanço. "Agora, os espaços são mais agradáveis", diz o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, ao falar das estações da Linha 4. A intenção é embelezar os ambientes para o paulistano ter orgulho de seu metrô.
Há, porém, quem não concorde com as opções do governo. "Uma obra institucional não deve se parecer com um shopping", critica Lúcio Gomes Machado, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). "É preciso ter projetos diferentes, mas sem esquecer do fim público do transporte", diz. Para ele, não é viável construir um prédio no exterior e ocupar áreas menores para evitar desapropriação. "Ao invés de um edifício para funcionários, por exemplo, seria mais vantajoso construir um Poupatempo no lugar."

Fonte: Estadão.com
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Greve na Circular continua e prefeito anuncia aumento de tarifa


A greve dos motoristas e cobradores de ônibus da Empresa Circular segue indefinida em Marília. A empresa tem se recusado a participar de negociações e faltou em reunião marcada entre o sindicato e a prefeitura, na tarde desta terça-feira, no gabinete.
Diferentemente do primeiro dia, quando 100% dos ônibus ficaram parados, nesta terça, parte da frota voltou a circular, obedecendo medida judicial assinada por um desembargador federal do Trabalho.
Enquanto a paralisação continuar, no horário de pico, das 6h às 8h e das 17h às 19h, 60% da frota operante (de 117 ônibus) deve funcionar. No restante do dia, percentual deve ser mantido em 40%, o que colocaria cerca de 50 veículos em operação.
Mesmo negando que a paralisação tenha motivado aumento na passagem, o prefeito Mário Bulgareli (PDT) anunciou nesta terça que concederá o reajuste das tarifas.
De acordo com ele, o aumento deve ficar em R$ 2,30. “O valor de R$ 2,50 solicitado pela Circular é impossível. Mas, entendemos que é preciso haver reajuste, já que há três anos o valor da tarifa é o mesmo.”
Quem precisou do transporte teve de esperar por horas na fila.

Fonte: Rede Bom Dia

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Rio de Janeiro ainda pode ter nova greve de ônibus


Grupo dissidente do sindicato dos rodoviários cariocas promete deixar cariocas a pé mais uma vez. Paralisação de ontem foi suspensa por oito dias para mais negociações com empresários, cuja oferta foi rejeitada pela categoria.

Nova greve de ônibus ameaça deixar cariocas a pé amanhã. A paralisação seria liderada por grupo dissidente do Sindicato dos Rodoviários do Rio, que enfrenta disputa interna. A greve de ontem, comandada pela entidade, afetou 1,4 milhão de passageiros. Segundo o Rio Ônibus, só sete das 47 empresas, na Barra da Tijuca, Jacarepaguá e parte da Z. Norte, foram prejudicadas. À noite, a paralisação foi suspensa por oito dias, durante os quais continuarão as negociações com empresários por aumento salarial.

Nas primeiras horas da manhã de ontem, 60% dos ônibus estavam nas ruas. As empresas mais afetadas foram Viação Redentor, Litoral Rio Transportes, Santa Maria, Acari e Verdun, Estrela e Rodoviária A. Matias. Apesar de o vice-presidente do Rio Ônibus, Octacílio Monteiro, ter considerado a greve “um fracasso”, muita gente teve dor de cabeça.

Fonte: O Dia online
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Fortaleza: Etufor entra na Justiça para evitar bloqueio nos terminais


Diante do aviso de novas paralisação nos terminais de Fortaleza nesta quarta-feira (26), a Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) resolveu se pronunciar. Em nota, o órgão informa que entrou na Justiça com interdito proibitório – ação que objetiva impedir o Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Rodoviário (Sintro) de promover o bloqueio dos terminais de integração de Fortaleza e das vias de acesso a esses terminais.
Ainda segundo Etufor, outras medidas preventivas estão sendo tomadas a fim de permitir o deslocamento seguro dos usuários do serviço de transporte: “A Prefeitura, através da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC), Etufor e Guarda Municipal, está reforçando seus efetivos nos terminais de integração para evitar quaisquer transtornos“.
De acordo com o presidente da Etufor, Ademar Gondim, as empresas de ônibus que deixarem de cumprir suas viagens programadas serão devidamente penalizadas e, em casos de paralisações, será feito um remanejamento de veículos para atender aos passageiros.

Sindicato diz que amanhã terá paralisaçãoEm conversa com o Jangadeiro Online, na tarde da última segunda-feira (24), o assessor político do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro-CE), Valdir Pereira, adiantou que a categoria pretende realizar reivindicações em alguns terminais da cidade, fato semelhente ao que aconteceu no último sábado (22) no terminal da Parangaba.
Entretanto, diante da posição da Etufor, motoristas e cobradores decidiram se reunir, na noite de hoje, para decidir se param mesmo amanhã ou elaboram uma contra-proposta.

Fonte: Jangadeiro online
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Dois acidentes envolvem trens em Sorocaba


Sorocaba registrou nesta terça-feira dois acidentes envolvendo trens. No início da tarde, às 13h, um caminhão chocou-se com um trem na rua Campos Sales. O motorista afirma que não ouviu o apito de sinalização do trem e que continuou o caminho normalmente.
O caminhão estava carregado com botijões de gás e atingiu também outro automóvel, que teve a lateral amassada.
Já no início da noite, o choque entre um ônibus da empresa São João e um vagão da ALL parou o trânsito na rua 15 de Novembro e Leopoldo Machado, no Centro.
Segundo um passageiro do ônibus, o motorista vinha da rua Leopoldo Machado e cruzou a rua 15 de Novembro, em direção ao ponto final, na rua Paula Souza.
Ao perceber que o trem se aproximava, o motorista do ônibus não teve como desviar, já que haviam carros estacionados na via e não era possível dar marcha a ré.
O maquinista diz que seguiu os procedimentos de segurança e assim que percebeu que o ônibus não tinha para onde ir, ele acenou e gritou da janela, mas nada poderia ser feito.

A ALL (América Latina Logística), empresa que administra a linha, afirma que a linha férrea é sempre preferencial, e é infração gravíssima transpô-la sem parar, já que o trem necessita de mais 500 metros para parar totalmente. Para a empresa, os motoristas não respeitaram a sinalização.

Fonte: Rede Bom Dia
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