Metrô Rio registra recorde de passageiros por causa da chuvas

terça-feira, 6 de abril de 2010


A concessionária que a administra o metrô do Rio interrompeu a venda de bilhetes em todas as estações nesta manhã devido a uma falha num trem que passava pela estação Glória. Com problema no sistema de ar comprimido, às 9h20, o trem foi substituído e os passageiros direcionados para outro veículo.
“Para evitar o acúmulo de pessoas nas estações, a concessionária interrompeu a venda de bilhetes em todas as estações da Linha 1 por 5 minutos”, informou a empresa. A operação de substituição dos trens durou 24 minutos, segundo a concessionária.
O tráfego de trens nas linhas 1 e 2 não chegou a ser interrompido. A situação foi normalizada e os intervalos, com intervalos de 6 minutos e 50 segundos, segundo a empresa.
Na segunda feira, no começo do temporal que deixou as vias da cidade intransitáveis, o metrô registrou movimento recorde. Mais de 632 mil passageiros foram transportados. As estações do Centro e São Cristóvão foram as mais procuradas.

Fonte: Ultimo Segundo
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Recife: Passageiros reclamam da falta de ônibus no Terminal da Macaxeira


No Terminal Integrado da Macaxeira, Zona Norte do Recife, passageiros reclamam das grandes filas, da falta de fiscalização e de poucos ônibus. “Tem dia que a gente espera mais de 20 minutos. É uma situação precária a que vivemos”, falou o atendente Antônio Rodrigues.

São 11 linhas, 129 ônibus e 200 mil passageiros por dia. Para os usuários, o dia já começa com aperreio em filas intermináveis e na confusão de conseguir subir no coletivo para trabalhar. A maior fila é a do ônibus que sai da Macaxeira e vai para o terminal do Barro.

Às 8h o movimento não diminui, e um passageiro é praticamente esmagado pela porta do coletivo. Dentro do ônibus, os passageiros reclamam, muitos estão atrasados para o trabalho. Uma mulher teve a sua bolsa quebrada no embarque.“Nosso sofrimento é direto”, falou a recepcionista Dione de Souza. Os passageiros reclamam dos próprios usuários. “A gente que fica na fila direitinho, vai em pé. Mas quem fura a fila, vai sentado”, contou a empregada doméstica Maria do Carmo Soares.

Na hora dos passageiros voltarem para casa, a situação não melhora. Mulheres, crianças e idosos não são respeitados, e na hora de entrar nos ônibus, vale a lei do mais forte. Depois de um dia inteiro de trabalho, é preciso paciência e resistência física para pegar a condução de volta pra casa no Terminal da Macaxeira.

Quem consegue pegar o ônibus demora quase três horas para chegar em casa. “Todos os dias eu gasto duas horas e 30 minutos da integração da Macaxeira para Igarassu, quando devia ser de 40 a 50 minutos”, falou a professora Regineide Pereira.

A partir das 18h, ônibus das 11 linhas que param aqui, e num instante ficam lotados. Quem vai para Igarassu tem acesso livre à pista e não usa a plataforma de embarque para entrar nos ônibus. Tem gente que se arrisca a viajar nas escadas. Uma mulher com a criança no colo achou melhor não viajar.

As filas para embarcar se estendem ao longo de toda a área coberta do terminal. Quem está na última posição estima o tempo que vai levar só pra chegar à plataforma. Na linha que vai pra Camaragibe não existem seguranças para organizar o embarque e muita gente se aproveita da situação para desrespeitar a fila: ficam aqui à espera do ônibus.

“A gente paga uma passagem cara, e não temos o que eles prometem”, afirmou o representante comercial Ribamar Viana.“Em todos os terminais integrados sempre haverá filas para embarque. O que nós buscamos é que o usuário tenha o menor tempo de espera. Mas também há questão comportamental.

Nós temos problema estrutural: qualificação do terminal, e ampliação. Estamos com projeto executivo em fase de apuração, para a criação da terceira plataforma”, falou a diretora de Operações Grande Recife Consórcio de Transporte, Taciana Ferreira. Ela também informou que as empresas já realizaram a compra de veículos. A partir de maio, nos horários de pico, haverá mais veículos articulados no Barro/Macaxeira. Em novembro, haverá a licitação para a expansão do Terminal. E, ainda este mês, terá início a qualificação do terminal.

Fonte: PE360Graus
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Transporte público do Rio opera normalmente e é a melhor opção de deslocamento


A Secretaria de Transportes informa que, mesmo com os transtornos provocados pelas chuvas que atingem o Rio de Janeiro desde a tarde desta segunda-feira (5/4), todos os transportes públicos estão funcionando e são a melhor opção para o deslocamento da população na Região Metropolitana do Rio.
As linhas 1 e 2 do metrô estão operando normalmente. Ontem, o sistema registrou recorde de procura, atendendo a mais de 632 mil pessoas. As barcas estão operando normalmente entre Rio-Paquetá e com intervalos maiores na ligação Rio-Niterói. Durante o horário de rush da manhã, os intervalos nesta linha passaram de 10 para 20 minutos, porque grande parte da tripulação de Barcas S/A não conseguiu chegar para trabalhar.
Nesse início de tarde, quando a demanda de passageiros é bastante reduzida, as saídas entre o Rio e Niterói estão acontecendo a cada uma hora, e a ligação Rio-Charitas permanece suspensa em decorrência de um alerta da Marinha para ondas de até 3m na entrada da Baía de Guanabara.
Por medida de segurança, a SuperVia adotou um esquema especial em todos os ramais durante a manhã. Agora no início da tarde, a Central do Brasil foi reaberta, e as saídas para os ramais Santa Cruz, Belford Roxo, Japeri e Deodoro estão acontecendo regularmente. O único ramal que permanece com a circulação suspensa é o de Saracuruna. Para orientar os passageiros, a SuperVia está comunicando todas as alterações através do sistema de som das estações.
Mesmo com todo sistema de transportes públicos operando dentro das condições possíveis, a Secretaria de Transportes aconselha a população a não sair de casa nesta terça-feira, uma vez que muitas ruas do Rio e Grande Rio permanecem alagadas e ainda há risco de chuvas intensas para esta tarde.

Fonte: Governo do Estado

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São Paulo: Tarifa de transporte público aumentou 60% acima da inflação dos últimos 13 anos


Em 13 anos, as tarifas de ônibus urbanos aumentaram 60% acima da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) no período, revela estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgado nesta terça-feira (6).

Segundo o levantamento, nesse período, o aumento deveu-se às elevações dos custos de produção do setor. Dessa forma, gastos com manutenção, combustíveis, renovação da frota, salários dos trabalhadores e outros pesaram nos reajustes.

Porém, o estudo identificou que a queda na demanda pelo transporte é um dos principais fatores para a elevação das tarifas. Entre 1995 e 2003, o Ipea constatou uma queda de cerca de 30% na demanda por ônibus em nove capitais do País. Além disso, houve queda no volume de passageiros pagantes. As gratuidades elevaram os preços unitários.

“Pela dinâmica do mercado, aumento da tarifa gera perda de demanda, o que, por sua vez, gera mais aumento de tarifa, na tentativa de reequilibrar receitas e custos”, afirmaram, no estudo, os pesquisadores Carlos Henrique Ribeiro de Carvalho e Rafael Henrique Moraes Pereira. “Esse é o ciclo vicioso que o setor tem vivido desde meados da década passada, agravado pelas pressões no custo dos principais insumos”.

Principais fatores de aumentos
A elevação de 60% nas tarifas urbanas deve-se, como dizem os especialistas, ao aumento dos insumos que geram custos ao setor. O estudo revelou que, entre 1999 a 2009, o preço do óleo diesel foi o que mais pesou no aumento das passagens, pois subiu 72,5% no período.

Já o valor dos veículos, para renovação da frota, avançou 45,5% nos últimos dez anos. Os preços dos pneus e câmaras de ar, por sua vez, cresceram 23,8% no período. A remuneração dos trabalhadores registrou recuo, de 3,9%.

O motivo para a retração dos salários da categoria, explicam os pesquisadores, é que esse fator é um dos poucos que o setor pode controlar. “Como as empresas do setor não possuem controle sobre a variação dos custos exógenos (combustíveis e veículos), seu esforço em reequilibrar financeiramente o sistema baseia-se na administração de seus custos endógenos, como, por exemplo, a remuneração dos trabalhadores, a racionalização da oferta e a taxa de renovação da frota”.

Entre os fatores que determinam o aumento das tarifas de transporte urbano, o estudo identificou que a gasolina pressionou fortemente a elevação do diesel. Para os pesquisadores, as políticas comerciais adotadas desde 2002 privilegiam o primeiro em detrimento do segundo – o que elevou fortemente o preço do diesel. Por conta disso, o gasto com o combustível, que antes representava 10% dos custos do transporte público equivale hoje a 25% do total.

Fonte: BOL Notícias
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Em Curitiba, Preço da passagem ainda é incerto


Com mais uma etapa da licitação do transporte coletivo de Curitiba concluída, é possível saber o que os consórcios participantes da concorrência se comprometem a fazer para tornar a frota mais ecológica, acessível e eficiente até 2012. Con­tudo, ainda não se sabe o quanto essas mudanças podem pesar no bolso dos usuários de ônibus. Ontem, foi divulgado que os três únicos concorrentes – consórcios formados por 11 empresas que já atuam no sistema – atingiram pontuação máxima na avaliação técnica. Com isso, começou a última etapa do processo para avaliar o preço tarifário proposto.

  • A licitação do sistema de ônibus é a primeira da história de Curitiba. As atuais empresas que operam o sistema atuam há décadas sem nunca ter passado por seleção. A Constituição de 1988 passou a exigir a concorrência. Em 2001, o Ministério Público exigiu que a lei fosse cumprida, mas só agora a licitação está acontecendo.
O valor que as passagens de ônibus podem atingir para ser mantido o equilíbrio do sistema só deve ser estimado depois que as propostas comerciais dos consórcios sejam avaliadas pela comissão de licitação. Nem mesmo os preços apresentados pelos consórcios foram divulgados. “Seria uma irresponsabilidade divulgar esses dados sem serem aferidos. As propostas ainda podem ser desclassificadas”, afirma o presidente da co­­mis­­são de licitação da Urbanização de Curitiba (Urbs), Fernando Ghignone. Ele diz que não é possível afirmar que o valor das passagens aumentará, mas admite que o custo atual com o sistema não é coberto pelo valor das tarifa.

  • O consultor em logística e professor do Departamento de Trans­portes da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Garrone Reck explica que não é possível saber exatamente qual o preço de equilíbrio do sistema de transporte. Mas a tendência é de que a licitação faça com que a nova tarifa de equilíbrio seja maior que a atual. A nova fase do processo licitatório deve ser concluída ainda neste mês.
O engenheiro civil Eduardo Ratton, também professor da UFPR, diz que é preciso ver com cautela o possível aumento da passagem. Uma elevação da tarifa, mesmo necessária, poderia afastar passageiros do sistema. “Acho arriscado aumentar, principalmente se comparado ao transporte individual que tem feito com que o transporte coletivo perca passageiros”, diz. Em março, o Sindicato dos Trabalhadores em Urbani­zação do Paraná (Sindiurbano-PR), calculou que a passagem deva ficar cerca de R$ 0,30 mais cara, atingindo R$ 2,50.

  • As empresas que participam da licitação apresentaram várias propostas de melhoria. A partir da assinatura do contrato, as empresas têm 24 meses para cumprir as metas. Caso contrário, pagarão R$ 250 mil para cada meta não atingida. O valor vem do depósito de R$ 10 milhões feito como garantia no início do processo.
Na prática, o total de ônibus nas ruas e canaletas da cidade continuará o mesmo. Serão 1.399 veículos para atender 250 linhas. No entanto, cada consórcio ofereceu me­­lhorias operacionais – ainda não há projeto para saber como as mu­­­­danças funcionarão.

  • As empresas comprometeram-se com a circulação de ônibus menos lotados e com mais espaço aos passageiros. Hoje, segundo a Urbs, o índice é de seis passageiros em pé por metro quadrado. Total que deve ser diminuído para pelo menos 5,4 (10% de redução).
O acesso de cadeirantes e de pessoas com dificuldade de locomoção nos ônibus também deve ficar mais fácil até 2012. Pelo menos 858 (80%) dos 1.073 ônibus com degraus da frota atual deverão estar equipados com plataformas elevatórias. Hoje, este número é de 600 (56%). Além disso, pelo menos 60 linhas terão de estar com o tempo de viagem diminuído.

  • A preocupação ambiental também esteve focada no edital e nas propostas dos consórcios. Em dois anos, os seis ônibus da Linha Verde que funcionam só com biocombustível devem ganhar companhia. A promessa é de que entre 70 e 140 veículos sigam o mesmo padrão. Já 804 ônibus convencionais e todos os 326 biarticulados e ligeirinhos deverão operar com motores menos poluentes. Cada consórcio também se comprometeu a oferecer para ações sociais, fora dos horários de pico, 9 mil quilômetros rodados por mês à prefeitura sem qualquer custo. Hoje, segundo a Urbs, qualquer deslocamento solicitado às empresas é cobrado conforme a distância percorrida.
Outra medida a ser tomada está voltada para a capacitação dos funcionários para tornar o sistema mais eficiente e seguro e melhorar o relacionamento com os usuários de ônibus. Eles deverão passar por pelo menos 81 horas de cursos todos os anos – diferentemente das 50 horas que fazem quando são contratados e das 16 horas de atualização a cada cinco anos.

  • Para Reck, tais mudanças não significam uma grande inovação no sistema. “Não que eu considere que não precisem ser feitas. São medidas de otimização operacional, praticamente reproduzem o que já existe”, justifica. Ele acredita que essas modificações possam ser feitas sem afetar o preço das passagens. “Nesses dois anos pode-se eliminar alguns desperdícios. Podem evitar custos mortos que sejam revertidos na melhoria da qualidade do serviço”, afirma.
Fonte: Gazeta do Povo
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São Luís tem apenas 231 ônibus adaptados para deficientes físicos


Dez horas da manhã, o cadeirante Válber Nojosa, de 54 anos, aguarda o coletivo numa parada em frente ao Mercado Central, no Centro. Após esperar por quase meia hora, passa um coletivo adaptado para deficientes físicos.
Mesmo com a chegada do ônibus, os transtornos continuam para Válber. A primeira dificuldade é para o motorista conseguir operar o elevador para que o cadeirante suba ao veículo. O funcionário não conseguia baixar o elevador completamente, segundo ele, porque o equipamento havia “enguiçado”.
Passados mais de 20 minutos, o cadeirante consegue enfim entrar no ônibus, com a ajuda de outras pessoas que se encontravam na parada. Depois de se acomodar, Válber observa então a dificuldade do motorista para recolher o equipamento. Mais meia hora.
O motorista do coletivo da linha Santa Clara/João Paulo, da Viação Abreu não quis se identificar, mas disse que o equipamento havia enguiçado e que isso é comum acontecer.
Tudo isso até parece cena de alguma novela, mas é a mais pura realidade enfrentada por moradores da capital. Válber Nojosa é um dos mais de 200 mil deficientes físicos que convivem diariamente com as dificuldades na acessibilidade em São Luis.
E mesmo com esse número, somente 231 ônibus dos cerca de 1.000 que compõem a frota, estão preparados para receber quem usa cadeira de rodas.
O problema da capital maranhense tomou dimensão nacional após veiculação de uma reportagem do programa Fantástico da Rede Globo, no domingo, 28 de março. Segundo a reportagem, São Luis tem o pior atendimento para cadeirantes, no que diz respeito ao transporte público. Além de São Luis, o teste foi realizado ainda no Rio de Janeiro, Porto Alegre, Goiânia e São Paulo.

Barreiras de Atitude
Para o coordenador do Fórum Maranhense de Entidades de Pessoas com Deficiências e Patologias, Dylson Ramos, mais do que veículos adaptados, o que falta é atitude por parte do poder público em atender as entidades e movimento que lutam pela implementação de políticas públicas para as pessoas com deficiência.
“A discriminação maior são as barreiras de atitude. Adaptação de ônibus e de outros lugares para cadeirantes é uma obrigação do poder público e das empresas de transportes. No entanto, além de não cumprir essas exigências, ainda somos excluídos das discussões sobre essas garantias”, complementa o coordenador.
Ramos enfatiza que a responsabilidade pela adequação dos ônibus passa tanto pelo poder público quanto pelas empresas. A essas últimas compete, principalmente o treinamento dos funcionários para que saibam operar os equipamentos e atender bem os deficientes.
Ribamar Abreu, gerente da Viação Abreu, informou que dos oito ônibus que compõem a frota da empresa, dois são equipados com elevadores e que um treinamento foi solicitado junto ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luis (SET), mas que até o momento a solicitação não foi atendida.
Abreu informou ainda que a empresa está esperando a vinda de mais dois novos ônibus com previsão para chegada até maio e que os veículos já vem equipados com elevadores.
A reportagem tentou falar com o superintendente do SET, Luis Cláudio Siqueira, para obter respostas acerca da solicitação das empresas para treinamento de funcionários que manuseiam os elevadores, porém fomos informados que o mesmo estava em reunião desde o início da manhã, assim ninguém foi encontrado para prestar esclarecimento.

Fonte: O Imparcial

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Londrina não terá tarifa de ônibus a R$ 1 aos domingos


Os vereadores de Londrina mantiveram o veto do prefeito ao projeto de lei que estabelece a tarifa do transporte coletivo a R$ 1 aos domingos. A votação ocorreu na sessão desta terça-feira (6). O principal argumento foi de que a tarifa mais barata causaria impacto financeiro. Nove parlamentares votaram pela derrubada do veto, sete se abstiveram e apenas um votou pela manutenção.

Na realidade, o que manteve o veto foram as abstenções. Para que o veto do prefeito Barbosa Neto (PDT) fosse derrubado, os vereadores precisavam de dez votos, mas conseguiram apenas nove. Sete deles se abstiveram e apenas Roberto Fu (PDT), que fez a liderança do executivo, votou pela manutenção. O líder do prefeito, Sebastião dos Metalúrgicos, não estava presente na sessão e Joel Garcia está afastado do cargo pela Justiça.

Roberto Fu voltou atrás e foi o único a votar pela manutenção do veto. Inicialmente, ele havia votado a favor do projeto, sendo um dos coautores. O presidente da Câmara, José Roque Neto (PTB), também assinou o projeto e voltou atrás, se abstendo na votação. Paulo Arildo (PSDB) defendeu o projeto argumentando que a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) havia dito não haver problemas de impacto financeiro. Entretanto, esse foi uma das justificativas do executivo.

Para Roberto Fu, que fez a liderança do executivo na ausência do líder Sebastião dos Metalúrgicos, a tarifa de ônibus a R$ 1 aos domingos, causaria impactos financeiros futuros no preço da tarifa. Antes do veto de Barbosa Neto, que não especificou o valor do impacto financeiro, 13 vereadores haviam votado a favor do projeto, aprovado em segunda discussão em 18 de fevereiro deste ano. O prefeito vetou no dia 16 de março.

Fonte: Jornal Gazeta do Povo
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Ônibus que partiram de SP nesta terça-feira ainda não chegaram ao Rio


Os ônibus que partiram de São Paulo para o Rio de Janeiro desde as 4h30 desta terça-feira (6) ainda não chegaram à capital fluminense até as 13h. A informação é da Socicam, empresa que administra o Terminal Rodoviário do Tietê, na Zona Norte de São Paulo.

Pela manhã, a concessionária NovaDutra, que administra a Rodovia Presidente Dutra, principal ligação entre Rio de Janeiro e São Paulo, recomendou que os motoristas que seguem com destino à capital fluminense adiem sua viagem nesta terça-feira (6) até que a cidade tenha melhores condições de tráfego .
Segundo a Socicam, todas as 22 viagens programadas pelas quatro empresas que fazem o trajeto partiram normalmente. Na segunda-feira (5), as chuvas no Rio causaram atrasos médios de duas horas, tanto das partidas de São Paulo quanto das partidas do Rio de Janeiro.
Por volta das 10h, a Viação 1001 chegou a informar que enfrentava problemas no trajeto Rio-São Paulo. A Viação Itapemirim afirmava que, apesar das dificuldades, nenhuma partida foi cancelada.

Fonte: G1
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Natal terá "Linha Turismo" de ônibus


O Município de Natal terá, a partir de agora, uma linha de ônibus chamada "Linha Turismo". A nova linha deverá interligar os principais pontos turísticos da cidade. A lei que define o serviço foi publicada no Diário Oficial do Município de hoje (6).

Os aspectos mais importantes sobre o modo de funcionamento do transporte ainda serão definidos: o trajeto a ser percorrido, a determinação do valor da tarifa e quem receberá a concessão para prestar o serviço.

A concessão será feita mediante licitação pública na modalidade concorrência. Já o trajeto depende de estudos a serem realizados pelo órgão competente, levando-se em consideração o Sistema de Circulação de Natal, a localização dos pontos turísticos da cidade e a viabilidade técnica e financeira. Já a determinação do valor da tarifa será feita após a conclusão destes estudos.

O trajeto da linha deve passar por análise da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social, para verificação da segurança da nova linha. mas também caberá ao concessionário manter nos ônibus câmeras de segurança, guardando em local apropriado as gravações das filmagens.

Ao Município caberá o fornecimento, a todos os operadores que atuarão internamente nos ônibus, cursos de línguas estrangeiras, defesa pessoal e primeiro socorros. A lei que criou a "Linha Turismo" deverá ser regulamentada em 90 dias.

Fonte: Tribuna do Norte
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Transalvador volta a fiscalizar motoristasque usam faixa só para ônibus


As faixas exclusivas para circulação de ônibus, implantadas em Salvador no ano de 2005, voltaram a ser alvo de fiscalização por parte da Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador, a Transalvador.
Na tarde desta segunda-feira, 5, a equipe de reportagem percorreu as principais avenidas da cidade e constatou que as vias destinadas apenas aos coletivos não são respeitadas pelos condutores de veículos de passeio. Ônibus também foram flagrados circulando nas faixas para os carros, mas os motoristas infratores não foram notificados.
Na Avenida Luiz Viana, Paralela, os motoristas que trafegaram pelo local proibido foram orientados a mudar de faixa enquanto dirigiam. Não houve punição. Na Avenida Antônio Carlos Magalhães, na região do Hiperposto, uma viatura que fiscaliza o trânsito diariamente redobrou a atenção em relação ao uso incorreto da faixa. No local, também não houve punição.
O condutor notificado por circular nas vias exclusivas para ônibus – no horário das 6 às 22 horas – é enquadrado no Artigo 184 do Código de Trânsito Brasileiro, o CTB. O Inciso I do código reconhece como infração leve o ato de dirigir na pista da direita, regulamentada como faixa de circulação exclusiva para os coletivos. Ele perde 3 pontos na carteira de habilitação e sofre multa de R$ 53,20.
Já o motorista do ônibus que dirigir na faixa destinada aos carros de passeio também será notificado. Ele perde 5 pontos na carteira e sofre multa de R$ 85,13. Nesse caso, a infração é considerada grave.

Fonte: A Tarde

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No Rio, Empresas de ônibus operaram com frota reduzida

O Sindicato das Empresas de Ônibus do Rio (Rio Ônibus) justificou o reduzido número de veículos em circulação na manhã desta terça-feira pelo fato de os rodoviários não terem conseguido chegar às garagens. A Viação São Silvestre, que opera linhas circulares na Zona Sul, chegou a ter apenas 30% de sua frota na rua. A falta de ônibus foi explicada também pelo grande número de enguiços e panes.
A Transportes Santa Maria teve três veículos parados por afogamento do motor. Os coletivos da Estrela Azul também tiveram de retornar à garagem em consequência dos alagamentos. A Rio Ônibus disse ter enviado às empresas associadas uma orientação para que evitassem locais de risco, como a Avenida Niemeyer e a estrada Grajaú-Jacarepaguá.

Fonte: O Globo

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Chuva também prejudica metrô e causa apagões no Rio


As fortes chuvas que assolam o Rio de Janeiro desde ontem também causam transtornos para o deslocamento do carioca na capital fluminense. O metrô na linha 1 está funcionando a intervalos irregulares e algumas unidades estão com paradas de pelo menos vinte minutos. Ainda, cidades da região metropolitana do Rio sofrem com apagões.
Na estação Botafogo, zona sul, a venda de bilhetes chegou a ser suspensa - as ruas em torno do metrô da estação estão completamente alagadas, impedindo o tráfego de veículos. O secretário de saúde do Estado, Sérgio Côrtes, confirmou as informações do Corpo de Bombeiros, em entrevista à rádio, de que já chega a 25 o total de mortos e a 58 o de feridos.
Em comunicado, a Ampla - com sede em Niterói e que atende 66 municípios - informou que a chuva causou a interrupção do fornecimento de energia em algumas regiões atendidas pela distribuidora. Os municípios mais afetados são Niterói e São Gonçalo. Em Niterói, foram atingidos principalmente partes dos bairros do Largo da Batalha, São Francisco, Santa Rosa, Fonseca, Icaraí, além de Itaipu e Camboinhas, na Região Oceânica. Já em São Gonçalo, as áreas mais afetadas são Jardim Catarina e Barro Vermelho.
Ainda segundo a empresa, o temporal, que chegou acompanhado de raios e fortes ventos, derrubou galhos e árvores sobre a rede e a formação de barreiras tem dificultado o trabalho das equipes de emergência. A Ampla informou ter aumentado o efetivo e que está trabalhando para normalizar completamente a situação o mais rápido possível.

Fonte: G1
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Salvador ganha projeto urbanístico para revitalizar Cidade Baixa e entra em polêmica com fundação


Salvador começou voltada para a Baía de Todos os Santos. Ali, no que viria a ser o centro da cidade, a faixa ao nível da praia foi chamada Cidade Baixa. Acima, a conhecida Cidade Alta integra outra parte do coração da capital baiana. Hoje, já bastante deteriorada e completamente sufocada pelo trânsito de veículos, a Cidade Baixa recebeu um plano para revitalização urbana - o Projeto Nova Cidade Baixa, assinado pelo Brasil Arquitetura, escritório paulista que contou com o apoio de arquitetos locais da A&P Arquitetura e Urbanismo.
  • O projeto visa remodelar o centro com requalificação urbana, ambiental e paisagística, desde o bairro de Campo Grande até a Ribeira, abrangendo toda a extensão da baía, incluindo as famosas praias do Cantagalo e de Boa Viagem. Segundo as diretrizes do projeto, a orla deverá receber ampla área de novos espaços públicos qualificados para uso e lazer de pedestres, com ciclovias, novas linhas de transporte público (veículo leve sobre trilhos, ou VLT), além de moradias em edifícios residenciais baixos (para não esconder o horizonte), com serviços para seus moradores. Planeja-se ainda desviar o tráfego intenso para túneis e estacionamentos subterrâneos.

O plano dos arquitetos também prevê equipamentos de grande porte para a cultura e o desenvolvimento socioeconômico, como escolas profissionalizantes.
A atual concentração demográfica da região não é homogênea, apresentando pontos mais densos (caso da região do Comércio), e outros mais esparsos, a exemplo dos pavilhões militares ou lotes com edifícios industriais degradados e subutilizados, juntos à orla. “A intenção principal é reaproveitar esse espaço urbano que tem forte apelo histórico e turístico, homogeneizando sua ocupação, ao gerar novas moradias e desviar veículos para que o uso do espaço seja público, com horizonte aberto para o mar”, conta Cícero Ferraz Cruz, do Brasil Arquitetura.

  • Como se trata de um masterplan, ou seja, uma plano geral, sem detalhamento, o projeto não está pronto para ser executado. Assim, como recurso de planejamento, a equipe de arquitetos dividiu a Cidade Baixa em cinco grandes áreas - Campo Grande/Praça Cayru; Comércio/Fuzileiros Navais; Jequitaia; Cantagalo/Boa Viagem e Mont-Serrat-Tainheiros/Uruguai -, com inúmeras obras previstas para cada uma delas.

Todas as cinco áreas seriam assim beneficiadas por novos sistemas de transporte coletivo, como o VLT circular interligado com a linha suburbana de trem, e novos teleféricos para passageiros transitarem entre Cidade Alta e Cidade Baixa. Largos espaços para circulação de pedestres, ciclovias e uma linha regular de transporte náutico também seriam disponibilizados à população.

  • No Campo Grande, pontos como Passeio Público, Parque da Aclamação e Forte de São Pedro serão requalificados, enquanto a Avenida Contorno deverá ganhar outro passeio anexo. O projeto prevê também a construção de um teleférico entre o Largo dos Aflitos e o Solar do Unhão, onde fica o Museu de Arte Moderna.
  • Um túnel, chamado Mergulhão, desafogaria o tráfego afunilado na junção da Avenida Contorno com a Avenida da França. A Praça Cayru, por sua vez, seria assim liberada da atual função viária para receber edificações de fins culturais, além de esconder, sob sua nova esplanada, um estacionamento subterrâneo de 400 vagas.

Para o Comércio, a ideia é reestruturar – ou limpar – suas vias internas, totalmente encobertas por veículos e edifícios comerciais. “Propomos a priorização do fluxo de pedestres sobre o de automóveis, com novos passeios, estacionamentos, e a transformação da Avenida da França, principal, em via de mão dupla”, conta Cruz

  • Surgiria também uma nova Esplanada do Porto, espaço sem os armazéns portuários que hoje ocupam grande área, para que viesse a ter uso público, contínuo e aberto para a baía, com pontos comerciais de médio porte interligados por marquise, além de uma passarela elevada para conectar o Porto a um novo Terminal Internacional de Passageiros – onde fica ainda hoje o Instituto do Cacau.

O Moinho da Bahia e o Moinho Salvador receberiam escritórios, salas de cinema e mais comércio. Ainda na área identificada como Fuzileiros Navais, torres hoteleiras supririam a demanda de turistas que chegam à cidade nos cruzeiros; um Terminal Intermodal faria conexão entre VLT, teleférico, ônibus e metrô, e o também chamado Novo Comércio receberia edifício-garagem para mil vagas e um centro de convenções.

  • Por fim, dentre os projetos mais importantes e previstos no masterplan, a equipe do Brasil Arquitetura repensou a praia de Boa Viagem como um dos cartões postais mais importantes da cidade, e propõe sua revitalização desde a Ponta de Humaitá. Um novo parque, identificado como Parque Metropolitano de Itapagipe, trará verde e mais vida à área entre a Avenida Suburbana e a linha férrea.
    Polêmica

O projeto Nova Cidade Baixa, apesar de prever melhorias para o espaço urbano de Salvador, não foi encomendado pelo poder público baiano. Segundo os arquitetos da Brasil Arquitetura, foi a Fundação Baía Viva, privada, quem o encomendou e o doou ao Estado da Bahia. A Fundação Baía Viva foi fundada em 1999 por um grupo de empresários baianos "preocupados com a preservação do maior cartão postal da Bahia e marco representativo da História do Brasil: a Baía de Todos os Santos", conforme o site da entidade.

  • A doação foi questionada pelo jornal baiano "A Tarde", que publicou em 27 de fevereiro de 2010 uma matéria cobrando do prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) a identificação do patrocinador do projeto Salvador Capital Mundial, do qual a proposta Nova Cidade Baixa faz parte. Na reportagem o jornal levanta a suspeita de que por trás da doação estariam interesses econômicos do próprio grupo diretor da fundação, que conta com empresários do mercado imobiliário entre seus membros - caso de Carlos Seabra Suarez.

O arquiteto Marcelo Ferraz garante, no entanto, que não sofreu qualquer tipo de pressão para o desenvolvimento do projeto. “Fizemos aquilo que achávamos melhor para a cidade do ponto de vista urbanístico; inclusive com apoio de profissionais locais conceituados.”

  • A reação lenta da prefeitura municipal em responder às críticas ressentiu o doador do projeto, que desfez a doação, retirando o projeto das mãos do poder público. “Esperamos agora que o Governo do Estado, que se demonstrou muito interessado, possa reverter esta delicada situação, para que pelo menos parte do Nova Cidade Baixa possa vir um dia a tramitar nos órgãos legislativos, ser aprovado e finalmente executado”, declara Marcelo Ferraz.

Fonte: Uol Notícias

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Confira as alternativas existentes para a Cidade Administrativa de Belo Horizonte

A integração dos modos de transporte coletivo por ônibus, metrô e fretamento foi apontada como o sistema mais adequado para atender à demanda de deslocamento para a nova sede do governo mineiro.
Clique nas opções abaixo e confira as alternativas existentes para a Cidade Administrativa. Se preferir, utilize as opções do mapa.

METRÔ
Embarque em qualquer estação do Metrô até as Estações Vilarinho ou São Gabriel, onde se encontram as opções de integração com linhas de ônibus e fretado. Bilhete ao preço de R$1,80. A integração metrô-ônibus, com cartão BHBus, totaliza R$3,20.

ÔNIBUS
Embarque na estação do Barreiro, em pontos específicos da Área Central ou nos corredores Carlos Luz, Antônio Carlos e Cristiano Machado. A tarifa mínima é de R$ 2,30 e a máxima é de R$3,13, dependendo da integração utilizada na estação Vilarinho.

CARONA
Os servidores estaduais têm à sua disposição um sistema exclusivo e seguro de incentivo à carona para deslocamento até a nova sede do governo, através do site Projeto MelhorAR.

CARTÃO BHBUS
O usuário poderá comprar créditos ou recarregar o cartão nos postos Transfácil, nas estações BHBus e do Metrô. O atendimento do Transfácil pode ser feito pelo telefone 3248-7300.

FRETADO
Também poderá ser usado transporte fretado gratuito para servidores e prestadores de serviço entre a Estação Vilarinho e a Cidade Administrativa. Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, entre 07h00 e 19h00.
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Moradores do Rio penam para conseguir andar de ônibus devido as fortes chuvas

Muitas pessoas se aventuraram a andar a pé pela cidade, enfrentando os alagamentos por causa do nó no sistema de trânsito. Alguns cidadãos esperaram quatro horas para conseguir um ônibus.
Fonte: G1
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ANTP firma acordo com Banco Mundial para projetos de transporte sustentável em SP, BH e Curitiba no valor total de U$8,5 milhões


A ANTP firmou no dia 4 de março de 2010, em Brasília, acordo com o Banco Mundial para atuar em projetos de transporte sustentável, no valor total de US$8,5 milhões, visando à redução de emissões de gases de efeito estufa nas regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba.

Para a implementação dos projetos, a ANTP firmará convênios bilaterais específicos com quatro organizações: a Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo (CET-SP), vinculada à Prefeitura de São Paulo; a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, ligada à Secretaria de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo; a Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), vinculada à Prefeitura de Belo Horizonte, e o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitba (Ippuc), ligado à Prefeitura de Curitiba.

Os recursos são provenientes do Fundo GEF (Global Environment Facility).e serão entregues pelo Banco Mundial a ANTP que os repassará às organizações conveniadas.

  • O programa
Denominado Susteinable Transport and Air Quality Program (STAQ) – ou, em português, Programa Transporte Sustentável e Qualidade do Ar – trata-se de é uma iniciativa regional para a América Latina, que envolve um conjunto de cidades escolhidas pelo Banco Mundial em três países: Brasil, Argentina e México. O conteúdo do programa foi negociado por mais de dois anos entre representantes das cidades participantes e do Banco Mundial, até a definição do seu formato final.

A ANTP foi escolhida pelo Banco Mundial para exercer o papel de Agência Executiva Nacional, coordenando o desenvolvimento das suas ações no Brasil.Duração e 'janelas de 'ntervenção'. O projeto se desenvolverá por três anos e as suas atividades serão distribuídas em cinco ‘janelas de intervenção': Gestão integrada das políticas de transporte e uso do solo, Melhorias do transporte coletivo, Estímulo ao uso dos meios de transporte não motorizado, Gestão do transporte de carga urbana, e Gestão da demanda para redução do uso dos meios de transporte individual.

Fonte: ANTP
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MPPE firma acordo para regularização do transporte público de Caruaru


Para regulamentar o sistema de transporte coletivo no município de Caruaru, e acabar com as linhas irregulares concedidas sem prévia licitação, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), através dos promotores de Justiça com atuação em Defesa da Cidadania, Maria Carolina Jucá e Rodrigo Costa Chaves, firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Autarquia Municipal de Defesa Social, Trânsito e Transporte (Destra).

O acordo prevê a fixação de prazos para várias ações indispensáveis, como por exemplo, um levantamento que permitirá a concessão de novas linhas de transporte coletivo de passageiro, por meio de ônibus ou veículos semelhantes, de forma legal, através de processo licitatório. Além disso, os contratos irregulares existentes devem ser encerrados para que todos obedeçam o que determina a Lei.

De acordo com o texto do Termo, os promotores de Justiça identificaram que vários contratos para concessão e permissão para as linhas de transporte foram firmados antes da Constituição Federal e prorrogados sucessivas vezes, sem o devido procedimento licitatório. Inclusive, algumas linhas de ônibus foram cedidas de outras empresas sem a menor formalidade, assim como os contratos foram prorrogados por quinze anos, mesmo aqueles que se encontravam com os prazos expirados.

A Destra deverá cumprir, no prazo de 90, todas as ações necessárias para garantir a organização das licitações que permitirão a concessão da permissão dos serviços de transporte, sendo o primeiro passo o levantamento das empresas de ônibus e a avaliação dos serviços e condições dos veículos. A Autarquia terá até o dia 30 de julho pra promover a abertura dos processos licitatórios, observando todas as formalidades legais. Uma vez encerrada a licitação, a compromissária terá 10 dias úteis para rescindir os contratos firmados sem os processos legais e iniciar a execução do serviço de transporte coletivo de passageiro por meio das empresas vencedoras do concurso. Caso qualquer cláusula do termo seja descumprida, poderá acarretar em pagamento de multa diária no valor de um salário mínimo.

De acordo com o sistema constitucional vigente, ressalvados os casos específicos, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes. Por estes motivos, os agentes públicos responsáveis poderão sofrer as sanções da Lei, podendo até serem acionados por improbidade administrativa.

Fonte: MPPE

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Programa Despoluir realiza primeiras avaliações anuais em Campina Grande


A frota de ônibus do transporte público de passageiros de Campina Grande será submetida a um programa de melhoria da qualidade do ar e redução de poluentes. Segundo informações da FETRONOR, Federação da Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste, o Programa Despoluir tem como objetivo combater a emissão de poluentes no setor de transporte de passageiros, através do monitoramento da frota de ônibus em circulação na cidade.

Até sexta-feira, 9 de abril, o Programa tem como meta vistoriar no mínimo 50% da frota de ônibus de Campina Grande, estimada em 200 veículos no total, segundo informações do Sitrans-CG. Durante o ano de 2009, o programa avaliou toda frota do município, alcançando um índice de 90% de aprovação em consonância aos limites de emissão de fumaça estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA.

Juntamente com a capital de Alagoas, Maceió, que obteve 94%, Campina Grande configura entre os melhores índices de aprovação de frota dos estados atendidos pela FETRONOR. Representando um aumento na qualidade de vida da população e na consciência da preservação ambiental pelo setor transportador. Como funciona: uma unidade móvel do programa, equipada com opacímetro (aparelho que mede o nível de fumaça emitido pelos motores ciclo diesel) visita sistematicamente as empresas.

Os motores dos veículos são analisados pelo equipamento que está conectado a um computador, gerando automaticamente os resultados sobre os níveis de emissão de fumaça, conforme os limites estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA (resolução nº 16/1995 e nº 251/99)¹. Nas situações em que os resultados ultrapassem os limites da legislação, a empresa é notificada sobre os veículos reprovados e o Programa Despoluir volta a analisar o mesmo ônibus num período de 90 dias.

Os veículos aprovados recebem o 'Selo Despoluir', que possuem validade de até 180 dias. Um incentivo é concedido às empresas todos os anos, a criação do Prêmio Fetronor Despoluir. Tal prêmio reconhece com distinção as empresas que apresentarem melhor desempenho na redução de emissão de gases nos estados de Alagoas, Paraíba, Rio grande do Norte e Pernambuco. No ano de 2009 as empresas de João Pessoa, Transnacional e Reunidas, foram primeira e segundo colocadas, respectivamente, na modalidade Empresas Urbanas.

Uma novidade para este ano é a criação do Prêmio Despoluir, no âmbito nacional, onde todas as empresas de transporte sindicalizadas e participantes do programa poderão concorrer. O programa é uma iniciativa Confederação Nacional do Transporte (CNT) em parceria com a Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (FETRONOR), em operação nos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O Sitrans-CG ao longo de todo programa se tornou uma grande aliado, transmitindo à sociedade e empresas de transporte de passageiros de Campina Grande à preocupação ambiental do setor.

Fonte: Paraíba online
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Urbs abre propostas de preço da licitação do transporte


A Comissão Especial de Licitação da Urbs, Urbanização de Curitiba S/A abriu em sessão pública nesta segunda-feira (5) as propostas comerciais apresentadas pelos consórcios Pontual, Transbus e Pioneiro na licitação da operação do sistema de transporte coletivo urbano de Curitiba.As contas e valores apresentados nas propostas serão agora conferidos pela Comissão de Licitação, que ao fim do processo anunciará os valores finais.

Os três consórcios entregaram documentação e propostas técnicas e de preço no dia 25 de fevereiro passado, também em sessão pública realizada no auditório da Urbs, na Rodoferroviária.Os consórcios, que reúnem 11 empresas de Curitiba e Região Metropolitana, foram habilitados pela comissão de licitação e tiveram as propostas técnicas aprovadas.

A licitação, na modalidade Concorrência (005/2009), prevê a operação das linhas de transporte coletivo de Curitiba. São 250 linhas do sistema principal e 52 complementares - Linha Turismo e Sistema Integrado de Transporte do Ensino Especial (Sites).São do sistema principal as linhas Expresso, Direta (Ligeirinho), Interbairros, Troncais, Alimentadoras, Convencionais e Circular, divididas em três lotes. No total, é previsto o atendimento, em dias úteis, de 1.836.704 passageiros, com uma frota operante de 1.399 ônibus. O sistema tem 21 terminais e 315 estações-tubo.

O Consórcio Pontual é formado pelas empresas Transporte Coletivo Glória, Auto Viação Marechal, Auto Viação Mercês e Auto Viação Santo Antonio; o Consórcio Transbus é integrado pelas empresas Auto Viação Redentor, Araucária Transporte Coletivo e Expresso Azul; e o Consórcio Pioneiro, pelas empresas Viação Cidade Sorriso, Viação Tamandaré, Auto Viação São José e CCD-Transporte Coletivo).

Como ocorreu nas sessões anteriores, a sessão pública desta segunda-feira foi acompanhada por representantes dos consórcios que participam da licitação e por jornalistas de vários veículos de comunicação de Curitiba. Os representantes dos consórcios acompanharam a abertura dos envelopes que estavam lacrados e rubricados desde a data de entrega, em fevereiro.Avanços
Em entrevistas concedidas após o encerramento da sessão, o presidente da Comissão Especial de Licitação e diretor de Transporte da Urbs, Fernando Ghignone, destacou alguns dos avanços técnicos do sistema de transporte a partir da licitação, como maior treinamento de funcionários, melhoria da acessibilidade e ampliação da frota movida a biocombustível.

Outro ponto importante, disse Ghignone, é a mudança no sistema de remuneração das empresas, que hoje é feito apenas por quilômetro rodado e passará a ser feito por quilômetro rodado e número de passageiros pagantes. Com isso, explicou, haverá um interesse maior das empresas em incentivar o cidadão a trocar o transporte individual pelo coletivo, o que exigirá melhorias contínuas no sistema.

Fonte: Bem Paraná

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Ager-MT apresenta projeto do novo sistema para o setor em 27 de abril


Publicado no Diário Oficial do Estado, que circula nesta segunda-feira (05.04), o aviso da Audiência Pública para a apresentação do Projeto Básico de Licitação e Programa de Exploração do Novo Sistema de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros. A Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager-MT) convida todos os interessados a participarem da audiência no dia 27 de abril, terça-feira, a partir das 13h30, no Salão Bem-Te-Vi, do Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá. É neste evento que Agência de Regulação irá apresentar os detalhes do projeto de reestruturação do Sistema de Transporte Intermunicipal de Passageiros e receber as contribuições da sociedade.
O processo de licitação no setor foi alterado a partir da Constituição de 1988. As mudanças foram regulamentadas pela lei 8987-95 (lei das concessões), e o artigo 42, alterado pela lei 11.445-07, estabelece o prazo até 2010 para que seja realizada a adequação das concessões feitas antes de 88 e dos contratos sem licitação e/ou precários efetuados depois desta data. Em Mato Grosso, o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado, em 2007, entre o Ministério Público, o Governo do Estado e a Ager-MT, determinava o dia 31 de março para o início da reestruturação do setor. “Nós já avançamos muito em relação à reestruturação exigida pelo Ministério Público. A Ager fez a sua parte definindo o Projeto Básico e do Projeto de Exploração, mas, ainda há questões legais a serem definidas, portanto, vamos precisar de mais tempo para publicação do edital de licitação. Acredito que o Ministério Público é sensível quanto a esta questão”, disse Vandoni. O não cumprimento do TAC implica em uma multa de R$ 30 mil/dia por linha não licitada além das decisões judiciais que somam R$ 500 mil.

O atual sistema de transporte intermunicipal opera com os mesmos parâmetros de quase 30 anos atrás. Nos 141 municípios existem 105 contratos para a operação de linhas de transporte intermunicipal de ônibus convencionais, 44 linhas alternativas (micro ônibus) e 52 linhas com autorizações precárias (contratos que podem ser rompidos). Um levantamento da Agência de Regulação aponta que 40 linhas não são executadas pelas empresas. Com exceção do contrato de concessão entre Cuiabá e Várzea Grande, licitado recentemente, os contratos da modalidade chamada “convencional” (ônibus), foram firmados em sua grande maioria antes da Constituição de 1988 e todos estão vencidos. Na modalidade “alternativo” (micro-ônibus), quase todos os contratos se encontram vencidos.

Fonte: Folhabnet
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