São Paulo: Inauguração do Complexo Viário mudará itinerários no Jaraguá

domingo, 14 de março de 2010


A SPTrans informa que devido à inaguração do Complexo Viário do Jaraguá, previsto para o dia 15 de março, segunda-feira, 10 linhas que atendem a região terão os seus itinerários alterados.
Para informações sobre os trajetos de linhas de ônibus consulte itinerários ou ligue 156.

Linhas e itinerários:
8009/31 Cidade D'Abril 3ª Gleba - Terminal Pirituba
847J/41 Vila Jaraguá - CEAGESP
8544/10 Cidade D'Abril 3ª Gleba - Lgo do Paissandu
8594/10 Cidade D'Abril - Pça Ramos de Azevedo
888P/10 Perus - COHAB Taipas
Ida: normal até a Rua Camocim de São Félix, Complexo Viário do Jaraguá, Estrada de Taipas, prosseguindo normal.
Volta: normal até a Estrada de Taipas, Complexo Viário do Jaraguá, Rua Camocim de São Félix, prosseguindo normal.
9011/10 Estação Jaraguá - T.T.V.N. Cachoeirinha
Ida: Rua Vicente Amato Sobrinho, Estrada de Taipas, retorno, Estrada de Taipas, prosseguindo normal.
Volta: sem alteração.
9011/21 Estação Jaraguá - City Jaraguá
Sentido único: Rua Vicente Amato Sobrinho, Estrada de Taipas, retorno, Estrada de Taipas, prosseguindo normal
9188/42 Capela da Lagoa - Lapa
Ida: normal até a Estrada de Taipas, Complexo Viário do Jaraguá, Rua Camocim de São Félix, prosseguindo normal.
Volta: normal até a Rua Camocim de São Félix, Complexo Viário do Jaraguá, Estrada de Taipas, prosseguindo normal.
971R/10 Estação Jaraguá - Metrô Santana
Ida: sem alteração.
Volta: normal até a Estrada de Taipas, retorno, Estrada de Taipas.
971R/51 Chica Luisa - Metrô Santana
Ida: normal até a Rua Camocim de São Félix, Complexo Viário do Jaraguá, Estrada de Taipas, prosseguindo normal.

Fonte: SPTrans
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Idosos terão cartão para ônibus em BH


Ministério Público marca data para que as empresas de transporte de BH implantem novo dispositivo para idosos

O Ministério Público de Minas Gerais já marcou data para acabar com a falta de dignidade imposta aos passageiros de ônibus com mais de 65 anos em Belo Horizonte que não pagam passagem. Em 20 dias, até a semana santa, a BHTrans e as quatro concessionárias do sistema municipal de transporte coletivo terão de apresentar o cartão dos idosos, previsto em lei municipal desde 2007.

Com o plástico em mãos, cerca de 100 mil idosos da capital vão poder transpor a roleta sem precisar passar pelo constrangimento de precisar indiretamente revelar a idade ao motorista e aos outros passageiros, ao ser obrigados a apresentar a carteira de identidade. Com a medida, deixam também de ficar restritos ao “curral” da porta de entrada, reservado a gestantes, pessoas com deficiência ou mães com crianças no colo.

A aposentada Nancy Celeste Pinto, de 68 anos, viaja em pé no ônibus por mais de uma hora até a Região de Venda Nova, onde mora. Para entrar no veículo, ainda tem de apresentar a carteira de identidade. Para ela, a implantação do cartão do idoso já deveria ter acontecido há muito tempo. “Os assentos da frente do ônibus ficam ocupados por jovens, que não cedem o lugar de jeito nenhum”, reclama.

De início resistentes, os representantes das empresas de ônibus já estão gostando da ideia. Atualmente, sem o Cartão BHBus do Idoso, os idosos significam 15% da gratuidade total do sistema. Pelo menos 5% poderá ser economizado pelas empresas, que vão coibir as fraudes envolvendo a gratuidade dos idosos, já que o Estatuto do Idoso prevê reserva de 10% dos assentos para eles.

Segundo o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH), existem pessoas que se fazem passar por idosos para não pagar a passagem, usando de artifícios como tapar a foto da carteira de identidade com o dedo, falsificar a data do RG ou mesmo deixando de exibir comprovante de idade. “O idoso não é problema para o sistema de transporte público, desde que a gratuidade não seja desvirtuada com alguém querendo se fazer passar por idoso”, afirma um empresário do setor, que pede para ficar no anonimato.

No total, a gratuidade atinge 20% dos custos do sistema municipal de transporte, incluindo acessos livres a carteiros, pessoas com deficiência, operadores do sistema (motoristas e trocadores), funcionários da Justiça do Trabalho e da Justiça Federal, auditores do trabalho e auditores fiscais. A reportagem do Estado de Minas tentou obter os dados do custo do transporte coletivo da capital junto a dois representantes das quatro concessionárias de BH, ao Setra e à BHTrans. Embora os dados devessem ser públicos, nenhum número a esse respeito havia sido informado até o fechamento desta edição.

“A lei municipal é de 2007. É inadmissível que, em três anos, o idoso ainda esteja submetido a essa situação degradante na capital. Ele só pode usufruir da parte dianteira superlotada do ônibus e não pode transpor a roleta para a parte de trás, onde há assentos livres”, afirma o promotor de Justiça de Defesa do Consumidor, José Antônio Baêta de Melo Cançado.

Segundo ele, além de cobrar a apresentação do cartão no prazo determinado, o MP vai passar a fiscalizar o aumento do fluxo de idosos aos postos de inscrição.“Se hoje há uma procura de 200 pessoas por dia pelo cartão, esse número deverá dobrar nos próximos dias”, exige.

“A paciência dos idosos esgotou-se. Basta pegar um ônibus no horário de pico para ver como eles são tratados”, protesta Ana Paula Mendes Rodrigues, promotora e autora da ação.

Fonte: Uai - Minas
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Equipamento para deficientes visuais identificarem ônibus será apresentado em feiras tecnológicas


O DPS2000, equipamento que permite a usuários com deficiência visual identificarem ônibus que pretendem tomar, será apresentado no próximo dia 16 na Inova Brasil, feira empresarial de incubadoras e parques tecnológicos, que acontecerá em São José dos Campos, interior de São Paulo. O dispositivo foi patenteado pela UFMG e resulta de parceria entre o inventor Dácio Pedro Simões e o pesquisador Julio Cesar David de Melo, do Laboratório de Sistemas Inteligentes da Escola de Engenharia da Universidade e sócio da Geraes Tecnologias Assistivas – empresa responsável pelo desenvolvimento do produto.

O equipamento é composto por um transmissor portátil que fica com o usuário e um receptor, instalado nos ônibus. "No ponto de ônibus o usuário aciona o aparelho, que emite um sinal para o dispositivo instalado nos ônibus. O motorista vê o sinal no painel e sabe, antecipadamente, que no próximo ponto deve parar", explica Julio Cesar de Melo, em reportagem especial sobre o DPS publicada em forma de livro, pelo Sebrae. Quando o ônibus estaciona no ponto, uma mensagem é reproduzida em um alto falante localizado na porta de entrada do veículo para avisar o usuário, explica a reportagem.

O equipamento começou a ser testado desde o início de março em frota de transporte urbano de Jaú, em São Paulo. Ele será apresentado na Feira de Turismo Muito Especial de Pernambuco, que acontecerá em Recife, de 24 a 27 de março. O evento deve ter novidades para as áreas de saúde, alimentação, tecnologia da informação, agricultura e tantos outros segmentos.

Fonte: UFMG
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Em Rio Preto, carro perde de galinha no rush


Velocidade média de um veículo no Centro em horários de pico chega a cair para 8,2 km/h; galinha anda a 14km/h

Você sabia que na hora do rush uma galinha anda mais rápido do que um carro em ruas de Rio Preto? O Site BOM DIA tirou a prova.
No quadrilátero do rush – entre as avenidas Alberto Andaló e Bady Bassitt e as ruas Redentora e Pedro Amaral, um carro chega a andar a uma velocidade de 8,2 quilômetros por hora enquanto uma penosa percorreria até 14 quilômetros no mesmo tempo.

O Site BOM DIA percorreu as ruas do Centro (em horários e dias diferentes) e constatou que o trânsito é mais crítico nas ruas Bernardino de Campos, Coronel Spinola de Castro, 15 de Novembro, Pedro Amaral, além das avenidas Bady Bassitt e Alberto Andaló, nos horários do rush da manhã, tarde e noite, onde a reportagem chegou a gastar 8 minutos e 50 segundos para percorrer 1,2 quilômetro. Essa mesma distância poderia ser feita por uma galinha em 5 minutos e oito segundos, segundo cálculos do matemático da Unesp João Carlos Ferreira Costa.

Com os 8 minutos e 50 segundos que se gasta para andar doze quadras no centro de Rio Preto é possível fazer uma viagem de 9,5 quilômetros, saindo do trevo da avenida Clóvis Oger até Mirassol.
Para o auxiliar de serviços gerais Thiago Augusto da Silva, 25 anos, é preciso “sangue frio” para andar em Rio Preto na hora do rush. Ele diz que perde diariamente entre 20 a 25 minutos para percorrer pouco mais de dois quilômetros da rua Pedro Amaral. “Tem de ter muita paciência. O trânsito aqui é péssimo.”

Estrangulado

O problema do trânsito em Rio Preto se agrava a cada ano, com o aumento da frota de veículos na cidade. Segundo Luci Montemor, professora do Centro de Formação de Condutores Transitar, a cidade não foi projetada para tamanho crescimento.
Ela, que há dez anos estuda o trânsito de Rio Preto, diz que as ruas são muito estreitas o que impede uma solução definitiva para o problema. “Seria impossível derrubar todos os imóveis para avançar mais na largura das ruas e depois reconstruí-los. Solução não há, mas tem como minimizar esse caos.”

Corredores Para Ônibus

Luci aponta como fundamental a implantação de corredores de ônibus em Rio Preto. “Isso agilizaria bastante o transporte urbano, que passaria a ser mais atraente aos olhos da população.”
Mas diz que seria preciso investir em campanha de educação do motorista. “Isso já foi tentando antes, mas os motoristas não respeitaram a faixa de uso exclusivo para ônibus.”
Ela aponta a ciclovia como outra opção. “A área ao lado da Represa e a avenida Clovis Oger poderiam ter ciclovias e quem trabalha no Distrito Industrial poderia ir de bicicleta. Seria um grande avanço.”

Projetos

Segundo o secretário de Trânsito, Aparecido Capello, dois projetos estão previstos para 2011: sincronizar os semáforos das principais vias e um estudo do trânsito e da malha viária de Rio Preto.

População compra veículo e deixa transporte público

A população de Rio Preto cresceu 15,6% de 2000 a 2008, mas, em contrapartida, houve uma queda média de 15% nos usuários do sistema público de transporte no mesmo período.
É que o rio-pretense tem investido em veículos particulares. Em oito anos (de 2000 a 2008) a frota de automóveis passou de 101.187 para 140.502 (38%). Hoje, já são mais de 200 mil carros. E o número de motos praticamente dobrou, de 37.589 para 71.902 (91%). Os dados são da Conjuntura Econômica.
Enquanto a população saltou de 358.253 para 414.272, o número de usuários de ônibus sofreu queda de 30.732 para 26.220. Resultado do aumento do poder de compra e o descontentamento com o transporte público.
Com isso, o problema do trânsito em Rio Preto tende a se agravar.
Em breve mais uma usuária da Circular Santa Luzia passará a trabalhar de carro.
A doméstica Franciele Fernanda Claudino, 25 anos, comprou um carro e agora vai tirar carta de habilitação.
“Quero melhorar minha qualidade de vida. Hoje eu gasto uma hora e meia para ir para o trabalho. Com o carro faria em menos de 30 minutos.”
Ela mora na Vila Elmaz e vai até o Cidade Jardim.
Segundo o chefe de tráfego da Circular Santa Luzia, Euclides Spatti, Rio Preto precisa de vias de tráfego rápido para que o transporte público seja eficaz. “O preço da passagem também é alto, mas devido às gratuidades e impostos.”

Fonte: Rede Bom Dia
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