Grande BH volta à normalidade

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Depois de três dias de transtornos decorrentes da greve dos rodoviários, o trânsito da Grande Belo Horizonte retorna à normalidade. Sindicatos trabalhistas e patronal confirmaram que 100% dos ônibus circularam. A situação deve permanecer assim pelo menos até domingo, quando os trabalhadores voltam a se reunir em assembleia.
A categoria vai avaliar a proposta apresentada ontem pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que autorizou a reabertura das negociações. Enquanto as partes não chegam a um acordo sobre o índice de reajuste de salários, os funcionários das empresas de ônibus receberão abono mensal que varia entre R$ 50 e R$ 100, aumento no valor do vale-refeição (de R$ 230 para R$ 245).
Além disso, caso a categoria aceite a retomada das negociações sem a realização de novas paralisações, motoristas e trocadores terão perdoados os dias parados, e os sindicatos trabalhistas não terão que pagar multa diária de R$ 300 mil nem ter as contas bloqueadas.
Os sindicatos dos trabalhadores ressaltam que o estado de greve continua. Eles exigem reajuste de 37%, ante uma proposta de 4,36% das empresas. "Estamos caminhando para uma resolução do problema", disse Valéria Reis, representante do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Metropolitano (Sintram). Segundo ela, 96% dos ônibus circularam normalmente ontem na capital. O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (STTRBH) informou que 100% dos 29 mil rodoviários da capital trabalharam normalmente ontem.
Fonte: O Tempo
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Metrô de SP promete 10 estacionamentos ao lado de estações até 2011; 700 mil carros devem sair das ruas


O Metrô de São Paulo espera fechar o ano de 2010 com dez estacionamentos de carros em funcionamento ao lado das estações da capital.
Pelas estimativas do órgão, se as previsões de inauguração se confirmarem, mais de 700 mil carros devem ser tirados de circulação no município em 2011.
Atualmente, são quatro endereços atendendo a população. Na estação Santos-Imigrantes, na Corinthians-Itaquera, na Bresser e na Marechal Deodoro.
O usuário pode deixar o carro nos locais por 12 horas e ganha direito a duas passagens de metrô, trem ou ônibus intermunicipais. Os preços para esse período variam: R$ 8,79 no primeiro estacionamento, R$ 7,38 no segundo, R$ 11,30 no terceiro e R$ 11,40 no quarto, respectivamente. Por hora extra deve-se pagar um adicional que varia entre R$ 1 e R$ 1,40.
“É como um bilhete único. A pessoa ganha um cartão, recarrega e pode usar os créditos como quiser”, explica Cristina Bastos, chefe de departamento que é responsável pela trabalho.
Segundo ela, pesquisas já mostraram que os estacionamentos fazem com que os motoristas deixem de ir ao trabalho pelo transporte individual e prefiram o coletivo. “Na estação Santos-Imigrantes, por exemplo, muitos usuários relataram que sobem do litoral, estacionam o carro lá e seguem para o serviço na região da avenida Paulista”, diz Cristina.
Hoje, no total, são 769 vagas à disposição da população. Até o final do ano, no entanto, deverão ser abertas mais de outras mil nos futuros endereços. Pelos cronogramas oficiais, deverão ser abertas unidades nas estações Belém, Guaianazes, Tamanduateí, Brás, Santos-Imigrantes 2 e Dom Bosco.
As áreas usadas normalmente são terrenos que, após a construção das estações, ficaram sem uso e foram reaproveitadas para a nova função. “Temos uma ótima avaliação do serviço e, daqui para frente, o Metrô irá sempre pensar em alternativas para fazer os motoristas preferirem o transporte coletivo”, finaliza a chefe de departamento.

Fonte: BOL Notícias
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DF: Passageiros pedem melhorias no transporte público do Entorno

Quem está acostumado a pegar ônibus na região pede mais veículos e mais linhas. Muitos ônibus estão velhos e não oferecem segurança para a população.

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Passagem de ônibus e metrô pode ficar mais barata


A passagem de ônibus e metrô pode ficar mais barata em todo o país com a inclusão do valor da publicidade no cálculo da receita operacional das empresas de transportes, segundo um projeto aprovado nesta quinta-feira (25) pelo Senado. Ou seja, quanto mais as empresas ganhassem em publicidade, mais barata a passagem ficaria.
A proposta foi apresentada pelo senador Wellington Salgado (PMDB-MG), mas ainda precisa passar pela comissão de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor. Depois disso, ela ainda passará por uma análise da Comissão de Fiscalização e Controle.
Pelo projeto, o valor do bilhete teria que ser recalculado, pois levaria em conta o valor do espaço publicitário usado para a colagens de cartazes em estações e terminais. Atualmente, os recursos obtidos com publicidade são informados pelas empresas de transportes como receita fixa e não entram na conta que estabelece o valor da passagem.
O senador diz que os terminais e estações são locais "privilegiados", pois grande número de passageiros transita e favorece a captação de publicidade, beneficiando apenas os empresários.
Em São Paulo, a lei poderia agradar em cheio os paulistanos, já que as tarifas de transporte foram as que mais pesaram no bolso do consumidor em janeiro. No mês, a tarifa do ônibus municipal subiu de R$ 2,30 para R$ 2,70 e o bilhete único, que faz integração com o Metrô, passou de R$ 3,65 para R$ 4. A comissão de infraestrutura também aprovou nesta quinta-feira um projeto que permite a integração da rede ferroviária - com a participação de empresas que já operam no setor em novas licitações para expansão da malha.

Fonte: R7.com
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Três consórcios na licitação do transporte de Curitiba

Três consórcios apresentaram ontem à Urbs (Urbanização de Curitiba) documentação e propostas para a licitação do transporte coletivo da capital. Não houve a participação de empresas de outros estados brasileiros.
Os consórcios são compostos por empresas que já atuam no sistema curitibano e por outras da Região Metropolitana de Curitiba. A comissão de licitação recebeu os envelopes e conferiu toda a documentação em sessão pública, ontem pela manhã.
Os consórcios também entregaram as propostas técnicas e de preço. Os envelopes com essas propostas foram lacrados ontem e haverá mais duas sessões públicas para a abertura dos mesmos. As propostas técnicas serão analisadas pela comissão de licitação e depois será anunciado o consórcio vencedor neste quesito.
Somente após isso serão abertas as ofertas de preços. A escolha final pode demorar até 90 dias, contando todos os prazos previstos no edital da licitação. Desde a publicação do edital, houve o download de 200 cópias do documento no site da Urbs, que gerencia o transporte público da cidade.
Os consórcios participantes são: Transbus, formado pelas empresas Redentor, Araucária e Expresso Azul; Pioneiro, com as empresas Sorriso, Tamandaré, São José e CCD; e Pontual, com as empresas Glória, Marechal, Mercês e Santo Antônio.
Atualmente, dez empresas têm permissão para atuar no sistema público de Curitiba. Seis delas entraram nos consórcios (Redentor, Sorriso, CCD, Glória, Marechal e Mercês). O restante -as empresas Carmo, Curitiba, Luz e Água Verde - preferiu não participar da concorrência.
A Urbs dividiu todo o sistema em três lotes, que estão sendo licitados. Os consórcios concorrentes podem apresentar propostas para todos os lotes. No entanto, somente será escolhido um grupo para cada lote definido.
O valor da concessão é de R$ 8,6 bilhões, referente ao cálculo estimado do faturamento da prestação do serviço durante 15 anos (o tempo de concessão).Está prevista a outorga da concessão onerosa de R$ 252 milhões. Parte desse dinheiro será para a entrega de ônibus característicos de Curitiba (como os Ligeirinhos e os Expressos) às empresas que ainda não possuem esses veículos. O restante será aplicado no transporte da cidade pela prefeitura de Curitiba.
O contrato firmado com o consórcio escolhido pode ser prorrogado por 10 anos, mediante investimento financeiro. Entraram na concorrência todas as linhas de transporte coletivo da cidade. São 250 do sistema principal e 52 complementares (como a Linha Turismo). De acordo com a Urbs, o edital prevê, como obrigação das empresas escolhidas, a melhoria da velocidade média operacional, melhoria do conforto, busca de inovações tecnológicas, capacitação de funcionários e uso de biocombustível em níveis superiores ao mínimo estabelecido pelo governo federal.
O presidente da Urbs, Marcos Isfer, disse ontem que o edital deve se tornar referência para outros municípios que ainda não licitaram o sistema de transporte. Essa é a primeira licitação que Curitiba faz nessa área. O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Sestransp) informou que ainda não se pronunciará sobre o assunto.
Fonte: Paraná Online
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Em João Pessoa, MP vai fiscalizar a acessibilidade dos abrigos de ônibus


A Superintendência de Transportes e Trânsito de João Pessoa (STTrans) tem dez dias para enviar à Promotoria de Justiça de Defesa do Cidadão a relação com a localização dos 80 abrigos de ônibus já instalados na Capital e a previsão dos locais em que serão instalados as 150 novas paradas. De acordo com o promotor de Justiça Valberto Lira, após o recebimento das informações, o Ministério Público fará visitas in loco para verificar se os locais atendem às normas de acessibilidade.

O prazo foi definido durante uma audiência realizada nesta quarta-feira (24) com o diretor da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano (AETC/JP), Mário Tourinho, a diretora de Transportes Coletivos Angela Monteiro Barbosa e o assessor jurídico da STTrans José Ricardo de Lucena Melo. “A AETC é a responsável pela construção dos abrigos de ônibus.e por isso, ela foi chamada. Queremos assegurar que essas paradas sejam acessíveis a todos, sobretudo para os idosos e pessoas com deficiência, como manda a lei”, justificou.

Fonte:Click PB
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Novo ônibus é promessa para trânsito rápido em Belo Horizonte


Quatro avenidas do Vetor Norte de Belo Horizonte e pelo menos três da área central deverão receber o Transporte Rápido por Ônibus (TRO) ou Bus Rapid Transit (BRT). O sistema, que promete melhorar o transporte público da cidade, tem investimento previsto de R$ 493 milhões e deverá estar implantado até 2012. Até o momento, a Prefeitura já abriu licitação para elaboração de dois dos projetos executivos da obra, o das Avenidas Antônio Carlos/Pedro I - com projeto em andamento - e o das Avenidas Pedro II/Carlos Luz - que ainda está em licitação.
Com a implantação do sistema, a expectativa é de que a velocidade média dos coletivos aumente em mais de 40%, passando de 14 quilômetros por hora para 25 quilômetros por hora, em vias fora do Centro, e de seis para 20 quilômetros por hora dentro da região. De acordo com o gerente de Coordenação de Mobilidade Urbana da BHTRANS, Rogério Carvalho e Silva, o ganho de tempo com a estrutura será nos processos de embarque e desembarque e pagamento de tarifas e, principalmente, no trânsito: "Os ônibus não vão mais concorrer com os carros de passeio. Terão vias só para eles."

O TRO funciona em algumas cidades do mundo e tem experiência pioneira em Curitiba, no Paraná, que implantou o sistema em 1974. A lógica de operação é destinar vias exclusivas para os ônibus - maiores e, geralmente, articulados. No lugar de pontos de ônibus, são instaladas estações ou plataformas em desnível com a rua, mas na mesma altura das portas dos coletivos. Assim, o usuário não tem que subir e descer escadas. Outra diferença é a forma de cobrança de tarifas. O passageiro paga antes de embarcar, evitando o atraso provocado nas atuais roletas, em que são formadas filas de pessoas à espera de sua vez. De acordo com Rogério Carvalho, cada ônibus terá capacidade para cerca de 160 pessoas.

Segundo o gerente da BHTRANS, o Vetor Norte está sendo priorizado no projeto devido às mudanças que serão provocadas com a ida do Governo do Estado para a Cidade Administrativa, no Bairro Serra Verde, em Venda Nova, o aumento do uso do Aeroporto de Confins e a realização da Copa do Mundo, que vai utilizar o estádio do Mineirão, na Pampulha. No entanto, diz, o objetivo é expandir o sistema para outras vias, como Amazonas e Tereza Cristina.

O projeto das Avenidas Antônio Carlos/Pedro I já está sendo desenvolvido e, conforme Rogério Carvalho, não terá tantas obras porque irá aproveitar as intervenções que estão sendo feitas no momento. Desapropriações só estão previstas para o projeto das Avenidas Pedro II/Carlos Luz. O corredor Antônio Carlos/Pedro I deverá ter entre 20 e 25 plataformas de embarque/desembarque. Pelo percurso, passam, hoje, cerca de 400 mil passageiros por dia. As obras para o TRO na via devem começar no início de 2011 e serão em 25 quilômetros - até a Estação Vilarinho.

Para o professor de Planejamento de Transportes do Cefet-MG, Frederico Rodrigues, para países em desenvolvimento, como o Brasil, o TRO é a melhor solução quando analisados custo/benefício: "Com o que se gasta em um quilômetro de metrô, se constrói dez quilômetros de BRT". Segundo ele, todas as vias da capital têm condições de receber o sistema, já que a cidade é radial - os corredores se destinam ao Centro. O professor observou que a referência mundial em TRO é Bogotá, na Colômbia, que tem o Transmilênio inspirado no modelo de Curitiba.

Fonte: O Dia
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Prefeitura de Poço de Caldas-MG inaugura estações de integração de transporte urbano


As estações de linhas urbanas, que contam com investimentos de aproximadamente R$ 3 milhões da Prefeitura, vão trazer uma série de vantagens aos usuários. Com a implantação, os cidadãos vão poder contar com a economia e o conforto do Sistema Integrado Grande Amigo – SIGA.
“As estações de integração vão facilitar a vida dos usuários do serviço de transporte coletivo na cidade”, destaca o prefeito Paulo César Silva. A implantação do Sistema Integrado de Transporte Coletivo de Passageiros foi acordada entre a Prefeitura, o Ministério Público e a empresa de ônibus Circullare, em novembro de 2005.
Além da construção das três estações, o sistema prevê modificações no transporte coletivo como a implantação de linhas alimentadoras e linhas-tronco, construção de pontos de conexão de linhas em locais estratégicos e de abrigos com informações aos usuários.
Também fazem parte do projeto, o sistema de transporte com veículos acessíveis às pessoas com necessidades especiais e com dificuldades motoras e o sistema de bilhetagem automática, permitindo a integração pontual.A construção das estações das zonas oeste e sul ficou a cargo da construtora Damas, de Franca (SP). Na zona leste, a empresa executora é a Embrasp, de Poços.
O Sistema Integrado tem por objetivo possibilitar maior oferta de viagens nos bairros, reduzir o tempo das viagens, proporcionar maior acessibilidade e agilidade com menor custo de deslocamento, através das novas linhas das estações, além do terminal central. Para ter acesso ao SIGA, o usuário precisa do Cartão Amigo, já que é a bilhetagem eletrônica que possibilita os benefícios.
Fonte:Prefeitura
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Passageiros reclamam da superlotação dos ônibus em Porto Velho


A superlotação do transporte coletivo incomoda a população, em Porto Velho. O problema é antigo e está aliado a demora nos pontos de ônibus. De acordo com a Secretaria Municipal de Trânsito (Semtran), a frota é calculada com base no número de usuários em cada linha e a dificuldade em aumentar a quantidade de veículos está no custo operacional.
Na hora de pico, muitas pessoas preferem esperar mais um pouco a ter que entre no ônibus lotado como é o caso do aposentado José Fernandes que deixou passar dois ônibus e no final teve que enfrentar a superlotação porque não podia esperar mais. A auxiliar de serviços de saúde, Maria Eunice Pereira, atribui a falha ao monopólio das empresas do ramo.

Fonte: PortalAmazônia
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Ônibus voltam a circular em Minas Gerais


Depois de três dias de trânsito lento e poucos ônibus circulando com a greve dos motoristas, a quinta-feira foi tranquila na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Segundo o sindicato das empresas, 100% dos coletivos voltaram às ruas. Já o sindicato dos trabalhadores estima que 80% da frota tenha circulado.
Empresários e trabalhadores se reuniram nesta quinta-feira no Tribunal Regional do Trabalho para negociar o fim da greve. A justiça propôs um abono salarial entre R$ 50 e R$ 100, aumento de 4,5% no tíquete refeição e a manutenção das negociações salariais.
Os trabalhadores vão se reunir no domingo para decidir se aceitam os termos do acordo. Até lá, a greve continua mas, segundo o sindicato dos trabalhadores os ônibus devem circular normalmente.
Fonte: OGlobo
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Tarifa social começa a vigorar a partir deste domingo em São Luís


A tarifa social ou “domingueira”, instituída pelo prefeito de São Luís, João Castelo, entra em vigor a partir deste domingo (28) no transporte coletivo urbano da capital. A medida reduzirá, no percentual de 50%, ou seja, pela metade, o valor das passagens aos domingos na cidade.

O decreto nº 38.917, de 18 de fevereiro de 2010, tem como base os artigos 1º (incisos II e III) e 6º da Constituição Federal, considerando a necessidade de implantação e desenvolvimento de uma política social municipal de incentivo à mobilidade, ao lazer, à cultura e ao turismo.

Durante o painel apresentado na Câmara Municipal de São Luís na última quarta-feira (24), o secretário municipal de Trânsito e Transportes, Ribamar Oliveira Filho, destacou a importância do decreto e disse que a domingueira é um compromisso firmado pelo prefeito.

Pela primeira vez, São Luís terá a tarifa social e os usuários pagarão somente a metade do valor das passagens aos domingos.Segundo o prefeito João Castelo, com a tarifa social, todas as classes terão tratamento igualitário, “o que permitirá à criatura humana poder aproveitar melhor os momentos de entretenimento aos domingos, pagando apenas a metade do valor das passagens”.

Decreto - O Artigo 2º do decreto deixa claro que “os vales-eletrônicos e demais benefícios inerentes ao Sistema de Transporte Público de Passageiros serão aceitos normalmente aos domingos, observada a redução das tarifas em 50%”. Para tanto, o Sistema de Transporte deverá realizar as devidas adequações no sistema de bilhetagem eletrônica.

Fonte: Jornal o Pequeno
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Campo Grande: Tarifa de ônibus sobe 9% para quem usa cartão e penaliza as empresas


A Prefeitura encontrou uma solução 'salomônica' para a tarifa de ônibus, que teve reajuste de 9%, bem acima da inflação do ano. Entretanto, permanece no valor máximo de R$ 2,50. O que aconteceu é que acabou o desconto para pagamento com o cartão. Nessa modalidade a tarifa do transporte coletivo de Campo Grande custava R$ 2,30, um estímulo para diminuir a circulação de dinheiro nos ônibus. A grande maioria dos usuários pagava a passagem com cartão, portanto o impacto do reajuste será alto.
Pela lógica, agora tanto faz pagar com o cartão ou com dinheiro, a tarifa é sempre R$ 2,50. Mas a Prefeitura reserva outra surpresa. Os mais afetados com o reajuste são os empresários que pagam vale-transporte aos empregados.
O aumente de R$ 0,20 na tarifa para quem usa cartão vem na contramão do discurso do prefeito de que era sua intenção acabar com a circulação de dinheiro nos coletivos e com isso diminuir os assaltos e garantir a segurança dos motoristas e passageiros. Sem diferença de valor, poderá aumentar o fluxo de dinheiro nos coletivos.
A solução encontrada é impositiva: em seis meses os coletivos de Campo Grande, simplesmente, só aceitarão cartão. Quem não tiver cartão, não pode usar o transporte coletivo. Ainda não há detalhamento de como isso vai acontecer.
O motivo para o reajuste apresentado pela Prefeitura é referente ao aumento dos salários dos funcionários das empresas do transporte coletivo e do preço dos combustíveis.
O valor de R$ 2,50 entra em vigor a partir do dia 1º de março deste ano. A informação é do membro do Conselho de Regulação dos Serviços Públicos, Haroldo Borralho, que participou da reunião onde foram apresentadas as planilhas de custos do transporte coletivo.
Participaram da reunião o diretor-presidente da Agetran, Rudel Trindade, os vereadores Lídio, Mario César e Flávio Cesar, além de membros do Conselho de Regulação. A reunião acabou há pouco na Agreg (Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos).
A tarifa de ônibus está na mira do Ministério Público Estadual desde o ano passado, quando o deputado estadual Pedro Kemp (PT) protocolou uma representação pedindo providências, tendo em vista a reação negativa do reajuste para R$ 2,50, o valor mais alto do país, na época. Kemp disse que o MPE prometeu tentar um acordo para reduzir a tarifa e, se isso não fosse possível, acionaria a Justiça. Não acionou.
O MPE produziu um documento em que elenca alguns pontos estranhos na composição da tarifa. O excesso de gratuidade é um deles. Outro item é o arredondamento da tarifa, sempre a mais do que o valor apurado na planilha. No ano passado a planilha apontava um valor de R$ 2,47. O prefeito preferiu elevar a tarifa para R$ 2,50.
Fonte: Midiamax
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Tarifa de ônibus de Blumenau volta a R$ 2,30


Em comunicado oficial a tarifa do transporte coletivo volta a ser de R$ 2,30 em Blumenau. A autarquia se antecipou à ordem judicial que suspendeu nesta quarta-feira os efeitos do decreto que reajustou o preço da passagem de ônibus, dia 19 de fevereiro. Até a noite de desta quarta-feira, o Seterb e Consórcio Siga ainda aguardavam a intimação formal.

Segundo o comunicado, o valor da tarifa do ônibus executivo (vermelhinho) também volta ao valor de R$ 2,90 e, aos domingos, a tarifa de R$ 1 será retomada. Os usuários que adquiriram créditos no valor de R$ 2,55 até esta quarta-feira, no cartão Siga, terão descontados apenas R$ 2,30, ficando o saldo excedente em créditos para o passageiro.

No dia 19 de fevereiro, a passagem passou de R$ 2,30 para R$ 2,55, um aumento de 10,8%. A manifestação do juiz Osmar Tomasoni, suspendendo o aumento, se baseou em duas ações civis públicas, uma protocolada pela Associação Catarinense de Defesa dos Direitos Constitucionais (ACDC) e outra pela Associação de Moradores da Rua Coripós.

Fonte: JORNAL DE SANTA CATARINA
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