Curitiba: As empresas vencedoras da licitação terão de cumprir metas de cinco itens de controle de qualidade

domingo, 28 de fevereiro de 2010

As empresas ou consórcios vencedores da licitação das linhas de ônibus em Curitiba terão de cumprir metas de cinco itens de controle de qualidade, detalhados no edital publicado em 29 de dezembro do ano passado. Além disso, estarão sujeitas a multas de acordo com 228 infrações listadas na Lei do Transporte Coletivo, aprovada na Câmara Municipal e sancionada pelo prefeito Beto Richa em 2008.
A concorrência aberta pela Urbanização de Curitiba (Urbs), com valor estimado em R$ 8,6 bilhões ao longo de 15 anos, cria cinco índices de qualidade: cumprimento de viagens no horário programado; satisfação do usuário com a qualidade dos veículos e conduta dos operadores; interrupção de viagens por falha nos veículos; liberação de vistoria e de autuações (veja infográfico). Em todos os casos, as empresas pagarão multas descontadas da remuneração.
Para o caso de descumprimento de cada um dos cinco itens do controle de qualidade a cada mês, o edital prevê o desconto de 0,6% do pagamento previsto. Cada um dos indicadores foi calculado com base nos dados de desempenho de qualidade das atuais empresas ao longo dos primeiros nove meses de 2009.
Esses índices foram usados como parâmetros para definir as metas referentes ao primeiro ano de operação das empresas vencedoras da licitação e para os anos seguintes. Porém, a Urbs adimite que os novos concessionários serão mais fiscalizados que as atuais empresas, através de um sistema de pontos.
“Os operadores precisarão ter um controle de qualidade maior do que no sistema atual, sob risco de penalidades que podem chegar à cassação do contrato”, informa em nota.
As sanções aplicadas com base na Lei do Transporte Cole­­tivo são mais pesadas. A legislação prevê o desconto da remuneração conforme a gravidade da falha, que pode ser desde um funcionário ser flagrado fu­­­mando dentro dos ônibus à empresa reter o dinheiro pertencente ao Fundo de Urba­­­ni­­­zação por mais tempo do que o previsto. A multa aplicada, nesses casos, é o desconto do valor equivalente à quilometragem rodada, numa escala de 5 a mil quilômetros. Quanto maior a infração, maior a quilometragem descontada.
Segundo a Urbs, as empresas podem responder simultaneamente por um falta tanto pelas regras da licitação, quanto pela Lei do Transporte Coletivo. “As (penalidades) previstas no regulamento são operacionais e as previstas no edital são de cumprimento de contrato. O edital, inclusive, prevê que as penalidades possam ser aplicadas concomitantemente. Há obrigatoriedade da empresa de corrigir a falha, além de pagar a multa”, afirma a direção do órgão.
Horário
Um dos pontos mais polêmicos do controle é o cumprimento dos horários fixados pela Urbs, já que é o que rende mais multas as empresas. De modo geral, as empresas serão obrigadas a cumprir o horário de 95% das viagens programadas. Mas foram criados dois horários de pico (5h30 às 8h30 e 17 às 20h), em que a exigência é mais branda devido ao fluxo maior de carros nas ruas.
Críticas
O ex-diretor de Planejamento da Urbs, João Carlos Cascaes, acredita que a Urbs deveria abrir a fiscalização das empresas para a sociedade civil. Atualmente, os técnicos do órgão, ligado à prefeitura, são os únicos a verificar o cumprimento das exigências técnicas. Ele lembra, porém, que a Urbs está sujeita a pressões políticas para proteger as empresas e o interesse econômico delas. “A depender do prefeito, a fiscalização fica mais rigorosa ou menos rigorosa.”
A empresa se defende e, em nota, salienta que “o Conselho Municipal de Transporte foi reativado nesta gestão justamente para ampliar a participação popular” e que “possui corpo técnico de qualidade reconhecida internacionalmente e do qual fazem parte advogados, engenheiros, arquitetos, administradores, entre outros, registrados em seus respectivos conselhos regionais.”

Fonte: Gazeta do Povo
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Campanha do Blog ''Meu Transporte'', Seja um Seguidor.

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Abraços!!!
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Transporte urbano no Brasil à beira do caos


A política brasileira anda aos tropeços. Mas o trânsito, nas grandes cidades, parou. De Fernando Henrique a Lula , muitas promessas, mas o que se vê são carros em excesso, linhas de ônibus irregulares, transporte clandestino, frota mal conservada, trens insuficientes, sistemas de metrô precários, falta de sinalização, motoristas e pedestres mal educados.
A fatura para o cidadão engloba perda de tempo e de dinheiro. Em horários de pico, um deslocamento de cerca de 20 km até o centro do Rio dura, no mínimo, uma hora e meia. Em dias de chuva ou quando qualquer retenção impede o fluxo normal de veículos, pode levar de três a cinco horas. Além de mal atendido, o brasileiro médio ainda compromete diretamente 20,49% do seu orçamento com transporte, contra 14,06 % na Argentina e 13,31% no Chile.
Até 1995, o Brasil possuía, segundo a Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), uma população de 152 milhões de pessoas, das quais 120 milhões (79%) moravam em áreas urbanas. Em 2010, estima-se que esta proporção alcance 90%. Nas cidades, o percurso a pé e o uso do ônibus são as formas predominantes de deslocamento. Diariamente, cerca de 90 mil ônibus transportam 50 milhões de passageiros no país.
Entretanto, existem apenas 12 sistemas de metrô/ferrovias que transportam somente 5 milhões de passageiros ao dia. No Sul e no Sudeste, regiões que possuem renda per capita mais elevada, o automóvel particular atende grande parte das viagens motorizadas (na Região Metropolitana de São Paulo, o percentual chega a 50%).
A falta de investimentos em transportes de massa e o aumento do número de veículos em circulação agravaram continuamente as condições de trânsito nas cidades. Somente de 1950 para 1995, o número de veículos no País saltou de 430 mil para 25 milhões.
O descontrole sobre o trânsito, a idade da frota e o péssimo estado do sistema viário estimularam situações crônicas de congestionamentos, com elevação dos tempos de viagem e redução da produtividade.
De olho nestes números, os especialistas em planejamento de transporte público vêem a uma retomada da economia com mais preocupação do que alívio. Há cerca de 1 milhão de desempregados na cidade de São Paulo. Do ponto de vista da engenharia de tráfego, a hipótese de uma rápida recuperação deste mercado de trabalho, significaria o caos.
Em agosto, a ANTP estará realizando o 15º Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito. Que as discussões tragam sugestões efetivas para melhoria da qualidade de vida nas grandes cidades.
Fonte: PBJA
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Tarifa social entra em vigor neste domingo em São Luís

Desde a zero hora deste domingo (28), está valendo a tarifa social ou “domingueira”, instituída pelo prefeito de São Luís, João Castelo, no sistema de transporte coletivo urbano. A partir de agora, durante todos os domingos, o usuário pagará apenas a metade (50%) do valor correspondente à passagem do ônibus que utilizar.
Ao salientar que a domingueira é um compromisso firmado pelo prefeito, o secretário municipal de Trânsito e Transportes, Ribamar Oliveira, observou que, pela primeira vez, São Luís terá a tarifa social. “Este é o programa de tarifa social mais abrangente implantado até agora em uma capital brasileira por contemplar todos os níveis tarifários”, afirmou ao destacar a importância do decreto nº 38.917, de 18 de fevereiro de 2010, que instituiu o benefício.
De acordo com o decreto, a partir deste domingo, 28 de fevereiro, todos os usuários pagarão apenas a metade da passagem, durante todos os domingos na capital maranhense. A medida faz parte de uma política social municipal de incentivo à mobilidade, ao lazer, à cultura e ao turismo.
O secretário Ribamar Oliveira garante que os vales-eletrônicos e demais benefícios inerentes ao Sistema de Transporte Público de Passageiros serão aceitos normalmente aos domingos, observada a redução dos 50% nas passagens. “É importante frisar que o sistema de bilhetagem eletrônica já está todo adaptado ao novo sistema”, garantiu.
Pelo decreto assinado pelo prefeito, as empresas concessionárias do serviço de transporte coletivo deverão manter inalterado o número de linhas e de ônibus circulando aos domingos, a fim de não causar qualquer prejuízo aos usuários. O titular da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) explicou que a frota de ônibus terá, inclusive, um reforço de sobreaviso, que irá se adequar à demanda de forma progressiva e permanente.
Fonte: prefeitura de São Luís

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Horários de ônibus terão alterações nesta 2ª feira em Sorocaba


A partir da próxima segunda-feira (01), a Urbes – Trânsito e Transportes informa que promoverá algumas alterações nas linhas do transporte coletivo com o objetivo de melhorar o atendimento aos usuários, conforme segue abaixo:
Linha 17 – Central Parque: Efetivação do itinerário pela rua Narciso Tedesco em ambos os sentidos nos dias úteis e aos sábados, criação do atendimento simultâneo (Piazza + São Marcos) na viagem centro-bairro das 19h21.
Linha 18 – Quintais do Imperador: Alteração de horário da viagem centro-bairro de segunda a sexta-feira e aos sábados, partindo do TSA, de 5h26 para 5h30.
Linha 23 – Industrial: Criação de uma viagem no sentido centro-bairro às 5h15 e alteração de horário da viagem bairro-centro de segunda a sexta-feira, partindo do ponto final, de 20h para 20h10.
Linha 29 – Hollingsworth: Criação de atendimento à escola Flávio Gagliardi na viagem centro-bairro das 13h20.
Linha 31 – Cajuru: Alteração de horários nas viagens centro-bairro e bairro-centro de segunda a sexta-feira como segue, partindo do ponto final, de 6h52 para 6h57 e partindo do TSP, de 7h46 para 07h51. Criação de atendimento Vila Maria dos Prazeres na viagem centro-bairro de 5h54 e partindo do ponto final, de 12h26 para 12h21, e do TSP, de 13h28 para 13h33. Criação de atendimento Vila Maria dos Prazeres na viagem bairro-centro de 12h21.
Linha 51 – Green Valley: Suspensão da viagem no sentido centro-bairro, partindo do TSP, às 7h30, em dias úteis.
Linha 58 – V. Régia: Efetivação, em dias úteis, do desvio centro-bairro e bairro-centro, em razão da liberação da duplicação da avenida Antonio Silva Saladino e mudança de mão de direção na rua Antônio Pedro Lucas.
Linha 58/1– V. Régia/Sorocaba Park: Efetivação, em dias úteis, do desvio bairro-centro, em razão a liberação da duplicação da avenida Antonio Silva Saladino e mudança de mão de direção na rua Antônio Pedro Lucas.
Linha 80 – Ufscar: Alterações em todos os horários devido à volta às aulas.
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Gratuidade de transporte coletivo para idosos volta à pauta em Pelotas

O vereador Luiz Eduardo Brod Nogueira, o Adinho (PPS), protocolou novamente o seu projeto de emenda à Lei Orgânica do Município (LOM) que deverá garantir a gratuidade aos idosos no transporte coletivo da Zona Rural. A matéria, que já havia sido votada e não aprovada na Câmara de Vereadores pela insuficiência de votos, no início de dezembro do ano passado, deverá ser examinada de novo em até 45 dias.
Nesta semana ainda, o Conselho Municipal do Idoso (CMI) encaminhou uma carta de repúdio ao Legislativo, principalmente pelo fato de, naquele dia, o vereador representante da Câmara no Conselho, Idemar Barz (PTB), se abster de votar no projeto em prol à parcela da comunidade que ele mesmo representa. O documento também se refere ao estranhamento causado no grupo de conselheiras por não terem sido convidadas para a sessão.
Segundo a presidente e representante da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) no CMI, Maria da Glória Santana, aquele resultado provocou uma triste surpresa na comunidade e nas conselheiras. "Era preciso dez votos, mas foram obtidos apenas nove. Se ele (Barz) - que representa a terceira idade do meio rural - não tivesse optado pela abstenção, estaríamos com o projeto aprovado".
Maria da Glória acrescentou que, se o CMI estivesse presente na ocasião, o petebista possivelmente não teria tido coragem de não votar. "O fato é que não estivemos presentes porque não fomos convidadas, nem sequer avisadas da votação do projeto".
Ao afirmar que realmente pode não ter havido o envio do convite ao Conselho por esquecimento, Barz rebateu: "Mas o assunto foi amplamente divulgado na imprensa". Sobre a abstenção, o legislador foi taxativo. "Não sou contra o projeto. O fato é que ele é inconstitucional e, mesmo aprovado, seria vetado pelo Executivo. Existem inúmeras tentativas semelhantes em todo o Estado, todas frustradas pelo mesmo motivo".
Fonte: Diário Popular
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Problemas no transporte coletivo urbano são comuns em muitas cidades do Estado de São Paulo

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Araçatuba - Problemas no transporte coletivo urbano são comuns em muitas cidades do Estado de São Paulo, mas algumas prefeituras do Interior Paulista se adiantaram na busca por melhoria dos serviços prestados à população. Marília está em processo de transição para pôr fim ao monopólio dos coletivos. Presidente Prudente, Franca e Bauru já operam com mais de uma empresa. Em Araçatuba, a TUA é a única empresa que faz o transporte coletivo. Representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário de Araçatuba se reúnem hoje para discutir o tema.
Em Marília, município que vive situação semelhante à de Araçatuba, os vereadores aprovaram no dia 22 de dezembro do ano passado projeto de lei que regulamenta o transporte coletivo e permite que duas empresas prestem o serviço na cidade. Problemas na qualidade dos serviços foram uma das razões para o projeto.
Segundo o presidente do SAF (Sistema Auxiliar de Fiscalização do Transporte Coletivo Urbano), Antônio Carlos Silva, as reclamações dos coletivos administrados pela Empresa Circular de Marília são gerais, situação que ocasionou a proposta de mudar a lei municipal que monopolizava o serviço. 'Ônibus sujos, excesso de velocidade e de lotação, atrasos e mudança de linhas sem consultar a população são alguns dos problemas relatados pelos usuários', explica Silva, em entrevista à Folha.
O SAF funciona como uma espécie de conselho municipal que monitora a qualidade dos trabalhos oferecidos pelas concessionárias de transporte público. O órgão teve papel importante nas discussões que resultaram em mudanças no transporte coletivo de Marília. Em Araçatuba, entidade semelhante seria o Conselho de Usuários de Transporte de Passageiros, previsto pela Lei Orgânica do Município, mas que não foi criado até hoje.

Presidente Prudente tem pouco mais de 207 mil habitantes e já conta com 24 ônibus adaptados com elevadores para pessoas com deficiência. A proporção é de um veículo para cada grupo de 8,6 mil moradores. Operam naquela cidade a Pruden Express e a TCPP (Transporte Coletivo de Presidente Prudente).

Em Araçatuba, onde vivem mais de 182 mil pessoas, há um ônibus adaptado para cada grupo de 18,2 mil moradores. A TUA (Transportes Urbanos Araçatuba) afirma que segue um cronograma firmado com o Ministério Público de Araçatuba, que prevê a instalação de dispositivos de acessibilidade em toda a frota até 2015, chegando ao total de 42 veículos. Por enquanto, a concessionária oferece dez ônibus adaptados.

Bauru opera seu sistema de transporte público com três empresas: Grande Bauru, Baurutrans e Cidade Sem Limites. O município tem 66,5% de sua frota adaptada para pessoas com deficiência, ou 157 veículos, enquanto Araçatuba tem 23,2%, porcentagem que representa dez carros. Com relação ao total da frota, Prudente tem um coletivo para cada grupo de 1,5 mil morado.Em Bauru, a relação também é de um para 1,5 mil, enquanto em Franca está em um para 3,1 mil. Em Araçatuba, essa proporção é de um para cada 4,2 mil, o que representa o menor número de ônibus per capita nos municípios pesquisados pela Folha. Para as cidades ouvidas, maior número de ônibus representa menor tempo de espera nos pontos.
Em Franca, com 330,9 mil moradores, há um veículo adaptado para cada 8,4 mil pessoas. A melhor proporção de acessibilidade levantada pela Folha da Região é da cidade de Bauru, com um ônibus para cada 2,2 mil pessoas, numa população total de 359,4 mil.
Fonte: Folha de Região
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Usuários de ônibus sofrem em pontos de Salvador


O vendedor de automóveis Fábio Pinto, de 28 anos, vai e volta do trabalho todos os dias de ônibus. Ele se diz indignado com a condição de alguns pontos. “Durante o dia, sofremos com o tempo, tanto faz se é sol ou chuva. À noite, o problema é a segurança”, desabafa. A cadeirante Lourdes Maria Barbosa, de 68 anos, enfrenta problemas maiores. “Muitos pontos não têm rampa para quem é deficiente”, afirma.
Atualmente, a população de Salvador conta com 2.736 pontos de ônibus para atender os cerca de 39 milhões de usuários mensais de transporte público. Como se vê, as reclamações que eles fazem sobre o estado de manutenção dos pontos e seus equipamentos são frequentes.
A situação é um pouco melhor nos abrigos que estão sob responsabilidade da iniciativa privada que, desde 1999, explora a publicidade no mobiliário urbano. O sistema é adotado em diversas capitais no Brasil e no mundo.

R$ 6 milhões - Em Salvador, as empresas JC Decaux e Cemusa venceram o pregão e assumiram 648 pontos, distribuídos em dois lotes. O primeiro (250) é explorado pela JC Decaux, vai da Barra a Itapuã e inclui a orla e adjacências até a Avenida Paralela. O segundo lote (398) corresponde aos pontos em vias internas da cidade, como Avenida Joana Angélica e Suburbana, estes são explorados pela empresa espanhola Cemusa.
As empresas faturam aproximadamente R$ 6 milhões mensalmente com os equipamentos. “A prefeitura fica com 5% do que as empresas faturam com a exploração comercial dos equipamentos, isto dá algo em torno de R$ 300 mil por mês”, informa a assessora-chefe da Secretaria Municipal de Transportes e Infraestrutura (Setin), Lídia Santana. Ela ressalta os prejuízos do vandalismo: “Muitos pontos são depredados, vidros são quebrados, lixo jogado no chão, enfim, é preciso que a população tenha mais consciência”, afirma.

Fonte: A Tarde
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DF: Usuários protestam contra Viação Anapolina

Um grupo de usuários de transporte público se reuniu ontem, na Rodoviária do Plano Piloto, para protestar contra as condições dos ônibus da Viação Anapolina, única a fazer o transporte coletivo entre cidades do Entorno e Brasília. Munidos de apitos, distribuindo cartazes, eles percorreram todas as filas de ônibus da viação, recolhendo assinaturas para um abaixo-assinado que será entregue hoje ao promotor de Justiça da Comarca de Luziânia, Jefferson Rocha. Em cinco dias de assinaturas, mais de 500 nomes integravam a lista. Além de melhorar as condições do serviço que a empresa oferece, defendem que haja concorrência no transporte da região.
Vestido de palhaço, um dos criadores da manifestação, Alcino Sodré, 28 anos, explicava as razões do movimento, batizado de Fora Anapolina. Segundo ele, as passagens são caras, a empresa não aceita vale-transporte para estudantes, em algumas linhas é possível encontrar baratas e insetos e os veículos estão sempre atrasados. “Já esperei mais de uma hora para pegar meu ônibus”, comenta. Enquanto aguardava na fila do ônibus, a diarista Maria de Fátima Rodrigues, 48 anos relata que coletivos quebrados são uma constante. “No ano passado, o ônibus começou a pegar fogo e o extintor não funcionava. Tivemos que parar em uma padaria e pegar balde e água para resolver”, conta.
De acordo com o assessor jurídico da Viação Anapolina, Antenor Mito, a empresa vem investindo na renovação da frota. No ano passado, destaca ele, 60 veículos foram substituídos por novos, e mais 40 carros antigos deram lugar a seminovos. A intenção é trocar mais 100 unidades em 2010. Os novos ônibus, prossegue ele, serão adaptados a portadores de deficiência. Em relação à gratuidade para estudantes, ele esclarece que, de acordo com a legislação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o benefício não se estende às linhas federais. Mito diz ainda que os ônibus passam por limpeza diária e destaca a precariedade das vias por onde trafegam. “Os trajetos são terríveis, cheios de buracos”, esclarece. Atualmente, cerca de 450 carros ligam o Entorno a Brasília. A circulação diária (ida e volta) é de cerca de 100 mil pessoas.
Fonte: Correio Brasiliense
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Em Goiânia, Reunião discute mudanças em 27 linhas de ônibus


Com as alterações em 27 linhas de ônibus da Região Metropolitana de Goiânia, desde o último dia 18, a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) admitiu a possibilidade de rever algumas delas, devido à grande insatisfação dos usuários.
Segundo o diretor-técnico da CMTC, Denício Trindade, “se precisar voltar atrás em alguns casos, será feito”, todavia, ele alega que a principio não foi localizada nenhuma linha nesta situação. “Este é um momento de transição e as pessoas estavam habituadas há muito tempo com as rotas que faziam diariamente, mas o impacto inicial já foi amenizado e os usuários já estão se acostumando com as modificações”, afirma ele.
Os promotores Érico de Pina e Murilo de Morais fiscalizaram ontem terminais em que as linhas sofreram alterações. O objetivo da verificação foi ver de perto a situação e as reclamações dos passageiros para fundamentar as medidas que devem ser tomadas. Hoje, eles se reúnem novamente com representantes da CMTC e empresas de ônibus para que sejam apresentadas as medidas estudadas pelos órgãos para minimizar o impacto das alterações.
O diretor-técnico garantiu que problemas pontuais, como aumento de demanda e atrasos em algumas linhas, já estão sendo resolvidos pela companhia e ônibus reservas estão sendo disponibilizados nos terminais. “Houve o aumento da demanda em algumas linhas e estamos monitorando esses locais para resolver o problema, com ações como o aumento de ônibus e oferta de viagens.”A direção do MP para que a divulgação na mídia fosse intensificada, de acordo com Denício, já está sendo feita.
“A mídia espontânea também ajudou a levar a informação”, afirma ele, que avisa que o 08006482222, que até semana passada não estava funcionando, agora está normal. Ele também recomenda os passageiros a utilizarem os serviços disponíveis no site http://www.rmccgoiania.com.br/.
Fonte: O Hoje
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Em BH, Novas linhas de ônibus facilitam o transporte


Já estão em operação os ônibus que farão o transporte gratuito entre a Estação Vilarinho do metrô e a Cidade Administrativa. O trajeto dessa linha é de cinco quilômetros, com tempo médio de viagem de sete minutos, funcionando de 7 da manhã até às 19 horas. Entre as 19 e 21 horas, um ônibus continuará circulando para atender os servidores que trabalham até mais tarde. Só terá acesso ao ônibus gratuito o servidor que estiver portando o crachá. "O site da BHTrans (www.bhtrans.pbh.gov.br) colocou no ar o Google Map, onde o servidor pode colocar o seu endereço de residência com destino "Cidade Administrativa", e o site já vai indicar qual é o melhor transporte coletivo que ele deve pegar para chegar de forma mais ágil", explicou Renata Vilhena.
O servidor também já conta com novas linhas de ônibus criadas para atender a Cidade Administrativa. A linha 6350 parte da estação BHBus do Barreiro e vai até a estação de metrô do Vilarinho, passando pelas avenidas Tereza Cristina, Amazonas, Anel Rodoviário, Antônio Carlos, Dom Pedro I e Vilarinho. Outras três linhas de ônibus partem do Centro de Belo Horizonte, da estação do metrô São Gabriel e da estação Venda Nova do BHBus.
A linha 65 sairá do Centro, passando pela rua da Bahia, avenidas Amazonas, Andradas e Antônio Carlos, com ponto final na estação Vilarinho. Já a linha 8650 sairá da estação São Gabriel com itinerário pela avenida Cristiano Machado e rodovia MG-010. O desembarque final será na Cidade Administrativa.
Já a linha 642 parte da estação Venda Nova do BHBus e passa pelas avenidas Padre Pedro Pinto, Vilarinho e Dom Pedro I. O desembarque também será na estação Vilarinho. Nos horários de pico (das 7h30 às 9h e das 16 às 18h), o trajeto de todas as linhas de ônibus será até a Cidade Administrativa e não apenas até a estação Vilarinho.
O sistema de transporte foi desenhado para facilitar a mobilidade e garantir maior integração entre os ônibus e o metrô, de forma que o servidor utilize o máximo de dois ônibus ou um ônibus e o metrô durante o deslocamento de casa até o trabalho.
Fonte: Governo do Estado
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Rio: Em audiência, deputados questionam intervalos de trens do metrô

Os problemas recentes do metrô do Rio foram discutidos durante seis horas nesta sexta-feira (26) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) em uma audiência pública. Representantes da concessionária do serviço, do governo do estado e do Ministério Público foram interrogados pelos deputados, mas a solução para o drama dos passageiros não foi encontrada.
Em discussão os pontos mais críticos do serviço oferecido. O diretor encarregado de falar pela empresa afirmou que os problemas de lotação e do calor só podem ser resolvidos com a chegada dos novos trens em 2011.
A concessionária foi contestada sobre o intervalo que tem mantido entre os trens, atualmente em 5,30 minutos. O contrato assinado pelo governo e pelo Metrô em 2007, já prevendo a criação da linha 1A, diz que o tempo entre as composições deve ser de 4,45 minutos na linha 1.
A agência reguladora do serviço não concorda. “É esse o contrato que tá valendo, é esse que a Agetransp vai cobrar do metrô que o metrô cumpra com a determinação do contrato”, disse Herval Souza, diretor da agência.
A Agetransp informou que já analisa até punições para o metrô, que podem ser anunciadas no dia 10 de março. Mas a agência diz que só poderá atuar depois que o governo do estado confirmar se os indicadores de qualidade do serviço estabelecidos no contrato estão valendo.
Para o deputado Alessandro Molon, que pediu uma CPI para o Metrô, a audiência mostrou que o contrato não está sendo cumprido e que a população é que acaba pagando. “ A concessionária diz que ela não tem como reduzir o intervalo antes de 2011, isso tudo prova que foi uma irresponsabilidade ter inaugurado a linha 1A antes da chegada dos novos trens”, disse.


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Grande BH volta à normalidade

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Depois de três dias de transtornos decorrentes da greve dos rodoviários, o trânsito da Grande Belo Horizonte retorna à normalidade. Sindicatos trabalhistas e patronal confirmaram que 100% dos ônibus circularam. A situação deve permanecer assim pelo menos até domingo, quando os trabalhadores voltam a se reunir em assembleia.
A categoria vai avaliar a proposta apresentada ontem pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que autorizou a reabertura das negociações. Enquanto as partes não chegam a um acordo sobre o índice de reajuste de salários, os funcionários das empresas de ônibus receberão abono mensal que varia entre R$ 50 e R$ 100, aumento no valor do vale-refeição (de R$ 230 para R$ 245).
Além disso, caso a categoria aceite a retomada das negociações sem a realização de novas paralisações, motoristas e trocadores terão perdoados os dias parados, e os sindicatos trabalhistas não terão que pagar multa diária de R$ 300 mil nem ter as contas bloqueadas.
Os sindicatos dos trabalhadores ressaltam que o estado de greve continua. Eles exigem reajuste de 37%, ante uma proposta de 4,36% das empresas. "Estamos caminhando para uma resolução do problema", disse Valéria Reis, representante do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Metropolitano (Sintram). Segundo ela, 96% dos ônibus circularam normalmente ontem na capital. O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (STTRBH) informou que 100% dos 29 mil rodoviários da capital trabalharam normalmente ontem.
Fonte: O Tempo
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Metrô de SP promete 10 estacionamentos ao lado de estações até 2011; 700 mil carros devem sair das ruas


O Metrô de São Paulo espera fechar o ano de 2010 com dez estacionamentos de carros em funcionamento ao lado das estações da capital.
Pelas estimativas do órgão, se as previsões de inauguração se confirmarem, mais de 700 mil carros devem ser tirados de circulação no município em 2011.
Atualmente, são quatro endereços atendendo a população. Na estação Santos-Imigrantes, na Corinthians-Itaquera, na Bresser e na Marechal Deodoro.
O usuário pode deixar o carro nos locais por 12 horas e ganha direito a duas passagens de metrô, trem ou ônibus intermunicipais. Os preços para esse período variam: R$ 8,79 no primeiro estacionamento, R$ 7,38 no segundo, R$ 11,30 no terceiro e R$ 11,40 no quarto, respectivamente. Por hora extra deve-se pagar um adicional que varia entre R$ 1 e R$ 1,40.
“É como um bilhete único. A pessoa ganha um cartão, recarrega e pode usar os créditos como quiser”, explica Cristina Bastos, chefe de departamento que é responsável pela trabalho.
Segundo ela, pesquisas já mostraram que os estacionamentos fazem com que os motoristas deixem de ir ao trabalho pelo transporte individual e prefiram o coletivo. “Na estação Santos-Imigrantes, por exemplo, muitos usuários relataram que sobem do litoral, estacionam o carro lá e seguem para o serviço na região da avenida Paulista”, diz Cristina.
Hoje, no total, são 769 vagas à disposição da população. Até o final do ano, no entanto, deverão ser abertas mais de outras mil nos futuros endereços. Pelos cronogramas oficiais, deverão ser abertas unidades nas estações Belém, Guaianazes, Tamanduateí, Brás, Santos-Imigrantes 2 e Dom Bosco.
As áreas usadas normalmente são terrenos que, após a construção das estações, ficaram sem uso e foram reaproveitadas para a nova função. “Temos uma ótima avaliação do serviço e, daqui para frente, o Metrô irá sempre pensar em alternativas para fazer os motoristas preferirem o transporte coletivo”, finaliza a chefe de departamento.

Fonte: BOL Notícias
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DF: Passageiros pedem melhorias no transporte público do Entorno

Quem está acostumado a pegar ônibus na região pede mais veículos e mais linhas. Muitos ônibus estão velhos e não oferecem segurança para a população.

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Passagem de ônibus e metrô pode ficar mais barata


A passagem de ônibus e metrô pode ficar mais barata em todo o país com a inclusão do valor da publicidade no cálculo da receita operacional das empresas de transportes, segundo um projeto aprovado nesta quinta-feira (25) pelo Senado. Ou seja, quanto mais as empresas ganhassem em publicidade, mais barata a passagem ficaria.
A proposta foi apresentada pelo senador Wellington Salgado (PMDB-MG), mas ainda precisa passar pela comissão de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor. Depois disso, ela ainda passará por uma análise da Comissão de Fiscalização e Controle.
Pelo projeto, o valor do bilhete teria que ser recalculado, pois levaria em conta o valor do espaço publicitário usado para a colagens de cartazes em estações e terminais. Atualmente, os recursos obtidos com publicidade são informados pelas empresas de transportes como receita fixa e não entram na conta que estabelece o valor da passagem.
O senador diz que os terminais e estações são locais "privilegiados", pois grande número de passageiros transita e favorece a captação de publicidade, beneficiando apenas os empresários.
Em São Paulo, a lei poderia agradar em cheio os paulistanos, já que as tarifas de transporte foram as que mais pesaram no bolso do consumidor em janeiro. No mês, a tarifa do ônibus municipal subiu de R$ 2,30 para R$ 2,70 e o bilhete único, que faz integração com o Metrô, passou de R$ 3,65 para R$ 4. A comissão de infraestrutura também aprovou nesta quinta-feira um projeto que permite a integração da rede ferroviária - com a participação de empresas que já operam no setor em novas licitações para expansão da malha.

Fonte: R7.com
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Três consórcios na licitação do transporte de Curitiba

Três consórcios apresentaram ontem à Urbs (Urbanização de Curitiba) documentação e propostas para a licitação do transporte coletivo da capital. Não houve a participação de empresas de outros estados brasileiros.
Os consórcios são compostos por empresas que já atuam no sistema curitibano e por outras da Região Metropolitana de Curitiba. A comissão de licitação recebeu os envelopes e conferiu toda a documentação em sessão pública, ontem pela manhã.
Os consórcios também entregaram as propostas técnicas e de preço. Os envelopes com essas propostas foram lacrados ontem e haverá mais duas sessões públicas para a abertura dos mesmos. As propostas técnicas serão analisadas pela comissão de licitação e depois será anunciado o consórcio vencedor neste quesito.
Somente após isso serão abertas as ofertas de preços. A escolha final pode demorar até 90 dias, contando todos os prazos previstos no edital da licitação. Desde a publicação do edital, houve o download de 200 cópias do documento no site da Urbs, que gerencia o transporte público da cidade.
Os consórcios participantes são: Transbus, formado pelas empresas Redentor, Araucária e Expresso Azul; Pioneiro, com as empresas Sorriso, Tamandaré, São José e CCD; e Pontual, com as empresas Glória, Marechal, Mercês e Santo Antônio.
Atualmente, dez empresas têm permissão para atuar no sistema público de Curitiba. Seis delas entraram nos consórcios (Redentor, Sorriso, CCD, Glória, Marechal e Mercês). O restante -as empresas Carmo, Curitiba, Luz e Água Verde - preferiu não participar da concorrência.
A Urbs dividiu todo o sistema em três lotes, que estão sendo licitados. Os consórcios concorrentes podem apresentar propostas para todos os lotes. No entanto, somente será escolhido um grupo para cada lote definido.
O valor da concessão é de R$ 8,6 bilhões, referente ao cálculo estimado do faturamento da prestação do serviço durante 15 anos (o tempo de concessão).Está prevista a outorga da concessão onerosa de R$ 252 milhões. Parte desse dinheiro será para a entrega de ônibus característicos de Curitiba (como os Ligeirinhos e os Expressos) às empresas que ainda não possuem esses veículos. O restante será aplicado no transporte da cidade pela prefeitura de Curitiba.
O contrato firmado com o consórcio escolhido pode ser prorrogado por 10 anos, mediante investimento financeiro. Entraram na concorrência todas as linhas de transporte coletivo da cidade. São 250 do sistema principal e 52 complementares (como a Linha Turismo). De acordo com a Urbs, o edital prevê, como obrigação das empresas escolhidas, a melhoria da velocidade média operacional, melhoria do conforto, busca de inovações tecnológicas, capacitação de funcionários e uso de biocombustível em níveis superiores ao mínimo estabelecido pelo governo federal.
O presidente da Urbs, Marcos Isfer, disse ontem que o edital deve se tornar referência para outros municípios que ainda não licitaram o sistema de transporte. Essa é a primeira licitação que Curitiba faz nessa área. O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Sestransp) informou que ainda não se pronunciará sobre o assunto.
Fonte: Paraná Online
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Em João Pessoa, MP vai fiscalizar a acessibilidade dos abrigos de ônibus


A Superintendência de Transportes e Trânsito de João Pessoa (STTrans) tem dez dias para enviar à Promotoria de Justiça de Defesa do Cidadão a relação com a localização dos 80 abrigos de ônibus já instalados na Capital e a previsão dos locais em que serão instalados as 150 novas paradas. De acordo com o promotor de Justiça Valberto Lira, após o recebimento das informações, o Ministério Público fará visitas in loco para verificar se os locais atendem às normas de acessibilidade.

O prazo foi definido durante uma audiência realizada nesta quarta-feira (24) com o diretor da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano (AETC/JP), Mário Tourinho, a diretora de Transportes Coletivos Angela Monteiro Barbosa e o assessor jurídico da STTrans José Ricardo de Lucena Melo. “A AETC é a responsável pela construção dos abrigos de ônibus.e por isso, ela foi chamada. Queremos assegurar que essas paradas sejam acessíveis a todos, sobretudo para os idosos e pessoas com deficiência, como manda a lei”, justificou.

Fonte:Click PB
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Novo ônibus é promessa para trânsito rápido em Belo Horizonte


Quatro avenidas do Vetor Norte de Belo Horizonte e pelo menos três da área central deverão receber o Transporte Rápido por Ônibus (TRO) ou Bus Rapid Transit (BRT). O sistema, que promete melhorar o transporte público da cidade, tem investimento previsto de R$ 493 milhões e deverá estar implantado até 2012. Até o momento, a Prefeitura já abriu licitação para elaboração de dois dos projetos executivos da obra, o das Avenidas Antônio Carlos/Pedro I - com projeto em andamento - e o das Avenidas Pedro II/Carlos Luz - que ainda está em licitação.
Com a implantação do sistema, a expectativa é de que a velocidade média dos coletivos aumente em mais de 40%, passando de 14 quilômetros por hora para 25 quilômetros por hora, em vias fora do Centro, e de seis para 20 quilômetros por hora dentro da região. De acordo com o gerente de Coordenação de Mobilidade Urbana da BHTRANS, Rogério Carvalho e Silva, o ganho de tempo com a estrutura será nos processos de embarque e desembarque e pagamento de tarifas e, principalmente, no trânsito: "Os ônibus não vão mais concorrer com os carros de passeio. Terão vias só para eles."

O TRO funciona em algumas cidades do mundo e tem experiência pioneira em Curitiba, no Paraná, que implantou o sistema em 1974. A lógica de operação é destinar vias exclusivas para os ônibus - maiores e, geralmente, articulados. No lugar de pontos de ônibus, são instaladas estações ou plataformas em desnível com a rua, mas na mesma altura das portas dos coletivos. Assim, o usuário não tem que subir e descer escadas. Outra diferença é a forma de cobrança de tarifas. O passageiro paga antes de embarcar, evitando o atraso provocado nas atuais roletas, em que são formadas filas de pessoas à espera de sua vez. De acordo com Rogério Carvalho, cada ônibus terá capacidade para cerca de 160 pessoas.

Segundo o gerente da BHTRANS, o Vetor Norte está sendo priorizado no projeto devido às mudanças que serão provocadas com a ida do Governo do Estado para a Cidade Administrativa, no Bairro Serra Verde, em Venda Nova, o aumento do uso do Aeroporto de Confins e a realização da Copa do Mundo, que vai utilizar o estádio do Mineirão, na Pampulha. No entanto, diz, o objetivo é expandir o sistema para outras vias, como Amazonas e Tereza Cristina.

O projeto das Avenidas Antônio Carlos/Pedro I já está sendo desenvolvido e, conforme Rogério Carvalho, não terá tantas obras porque irá aproveitar as intervenções que estão sendo feitas no momento. Desapropriações só estão previstas para o projeto das Avenidas Pedro II/Carlos Luz. O corredor Antônio Carlos/Pedro I deverá ter entre 20 e 25 plataformas de embarque/desembarque. Pelo percurso, passam, hoje, cerca de 400 mil passageiros por dia. As obras para o TRO na via devem começar no início de 2011 e serão em 25 quilômetros - até a Estação Vilarinho.

Para o professor de Planejamento de Transportes do Cefet-MG, Frederico Rodrigues, para países em desenvolvimento, como o Brasil, o TRO é a melhor solução quando analisados custo/benefício: "Com o que se gasta em um quilômetro de metrô, se constrói dez quilômetros de BRT". Segundo ele, todas as vias da capital têm condições de receber o sistema, já que a cidade é radial - os corredores se destinam ao Centro. O professor observou que a referência mundial em TRO é Bogotá, na Colômbia, que tem o Transmilênio inspirado no modelo de Curitiba.

Fonte: O Dia
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Prefeitura de Poço de Caldas-MG inaugura estações de integração de transporte urbano


As estações de linhas urbanas, que contam com investimentos de aproximadamente R$ 3 milhões da Prefeitura, vão trazer uma série de vantagens aos usuários. Com a implantação, os cidadãos vão poder contar com a economia e o conforto do Sistema Integrado Grande Amigo – SIGA.
“As estações de integração vão facilitar a vida dos usuários do serviço de transporte coletivo na cidade”, destaca o prefeito Paulo César Silva. A implantação do Sistema Integrado de Transporte Coletivo de Passageiros foi acordada entre a Prefeitura, o Ministério Público e a empresa de ônibus Circullare, em novembro de 2005.
Além da construção das três estações, o sistema prevê modificações no transporte coletivo como a implantação de linhas alimentadoras e linhas-tronco, construção de pontos de conexão de linhas em locais estratégicos e de abrigos com informações aos usuários.
Também fazem parte do projeto, o sistema de transporte com veículos acessíveis às pessoas com necessidades especiais e com dificuldades motoras e o sistema de bilhetagem automática, permitindo a integração pontual.A construção das estações das zonas oeste e sul ficou a cargo da construtora Damas, de Franca (SP). Na zona leste, a empresa executora é a Embrasp, de Poços.
O Sistema Integrado tem por objetivo possibilitar maior oferta de viagens nos bairros, reduzir o tempo das viagens, proporcionar maior acessibilidade e agilidade com menor custo de deslocamento, através das novas linhas das estações, além do terminal central. Para ter acesso ao SIGA, o usuário precisa do Cartão Amigo, já que é a bilhetagem eletrônica que possibilita os benefícios.
Fonte:Prefeitura
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Passageiros reclamam da superlotação dos ônibus em Porto Velho


A superlotação do transporte coletivo incomoda a população, em Porto Velho. O problema é antigo e está aliado a demora nos pontos de ônibus. De acordo com a Secretaria Municipal de Trânsito (Semtran), a frota é calculada com base no número de usuários em cada linha e a dificuldade em aumentar a quantidade de veículos está no custo operacional.
Na hora de pico, muitas pessoas preferem esperar mais um pouco a ter que entre no ônibus lotado como é o caso do aposentado José Fernandes que deixou passar dois ônibus e no final teve que enfrentar a superlotação porque não podia esperar mais. A auxiliar de serviços de saúde, Maria Eunice Pereira, atribui a falha ao monopólio das empresas do ramo.

Fonte: PortalAmazônia
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Ônibus voltam a circular em Minas Gerais


Depois de três dias de trânsito lento e poucos ônibus circulando com a greve dos motoristas, a quinta-feira foi tranquila na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Segundo o sindicato das empresas, 100% dos coletivos voltaram às ruas. Já o sindicato dos trabalhadores estima que 80% da frota tenha circulado.
Empresários e trabalhadores se reuniram nesta quinta-feira no Tribunal Regional do Trabalho para negociar o fim da greve. A justiça propôs um abono salarial entre R$ 50 e R$ 100, aumento de 4,5% no tíquete refeição e a manutenção das negociações salariais.
Os trabalhadores vão se reunir no domingo para decidir se aceitam os termos do acordo. Até lá, a greve continua mas, segundo o sindicato dos trabalhadores os ônibus devem circular normalmente.
Fonte: OGlobo
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Tarifa social começa a vigorar a partir deste domingo em São Luís


A tarifa social ou “domingueira”, instituída pelo prefeito de São Luís, João Castelo, entra em vigor a partir deste domingo (28) no transporte coletivo urbano da capital. A medida reduzirá, no percentual de 50%, ou seja, pela metade, o valor das passagens aos domingos na cidade.

O decreto nº 38.917, de 18 de fevereiro de 2010, tem como base os artigos 1º (incisos II e III) e 6º da Constituição Federal, considerando a necessidade de implantação e desenvolvimento de uma política social municipal de incentivo à mobilidade, ao lazer, à cultura e ao turismo.

Durante o painel apresentado na Câmara Municipal de São Luís na última quarta-feira (24), o secretário municipal de Trânsito e Transportes, Ribamar Oliveira Filho, destacou a importância do decreto e disse que a domingueira é um compromisso firmado pelo prefeito.

Pela primeira vez, São Luís terá a tarifa social e os usuários pagarão somente a metade do valor das passagens aos domingos.Segundo o prefeito João Castelo, com a tarifa social, todas as classes terão tratamento igualitário, “o que permitirá à criatura humana poder aproveitar melhor os momentos de entretenimento aos domingos, pagando apenas a metade do valor das passagens”.

Decreto - O Artigo 2º do decreto deixa claro que “os vales-eletrônicos e demais benefícios inerentes ao Sistema de Transporte Público de Passageiros serão aceitos normalmente aos domingos, observada a redução das tarifas em 50%”. Para tanto, o Sistema de Transporte deverá realizar as devidas adequações no sistema de bilhetagem eletrônica.

Fonte: Jornal o Pequeno
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Campo Grande: Tarifa de ônibus sobe 9% para quem usa cartão e penaliza as empresas


A Prefeitura encontrou uma solução 'salomônica' para a tarifa de ônibus, que teve reajuste de 9%, bem acima da inflação do ano. Entretanto, permanece no valor máximo de R$ 2,50. O que aconteceu é que acabou o desconto para pagamento com o cartão. Nessa modalidade a tarifa do transporte coletivo de Campo Grande custava R$ 2,30, um estímulo para diminuir a circulação de dinheiro nos ônibus. A grande maioria dos usuários pagava a passagem com cartão, portanto o impacto do reajuste será alto.
Pela lógica, agora tanto faz pagar com o cartão ou com dinheiro, a tarifa é sempre R$ 2,50. Mas a Prefeitura reserva outra surpresa. Os mais afetados com o reajuste são os empresários que pagam vale-transporte aos empregados.
O aumente de R$ 0,20 na tarifa para quem usa cartão vem na contramão do discurso do prefeito de que era sua intenção acabar com a circulação de dinheiro nos coletivos e com isso diminuir os assaltos e garantir a segurança dos motoristas e passageiros. Sem diferença de valor, poderá aumentar o fluxo de dinheiro nos coletivos.
A solução encontrada é impositiva: em seis meses os coletivos de Campo Grande, simplesmente, só aceitarão cartão. Quem não tiver cartão, não pode usar o transporte coletivo. Ainda não há detalhamento de como isso vai acontecer.
O motivo para o reajuste apresentado pela Prefeitura é referente ao aumento dos salários dos funcionários das empresas do transporte coletivo e do preço dos combustíveis.
O valor de R$ 2,50 entra em vigor a partir do dia 1º de março deste ano. A informação é do membro do Conselho de Regulação dos Serviços Públicos, Haroldo Borralho, que participou da reunião onde foram apresentadas as planilhas de custos do transporte coletivo.
Participaram da reunião o diretor-presidente da Agetran, Rudel Trindade, os vereadores Lídio, Mario César e Flávio Cesar, além de membros do Conselho de Regulação. A reunião acabou há pouco na Agreg (Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos).
A tarifa de ônibus está na mira do Ministério Público Estadual desde o ano passado, quando o deputado estadual Pedro Kemp (PT) protocolou uma representação pedindo providências, tendo em vista a reação negativa do reajuste para R$ 2,50, o valor mais alto do país, na época. Kemp disse que o MPE prometeu tentar um acordo para reduzir a tarifa e, se isso não fosse possível, acionaria a Justiça. Não acionou.
O MPE produziu um documento em que elenca alguns pontos estranhos na composição da tarifa. O excesso de gratuidade é um deles. Outro item é o arredondamento da tarifa, sempre a mais do que o valor apurado na planilha. No ano passado a planilha apontava um valor de R$ 2,47. O prefeito preferiu elevar a tarifa para R$ 2,50.
Fonte: Midiamax
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Tarifa de ônibus de Blumenau volta a R$ 2,30


Em comunicado oficial a tarifa do transporte coletivo volta a ser de R$ 2,30 em Blumenau. A autarquia se antecipou à ordem judicial que suspendeu nesta quarta-feira os efeitos do decreto que reajustou o preço da passagem de ônibus, dia 19 de fevereiro. Até a noite de desta quarta-feira, o Seterb e Consórcio Siga ainda aguardavam a intimação formal.

Segundo o comunicado, o valor da tarifa do ônibus executivo (vermelhinho) também volta ao valor de R$ 2,90 e, aos domingos, a tarifa de R$ 1 será retomada. Os usuários que adquiriram créditos no valor de R$ 2,55 até esta quarta-feira, no cartão Siga, terão descontados apenas R$ 2,30, ficando o saldo excedente em créditos para o passageiro.

No dia 19 de fevereiro, a passagem passou de R$ 2,30 para R$ 2,55, um aumento de 10,8%. A manifestação do juiz Osmar Tomasoni, suspendendo o aumento, se baseou em duas ações civis públicas, uma protocolada pela Associação Catarinense de Defesa dos Direitos Constitucionais (ACDC) e outra pela Associação de Moradores da Rua Coripós.

Fonte: JORNAL DE SANTA CATARINA
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No Rio, Agência congela passagem do metrô em R$ 2,80 até março de 2011

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010


A Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio (Agetransp) informou que o preço da passagem do metrô vai ser mantido em R$ 2,80 até 1º de fevereiro de 2011, data-base para o reajuste da tarifa.
A decisão foi tomada nesta quinta-feira (25) em uma sessão regulatória na sede da Agetransp. O motivo para o congelamento da tarifa foi a deflação registrada pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que reajusta a tarifa do metrô, no período analisado pela agência.
Segundo a agência, apesar da deflação, o preço da passagem não vai cair porque, de acordo com o contrato de concessão, o valor é sempre arredondado para cima.

A concessionária Metrô Rio informou em nota que a manutenção da atual da tarifa já era esperada, já que não houve variação do IGP-M no último ano.
"O aumento de tarifa do transporte é concedido uma vez por ano, todo mês de abril, pela Agetransp, com base na variação do índice no período. O mecanismo está previsto no contrato de concessão, que a empresa vem cumprindo todos os anos, e pode gerar aumento, manutenção ou mesmo redução da tarifa vigente", diz a nota.

Fonte:G1
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Unificação de preço de transporte coletivo em Taubaté causa divergências entre TCTAU e ABC


A diferença entre as tarifas do transporte coletivo de Taubaté e o alternativo tem gerado reclamação entre passageiros e permissionários. Ainda assim, a unificação do preço está prevista para o mês que vem. Em março, ele deve subir de R$ 2 para R$ 2,40.
A empresa ABC e os donos de vans da TCTAU sempre disputaram passageiros pelo valor da passagem. Para os permissionários, um preço mais em conta que dos ônibus seria uma forma de compensar o público que não anda de alternativo por não ser permitido o uso do vale transporte. A representante das vans afirma que a tarifa única trará prejuízos, e ainda critica promoções e descontos que a concorrente fez nos últimos meses.
“Na realidade, eles estão fazendo isso, estão trabalhando pra alegar falência do sistema e dizer que o sistema não teve condições de sobreviver financeiramente. E aí extingue o TCTAU da cidade”, disse Silvana Fontes. A unificação da tarifa passa a valer no dia 3 de março. Segundo o departamento de trânsito de Taubaté, a partir dessa data haverá fiscalização e penalidades para quem descumprir a lei.
“A fiscalização implica multa, o veículo pode ser suspenso durante 10 ou 15 dias da prestação de serviço, até no fim, que pode culminar com a suspensão do contrato. Ou seja, não seria a cassação, mas seria o encerramento do contrato”, explicou o diretor de trânsito da cidade, Monteclaro César.
A prefeitura informou ainda que a ABC Transporte não realiza mais as promoções nas tarifas. A representante da empresa não quis dar entrevista, mas informou que espera que a legislação seja cumprida pelos permissionários do transporte alternativo.
Fonte:VNews
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Metrô de SP: Paralisação é descartada


Após realização de assembleia no final da tarde desta quinta-feira (25), os funcionários do Metrô de São Paulo decidiram não entrar em greve. A empresa informou que efetuará o pagamento referente ao programa de participação nos lucros, uma das reivindicações dos empregados. De acordo com a companhia, as metas de expansão não foram 100% atingidas e, por isso, houve alteração nos valores a serem pagos.
A nova proposta apresentada pelo Metrô ao Sindicato dos Metroviários foi de R$ 2.634, além de 40% do salário base de cada funcionário, sendo que o valor mínimo a ser pago será de R$ 3.280, caso o salário não atinja essa quantia. O parecer inicial, caso as metas fossem atingidas, era de R$ 2.650. A proposta também incluía os 40% do salário base e o valor mínimo a ser pago era de R$ 3.300.
Os que foram admitidos em 2009 ou os que estiveram afastados por motivos de doença ou acidente de trabalho receberão o valor proporcional aos dias trabalhados. O pagamento deverá ser efetuado nesta sexta-feira (26).
Os metroviários decidiram aceitar a nova proposta durante a assembleia realizada na estação Sé. Mesmo com o anúncio de pagamento da participação nos lucros no início da tarde, os funcionários mantiveram o ato. Outro tema que estava na pauta do encontro era a apresentação de um plano de carreira prometido pela companhia durante assembleia realizada no último dia 2.
“Vamos pressionar para que o Metrô apresente um plano de carreira e exigir que cumpra o acordo que firmou com a categoria em junho de 2009”, comunica o sindicato por meio de uma nota publicada em seu site.

Fonte: BOL Notícias
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No Rio, Obra de recuperação da Avenida Brasil vai custar R$ 57 milhões


A Secretaria municipal de Obras (SMO) vai investir R$ 57 milhões em obras de recuperação do pavimento da Avenida Brasil, em um trecho de 17 quilômetros que vai do Caju ao Trevo das Margaridas. A licitação para execução da obra vai acontecer em abril e foi publicada no Diário Oficial do município nesta quinta-feira (25).

A intervenção será feita nos dois sentidos da via, nas pistas centrais e laterais. Além do asfalto, também serão recuperadas calçadas, baias de ônibus e guarda-rodas. A estimativa é que a obra comece ainda no primeiro semestre de 2010, com prazo de conclusão de um ano e meio.
Em alguns pontos da avenida será necessária a retirada de até 59 centímetros do pavimento já existente. A via receberá um novo tipo de asfalto, com polímero na composição, que oferece mais resistência, segurança e conforto aos motoristas. A operação será fiscalizada pela Coordenadoria Geral de Obras, órgão subordinado à SMO. De acordo com informações da Secretaria, a Avenida Brasil, que recebe o maior fluxo viário do Rio (cerca de 250 mil veículos por dia), foi identificada como a de estado mais crítico entre as vias da cidade. Ao todo, a avenida tem 58 quilômetros e corta 28 bairros.

Fonte:G1
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Motoristas e cobradores voltam ao trabalho em Belo Horizonte

Motoristas e cobradores de Belo Horizonte voltaram ao trabalho na manhã desta quinta-feira (25). O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte informou que a situação na Região Metropolitana está normalizada.
O diretor de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte, Carlos Henrique Marques, confirmou que os rodoviários voltaram ao trabalho, mas estão em estado de greve. Marques afirma que os rodoviários estão preparados para fazer uma paralisação quando for necessário.
Rodoviários e representantes das empresas de ônibus decidiram fazer uma reunião no Tribunal Regional do Trabalho de Belo Horizonte na tarde desta quinta-feira. “Passamos a madrugada visitando as garagens para fazer a mobilização do pessoal. Seguimos em estado de greve. Depois da reunião de hoje, vamos fazer uma assembleia no domingo (28) para discutir a proposta das empresas”, disse Marques.
De acordo com o sindicato das empresas, não será feita mudança na proposta de reajuste dos trabalhadores.
Os trabalhadores reivindicam aumento de 37%, redução na jornada de trabalho para seis horas e fim da circulação de ônibus sem cobradores. O reajuste proposto pelas empresas é de 4,4%.
Desde o início da greve, 674 ônibus foram danificados, segundo o sindicato das empresas.
Fonte:G1
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Com 163 km de lentidão, SP registra 3º recorde de trânsito nesta quinta

Paulistanos pagam preço por não usarem o Transporte Público

A chuva que atinge a cidade de São Paulo nesta quinta-feira (25) deixa o trânsito lento, provoca a ocorrência de mais acidentes e fez com que a cidade batesse o recorde de lentidão no turno da manhã neste ano pela terceira vez com 163 quilômetros de filas registrados às 9h30.
O índice representa 19,6% dos 835 quilômetros de vias monitorados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e está bem acima da média superior para o dia e para o horário que é de 12,4% das vias monitoradas.
A cidade já havia registrado recorde às 9h, com 148 quilômetros de lentidão, e às 8h30 com 122 quilômetros de filas. O mais alto índice do ano antes havia sido verificado na segunda-feira (22) às 9h30, quando a cidade teve 118 quilômetros de filas.
Já durante a tarde/noite o recorde verificado neste ano foi às 18h30 do dia 26 de janeiro quando houve 175 quilômetros de engarrafamento na cidade. De acordo com a CET, o problema foi causado pela chuva. O recorde histórico da manhã foi de 191 quilômetros de congestionamento medidos às 9h30 do dia 4 de novembro de 2004, segundo a CET. Na época, o problema também foi causado pelos alagamentos provocados pela chuva.
Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), chovia fraco na região central e nas zonas Norte e parte da Leste às 9h35. Na Zona Sul, havia garoa. O CGE resgistrava 16 pontos de alagamento em São Paulo, todos eles transitáveis.
Às 9h30, a Marginal Pinheiros registrava as piores filas com 9,3 quilômetros de lentidão na pista expressa, sentido Interlagos, da Rodovia Castello Branco até a Ponte da Cidade Jardim. A Marginal Tietê era a segunda com pior engarrafamento no horário e tinha 8,1 quilômetros de filas da Castello Branco até a Ponte Júlio de Mesquita Neto.
Fonte:G1

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Campo Grande: Prefeitura garante congelamento da tarifa do transporte coletivo

A tarifa do transporte coletivo urbano em Campo Grande está congelada em R$ 2,50 no pagamento em dinheiro, a partir do dia 1º de março, data base de revisão do valor. A única alteração da tarifa será para o valor no passe cidadão, praticado através do cartão magnético, que passa a ser igual ao pago em dinheiro. O reajuste ainda é menor do que apontou o estudo dos custos do serviço, elaborado pela Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).
A planilha que detalha a estrutura do custo operacional do transporte coletivo em Campo Grande indica uma tarifa técnica de R$ 2,555. O valor é similar ao apontado pela UFMS: R$ 2,565. O estudo leva em conta custos fixos (depreciação dos veículos, remuneração, despesas com pessoal e administrativas) e custos variáveis (combustíveis, lubrificantes, peças e acessórios).Ainda segundo a planilha, 75,8% dos 8,9 milhões de passageiros transportados nos últimos 12 meses utilizaram o cartão como modalidade de pagamento da passagem. A prefeitura, junto da Assetur (Associação das Concessionárias do Transporte Coletivo Urbano), quer tornar o cartão o meio de pagamento de 100% dos usuários em um período de seis meses.
O congelamento da tarifa do transporte coletivo urbano e a unificação dos valores será publicada no Diário Oficial do Município nos próximos dias e passa a valer na segunda-feira, 1º de março. Os novos valores foram anunciados na noite de terça-feira (23), pelo diretor-presidente da Agetran, Rudel Trindade Júnior, em reunião do Conselho de Regulação dos Serviços Públicos, órgão ligado à Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados.
Fonte: PMCG
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Empresas de ônibus pedem na Justiça permissão para contratar novos rodoviários em BH


No terceiro dia de paralisação dos rodoviários, as empresas pedem autorização da Justiça para demitir os grevistas. A adesão ao movimento diminuiu, mas a população ainda enfrentou muitos problemas. Eles apareceram em maior quantidade nas ruas. Os ônibus de várias empresas circularam desde cedo. Mas passavam pelos pontos lotados.
Pra não arriscar, muita gente voltou a tirar o carro da garagem. Mais um dia de congestionamento nas principais ruas e avenidas da capital. No metrô, filas imensas. Passageiros que normalmente pegariam ônibus vieram para cá. Um ônibus não terminou a viagem durante a madrugada. Foi apedrejado. Policiais permaneceram nas portas de garagens. E de estações, como a Diamante, no Barreiro. No local, as catracas estavam liberadas para os passageiros. A bilheteria não abriu. E nem todas as linhas circularam.
Segundo a fiscalização do Ministério do trabalho, os empregados não podem ter esses dias cortados. No comércio, a falta mais sentida é a dos clientes. Segundo o desembargador que comanda as audiências de conciliação entre os rodoviários e as empresas de ônibus, uma nova rodada de negociações foi marcada para esta quinta-feira. Nesta quarta, representantes dos grevistas e das empresas estiveram no Tribunal Regional do Trabalho. Os patrões entraram com um pedido de autorização para demitir grevistas e contratar novos motoristas e cobradores.
As empresas oferecem 4% de reajuste. Os rodoviários querem 37%. Representantes do comando de greve disseram que estão dispostos a negociar, mas que a paralisação está mantida. Motoristas que trabalharam hoje não usaram uniforme. O desembargador Caio Vieira de Mello disse que mantém a ordem judicial para que os trabalhadores voltem imediatamente ao trabalho. Além de multa e apreensão de bens dos sindicatos, o descumprimento pode ter outra consequência. O desembargador Caio Vieira de Mello, ainda não julgou o pedido das empresas para demitir os grevistas. Ele marcou uma nova audiência de conciliação para as 15h30 desta quinta-feira.


Fonte: Globominas
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Justiça cancela aumento do transporte coletivo em Blumenau

O juiz de direito Osmar Tomazoni concedeu agora há pouco uma liminar suspendendo os efeitos do decreto municipal que reajustou a tarifa do transporte coletivo urbano em Blumenau.
O aumento entrou oficialmente em vigor sexta-feira, passando de R$ 2,30 para R$ 2,55. Agora, os valores passam a ser os mesmos cobrados antes do aumento, portanto, R$ 2,30. A ação civil pública foi ajuizada pela Associação Catarinense de Defesa dos Direitos Constitucionais, alegando que o índice de reajuste estava acima da inflação do período.
De acordo com a liminar, os réus têm 24 horas para cumprir a decisão sob pena de multa de R$ 10 mil por dia de descumprimento. A reportagem entrou em contato com o Consórcio Siga, responsável pelo serviço em Blumenau, e o Seterb, autarquia que fiscaliza o transporte público municipal. Ambos não se manifestaram alegando não terem sido notificados sobre a decisão.
Fonte: Jornal de Santa Catarina
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Urbs recebe propostas da licitação do transporte


A Urbs, Urbanização de Curitiba S/A realizará nesta quinta-feira, 25 de fevereiro, sessão pública para recebimento de propostas da licitação da operação do transporte coletivo urbano de Curitiba. A sessão começará às 9h e será realizada no auditório da Urbs, no prédio central da empresa, na Rodoferroviária de Curitiba.
A sessão pública desta quinta-feira é um momento histórico na história do transporte coletivo e da própria cidade por se tratar da primeira licitação da operação do sistema de transporte de Curitiba, considerado referência internacional no setor.
A licitação será na modalidade Concorrência (005/2009) para seleção de empresas e ou consórcios de empresas para outorga de concessão para prestação e exploração dos serviços de transporte coletivo público urbano de passageiros, com ônibus no município de Curitiba. A concorrência vai combinar os critérios de melhor técnica e menor custo quilométrico, visando a menor tarifa para a Rede Integrada de Transporte (RIT).

Fonte: Parná Online
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Campina Grande: Tarifa de ônibus sobe mais que o dobro da inflação


A partir de segunda-feira (1º) a grande maioria dos usuários do transporte coletivo de Campo Grande sentirá no bolso o reajuste de 8,7% na tarifa do serviço. É mais que o dobro da inflação registrada no período de 12 meses, que fechou em 4,36%. E a medida ainda traz mais um ingrediente perigoso: com o fim do incentivo ao uso do cartão, pode aumentar a circulação de dinheiro e, consequentemente, o número de assaltos aos ônibus.
A Prefeitura partiu para uma solução ardilosa ao evitar elevar o valor da tarifa para pagamento em dinheiro, o que atingiria só 25% dos usuários do transporte coletivo, mas recolocaria Campo Grande no topo do ranking das tarifas mais caras do país. Ao invés disso, decidiu penalizar os usuários do cartão eletrônico, bancado na quase totalidade pelas empresas que fornecem vale-transporte a seus empregados.
O passe custa até domingo R$ 2,30 para pagamento com cartão, e R$ 2,50 para pagamento em dinheiro. Foi essa diferença que fez com que 75% dos usuários pagantes optassem pelo uso do cartão. Com a equalização dos preços, tanto faz usar cartão ou pagar em dinheiro: a tarifa do ônibus vai custar R$ 2,50 de qualquer jeito em Campo Grande, a partir de segunda-feira.

Como a quase totalidade dos cartões eletrônicos são comprados e recarregados pelas empresas que fornecem vale-transporte a seus funcionários, já sabem que a conta do reajuste é deles. “Quem paga a conta somos nós, o funcionário só tem 6% descontado do seu salário. E esse reajuste vem num momento em que não deveria acontecer, no início do ano quando as empresas já estão descapitalizadas por causa de tantas despesas”, reclama o vice-presidente da Associação Comercial de Campo Grande, João Carlos Polidoro.
Ele levanta uma questão mais palpitante: questiona a necessidade do reajuste. “Não há o que justifique esse aumento. Nós temos a segunda maior tarifa e não temos o segundo melhor transporte público do país. Os funcionários reclamam diariamente de ônibus lotados, atrasos, faltam carros nos horários de pico”, enumera.
Fonte: Midiamax
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Prefeitura de Ribeirão Preto avalia continuidade na permissão do transporte público

A Prefeitura de Ribeirão Preto tem uma semana para decidir se aceita o acordo proposto pelas três empresas permissionárias do transporte público da cidade para permanecer na prestação do serviço na cidade.
Em 2006, o Ministério Público entrou com uma ação para cancelar o contrato da prefeitura com as empresas, que foi prorrogado sem licitação até 2014.
Em contrapartida, as empresas ofereceram um plano de investimentos de R$ 12 milhões, que contempla melhorias nos pontos de ônibus e a aquisição de 30 novos ônibus adaptados para portadores de necessidades especiais. A proposta foi entregue à Prefeitura e no Fórum.
Se o acordo for aceito, as empresas permanecem responsáveis pelo transporte coletivo por mais dois anos e, em um ano, a Prefeitura deverá abrir um processo licitatório.
O juiz João Agnaldo Donizete Gandini disse que, se não houver uma decisão até na semana que vem, irá julgar a causa. “Não posso mais deixar o processo nessa `lenga-lenga´, ou se resolve se vai fazer o acordo ou eu vou julgar o processo”, afirmou.
Mas o secretario de Governo, William Latuf, diz que a prefeita Darcy Vera ainda não tomou uma decisão. “Estamos estudando se essa proposta de investimento é vantajosa para o benefício público”, afirmou.
Se não houver acordo, a decisão sobre a prestação do serviço só ocorrerá após o processo correr em todas as instâncias da Justiça.
Fonte: EPTV
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Ônibus recebem nova faixa de rolamento na Av. Fernandes Lima em Maceió


A nova sinalização tem como objetivo ser mais uma alternativa para minimizar o trânsito na via
Quem costuma trafegar pela Avenida Fernandes Lima e sofre com o trânsito constante já percebeu que a via está passando por mudanças. A novidade da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) é uma faixa seletiva destinada à circulação de ônibus urbano.
A nova sinalização tem como objetivo ser mais uma alternativa para minimizar o trânsito na Avenida Fernandes Lima. E, o fato de ser uma faixa seletiva, permite ao ônibus sair dela para fazer uma ultrapassagem ou mesmo aos outros veículos entrar para mesma ação.Para determinar as novas marcações na via, há dois tipos de indicações: vertical com semi-pórticos, placas escritas ‘faixa seletiva para ônibus’, e horizontais com a pintura de uma linha tracejada e a palavra ‘ônibus’ na faixa.
A previsão para o término das demarcações na via é final deste mês de fevereiro. E, em março, a SMTT promoverá uma campanha educativa para avisar e conscientizar a população sobre o assunto.Sobre as penalidades aos infratores, a SMTT informou que está sendo feito um estudo para analisar o Código de Trânsito e relacionar as punições cabíveis.
De acordo com informações do Detran, a frota de veículos em Maceió é de cerca de 182,5 mil veículos e houve um aumento de 142% na última década.
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Em Aracaju, Fórum cobrará melhorias no transporte coletivo


Ônibus velhos, terminais sem informação de horários e roteiros, além de falta de infraestutura para os usuários do transporte coletivo. Essas são as principais reclamações que serão cobradas através de um fórum permanente. De acordo com o presidente da associação de moradores do bairro Industrial, Marcos dos Anjos, a população cobrará das câmaras de vereadores o respeito aos usuários.
“O que a gente observa é uma falta de respeito muito grande ao usuário. É preciso a criação de um fórum permanente que cobre dos parlamentares melhorias para toda a população”, afirma Marcos, salientando que o fórum irá integrar toda a Grande Aracaju.
O líder comunitário diz que a participação popular deve ser respeitada com relação às mudanças do transporte coletivo. “Muitas vezes os técnicos vão até um determinado local e simplesmente mudam o itinerário dos ônibus sem consultar a população. Outro problema é com relação aos horários que não são disponibilizados nos terminais”, completa.
No início desse mês foi criada a Frente de Defesa do Transporte Público a favor da redução da tarifa do transporte coletivo da capital, atualmente fixada em R$ 2,10.

Fonte: Infonet
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Greve de ônibus em Curitiba?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010


O Sindicato dos Motoristas e Cobradores nas Empresas de Transportes de Passageiros de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc) negou ontem possibilidade de greve nos ônibus de Curitiba após a distribuição de panfletos apócrifos (sem autoria) convocando a paralisação.
O panfleto foi distribuído em algumas empresas de ônibus, mas não informava quem eram os autores do movimento, nem qual seria o horário e o local da concentração dos trabalhadores.

Segundo o presidente do Sindimoc, Denílson Pires, diretores do sindicato percorreram algumas empresas durante a tarde de ontem para alertar os trabalhadores de que o órgão não convocou a greve e a adesão pode ter conse­­quências legais, já que não passou pela votação em assembleia dos filiados ao sindicato.

Pires acha que esta é uma tentativa de explorar o momento delicado pelo qual passa o teransporte coletivo, com a primeira licitação da história. “Um grupo de dissidentes quer usar a situação politicamente”, acusa. Ele ressaltou que está valendo o acordo firmado na semana passada, em que os trabalhadores aceitaram o reajuste salarial de 4,5%.

- A assessoria de imprensa da Urbanização de Curitiba (Urbs), responsável pelo gerenciamento do sistema de ônibus de Curitiba, afirmou que apenas monitora a situação. Para a Urbs, o que tem validade é o posicionamento do Sindimoc de que não haverá a paralisação.

Fonte: Gazeta do Povo
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Greve de ônibus provoca prejuízo de R$ 44 milhões ao comércio de Belo Horizonte (MG)


A greve dos motoristas de ônibus da Grande Belo Horizonte (MG), que entrou no terceiro dia nesta quarta-feira (24), já provocou um prejuízo de cerca de R$ 44 milhões ao comércio da capital mineira. A estimativa é da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte, que calcula ainda mais 30% de perdas por cada dia que a greve continuar.

Segundo a entidade, os funcionários estão com dificuldade de chegar ao trabalho, o que prejudica o atendimento, e as lojas estão vazias, porque a população prefere não sair de casa ou, quem sai, prefere voltar logo para evitar os congestionamentos e a superlotação dos coletivos.

Hoje, cerca de 1,2 milhão de pessoas estão sendo afetadas pela paralisação, de acordo com a Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Minas (FettroMinas), que decidiu cumprir a decisão judicial e colocar 50% da frota para circular. Mesmo assim, o trânsito na capital mineira está complicado por conta do excesso de carros particulares nas ruas.

Na noite de ontem, a reunião entre as partes no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Minas Gerais, para colocar fim à greve dos ônibus no Estado, terminou sem acordo. Segundo informações do TRT, ficou definida a reabertura das negociações na próxima sexta-feira (26). Os dirigentes sindicais firmaram compromisso de defender, na próxima assembleia, a suspensão da greve e a entidade patronal, de não promover retaliação contra os grevistas, além de não descontar os dias parados e de manter a data-base por mais 30 dias. Eles reclamaram que não foi apresentada nenhuma proposta econômica.

A paralisação geral começou nas primeiras horas da segunda-feira. Na capital mineira, 70% da frota ficou fora de circulação. Já na região metropolitana, 90% dos motoristas cruzaram os braços. Além da capital mineira, as cidades de Sabará, Contagem, Brumadinho, Betim, Ibirité, Pedro Leopoldo e Vespasiano foram atingidas. A Grande BH conta com 65 empresas de ônibus e uma frota de 4.550 veículos.

Os rodoviários decidiram pela greve no domingo (21) durante assembleia. Eles rejeitaram a proposta das empresas de ônibus, que ofereceram 4,36% de aumento salarial, e continuam reivindicando reajuste de 37%, redução da jornada de trabalho para seis horas diárias, fim da função dupla do motorista e fim da compensação de horas extras.

Em nota, as empresas de transporte coletivo da região metropolitana de Belo Horizonte informaram que apresentaram ao sindicato uma proposta de reajuste que coloca os trabalhadores do setor entre os de maior remuneração, considerando os salários pagos em todas as capitais do país. Para as empresas, "a ausência ao trabalho pode representar demissão por justa causa por descumprimento da Lei de Greve".

A Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) informou que espera a desenrolar das negociações, mas pode pedir ao MPT autorização para iniciar a contratação emergencial de 1.440 funcionários para cobrir a operação mínima dos veículos na região metropolitana.
Fontel: BOL Notícias
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Recife: E se chover................


Ônibus da região metropolitana do Recife ainda circulam quebrados em conseqüência do vandalismo no carnaval, é grande ainda o número de coletivos com janelas quebradas, sujos, e até sem os alçapões, passageiros da linha Vila da SUDENE, zona sul de Recife, relataram que quando chove, muitos passageiros tem que se espremerem dentro do coletivo para a parte que não caia a chuva, eles relatam que quem sempre sai perdendo é o trabalhador que não tem nada haver com a história, segundo o Consórcio Grande Recife, Ao todo, em 2010, foram avariadas 960 peças, causando um prejuízo de R$ 87 mil – equivalente a 47 mil tarifas do anel A. Em 2009, o total de itens quebrados foi de 812, totalizando um custo de R$ 63 mil em reparos.

Os principais alvos dos vândalos foram: vidros de janelas corrediças, com 416 avarias, alçapão de teto com 94 peças danificadas, e pára-brisa dianteiro, 56 unidades quebradas. “Este é um tipo de ação que causa prejuízos financeiros ao Sistema de Transporte Público de Passageiros da Região Metropolitana do Recife e afeta diretamente os usuários, que terão que esperar mais tempo por seus ônibus já que alguns veículos tiveram que sair da operação para passar pelos reparos e reposições necessárias.

É lamentável que criminosos se aproveitem de uma festa tão popular para destruir os ônibus”, destacou a diretora de operações do Grande Recife, Taciana Ferreira.
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DF: Falta de parada de ônibus na EPIA causa transtorno aos usuários do transporte público

Desde setembro do último ano, há quase seis meses, quem tenta utilizar o transporte público na Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA) enfrenta dificuldades. Existe apenas uma parada de ônibus, atualmente, funcionando em toda a EPIA.Com o início das obras da Linha Verde, as paradas da EPIA, que ficavam na altura das quadras 103 e 109 do Cruzeiro Novo foram retiradas. E nada foi colocado no local. O único ponto de ônibus hoje da EPIA fica embaixo da passarela, o que dificulta o acesso daqueles que moram distante da parada.
Idosos, grávidas, deficientes andam vários metros para chegar à única parada que restou.Segundo o prefeito comunitário de Cruzeiro Novo, Salim Sidarta, já foram entregues vários pedidos para a construção de novos pontos de ônibus, a Secretaria de Transportes do Distrito Federal (STDF) e ao Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans), mas eles não deram nenhum posicionamento.
"Estamos há seis meses sem parada, nossa comunidade, a população, os trabalhadores precisam disso. É um absurdo!", explica o prefeito.
A assessoria do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) e do DFTrans afirmaram que as paradas foram retiradas por causa das obras realizadas na EPIA e que só serão reecontruídas com o término das benfeitorias. De acordo com as assessorias, não há uma data prevista para a instalação das novos pontos de ônibus.
Manifestação - A comunidade do Cruzeiro Novo começou na manhã desta quarta-feira (24/2) uma manifestção contra a derrubada destas paradas. Os manifestantes estão em uma tenda, na EPIA, na altura da quadra 109 do Cruzeiro Novo, em frente ao hipermercado Extra.
O protesto começou às 6h15, com faixas escrito "aqui havia uma parada, queremo-lá de volta!". De acordo com o Salim Sidarta os manisfestantes ficaram na tenda até às 18h.
Fonte: Correio Brasiliense
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Empresa de turismo e ONG protocolam nos próximos dias pedidos contra edital em Curitiba

Pelo menos duas ações serão apresentadas à Justiça nos próximos dias para pedir alterações na licitação das linhas de ônibus de Curitiba. A confirmação do início da batalha judicial foi feita ontem pela empresa Trans Isaak, que faz fretamento de ônibus turísticos e empresarial, e pela ONG Sociedad Peatonal, que trabalha com mobilidade urbana sustentável. Os pedidos de impgunação do edital feitos administrativamente à Urbs pela empresa e pela ONG foram negados no fim da tarde de ontem, com a publicação do 11.º Boletim de Esclarecimento do edital. A Justiça será acionada por motivos diferentes. A empresa brigará para concorrer; já a ONG quer a revisão do modelo de contrato e a revisão de vários itens. Ambas alegam favorecimento às atuais empresas permissionárias.
O processo de concorrência das 250 linhas de ônibus foi aberto pela prefeitura de Curitiba, através da Urbs, no dia 29 de dezembro do ano passado com valor estimado de R$ 8,6 bilhões durante os 15 anos de concessão para os três lotes criados. A Gazeta do Povo revelou, há cerca de um mês, que a estimativa de lucro líquido no período é de meio bilhão de reais.
O edital dá prazo para que consórcios e empresas apresentem propostas até as 9 horas de amanhã. Cada empresa deve ainda pagar R$ 10 milhões para participar da licitação, comprovar uma frota mínima de 125 ônibus com experiência de pelo menos 24 meses (dois anos), além de ter trabalhado o transporte coletivo público em vias exclusivas e com bilhetagem eletrônica. As exigências favoreceriam as atuais empresas. O presidente da Urbs, Marcos Isfer, negou, em entrevista dada em dezembro, vantagem para as empresas locais. “Frota de 125 ônibus existe em municípios do porte de Foz (do Iguaçu) ou Guarapuava. Faixas exclusivas existem em mais de 20 municípios no Brasil. Há centenas de empresas no Brasil habilitadas para participar”, alegou.
O diretor comercial da Trans Isaak, Ricardo Isaak, afirmou que a empresa irá lutar para ser uma das concorrentes, apesar de não atender à exigência da Urbs de experiência no transporte urbano de passageiros. Ele acredita ser possível operar o sistema de ônibus de Curitiba adequando a frota atual, usada para viagens turísticas e empresariais. “A empresa tem experiência de 40 anos de fretamento em Curitiba. Não é tão diferente do transporte coletivo”, afirma Isaak. Segundo o diretor, os advogados da empresa irão analisar a resposta ao pedido de impugnação apresentado à Urbs e, em seguida, buscar a Justiça para garantir a habilitação na concorrência. “Nós queremos participar. Queremos uma fatia do mercado”, diz.
Fonte: Gazeta do Povo
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