Passagem de ônibus em Pindamonhangaba sobe para R$ 2,40

terça-feira, 6 de outubro de 2009


Quem utiliza o transporte coletivo em Pindamonhangaba, começou a segunda-feira (5), pagando mais caro pelo transporte. De R$ 2,10, o passageiro passa a desembolsar R$ 2,40. Um aumento de quase 15%, valido para as linhas urbanas, rurais e transporte coletivo complementar.O reajuste foi autorizado pela prefeitura de Pindamonhangaba, de acordo com o Decreto nº 4.562 de Setembro de 2009. O último reajuste tarifário do transporte urbano de Pindamonhangaba foi em Junho de 2008 quando a tarifa passou de R$ 2,00 para R$ 2,10. Para Maria Inês, de 29 anos, que trabalha como recepcionista, o reajuste veio em momento errado. “Este aumento é abusivo, quem depende do transporte aqui na cidade, acaba sendo obrigado a pagar mais. Eu comecei a trabalhar no mês passado e já veio este aumento”, afirmou Maria Inês.O aumento foi anunciado pela empresa na quinta-feira (1) à noite, fato que deixou Eduardo Farias sem dinheiro para a passagem na manhã desta segunda-feira. “Tinha que entrar ás sete da manhã na empresa, mas tive que descer do ônibus e voltar em casa para pegar mais dinheiro. Tive folga na sexta-feira e não trabalho aos finais de semana. A empresa poderia ter divulgado com mais antecedência este aumento, porque pode ter pego muita gente desprevenida, como eu, hoje”, comentou o vendedor assistente.
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Curitiba busca soluções para desafogar o trânsito


Atualmente, Curitiba conta com 1,1 milhão de carros. A frota circulante - ou seja, aqueles veículos que transitam todos os dias - corresponde a aproximadamente 400 mil veículos.
De acordo com a Diretoria de Trânsito da prefeitura de Curitiba (Diretran), o número de carros na capital pulou de 684 mil, em 1999, para um milhão em 2008. Nesse mesmo período, a população estimada da cidade passou de 1,5 milhão para 1,8 milhão de habitantes.
Ou seja, em uma década a frota aumentou em 413.618 carros e a população, em apenas 249.696 habitantes. Com isso, a capital paranaense é hoje a cidade brasileira com maior índice de motorização do País: 1,67 habitante por veículo.Em vista desses números, a procura por soluções que tragam melhorias na qualidade de vida, bem como redução de veículos em circulação, é cada vez mais presente.
Exemplo disso foi o Dia Sem Carro, ao qual Curitiba aderiu em setembro passado. A mobilização incentivou 120 mil motoristas a deixar o carro em casa e partir para meios de locomoção menos poluentes, como a bicicleta e o transporte público.É esse caminho que a diretora de Tráfego da Urbanização de Curitiba (Urbs), Rosangela Batistela, aposta como um meio de reduzir os engarrafamentos e o nível de estresse enfrentados pelos motoristas.
Segundo ela, a solução está na melhoria do transporte coletivo e nos caminhos da cidade, como a Linha Verde e a recente revitalização da Avenida Marechal Floriano Peixoto, que permite ultrapassagem de ônibus, reduzindo o tempo de viagem até o centro - o que pode atrair mais usuários e ajudar a reduzir o número de veículos nas ruas.
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Transcol: passageiros com deficiência devem se recadastrar


Usuários que têm direito ao passe livre no TranscolDe acordo com o a Lei Complementar 213, que regulamenta o passe livre no sistema de transporte coletivo da Região Metropolitana da Grande Vitória, podem obter o benefício as pessoas que têm deficiência física, doença mental, deficiência visual, deficiência auditiva, deficiência renal crônica, pessoas ostomizadas, obesos mórbidos e pessoas com deficiências múltiplas.Quem tem doença ou deficiência mental tem direito a acompanhante. Os demais beneficiados que têm outros tipos de deficiência terão direito a acompanhante, desde que comprovem necessidade, por meio de laudo médico emitido pela rede pública.Além disso, é preciso comprovar renda familiar de valor igual ou inferior a um salário mínimo, no caso de pessoas que residem sozinhas; igual ou inferior a três salários mínimos; se a família for composta por até quatro pessoas; e igual ou inferior a seis salários mínimos, para famílias com mais de quatro pessoas.
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Estudantes protestam contra reajuste das passagens de ônibus em Criciúma


Durante uma hora na manhã desta segunda-feira, estudantes interromperam o tráfego de ônibus no Terminal Urbano Central, em Criciúma. Sob os olhos da Polícia Militar (PM), eles protestaram de forma pacífica contra o aumento da passagem do transporte coletivo. Cerca de 400 estudantes seguravam faixas e vestiram nariz de palhaço, além de fazer barulho com apitos. Das 8h30min às 9h30min algumas linhas de ônibus foram levadas para a Avenida Centenário e outras foram temporariamente suspensas, até que a manifestação fosse encerrada no pátio do terminal. O novo valor da passagem, R$ 2,50, passou a valer a partir de hoje. O valor foi reajustado em agosto deste ano, quando a passagem passou de R$ 2 para R$ 2,30 na catraca (em dinheiro). E a diferenciação para R$ 2,50 estava prevista quando o decreto municipal nº 632, de 31 de julho de 2009, foi aprovado pela prefeitura com base na planilha de custos apresentados pela Associação Criciumense de Transporte Urbano (ACTU). A tarifa diferenciada vale apenas para quem não utiliza os cartões Criciumacard, de bilhetagem eletrônica. Para quem já possui o sistema, com os cartões de estudante, professor ou o vale transporte não haverá qualquer mudança.
Todas as pessoas que utilizarem o cartão Criciumacard Cidadão continuarão a pagar o valor de R$ 2,30 pela passagem. Para quem optar pelo pagamento em dinheiro a passagem cobrada será de R$ 2,50, conforme determinou o decreto.
De acordo com o presidente da ACTU, David Tiscoski, a medida pretende reduzir o volume de dinheiro que circula dentro dos ônibus e consequentemente trazer mais segurança aos passageiros, além de incentivar o uso de cartões, o que torna o embarque mais ágil e a barateia os custos.
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Empresas de ônibus de Porto Velho tentam obter aumento de tarifa

O jornal Imprensa Popular divulgou em sua edição deste mês uma reportagem dizendo que as empresas de ônibus da capital tentam novamente reajustar o valor da passagem, apesar de Porto Velho ter a terceira maior tarifa do Brasil, perdendo apenas para Florianópolis (SC) e Campo Grande (MS).
O jornal lembra que a capital que reajustou mais recentemente a tarifa do seu transporte coletivo foi Natal, no Rio Grande do Norte. Lá o usuário do transporte coletivo paga agora, com o reajuste, uma tarifa de R$ 2,00. Fazia tempo que a tarifa naquela capital não sofria reajuste.Em Porto Velho, prossegue o Imprensa Popular, a situação é completamente diferente. O jornal cita que os empresários que operam o sistema de transporte urbano agem com a força do disfarçado monopólio organizado por eles e, assim, conseguem falar novamente em reajuste da tarifa mesmo sendo Porto Velho a capital com uma das mais altas tarifas de ônibus coletivo do país.
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Prefeitura de São Gonçalo proíbe circulação de vans no município


Um decreto publicado na última sexta-feira (2) no Diário Oficial de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, suspende a autorização para circulação de vans que fazem transporte de passageiros no município. Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa da prefeitura, de acordo com a Lei 218, de 23 de setembro de 2009, promulgada pela Câmara de Vereadores do município, as vans que permanecerem circulando estarão irregulares. De acordo com a prefeitura, serão realizadas operações no município para fiscalizar o cumprimento do decreto. A nota diz ainda que o secretário municipal de Transportes, major Marcello Guimarães, pretende se reunir com os representantes de empresas de ônibus e pedir a expansão das linhas, para atender a demanda de passageiros.
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Comunidade conhece Sistema Integrado de Transportes no Pará

O programa Ação Metrópole reuniu na quinta-feira (1º) representantes de centros comunitários e associações de moradores, lideranças empresariais, coordenadores de cooperativas do transporte alternativo e integrantes da Comissão de Fiscalização (Cofis) das obras para uma apresentação técnica sobre o Sistema Integrado de Transportes da Região Metropolitana de Belém.
A apresentação visa capacitar agentes multiplicadores para apresentar o Ação Metrópole aos diferentes setores da sociedade, com o objetivo de fazer com que a população conheça as vantagens do Sistema Integrado de Transportes e se aproprie de uma ideia que finalmente sai do papel, após 20 anos de muito planejamento e poucas ações efetivas para viabilizá-la.
A apresentação foi feita na sede do Ação Metrópole, no bairro da Sacramenta, sob a responsabilidade da coordenação de Gestão e Planejamento. Os participantes obtiveram informações importantes, como a definição de transporte integrado, aquele que permite ao usuário pagar apenas uma tarifa para chegar ao seu destino, mesmo que ele precise apanhar mais de um ônibus.
Aprenderam também que a gestão será feita por um consórcio público, que reunirá representantes do governo do Estado e das prefeituras de Belém, Ananindeua, Marituba, Benevides e Santa Bárbara do Pará. Foram informados, ainda, de que o sistema será composto por "linhas troncais", formadas por ônibus articulados que circularão em vias ou faixas reservadas apenas para o transporte coletivo. Já as linhas que alimentarão o sistema troncal poderão ser operadas por ônibus convencionais ou microônibus.
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