Curitiba: Problemas enfrentados pelos passageiros cadeirantes

terça-feira, 4 de agosto de 2009

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São Paulo: Prefeitura quer manter proibição para mototáxis

A Prefeitura de São Paulo quer manter a proibição aos mototáxis na cidade, mesmo após a atividade ter sido reconhecida pelo Governo Federal. Apesar da decisão em Brasília, as prefeituras podem criar regras próprias para o serviço. Na manhã desta terça-feira (4), o prefeito Gilberto Kassab disse que vai fazer o que puder para evitar que o mototáxi seja liberado em São Paulo.
A prefeitura chegou a sugerir, no Congresso Nacional, que a atividade fosse liberada apenas para cidades com até 200 mil habitantes. Em São Paulo, uma lei de 1998 proíbe o mototáxi. Entretanto, um novo projeto de lei em andamento na Câmara Municipal quer regulamentar o serviço. Se ele for aprovado pelos vereadores e depois pela prefeitura, anulará essa lei.

“Com a implementação do serviço de mototáxi, a gente teria com certeza um aumento muito grande no número de mortes. Eu tenho uma expectativa muito grande que a Câmara não aprove um projeto que permita o mototáxi. A prefeitura, o que estiver a seu alcance, do ponto de vista administrativo e político, fará pra que essa medida não seja aprovada”, disse o prefeito. O secretário municipal de Transportes, Alexandre de Moraes, alerta para os problemas legais. “Os municípios que não têm uma legislação devem implementar uma legislação regulamentando, proibindo, autorizando, autorizando parcialmente ou não. O grande perigo é um vácuo legal, que acabe permitindo que, sem a regulamentação, se expanda o mototaxismo. Mas, mantendo a lei de 98, há essa regulamentação, e a regulamentação é proibitiva. nesse caso, mototaxismo em São Paulo continuará proibido”. Segundo o advogado Cyro Vidal, mesmo com a regulamentação feita pelo Governo Federal, cada prefeitura é responsável por determinar, na prática, as regras de seu sistema viário. Portanto, elas têm autonomia para decidir se permitem ou não o mototáxi.
“A legislação tem que ser municipal, é de competência do município cuidar de seus interesses. O governo regulamentou a profissão, mas quem irá decidir se ela poderá ser utilizada é a prefeitura", esclareceu o advogado.
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Zona Oeste do Rio de Janeiro pode ganhar novos terminais de ônibus

O Sindicato das Empresas de Ônibus do Município do Rio de Janeiro (Rio Ônibus) vai entregar para o prefeito Eduardo Paes, na segunda quinzena deste mês, um projeto feito por uma empresa paulista que pretende resolver o problema de transporte da Zona Oeste da cidade. Segundo o vice-presidente do Rio Ônibus, Ocaticílio Monteiro, uma das soluções apontadas pelo estudo seria a criação de terminais em Santa Cruz, Campo Grande, Bangu ou Deodoro, com linhas expressas ligando os bairros ao Centro e ainda linhas para a Barra da Tijuca. Além disso, outras rotas seriam feitas para cruzar os bairros internamente, o que reduziria os intervalos e a superlotação nas viagens, oferecendo mais conforto aos passageiros.Monteiro explicou ao SRZD que os locais de funcionamento dos terminais ainda estão sendo escolhidos e também que a pesquisa deve mostrar qual será o tipo de equipamento a ser utilizado para realizar o trajeto, se veículos articulados ou não. Ele disse que os passageiros dos terminais serão beneficiados com sistema integrado de bilhetes, o que tornaria o preço mais baixo. No entanto, o custo final também está em analise.
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São Paulo: Setor dos fretados está totalmente bagunçado, diz secretário

O secretário municipal de Transportes de São Paulo, Alexandre de Moraes, afirmou nesta segunda-feira no programa Roda Viva, da TV Cultura, que a restrição aos ônibus fretados foi feita porque o setor está "totalmente bagunçado". Segundo Moraes, o Executivo municipal não deve se preocupar apenas com os 44 mil afetados com a nova lei, mas com as quase 7 milhões de pessoas que andam de transporte público na capital paulista.
"O que a prefeitura está fazendo é garantir uma regulamentação para um setor que está totalmente bagunçado. Não há uma proibição dos fretados, mas uma regularização. Nós não podemos olhar apenas o microcosmo de 44 mil pessoas quando temos para administrar quase 7 milhões de pessoas que andam no transporte público de São Paulo, por dia. Por isso, essa restrição veio pra ficar e pra auxiliar não só o transporte público, mas o trânsito como um todo", disse o secretário.
Moraes também afirmou também que o grande problema dos fretados é a parada no meio do trajeto. "O que há e vai continuar acontecendo é uma proibição do chamado pinga-pinga. São ônibus que fazem o transporte clandestino e queriam parar de ponto em ponto, pegando pessoas, deixando passageiros e atrapalhando o transporte público em São Paulo. As pessoas têm que entender isso, porque vivem em sociedade. Não podem usar o fretado como um táxi grande".
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Uberaba - MG: Líder inicia operação no sistema de ônibus coletivo em 13 de setembro

A empresa Líder, que vai explorar 50% do sistema, com o Lote B, começa a operar na cidade no dia 13 de setembro. Ela será responsável por 19 das 38 linhas do sistema e irá operar com 64 ônibus.
Num prazo de oito meses após a assinatura do contrato, as empresas se obrigam a instalar 100 abrigos, sendo 50 de responsabilidade de cada uma.
Quanto à segunda empresa, a Transmil, que irá operar no Lote A, corre contra o tempo para apresentar a documentação necessária e se manter na cidade. Ela tem até o dia 20 de agosto para se habilitar à assinatura do contrato. Caso contrário, será convocada a segunda colocada, a Piracicabana.
O prefeito já fala em reajuste de tarifa, mas prefere não adiantar percentual, para não criar expectativas. “Os cálculos já estão sendo feitos”, afirma Adauto, lembrando que há dois anos não se reajusta o valor da tarifa na cidade. Para ele, será um reajuste natural, de recomposição, como da última vez, quando a tarifa passou de R$ 1,70 para R$ 1,90. Ele acredita que até o fim de agosto os valores serão repassados para as empresas.
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