Curitiba: Nem tudo são flores, reportagem mostra os problemas enfrentados pelos usuários de ônibus na capital Paranaense

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

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BH: Mais fluidez na Senhora do Carmo

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTRANS), implanta a partir desta terça-feira, dia 28/07, na avenida Senhora do Carmo, região Centro-Sul da Capital, faixas exclusivas para ônibus. Foram ainda realizadas algumas outras intervenções: adequações viárias, correções geométricas, nova distribuição das linhas do transporte coletivo por pontos de embarque e desembarque, novas travessias de pedestres, melhoria nas condições de segurança viária e as sinalizações vertical e horizontal foram aprimoradas. O projeto tem como objetivo dar mais fluidez ao transporte coletivo. Os ônibus ganharão mais velocidade e isso irá reduzir o tempo de viagem e melhorar a qualidade do transporte por ônibus.Pela avenida trafegam diariamente cerca de 85 mil veículos por dia. A composição do tráfego mostra que 84,6% dos veículos que trafegam pela avenida são automóveis que transportam 37,7% das pessoas. Já os ônibus representam 4,2% dos veículos, mas transportam 59,2% das pessoas. Esses números demonstram a necessidade de priorizar o transporte coletivo, através da implantação de vias e faixas exclusivas.A faixa exclusiva para os ônibus vai funcionar na avenida Senhora do Carmo, entre as avenidas do Contorno e Uruguai, nos dois sentidos, utilizando a pista central da via. Na interseção das avenidas do Contorno e Senhora do Carmo, a pista foi alargada para melhorar a circulação dos veículos que fazem a conversão. Além disso, esse alargamento permitirá que os ônibus que trafegam no sentido Savassi/ Belvedere acessem a Avenida Senhora do Carmo pela pista do meio. Entre a avenida Uruguai e a rua Colômbia (sentido Savassi/ Belvedere), no bairro Sion, foi implantada uma nova faixa de rolamento. No sentido Belvedere/ Savassi, os ônibus irão trafegar na pista da direita da avenida Senhora do Carmo até próximo à interseção com a avenida Uruguai, quando acessam a pista central até a avenida do Contorno. As faixas exclusivas são delimitadas por sinalizações verticais e horizontais.Foram implantadas sete novas travessias semaforizadas para pedestres e as cinco já existentes foram tratadas e revitalizadas. Os semáforos serão sincronizados, com o objetivo de reduzir ao máximo a retenção de veículos, dando maior fluidez ao tráfego, priorizando o transporte coletivo e a segurança dos pedestres.


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Rio: Estrutura de Transporte não seguiu crescimento da região

O caos no transporte público afeta a Zona Oeste há pelo menos três décadas. Desde 1982, ano em que a Casa da Moeda do Brasil se mudou do Centro para Santa Cruz, os empregados utilizam ônibus particulares. “Quando chegamos aqui o transporte público era escasso. Quase 30 anos depois, a situação é a mesma. O sistema de transportes não acompanhou o crescimento da região”, explica Pedro Matos, do Departamento de Apoio Logístico e que também representa a Associação das Empresas do Distrito Industrial de Santa Cruz, que pediu ao prefeito melhorias no sistema. “Reivindicamos uma malha ferroviária decente e aumento no número de linhas de ônibus”, explica.A instituição aluga 42 ônibus para fazer o transporte de 2 mil pessoas, quase a totalidade de seus funcionários.
Novos ônibus
Novas linhas e horários para a Zona Oeste
A Secretaria Municipal de Transportes do Rio anunciou mudanças no itinerário e nos horários de linhas de ônibus da Zona Oeste. Uma delas é a linha 684B (), que passará por Catiri e Batan. Os passageiros poderão fazer integração com os trens da SuperVia na estação de Bangu. As linhas S05 (Cidade Universitária-Campo Grande) e S07 (Campo Grande-Cidade Universitária) terão mais horários e novos ônibus para fazer o percurso. A linha 810 (Taquaral-INPS Bangu), que estava desativada, voltará a ser operada pela empresa Auto Viação Bangu, que assume também as linhas 379 (Catiri-Tiradentes) e 395 (Tiradentes-Coqueiro). As mudanças serão possíveis porque um grupo de empresas se juntou para assumir as linhas da viação Oriental, em dificuldades financeiras.
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Rio: Empresas se unem para reivindicar mais transporte na Zona Oeste

Filiais de ricas indústrias do País, gigantes da siderurgia e até a Casa da Moeda do Brasil se uniram para tentar solucionar um problema antigo: o caos no transporte público na Zona Oeste. O setor não acompanhou o crescimento da região e obrigou empresas a cumprir o papel do poder público, oferecendo transporte coletivo a seus empregados. A Casa da Moeda, por exemplo, gasta R$ 6,7 milhões por ano com ônibus fretados para dois mil funcionários e lidera um grupo de 13 empresas que já levaram suas reivindicações ao prefeito. Gerdau, Michelin e CSA também têm esquema próprio de transporte. Eduardo Paes receberá, ainda este mês, um projeto encomendado pelo Rio Ônibus a uma empresa especializada, que vai propor a construção de quatro terminais rodoviários e mudanças nos itinerários e na política tarifária das empresas de ônibus, que poderão alterar — para cima ou para baixo — o preço das passagens.Enquanto os planos não saem do papel, as reclamações não param. Levantamento da Ouvidoria da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) dá uma ideia de como é cheio de ‘buracos’ o caminho de quem mora ou trabalha na Zona Oeste e sonha com transporte público de qualidade. Mas os problemas não se limitam aos ônibus. Quem depende dos trens do ramal de Santa Cruz está longe de ter conforto. Para chegar às 8h30 no Engenho de Dentro, a operadora de caixa Tainá Duarte, 20 anos, sai de casa, em Inhoaíba, com quase duas horas de antecedência. “Como não consigo lugar sentada, tento ficar encostada na porta, com medo de ser abusada por homens que se aproveitam da superlotação para passar a mão nas mulheres”, diz. As 10 empresas de ônibus que circulam na região somaram, em 2008, 4.624 reclamações na SMTR. Uma parte delas foi feita pela vendedora Viviane Ferreira, 38. Moradora de Realengo, ela entra no trabalho, em Botafogo, às 10h, e para não se atrasar tem que sair de casa às 6h. Por dia, Viviane pega cinco ônibus e gasta seis horas. Luxo é conseguir viajar sentada até o Centro. “Trabalho oito horas em pé, por isso me esforço para ir sentada. É o único momento que tenho para descansar”, conta. Para disputar um dos assentos da linha S-13 (Bangu-Tiradentes), ela se obriga a retornar até Bangu — ponto final do coletivo — e depois pega o caminho de volta para o Centro. “Essa rotina acaba com a minha qualidade de vida. Se houvesse mais coletivos os passageiros teriam mais conforto”, sugere.


Mais terminais e linhas expressas
De acordo com o vice-presidente do Rio Ônibus, Octacílio Monteiro, uma das saídas seria criar terminais em Santa Cruz, Campo Grande, Bangu e Deodoro, com linhas expressas, ligando esses bairros ao Centro (possivelmente ao Terminal Procópio Ferreira, que seria reformado), além de linhas para a Barra (Terminal Alvorada) e outras para os mesmos destinos, cruzando os bairros ‘por dentro’. “O objetivo é reduzir os intervalos e a superlotação. As viagens seriam mais rápidas e os passageiros teriam mais conforto”, aposta.
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Rio de Janeiro: Secretaria de Transportes anuncia mudanças em linhas de ônibus da Zona Oeste


A secretaria municipal de Transportes anunciou mudança em linhas de ônibus da Zona Oeste que eram operadas pela Viação Oriental, empresa que passa por dificuldades financeiras. Foi formado um pool de empresas para assumir as linhas da Oriental. Novas empresas entraram no pool e a secretaria informou que haverá mudanças em itinerários de algumas.
A linha 684B (Padre Miguel/Méier) passar a ser operada pela Viação Andorinha. Haverá aumento da frota e mudanças no itinerário. Os ônibus vão passar por Catiri e Batan. Os passageiros poderão fazer integração com os trens da SuperVia na estação de Bangu. A Andorinha também assumirá a 820 (Campo Grande / Marechal Hermes). Haverá estudo para aumento de frota, adequação de tecnologia e revisão de itinerário da linha.
A linhas 379 (Catiri / Tiredentes) e 395 (Tiradentes / Coqueiro) passam a ser operadas pela Auto Viação Bangu que já opera a linha 394B (Tiradentes / Vila Kennedy). A mesma empresa voltará a fazer a linha 810 (Taquaral / INPS de Bangu) que estava inoperante. Já a linha 816 (Campo Grande / Guadalupe) será reiniciada assim que forem adquiridos veículos
A secretaria também anunciou que as linhas S05 (Cidade Universitária / Campo Grande) e S07 (Campo Grande / Cidade Universitária), que só funcionavam em dois horários pela manhã e dois à tarde, passarão a ter mais horários com um maior número de ônibus.
A Transportes Oriental continuará operando as linhas S14, 398 e 790A. Segundo a secretaria, até quarta-feira a empresa deverá apresentar um plano de reestruturação, com recuperação dos veículos atuais e aquisição de veículos novos. Caso o plano não seja adotado, a Oriental será intimada a fazer pool nessas linhas.
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Bauru-SP: Tarifa de ônibus fica mais cara hoje

Andar de ônibus circular em Bauru fica 8% mais caro a partir de hoje. O passageiro desembolsará R$ 2,15 ao invês de R$ 2,00 na passagem básica paga com dinheiro. A tarifa integrada - com cartão - aumenta de R$ 2,25 para R$ 2,46 (leia mais no texto abaixo). Ontem, a expectativa dos passageiros era de um possível atraso de linhas em que o motorista atua também como cobrador. A questão levantada é que, quem paga com dinheiro, nem sempre tem os R$ 0,05 para facilitar o pagamento do valor exato de R$ 2,15 da passagem. Neste caso, o motorista terá que “se virar” para devolver o troco, o que deixa o carro parado.
Os usuários reclamaram ontem que o índice de reajuste da tarifa de ônibus foi alto. Rubito argumenta que foram feitos todos os esforços para definir o menor valor de reajuste. “Porque nós não queremos onerar mais o cidadão. O País se encontra em um estado de dificuldade muito grande. A gente espera que o País retome o crescimento. Por isso, a empresa pública sempre estará pensando pelo lado da menor tarifa”, justifica o presidente da Emdurb.
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Cuiába: ‘Greve geral de Passageiros’ não tem adesão na Capital

Aparentemente, a “1ª Greve Geral dos Passageiros do Transporte Coletivo Urbano de Cuiabá” contra a tarifa de R$ 2,30 não teve a adesão esperada. Ontem pela manhã, o fluxo de usuários dentro dos coletivos e nos pontos de ônibus era normal. Mas isso não significa que a população concorda com o valor, que pulou dos R$ 2,05 para R$ 2,30 no dia 12 de julho passado, quando foi derrubada a liminar que, desde dezembro de 2008, impedia a prefeitura de Cuiabá de aumentar o preço da passagem. “Não tem o que discutir. É caro demais. Mas, em Cuiabá não tem outra opção se você não tem carro. A gente não tem metrô e com o salário que a gente ganha não compensa pegar táxi”, lamentou o pedagogo, Fabio Lira Gomes, 28 anos. A opinião também é compartilhada pela dona-de-casa Leonici Barbosa. “Não sabia do movimento, mas não tinha como deixar de vir para o Centro. Tenho uma consulta marcada e, como meu marido não pode me levar, tenho que pegar o ônibus”, comentou. “Mas o valor é muito alto. Imagina quem precisa pagar quatro passagens para trabalhar”, acrescentou. Leonici Barbosa aproveitou para reclamar dos atrasos constantes e da demora dos coletivos que atendem o bairro onde mora, o Parque Atalaia. “Demora até meia hora”, afirmou. Quem também não estava satisfeita era a usuária Terezinha Maria dos Santos, 63 anos, que abordou a reportagem no ponto próximo ao Ganha Tempo, na avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), para reclamar da falta de respeito por parte do motorista do coletivo que ela havia acabado de descer. “Ele falou que os velhos estão tomando conta dos ônibus. Eu quis falar alguma coisa para ele, mas fiquei nervosa, tremendo. Imagina se fosse uma pessoa com problema de coração”, disse. Terezinha dos Santos não soube informar a linha ou o número do veiculo em que estava. O movimento que pretendia mobilizar os usuários não tem “pai”. Há alguns dias, cartazes foram fixados nas principais e mais movimentadas paradas pedindo à população para que deixasse de utilizar o transporte coletivo durante o dia de ontem. “1ª Greve Geral dos Passageiros do Transporte Urbano de Cuiabá: contra R$ 2,30. Segurança e mais respeito aos usuários do transporte coletivo. Não use o ônibus neste dia 31 de julho”, pedia o cartaz.
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Criciúma-SC: Tarifas de ônibus ficam mais caras

Os usuários do transporte coletivo de Criciúma podem preparar o bolso e refazer o orçamento mensal. A partir das primeiras horas deste domingo, eles pagarão 15% a mais pela passagem. O decreto que autoriza o reajuste no valor da tarifa foi assinado no início da noite dessa sexta-feira pelo prefeito Clésio Salvaro. Pelos novos valores, os passageiros de compra antecipada integrada (cartões do Sistema de Bilhetagem Automática), que pagavam R$ 2, passarão a desembolsar R$ 2,30. Os usuários eventuais também pagarão R$2,30 por enquanto, mas para estes o preço ficará mais salgado: a partir do dia 5 de outubro, a tarifa passará a custar R$ 2,50.
Conforme a diretora técnica da CriciumaTrans, Caroline Paim Zanette, a renovação da frota e o represamento dos percentuais de três meses de 2008 foram os fatores que mais contribuíram para o aumento. "Ano passado houve, por problema de data, um represamento. Em setembro foi dado o reajuste de maio. Além disso, foram colocados 18 veículos novos em circulação, o que eleva o preço", afirmou. Conforme o presidente do Comitê Gestor, Celito Esteves, a demora na revisão se deu em função de o Ministério Público ter encontrado dois erros na planilha de cálculos que precisou ser refeita. Para o vice-prefeito Márcio Búrigo, os novos preços não surtem efeito político no Governo. "Estamos cumprindo a planilha do Ministério Público. A prefeitura não tem uma planilha própria", declarou.
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São Paulo: TJ derruba liminar que permitiria livre circulação de fretados

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, o desembargador Roberto Antônio Vallim Bellocchi, cassou na noite desta sexta-feira (31) a liminar concedida pela juíza da 9ª Vara de Fazenda Pública, que suspendia a aplicação da regulamentação do transporte fretado de passageiros na cidade de São Paulo. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Esportes e confirmada pela assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça.

Mais cedo, a Justiça de São Paulo havia dado uma decisão provisória - liminar - que liberava a circulação. A ação cautelar proposta pelo Sindicado das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento e para Turismo de São Paulo (Transfretur) foi deferida pela juíza Simone Gomes Rodrigues Casoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo.

Em seu despacho, ela alegou que as regras da Prefeitura para a circulação dos fretados “apresentam vício formal, pois foram veiculadas mediante portaria, ato administrativo, que não pode inovar no ordenamento jurídico, não pode substituir a lei, visto que seu objetivo é explicitar a lei para sua fiel execução”.
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