Recife: Ônibus mais confortáveis e seguros

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Em mais uma resolução, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) criou novas regras de segurança para a fabricação dos veículos utilizados no transporte coletivo que, se forem realmente atendidas, irão beneficiar os passageiros que diariamente se espremem para ir e vir de seus destinos. A partir de 1º de julho, os ônibus com bancos duplos terão que ter 80 centímetros de largura e uma distância entre eles, no corredor, que não poderá ser inferior a 35 centímetros. Antes, era definido apenas a profundidade dos assentos e a altura do encosto.
As saídas de emergência também ganharam novas regras. Elas se tornaram obrigatórias no teto dos ônibus e microônibus. Poderão ser de dois tipos: basculante ou com vidro temperado que possa ser destruído por martelos de segurança. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), os basculantes que têm apenas função de ventilar os veículos não serão suficientes, se não puderem servir de passagem em caso de acidente. Os ônibus maiores devem ter pelo menos duas saídas de teto.
As mudanças foram determinadas pelo Contran com o objetivo de elevar o Brasil ao mesmo patamar de países desenvolvidos. Por isso está estipulando, por exemplo, o tamanho das poltronas e a distância entre elas, de forma a evitar que os assentos fiquem amontoados, diminuindo o conforto dos passageiros. As regras valem tanto para ônibus e microônibus urbanos quanto para intermunicipais, rodoviários e escolares.As fábricas terão um prazo de dois anos para adequar os veículos novos, contados a partir de julho. As medidas, entretanto, não são retroativas e deixam de fora os ônibus que já estão em circulação. O prazo é longo, mas os usuários de ônibus só têm o que comemorar e, principalmente, cobrar. Afinal, o assunto estava em discussão há seis anos, sem consenso entre a indústria automobilística e o governo. Os fabricantes, entretanto, já chiaram: avisaram que as alterações vão significar mais custos e, consequentemente, ônibus mais caros. Ou seja, a expectativa é de que as frotas demorem mais tempo para serem renovadas. Por isso, caberá à população cobrar a renovação, incluindo as novas mudanças.
As mudanças nos ônibus e microônibus começam a valer a partir de 1º de julho.
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Termina a greve no transporte coletivo da Grande Florianópolis

A greve do transporte coletivo da Grande Florianópolis terminou na madrugada desta sexta-feira. Trabalhadores, empresários e prefeitura da Capital chegaram a um consenso após 68 horas de paralisação. O acordo foi possível depois que o sindicato dos empresários do setor (Setuf) aceitou pagar o reajuste salarial de 7% e aumentar o valor do vale-alimentação dos trabalhadores para R$ 310, retroativo ao mês de maio.
A prefeitura assumiu metade do custo pelo pagamento do valor nos meses de maio e junho. Para que as reivindicações dos trabalhadores sejam atendidas, todas as tarifas serão reajustadas em R$ 0,10 a partir de segunda-feira. Além disso, a prefeitura vai aumentar em R$ 0,03 o subsídio pago por passageiro (hoje é R$ 0,12 por passageiro, o que significa cerca de R$ 550 mil por mês). Os trabalhadores exigiram ainda a garantia dos empregos por quatro meses e a participação nos lucros das empresas até o mês de novembro.







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Maringá: Tarifa sobe de R$ 2 para R$ 2,10 neste domingo


A tarifa do Transporte Coletivo de Maringá será reajustado no próximo domingo (5). Dos atuais R$ 2 passa para R$ 2,10 com o cartão. No pagamento em dinheiro, a tarifa passa de R$ 2,30 para R$ 2,50. Em horários de baixo movimento, no uso do cartão, continua o bônus de 10%, o que, com o reajuste, representa uma tarifa de R$ 1,89.
“É o perído normal de reajuste, que é somente para cobrir a defasagem. Maringá continua com um custo pequeno da tarifa em relação a outras cidades do mesmo porte”, disse o chefe de Gabinete da prefeitura, Ulisses Maia.
De acordo com a prefeitura, o novo reajuste de 5% ficou abaixo da inflação do período de junho de 2008 a maio deste ano, que foi de 5,45% pelo INPC.
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Greve no transporte coletivo entra no terceiro dia na Grande Florianópolis

Entra no terceiro dia, na manhã desta quinta-feira, a greve dos motoristas e cobradores da Grande Florianópolis. A categoria paralisou as atividades às 7h de terça-feira, diante da falta de consenso com os empresários do setor sobre o reajuste salarial. Às 6h desta quinta, não havia movimentação de ônibus nos bairros e na região central de Florianópolis. Os grevistas seguem reunidos na Praça das Nações, ao lado do Terminal de Integração do Centro (Ticen).Desde o início da mobilização, representantes da prefeitura da Capital, trabalhadores e empresários participam de reuniões em busca de uma saída para o impasse. Na noite de quarta, o sindicato das empresas (Setuf) encaminhou ao vice-prefeito João Batista Nunes uma nova proposta, que não teve a aprovação da prefeitura. No documento, o Setuf concorda com o reajuste de 7% no salário dos trabalhadores se a tarifa for reajustada em R$ 0,15. Também condiciona o aumento em R$ 310 no vale-alimentação ao subsídio pago pela prefeitura (hoje R$ 0,12 por passageiro, o que significa cerca de R$ 550 mil por mês). A proposta também determina que se o aumento for retroativo a maio (mês da data-base da categoria) deverá ser pago pela prefeitura.
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