Campinas-SP: Vândalos atacam 46 ônibus nos 4 dias de Carnaval

domingo, 1 de março de 2009


O saldo negativo da ação de vândalos em ônibus do transporte urbano de Campinas chegou a 46 casos durante o Carnaval 2009. “O prejuízo chegou a R$ 85 mil entre materiais para reposição e mão-de-obra”, afirmou Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Transcurc. De acordo com ele, “é preciso repensar atitudes para o transporte coletivo no Carnaval do próximo ano”.
A empresa que mais sofre com vandalismo foi a VB1, que teve 26 ônibus danificados, um deles, inclusive, teve nove janelas arrancadas, a iluminação interna destruída e bancos despregados do assoalho do coletivo. A segunda concessionária que sofreu mais danos foi a Onicamp, com 14 veículos alvos de quebra-quebra. A maior incidência dos ataques dos vândalos foi em regiões da área Oeste de Campinas, como Ouro Verde e DICs, além das imediações do Parque Oziel.

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Paulínia-SP: Nova tarifa de ônibus começa a ser cobrada R$ 1,00

Graças ao subsídio de R$ 1,30 aprovado no começo do mês na Câmara, os usuários passarão a pagar R$ 1,00 pela passagem do ônibus. A medida, segundo cálculos da própria Administração municipal, deverá consumir ao menos R$ 7 milhões dos cofres públicos este ano. A previsão é de que até 500 mil usuários utilizem o serviço mensalmente. O novo preço da tarifa será cobrado diretamente na catraca ou na compra do novo vale-transporte. Para os três primeiros meses, a Passaredo — concessionária que explora o transporte coletivo municipal — mandou confeccionar 1,5 milhão de vales-transporte. A medida vai vigorar até a implantação das catracas eletrônicas. O subsídio da tarifa com consequente redução no preço foi promessa de campanha de Pavan. Com a medida, o prefeito acredita incentivar o uso do transporte coletivo e promover uma melhora na renda da população paulinense.

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Recife: Ônibus que eu quero




Vejam como pessoas com deficiência física sofrem para pegar um ônibus, isso mostra que o governo e os orgãos competentes devem aumentar mais e mais os investimentos na melhoria do transporte público para estas pessoas.
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Curitiba: Linha Verde




A maior obra do Programa de Transporte Urbano, a Linha Verde, na antiga BR 116, atende a medidas ambientais que vão garantir a implantação de um Parque Linear de mais 20,8 quilômetros quadrados, o plantio de mais 5,2 mil árvores e a implantação de um ciclovia de quase seis quilômetros. Definidas pela Prefeitura de Curitiba que fez o projeto, exigidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que financia parcialmente as obras, e facilmente respeitadas pela cidade de Curitiba, as medidas vão garantir que a Linha Verde seja um fator importante de qualidade de vida em Curitiba.
A Linha Verde introduz na cidade um novo conceito de avenida urbana. Espécies nativas serão plantadas, inclusive com o uso de árvores frutíferas. Com uma nova opção para o transporte coletivo, mais passageiros serão atraídos para a RIT e, com menos carros nas ruas, haverá menos emissões de poluentes. A Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), empresa responsável pelo transporte de Curitiba, prevê o uso de um combustível menos poluente nas linhas de ônibus da Linha Verde.
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Curitiba: Uma revolução no transporte


O sistema de transporte público operado em Curitiba consiste em vias exclusivas para o tráfego de ônibus expressos. Os ônibus são longos, divididos em três seções ligadas por conexões sanfonadas e param nas estações-tubo, com acesso para cadeirantes. Os técnicos lembram a época em que Curitiba implantou o sistema, criando um novo termo na literatura mundial na área de transporte chamado BRT (Bus Rapid Transit). Nessa nova modalidade, ônibus operam com eficiência máxima, de forma integrada, em harmonia com o espaço urbano.“O grande marco foi o plano diretor de 1966, com a estruturação da cidade, corredores, estrutura linear e destinação de duas faixas exclusivas para ônibus. Até então, a cidade era cheia de pontos de ônibus e todas as linhas seguiam para o centro. Nos anos 70, com a inauguração do primeiro corredor, o fluxo de linhas para o centro diminuiu e se distribuiu. Outras vias foram liberadas para os automóveis e o espaço para o transporte público foi preservado, o que é a grande marca de Curitiba”, explica o mestre em engenharia de transporte Garrone Reck, professor do Departamento de Transporte da Universidade Federal do Paraná.A administração do transporte público é coordenada pela Urbanização de Curitiba (Urbs), vinculada à Prefeitura. A concessão é feita a 10 empresas urbanas e 19 metropolitanas, mas é a Urbs que contrata as empresas operadoras, define os itinerários, horários, vistoria a frota, define o custo por quilômetro e propõe a tarifa. A frota é composta por 1.980 ônibus, que circulam em 395 linhas nas canaletas com extensão de 72 quilômetros, cobrindo a cidade nos principais eixos. Por esses ônibus passam diariamente cerca de dois milhões de passageiros.


Os ônibus têm vida média de dez anos e são renovados pelas empresas, que investem e são remuneradas pela Urbs. Em 2006 e 2007, a frota foi ampliada em 62 ônibus. Só em junho de 2008 foram substituídos cem ônibus com mais de dez anos, um investimento de R$ 25 milhões feito pelas empresas concessionárias. Os novos ônibus, que vão entrar em circulação em setembro, são equipados com motores menos poluentes, que usam biodiesel, dotados com GPS e sistema de áudio MP3, com música clássica para os usuários. Os modelos, que devem transportar 130 mil passageiros por dia, vão irrigar uma nova rota, chamada Linha Verde, em construção pela Prefeitura. A previsão é reduzir o tempo de viagem, já que haverá menor número de estações-tubo dos bairros até o centro da cidade.

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Salvador: Ampliação de via exclusiva terá pequeno impacto no trânsito


Salvador conta com mais 2 quilômetros de via exclusiva para ônibus na região de acesso à avenida Paralela. Após obras de adaptação, a Superintendência de Transporte Público (STP) autorizou o uso do trecho que vai do viaduto Nelson Daiha, no Iguatemi, até as proximidades do viaduto Luís Eduardo Magalhães, na Paralela. Antes, o corredor exclusivo tinha 1,9 quilômetros de extensão, passando pela Estação Iguatemi até a altura do Detran.

O gerente da STP diz ainda que a expectativa é aumentar a velocidade média dos ônibus dos atuais 16 e 20 quilômetros por hora no tráfego misto para 20 a 30 quilômetro por hora com a mudança para a via exclusiva. “É um ganho substancial em relação ao tempo de viagem”, diz. O impacto na duração de viagem, segundo estudos do órgão, deverá ser de aproximadamente 8 minutos. Apesar disso, o próprio gerente da STP não acredita que a medida traga uma melhora significativa para os demais problemas do trânsito na região. “É um trecho muito pequeno para o que nós precisamos, mas vamos aumentar”, garante. O engenheiro civil, professor e especialista em transporte público Elmo Selzemburg concorda que o impacto da medida no trânsito geral deverá ser insignificante. “A via exclusiva já está saturada com este modelo de operação que está vigorando em Salvador, que é de 30, 40 anos atrás”, justifica. Para haver melhoria significativa, explica o especialista, seria necessário modificar o modelo dos veículos de transporte de massa para que pudessem transportar mais passageiros em menos tempo. “Precisamos de um novo tipo de veículo em grande extensão, seja o metrô, seja o VLT (veículo leve sobre trilhos) ou ônibus articulado”, pontua.

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BH: Linha Verde

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